16 de out de 2008

Liturgia Diária!!!

Quinta-feira, dia 16 de Outubro de 2008
Santa Margarida Maria Alacoque, religiosa, +1690



Comentário ao Evangelho do dia feito por
Balduíno de Ford : «Começaram a pressioná-Lo fortemente com perguntas e a fazê-Lo falar sobre muitos assuntos, armando-Lhe ciladas»

Leituras

Efésios 1,3-10.
Bendito seja o Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que no alto do Céu
nos abençoou com toda a espécie de bênçãos espirituais em Cristo.
Foi assim que Ele nos escolheu em Cristo antes da fundação do mundo, para
sermos santos e irrepreensíveis na sua presença, no amor.
Predestinou-nos para sermos adoptados como seus filhos por meio de Jesus
Cristo, de acordo com o beneplácito da sua vontade,
para que seja prestado louvor à glória da sua graça, que gratuitamente
derramou sobre nós, no seu Filho bem amado.
É em Cristo, pelo seu sangue, que temos a redenção, o perdão dos pecados,
em virtude da riqueza da sua graça,
que Ele abundantemente derramou sobre nós, com toda a sabedoria e
inteligência.
Manifestou-nos o mistério da sua vontade, e o plano generoso que tinha
estabelecido,
para conduzir os tempos à sua plenitude: submeter tudo a Cristo, reunindo
nele o que há no céu e na terra.


Salmos 98,1.2-3.3-4.5-6.
Cantai ao SENHOR um cântico novo, porque Ele fez maravilhas! A sua mão
direita e o seu santo braço lhe deram a vitória.
SENHOR anunciou a sua vitória, revelou aos povos a sua justiça.
Lembrou-se do seu amor e da sua fidelidade em favor da casa de Israel.
Todos os confins da terra presenciaram o triunfo libertador do nosso Deus.
Lembrou-se do seu amor e da sua fidelidade em favor da casa de Israel.
Todos os confins da terra presenciaram o triunfo libertador do nosso Deus.
Aclamai o SENHOR, terra inteira, exultai de alegria e cantai.
Cantai hinos ao SENHOR, ao som da harpa, ao som da harpa e da lira;
ao som de cornetins e trombetas, aclamai o nosso rei e SENHOR.


Lucas 11,47-54.
Ai de vós, que edificais os túmulos dos profetas, quando os vossos pais é
que os mataram!
Assim, dais testemunho e aprovação aos actos dos vossos pais, porque eles
mataram-nos e vós edificais-lhes sepulcros.
Por isso mesmo é que a Sabedoria de Deus disse: 'Hei-de enviar-lhes
profetas e apóstolos, a alguns dos quais darão a morte e a outros
perseguirão,
a fim de que se peça contas a esta geração do sangue de todos os profetas,
derramado desde a criação do mundo,
desde o sangue de Abel até ao sangue de Zacarias, que pereceu entre o altar
e o santuário.' Sim, Eu vo-lo digo, serão pedidas contas a esta geração.
Ai de vós, doutores da Lei, porque vos apoderastes da chave da ciência: vós
próprios não entrastes e impedistes a entrada àqueles que queriam entrar!»
Quando saiu dali, os doutores da Lei e os fariseus começaram a pressioná-lo
fortemente com perguntas e a fazê-lo falar sobre muitos assuntos,
armando-lhe ciladas e procurando apanhar-lhe alguma palavra para o
acusarem.


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

Balduíno de Ford ( ?-c.1190), abade cisterciense
O Sacramento do altar, II, 1

«Começaram a pressioná-Lo fortemente com perguntas e a fazê-Lo falar sobre muitos assuntos, armando-Lhe ciladas»

«Tanto amou Deus o mundo, que lhe entregou o seu Filho Unigénito» (Jo
3,16). Este Filho único «foi oferecido», não porque o seus inimigos tenham
prevalecido, mas porque assim «aprouve ao Senhor» (Is 53, 10-11). «Ele, que
amara os seus que estavam no mundo, levou o seu amor por eles até ao
extremo» (Jo 13,1). O fim, é a morte aceite por aqueles que Ele ama; eis o
fim de toda a perfeição, o fim do amor perfeito, porque «ninguém tem mais
amor do que quem dá a vida pelos seus amigos» (Jo 15,13).

Este amor de Cristo foi mais poderoso na morte de Cristo do que o ódio dos
seus inimigos; o ódio apenas pôde fazer o que o amor lhe permitia. Judas,
ou os inimigos de Cristo, entregaram-No à morte, devido a um terrível ódio.
O Pai entregou o seu Filho, e o Filho entregou-Se a Si mesmo por amor (Rm
8,32; Ga 2,20). O amor não é porém culpado de traição; é inocente, mesmo
quando Cristo morre por amor. Porque só o amor pode impunemente fazer o que
lhe apraz. Só o amor pode forçar a Deus e, como Ele, guiar-nos. Foi o amor
que O fez descer dos céus e O pôs na cruz, que fez jorrar o sangue de
Cristo pela remissão dos pecados, num acto tão inocente quanto salutar.
Qualquer acção de graças pela salvação do mundo é devida ao amor, portanto.
E o amor incita-nos, numa lógica incómoda, a amar a Cristo, tanto quanto
podíamos odiá-Lo.




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