22 de nov de 2008

Cardeal Rylko: "cristãos devem libertar-se do complexo de inferioridade"

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 14 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- "Para os cristãos, chegou o momento de libertar-se do falso complexo de inferioridade para com o chamado mundo leigo, para poderem ser valentes testemunhas de Cristo." O Cardeal analisou a situação atual das sociedades ocidentais, caracterizadas pela "ditadura do relativismo", e denunciou a aparição de um "novo anti-cristianismo" que "faz passar por politicamente correto atacar os cristãos, e em particular os católicos".

Hoje, advertiu, "quem quer viver e atuar segundo o Evangelho de Cristo deve pagar um preço, inclusive nas sumamente liberais sociedades ocidentais". "Está ganhando espaço a pretensão de criar um homem novo completamente desarraigado da tradição judaico-cristã, uma nova ordem mundial", acrescentou.

2 comentários:

  1. Depois de muitas miríades de “ERAS”, o Grande Rei Universal da Terra dos IMORTAIS disse a seu Filho:
    - Yashua [1] (ou Yahu’Shua), meu Filho, chegou a hora de arranjares noiva. Para isso tens de fazer para ela um vestido branco, puro e imaculado, cuja alvura ultrapasse infinitamente toda e qualquer alvura jamais concebida. Com ele, vestirás a tua noiva e assentar-te-ás para sempre no meu trono eterno e reinarás sobre todos os Universos, todas as Terras e todas as ERAS. Mas para o conseguires tens de ir viver durante cerca de 30 ou 40 sois na terra dos mortais e terás de passar por todos os vitupérios possíveis e imagináveis.

    Yoshua [2] (foi assim que passou a soar o seu nome), preparou-se durante cerca de mil sois para poder ir viver para a terra dos mortais e quando chegou a sua hora foi bem-vindo por uns e amaldiçoado e atraiçoado por outros, tanto na terra dos mortais como na dos imortais.

    Yeshua [3] (foi este o nome com que passou a ser conhecido na sua nova terra, que era universalmente regida por uma fera de 7 cabeças, com 7 coroas e 10 cornos), teve que nascer como um bebé indefeso na terra dos mortais e teve que perder o seu dom inerente da imortalidade para conseguir fabricar o vestido da sua noiva, para que ela fosse tão pura como ele. Teve que passar por todas as vicissitudes mesmo as mais humilhantes que havia na terra dos mortais; foi escarnecido, maltratado, perseguido e até morto na terra dos mortais, mas conservou-se sempre fiel e puro até que conseguiu, enfim, urdir o tão valioso vestido de noiva. Depois de morto, retomou de seu PAI «Yahw’h» [4] o dom da imortalidade que já antes possuíra na terra dos imortais. Alcançou honras, glórias e teve a sua noiva que vestiu com o mais precioso dos vestidos, ao mesmo tempo que teve como presente de noivado da parte de seu PAI, o único lugar disponível à SUA direita, para que se sentasse a Seu lado como rei de todos os Universos, assumindo igual glória e poder eternos, durante todas as «ERAS» do futuro eterno.

    Depois da respectiva cerimónia, o vestido imaculado da noiva foi guardado num cofre e a chave foi entregue à guarda do «mordomo-mor».
    Esse mordomo que era curioso, abriu o cofre, tirou o vestido imaculado para fora e ficou a observar durante algum tempo a sua beleza. Contudo, inadvertidamente e contra a sua vontade, caiu no vestido uma mancha negra quase invisível. Quando o mordomo se preparava para repor o vestido no cofre, apareceu o Grande Rei Yeshua, também conhecido, na terra dos mortais, como «o Desejado das Colinas Eternas», e viu que o vestido da sua esposa tinha sido maculado.

    Ele não queria que sua esposa soubesse que o vestido tinha sido conspurcado e teve a ideia de o lançar ao fogo, para que nunca mais fosse visto. Nessa altura, bateu à porta um pobre velho, o “homem do saco”, também conhecido por farrapeiro, pedindo ao jovem rei que lhe vendesse ou oferecesse algum farrapo velho que já não lhe servisse, para com ele conseguir alguns mantimentos para matar a fome. O Rei, cheio de piedade entregou-lhe então o vestido da sua noiva que tinha sido maculado e disse-lhe que fizesse dele o que melhor lhe aprouvesse.

    O senhor farrapeiro, ao passar por uma montra onde se exibiam bonitos vestidos de noiva pediu ao dono que lhe deixasse aí exibir esse vestido e concordou com o mesmo que fosse vendido pelo módico valor de uma “jorna” de trabalho.

    Mal o vestido tinha sido exposto na montra, passou, por acaso, um jovem muito pobre, que não tinha onde cair morto, mas que sonhava vestir a sua noiva com um vestido tão maravilhoso como o vestido que o Rei Imortal tinha criado para a sua noiva imaculada.
    Ao observar o vestido exposto, viu um letreiro que dizia.:
    «Este vestido tem um valor infinito e incalculável, que só está ao alcance do Grande Rei Imortal de todos os universos, mas, por ter uma pequenina mancha, vende-se por uma insignificante “jorna” de trabalho». [5]
    O pobre jovem, não tinha nada, e era-lhe impossível arranjar trabalho, porque ninguém o queria consigo. Depois de bater, em vão, a todas as portas, chegou finalmente, já sem esperança, à porta do Grande Rei Imortal, suplicando-lhe que lhe concedesse a possibilidade de trabalhar para Ele um único dia. Depois de lhe explicar todas as suas razões, o Grande Rei, cheio de Piedade, permitiu que trabalhasse para Ele durante um dia solar. Ao anoitecer despediu-o, e entregou-lhe uma cédula com o Seu selo de Grande Rei onde estava escrito que esse documento valia uma “jorna”. Como não havia dinheiro, as pessoas usavam como valor de troca as cédulas passadas e seladas com o sinete do Grande Rei dos Universos.

    Foi assim que adquiriu o tão desejado vestido. Depois, cortou com uma tesoura o pedaço de pano que tinha a mancha e costurou o buraco com uma linha tirada o memo vestido. Desta forma, o pobre jovem consegui realizar o grande sonho da sua vida ao casar com a sua noiva que vestia o mesmo vestido com que foi vestida a noiva de Yeshua, o Grande Rei. As pessoas nem se aperceberam que tinha tido uma mancha, nem que tinha sido remendado pelo pobre jovem. Contudo, como o jovem não tinha meios, também estava impossibilitado de fazer um banquete para os convidados. Por isso, cada um foi cear a sua casa, depois da cerimónia nupcial.

    O pobre casal, não tinha onde guardar o tal vestido de noiva e por isso foi pouco a pouco manchado e muitas nódoas o macularam, até que ao fim de longos “sóis” o pobre jovem perdeu o amor que tinha pelo vestido e resolveu deitá-lo ao lixo, depois de infrutiferamente ter tentado recuperá-lo, lavando-o e remendando-o muitas vezes.

    Quando se estava a desfazer daquele vestido imundo [6], passou por aquele lugar um homem muito rico, com a cabeça cheia de cifrões e coberto de ouro, prata e pedras preciosas, vindo das terras longínquas das duas torres gémeas que tinham sido humilhadas, no ocidente. Ele queria-se desposar com um jovem rapaz com 18 “sóis” de idade, ainda imberbe, que acabara de atingir a «maioridade», e que tinha violado durante toda a sua juventude, Resgatou esse vestido do lixo e pensou para si mesmo:
    «Vou com ele vestir a minha “noiva” (isto é, o jovem imberbe que já tinha 18 “sóis”), vou cobri-la com as minhas jóias, meu ouro, e as minhas pedras preciosas. Assim vou fazer o casamento mais moderno e liberal de todos os tempos, vestindo a minha noiva com este vestido que está bem na moda, roto, maculado e bem adornado.»

    O homem rico fez assim um casamento repleto de magia, sonho, realizou uma grande festa, foi aplaudido por todos os convidados e foi conhecido em todos os mundos, em todas as terras e em todas as galáxias. A sua fama até chegou à terra dos imortais devido à sua audácia.
    … … (continua) … … [7] …….
    -------------------------
    Esta história é verdadeira, mas está escrita em enigmas.

    O “homem rico”, que cobriu de jóias o vestido maculado e roto, talvez sejas tu mesmo, que estás a ler estas linhas. Para saberes se estás incluído lê o resto.
    O vestido maculado e roto, coberto de jóias e pedras preciosas é a “igreja” dos nossos dias e que está também simbolizada nas palavras escritas no cap.3 do livro do Apocalipse, dirigidas à Igreja de Laodiceia.
    O jovem imberbe de 18 anos (ou “sóis”) que tu violaste e com o qual casaste são ... ... ... todos os teus “paroquianos”.

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    [1] “Yashua” (ou“Yahu’Shua”) significa « Yhaw’h salva ».
    [2] “Yoshua” significa « Yahw’h salva » e é o nome verdadeiro do Josué da Bíblia.
    [3] “Yeshua” significa « Yahw’h salva » e é o verdadeiro nome do «JESUs» da cristandade.
    A fera de 7 cabeças é todo o “Império Romano”.
    [4] «Yahw’h» é o verdadeiro NOME do DEUS eterno e Verdadeiro.
    [5] O vestido que tinha uma pequena mancha representa a «Igreja» primordial, pós apostólica e perseguida no 2º e 3º séculos. O jovem e a noiva de cada tempo representam os cristãos desses tempos.
    [6] O vestido imundo e remendado representa a «igreja imperial romana» que começou com o Imperador Romano Constantino e que ficou cada vez mais incipiente (primitiva e desgastada) e cheia de enganos e ilusões.
    [7] Esta história continua no futuro “eterno” desta “ERA” até que “Yeshua” liberte do vitupério e da morte todos os mortais.
    Menciono: “eterno”, e “ERA”, segundo o antigo conceito do hebraico e grego e não de hoje (Mateus 28,20).
    Os nomes dos intervenientes desta história e seu significado são os mais vernáculos que consegui obter.

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  2. Yeshua não veio a fundar nenhuma religião. (Mateus 5,17)

    http://www.paroquias.org/biblia/?c=Mt+5,17-20

    O catolicismo romano é uma religião.

    Quem foi que a fundou?

    Constantino ou seus sucessores?!...

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