"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12

28/01/2012

Estamos no Fim dos Tempos!!!


Antes de ouvirem a entrevista abaixo quero esclarecer algumas coisas:

A entrevista abaixo foi feita na rádio Eldorado ao sr. Arnaldo Haas, um dos membros do movimento "Salvai Almas" que tem trazido grandes polêmicas por ter marcado algumas datas com relação ao Fim dos Tempos.

Pessoalmente eu sou contra a marcação de datas, pois esta é a orientação da Igreja já há tempos: O Concílio Regional de Milão em 1365 assim alertava: 
"Não apregoem como coisas certas a época da vinda do anticristo e a data do juízo final, já que pelos lábios do Senhor foi dito: 'Não toca a vós ter conhecimento dos tempos e momentos' (At 1,7). Nem ousem, a partir das Escrituras Sagradas, procurar adivinhar o futuro e indicar determinado dia para determinado acontecimento. Também não afirmem temerariamente ter-lhes sido isso revelado por Deus".
Também o 5º Concílio Universal do Latrão, em 1516, assim decretava:
"Mandamos a todos os que estão, ou futuramente estarão, incumbidos da pregação, que de modo nenhum presumam afirmar ou apregoar determinada época para os males vindouros, para a vinda do Anticristo ou para o dia do juízo (...) Cada um deve, segundo o preceito divino, pregar o Evangelho a toda criatura, aprender a detestar o vício (pecado), recomendar e ensinar a prática das virtudes, a paz e o amor mútuo, tão recomendado pelo Nosso Redentor." 
 As Escrituras nos ensinam o seguinte sobre as profecias:

1º = Não devemos temer as profecias (quem as teme são os pagãos):
"Não imiteis os procedimentos dos pagãos, não temais os sinais celestes, como temem os pagãos..." Jeremias 10,2
2º = Devemos examinar as profecias e reter o que for bom:
"Não extinguais o Espírito. Não desprezeis as profecias. Examinai tudo: abraçai o que é bom." 1Tessalonicenses 5,19-21
3º = Para prova de que a profecia veio da parte de Deus, ela terá que se cumprir:
"Talvez perguntes em teu coração: 'Como vamos saber se tal palavra não é uma palavra de Iahweh? Se o profeta fala em nome de Iahweh, mas a palavra não se cumpre, não se realiza, trata-se então de uma palavra que Iahweh não disse. Tal profeta falou com presunção. Não o temas!" Deuteronômio 18,21-22 

Mas o mais importante é sabermos que estamos realmente no fim dos tempos, independentemente das datas. O catecismo nos diz:
"Estamos já na «última hora» (1 Jo 2, 18). «Já chegou pois, a nós, a plenitude dos tempos, a renovação do mundo já está irrevogavelmente adquirida e, de certo modo, encontra-se já realmente antecipada neste tempo: com efeito, ainda aqui na Terra, a Igreja está aureolada de uma verdadeira, embora imperfeita, santidade». O Reino de Cristo manifesta já a sua presença pelos sinais miraculosos que acompanham o seu anúncio pela Igreja." (670)
"A partir da ascensão, a vinda de Cristo na glória está iminente, mesmo que não nos «pertença saber os tempos ou os momentos que o Pai determinou com a sua autoridade» (Act 1, 7). Este advento escatológico pode realizar-se a qualquer momento, ainda que esteja «retido», ele e a provação final que o há-de preceder." (673)
E é indispensável que eu e você esteja preparado para esse dia que pode acontecer a qualquer momento. Preparando-nos com uma vida de conversão, santidade, penitência, amor. Devemos renunciar a este mundo que passa, pois "... não sabeis que o amor do mundo é abominado por Deus? Todo aquele que quer ser amigo do mundo, constitui-se inimigo de Deus" Tiago 4,4

É hora urgente de nos voltarmos à Confissão, Eucaristia frequente, Adoração e Vida de Oração sincera com o Senhor, nosso amado amigo.

Segue abaixo a entrevista. Ouça com discernimento. Vem, Espírito Santo!

PARTE 1



PARTE 2



PARTE 3





26/01/2012

Informativo Cléofas - 26/01/2012

Informativo Cléofas, 26 de janeiro de 2012- ano VII- Número 204

 

 

 

 

Notícias do Site Cléofas

 

+Bento XVI propõe que as redes sociais sejam espaços de silêncio e reflexão

+A evangelização: uma vocação universal e cada vez mais urgente

+Capelão católico do Cruzeiro Costa Concórdia fala sobre seu drama pessoal

+Imagem resgatada do navio Costa Concórdia é de Nossa Senhora de Fátima

+O casamento indissolúvel como escolha livre

+ Governo Obama obrigará empresas a financiar anticoncepção para os seus empregados

+ O Papa pede mais rigor com as nulidades matrimoniais

+ Médicos sem Fronteiras realizam abortos em países onde este é ilegal

+ Cidadãos pedem retirada de foto blasfema de Cristo nu com crucifixo sobre genitais

 

 


Para Meditar...


Aceitar-se para ser Feliz

Cada um de nós é um ser em construção; todos temos defeitos e qualidades, e os nossos limites não podem fazer com que deixemos de nos amar e valorizar. É uma grande sabedoria saber aceitar-se a si mesmo; quem não se aceita é porque carrega um refinado e escondido orgulho; e isto não deixa você ver o seu valor. Todos nós nascermos com a capacidade de vencer e de ser feliz.  Quem não se aceita acaba se tornando rancoroso contra si mesmo, contra os outros, contra a vida e até contra Deus… e isto o leva à revolta, à  auto-piedade e à depressão.        

Pare de sonhar, pegue o material que você tem e comece a construir a sua casa, do jeito que for possível. É melhor você morar num casebre do que ficar ao relento sonhando com um castelo. Ninguém é perfeito; por isso, todos precisam se aceitar.  Não estou dizendo para você negar os seus limites; isto seria perigoso, pois não os elimina. Olhe-os com coragem, de frente, sem exagerá-los nem diminuí-los, e mude o que for possível. O que não pode ser mudado, aceite e ofereça a Deus. Você não é menos amado por Ele por causa dos seus limites. A partir desta aceitação, toda a sua pobreza pode começar a se transformar em imensa riqueza. Comece agora a ver as suas qualidades; você as tem. Ser humilde é reconhecer a verdade sobre si mesmo.         

Aceite-se também diante dos outros; não se sinta pequeno ou invejoso porque o seu colega tira notas melhores do que você, ou porque ele se destaca e você não. Não deixe a inveja aninhar-se no seu coração; lance-a fora, é um veneno. Seja o que você é diante dos outros; não finja ser outra pessoa, e não fique paralisado diante dele por um complexo de inferioridade.   A melhor maneira de impressionar alguém é ser autêntico e espontâneo diante dele. A personalidade é para o homem o que o perfume é para a flor, o que a luz e calor são para  o sol. Uma engrenagem pequena não é menos importante do que uma engrenagem grande num jogo de engrenagens. Um tijolinho que falte em uma construção deixa um buraco na casa. Cada um é importante neste mundo de Deus.(...)

 

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Pergunte e Responderemos


Qual o significado da Cruz de Malta?


Trata-se de uma cruz de uma ordem de cavalaria. Sua origem pode, talvez, remontar Rogério da Sicília (1090 dC), que reconquistou para os cristãos este território localizado no mar Mediterrâneo e que estava nas mãos dos islâmicos desde 870 dC; o território foi, mais tarde, em 1530, cedido por Carlos Magno à ordem dos Cavaleiros de São João de Jerusalém, que adotou o nome de Cavaleiros de Malta e passou a usar a cruz de malta como insígnia.


Prof. Felipe Aquino

 

 

 


Blog do Prof. Felipe Aquino

 

300 anos do Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem

 

Neste ano de 2012, o TRATADO DA VERDADEIRA DEVOÇÃO À SANTÍSSIMA VIRGEM, escrito por São Luís Maria Grignion de Montfort, completa 300 ANOS, o que nos impõe uma séria reflexão sobre a pessoa e a missão da Santíssima Virgem junto à Igreja de Deus e a cada fiel em particular, bem como sobre a importância estratégica da TOTAL CONSAGRAÇÃO ensinada neste Tratado pelo Santo de Montfort.

Devemos considerar que no ano em que alguém ou alguma obra celebram um jubileu, se dá uma maior importância ao que se está celebrando. No caso da comemoração dos 300 ANOS do TRATADO DA VERDADEIRA DEVOÇÃO temos grandes e profundas razões para dar uma mais significativa importância à celebração do jubileu deste que é o escrito mariano mais lido, difundido e estudado de todos os tempos, uma vez que o inimigo infernal fez de tudo para que este livro não aparecesse, chegando mesmo a escondê-lo por 130 anos (T.V.D. 114). De fato, o TRATADO escrito por São Luís em 1712 desapareceu, sendo reencontrado apenas em 1842, em uma das casas de congregação que o Santo fundou na França. O ódio do demônio a este Tratado sobre Nossa Senhora, se justifica se considerarmos que aí se ensina a esmagar a cabeça desta serpente diabólica, uma vez que conduz a alma confiante a entregar-se a MARIA para com Ela aprender a amar a JESUS de verdade, cumprindo seus mandamentos, fazendo tudo quanto Ele mandou.

A nossa salvação ou condenação dependerá de fazermos ou não em nossa vida a vontade de DEUS. No Tratado se ensina justamente a se fazer esta entrega a NOSSA SENHORA – e por meio dela a JESUS – para com Ela aprendermos a fazer bem a vontade de Deus. São Luís, no Tratado, chama os Escravos por Amor de “calcanhar de Nossa Senhora”, afirmando que o calcanhar é a parte mais humilhada do corpo, por estar abaixo de todos os outros membros, mas que ao mesmo tempo é a parte que sustenta todo o peso do corpo e que é com este calcanhar que ela esmagará a cabeça da serpente, pois nos ensinará a rejeitar as obras do mal e a fazer sempre a vontade de Deus.

São Luís ensina ainda, que JESUS reinará no mundo, ou seja, nos corações e que este reinado de JESUS se dará por meio de MARIA, ou seja, JESUS confiou a Ela a missão de conduzir a Igreja a uma mais perfeita realização da vontade de DEUS neste mundo, e a maneira pela qual se estabelecerá o Reinado de Maria é pela difusão e prática da Verdadeira Devoção ensinada no Tradado escrito por São Luís de Montfort.(...)

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Livro da Semana

VIDA SEXUAL NO CASAMENTO


“Que tipos de carícias são permitidos no relacionamento conjugal? Seria lícito a algum dos cônjuges recusar ao outro o ato conjugal? Quais são os critérios para orientar um casal a respeito do número de filhos? Com perguntas mais ou menos semelhantes a estas e outras tantas, diversos esposos cristãos nos procuram a nós sacerdotes para aconselhar-se a respeito de seu matrimônio, a fim de pautá-lo segundo os desígnios de Deus.

Neste sentido, o leitor tem nas mãos uma obra na qual encontrará uma profunda ressonância da voz da Igreja acerca do amor conjugal. Aliás, este é um dos grandes méritos que o Prof. Felipe Aquino manifesta através da extensa obra que vem publicando ao longo dos últimos anos. O mérito de fazer com que o maravilhoso tesouro da doutrina da Igreja alcance um número bastante considerável de pessoas, muitas das quais não tinham conhecimento algum deste imenso e precioso patrimônio.”

Pe. Demétrio Gomes da Silva
Niterói, 01 de novembro de 2009



Ficha Técnica
Editora: Cléofas
ISBN: 978-85-88158-60-3
Ano: 2010
Edição: 7
Número de páginas: 144
Idioma: Português (BR)
Acabamento: Brochura
Formato: 14x21 cm

 


 

COMUNICADO IMPORTANTE!

Gostaríamos de informá-lo que já estamos em novo endereço. Estamos atendendo na Rua Olavo Bilac, 545 - Bairro da Cruz- Lorena/SP - CEP:12606-545- Caixa Postal 100.

 


Você já conhece os podcasts do Prof. Felipe Aquino?

Acesse o link: http://www.cleofas.com.br/conteudo.aspx?cat=122&m=pod

e ouça!


Série sobre “História da Igreja” com Prof. Felipe Aquino

 

“Auxiliar aos fiéis cristãos católicos a conhecer as riquezas históricas da Santa Igreja”. Este é o motivo pelo qual professor Felipe Aquino iniciou a série “História da Igreja” em seu programa “Palavras de Fé“.

Nesta série, você é convidado a conhecer fatos e situações de grande importância na vida da Igreja Católica, desde o momento em que a história da humanidade se divide em antes e depois de Cristo – passando pela Igreja Primitiva e pela Idade Média – até os dias de hoje.

Os Concílios, as grandes Heresias e a Santa Inquisição são alguns dos temas abordados neste programa, em vídeos curtos, com linguagem simples e de fácil entendimento. Siga a listagem abaixo e acompanhe, vídeo a vídeo, a série “História da Igreja”.

Temos uma tabela com todas as aulas disponíveis até o momento, iniciando no ano 0 e, cronologicamente, até os dias atuais.

Acesse: http://blog.cancaonova.com/webtvcn/2012/01/historia_igreja/

Fonte:WEBTV

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

LANÇAMENTOS

Palestra- Cura e Libertação pela Eucaristia

Palestra- A Fé e a Razão em harmonia

Palestra- A Igreja Mãe e Mestra

Palestra- Como vencer a Depressão?

Coleção Família- Com 9 palestras abordando diversos temas sobre família
2 Cd's-Mp3

Coleção Curso Bíblico- Do Gênesis ao Apocalipse
11 Cd's-Mp3

 

O Brilho da Castidade 14x21-208 páginas

 

 

 

 


SHOPPING CLÉOFAS

 

A Intercessão e o culto dos santos
14x21-144 páginas

O que são as Indulgências?
14x21-136 páginas

 

Os Anjos
14x21-160 páginas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Editora Cléofas - 2012

 

20/01/2012

Ninguém nasce catequista

Aqueles que são chamados a esse serviço tornam-se bons catequistas através da prática, da reflexão, da formação adequada, da conscientização de sua importância como educadores da fé. O catequista exerce um verdadeiro ministério, isto é, um serviço. Segundo o documento Catechesi Tradendae (A Catequese Hoje) a "atividade catequética é uma tarefa verdadeiramente primordial na missão da Igreja". O catequista não age sozinho, mas em comunhão com a Igreja, com o grupo de catequistas. O grupo de catequistas expressa o caráter comunitário da tarefa catequética. E com o grupo que ele revê suas ações, planeja, aprofunda os conteúdos, reza e reflete. O catequista necessita das seguintes qualidades: Ser uma pessoa com equilíbrio psicológico; Ter capacidade de diálogo, criatividade e iniciativa, saber trabalhar em equipe; Ser perseverante, pontual e responsável; Ser participativo, engajado nas atividades da paróquia, da comunidade e ter espírito de serviço; Ter vida de oração, leitura e meditação diária da Palavra de Deus; Ter espírito crítico e discernimento diante da realidade; Ser capaz de respeitar a individualidade de cada pessoa. Isso não significa que exista uma pessoa que tenha todas essas qualidades, mas que devemos procurar desenvolvê-las no nosso dia-a-dia.

19/01/2012

Ser comunidade orante e "encarnada"

O diálogo da fé não acontece sem um clima de oração. Falamos da evangelização como primeira condição de uma pastoral vocacional e, essa imensa tarefa, assumida pelas comunidades, grupos e organizações de Igreja, não será verdadeira sem a vida em oração.

Uma Igreja orante é uma Igreja em constante diálogo com Deus, condição para captar a presença do Espírito de Deus na Igreja e no mundo. Aliás o próprio Jesus nos mandou que rezássemos pedindo operários para a messe.

"Vendo as multidões, Jesus teve compaixão, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor. Então Jesus disse aos seus discípulos: A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos/ Por isso, peçam ao dono da colheita que mande trabalhadores para a colheita." (Mt 9, 36-38)

Por isso uma Igreja orante é ao mesmo tempo uma Igreja encarnada, que, sem reclamar privilégios, vive no mundo e na sociedade a sua missão profética, denunciando as injustiças e anunciando a utopia evangélica.

A Igreja, onde as vocações podem brotar, é aquela que escuta o clamor do povo, que vive em processo permanente de renovação e que reza pelas vocações.

Fonte: http://www.catequisar.com.br/

18/01/2012

Informativo Cléofas - 18/01/2012*

Informativo Cléofas, 18 de janeiro de 2012 - Ano VII - Número 203

Notícias do Site Cléofas

+No Paquistão... é sempre culpa das mulheres

+ Logo oficial da JMJ Rio2013 será lançada no dia 1º de fevereiro

+ Mães terão que ver seus bebês antes de fazer um aborto no Texas

+Sexto bispo ex-anglicano se integra à Igreja Católica sob a Constituição "Anglicanorum Coetibus"

+Jornal denuncia que agência Reuters mentiu sobre discurso do Papa e o "matrimônio" gay

+ Exposição revela os Arquivos Secretos do Vaticano

+ Pio XII salvou um grupo de 500 judeus, revela estudo

+ Casamento gay: Jean Wyllys associa Bento XVI ao nazismo e o chama de genocida

 

 

O programa Escola da Fé, é exibido toda quinta-feira às 20h40 na TV Canção Nova (Link)


Para Meditar...

Porque as crianças e os inocentes sofrem?

 

Muitos perguntam por que as crianças, tão inocentes, sofrem e se Deus não estaria sendo injusto por permitir isso.

Deus não pode ser injusto, senão não seria Deus. As crianças e os inocentes sofrem porque participam da dignidade humana e compartilham a sorte da humanidade. Não é preciso inventar teorias complicadas para explicar o sofrimento; nem mesmo culpar a Deus pelo erro que é nosso.

O Todo-poderoso não interfere no sofrimento da criança, fazendo milagres para impedir o mal a todo instante, a fim de não destruir a ordem natural que Ele mesmo criou. O Senhor não quis fazer o homem e o mundo como um teatro de marionetes, teleguiado por Ele, não. Ele lhe impôs leis que regulam a vida e a natureza.

Em consequência do pecado, o sofrimento e a morte fazem parte da história de todos os homens, inocentes ou pecadores. Muitas vezes, um inocente morre por causa de um pecador. Os acidentes das estradas comprovam isso todos os dias; e ninguém pode culpar ao Senhor por isso, mas sim, aos verdadeiros culpados, que são os maus.

São Paulo ensina que “o salário do pecado é a morte” (cf. Rm 6,23); e esta pode atingir a todos, inocentes e culpados, porque a humanidade é solidária; é unida. Cada pecado atinge todos os homens; assim como cada ato bom também os atinge.

A fé ensina que Deus Pai, pelo sofrimento redentor de Jesus Cristo, resgatará todo sofrimento da criança inocente e fará cada uma ressuscitar um dia com Cristo. (...)

 

 

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Pergunte e Responderemos

Que casamentos podem ser considerados nulos? (PARTE 1)

 

A Cruz dos Recasados:

Em síntese: O presente artigo considera os impedimentos que tor­nam nulo o casamento e mostram como devem proceder as pessoas que julgam ter contraído um casamento nulo. A Igreja não anula um casa­mento validamente contraído e carnalmente consumado, mas pode de­clarar nulo o matrimônio que haja sido contraído com impedimento dirimente (anulante).

O Pe. Vitor Gropelli publicou um livro intitulado "A Cruz dos Recasados"1, em que aborda a situação das pessoas que, infelizes no seu casamento, vivem sós ou se unem a outrem sem a bênção de Deus. A obra é muito oportuna, pois oferece uma palavra de reconforto a tais pessoas e abre-lhes perspectivas geralmente pouco conhecidas. Com efeito; um casamento fracassado pode ter sido nulo em sua origem mes­ma, porque contraído com algum impedimento dirimente (anulante). Quan­do alguém julga que seu matrimônio se enquadra em algum dos casos de impedimento dirimente, pode procurar o tribunal eclesiástico e pedir a investigação da validade ou não de tal matrimônio.

Visto que o assunto é de grande atualidade, vão, a seguir, transcri­tas as páginas dos capítulos V e VI da obra atinente a problemática.

 

QUANDO O MATRIMÔNIO É NULO?(...)

*Artigo de D.Estevão Bettencourt

 

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Blog do Prof. Felipe Aquino

Os Ensinamentos de São Paulo

O mais miserável dos cristãos é aquele que não evangeliza sua família

Quero meditar com você um pouco daquilo que o apóstolo Paulo deixou como ensinamento para nós cristãos. As treze cartas dele são a base para a teologia católica. Nas duas cartas que ele escreveu para São Tito e São Timóteo, que eram bispos, deu todas as direções de como deveria ser a Igreja. Essas direções são seguidas até hoje pela Igreja.

Um ponto muito importante é sobre a evangelização. O apóstolo dos gentios diz que pregar o Evangelho, para ele, não é motivo de glória, mas, sim, uma missão que lhe é imposta. “Ai de mim se não evangelizar”, afirma.

Paulo tinha como lema evangelizar; o resto para ele não tinha importância. Nós também devemos pensar assim! Evangelizar não significa que devemos obrigar todos a serem bons cristãos, mas devemos anunciar; não impor, mas propor. O mais miserável dos cristãos é aquele que não evangeliza sua família. Os jovens, hoje, não sabem quase nada de religião. Antigamente, os catequistas eram os pais, lamentavelmente, a família está sumindo. Muitas crianças não sabem nem quem é Jesus e muitos pais vivem como se Deus não existisse.

A primeira evangelização tem que ser da criança, pois ela é mais fácil de ser evangelizada. Mas, para isso, é preciso que a mãe e o pai a evangelize. Se eu tivesse um medalha de ouro, a daria para um bom catequista que evangeliza as crianças e fala de Deus para elas(...).

 

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Livro da Semana

"SEDE SANTOS!..."

Somos todos chamados por Deus à santidade.

Mas não basta dizer isto às pessoas; é preciso indicar-lhes o caminho para atingi-la.

Neste livro você encontrará os meios de santificação que Cristo nos deixou através da Igreja, e que formaram muitos santos e santas.

“A santidade é a plenitude da vida. Ela é a força mais poderosa para levar a Cristo, os corações dos homens”. (João Paulo II)

“Procurai a paz com todos e ao mesmo tempo a santidade, sem a qual ninguém pode ver o Senhor.” (Heb 12,14)

“Sede santos, porque Eu Sou Santo!” (Lev 11,15)


Ficha Técnica
ISBN: 978-85-88158-62-7
Ano: 2010
Edição: 6
Número de páginas: 168
Idioma: Português BR
Acabamento: Brochura
Formato: 16×23 cm

 


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Lançamentos



O brilho da Castidade

14x21 cm - 208 páginas

Curso Bíblico - Do Gênesis ao Apocalipse

11 Cd's-Mp3



Shopping Cléofas


O Glorioso São José
14x21- 192 páginas


Educar pela conquista e pela Fé
14x21- 160 páginas


Por que sou Católico?
14x21 cm - 192 páginas


 

 

 


© 2011 - Editora Cléofas

Ser COMUNIDADE (de comunhão e participação, co-responsável)

O Concilio fala de uma Igreja-comunidade convocada pela Trindade, "povo reunido na unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo" (LG 4)

Somente esta visão de Igreja contribui para que todos os seus membros vivam em estado de vocação e de missão, sentindo-se escolhidos pelo Pai, chamados pelo Filho e enviados pelo Espírito pata o serviço ao Reino. 


Só uma Igreja imagem da Trindade, "unidade dos fiéis que constituem um só corpo em Cristo" (LG 3) na igual dignidade e na variedade de funções (LG 32) que abre espaço para a comunhão e participação, pode tornar-se o espaço adequado para o surgimento e desenvolvimento das vocações e seu engajamento na missão evangelizadora.

Os primeiros cristãos entenderam muito bem o que Jesus queria da sua Igreja. No livro dos Atos dos Apóstolos, vamos encontrar o primeiro retrato da Igreja:

"Eram perseverantes em ouvir o ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, no partir o pão e nas orações. Em todos eles havia temor, por causa dos numerosos prodígios e sinais que os apóstolos realizavam. Todos os que abraçaram a fé eram unidos e colocavam em comum todas as coisas, vendiam suas propriedades e seus bens e repartiam o dinheiro entre todos, conforme a necessidade de cada um., e cada dia o Senhor acrescentava à comunidade outras pessoas que iam aceitando a salvação" (At 2, 42-47).

Uma Igreja que queira animar sua Pastoral Vocacional deve colocar como meta constante a intensificação da vida comunitária, da participação e da co-responsabilidade:

- na base (grupos de reflexão e ação),
- nas estruturas (conselhos, equipes de coordenação),
- na coordenação (planos pastorais, prioridades).

Fonte: http://www.catequisar.com.br/

17/01/2012

Vocação da Igreja

Para falar da vocação da Igreja precisamos, em primeiro lugar, entender o que é Igreja e qual é a sua missão.

A Igreja é mistério de comunhão trinitária. O supremo modelo e princípio deste mistério é a unidade na Trindade das pessoas de um só Deus Pai e Filho no Espírito Santo.

O Vaticano II apresenta a Igreja como "Povo de Deus", assembléia dos chamados, dos convocados. A ideia Povo de Deus recorda que a Igreja é uma realidade histórica, fruto da livre iniciativa de Deus e da livre resposta dos seres humanos. Essa expressão indica a Igreja em sua totalidade, ou seja, naquilo que é comum a todos os seus membros. Pela graça do Batismo nos tornamos filhos e filhas de Deus, membros da comunidade de fé- Igreja. O Batismo é, portanto, uma verdadeira vocação: a vocação de ser cristão, Isto é, ser cristão é ser seguidor de Jesus Cristo.

"Não há, pois, em Cristo e na Igreja, nenhuma desigualdade em vista de raça ou nação, condição social ou sexo (...) porque todos vós sois um em Cristo Jesus". (Gl 3,28). Faz parte desta condição comum - dado pela fé, esperança e caridade e pelos sacramentos do Batismo, da Crisma e da Eucaristia - a participação de todo o Povo de Deus nas funções profética, sacerdotal e real de Cristo (cf. n° 71).

A noção de Povo de Deus exprime então a profunda unidade, a comum dignidade e a fundamental habilitação de todos os membros da Igreja à participação carismática e ministerial. Esta é a condição cristã que é comum a todos os membros da Igreja.

Um exemplo ajuda. Não basta ter um carro, último modelo, com as funções mais sofisticadas, se suas peças não estão colocadas no lugar certo, instaladas e ajustadas devidamente. Com certeza não funcionará. Pode ser um simples fusível, uma válvula, um distribuidor elétrico, um ejetor de combustível... cada peça é importante, imprescindível na sua função. Nenhum deles pode substituir o outro. O carro é as peças no seu lugar. Cada peça em seu lugar é o carro.

A Vocação da Igreja acontece na medida que cada membro dela assume sua vocação na Igreja. Cada vocação na Igreja transfigura o rosto vocacional da Igreja.

Fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/materia/especial/vocacao/09.htm