31 de out de 2008

Informativo Cléofas - 30/10/2008

Informativo Cléofas, 30 de Outubro de 2008 - Ano III - Número 97

Matéria do Programa Escola da Fé

FINADOS

A Intercessão dos Santos

Em 1336, através da Constituição “Benedictus Deus”, o Papa Bento XII definiu como dogma de fé, que, logo após a morte corporal, as almas totalmente puras são admitidas à contemplação da essência de Deus face à face.

Os mortos não estão dormindo:

Concílio universal de Florença, reafirmou em 1439, a seguinte declaração: “As almas daqueles que, depois do Batismo, não se tiverem manchado em absoluto com alguma mancha de pecado, assim como as almas que, depois de contraída alguma mancha de pecado, tiverem sido purificadas ou no corpo ou fora do corpo,... essas almas todas são recebidas no céu e vêem claramente o próprio Deus em sua Unidade e Trindade, como Ele é; umas, porém, vêem mais perfeitamente do que outras, conforme a diversidade de méritos de cada qual. Quanto às almas daqueles que morrem com pecado atual e mortal... sem demora são punidas no inferno por penas que variam para cada qual”. (Denzinger , Enquiridio 693).

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O programa Escola da Fé, é exibido toda a quinta-feira às 20h30 na TV Canção Nova (Link))


Perguntas e Respostas

+ O Cerco de Jericó pode ser feito em casa?
+ A missa do Sábado vale para o Domingo?
+ O que é Oração Centrante?

+ Porque o casal casado somente no civil não pode comungar?


Blog do Prof. Felipe

A Igreja aceita a pena de morte?

Alguns leitores têm nos perguntado como interpretar o §2266 do Catecismo da Igreja que fala sobre a pena de morte e afirma: “… o ensinamento tradicional da Igreja reconheceu como fundamentado o direito e o dever da legítima autoridade pública de infligir penas proporcionadas à gravidade dos delitos, sem excluir, em caso de extrema gravidade, a pena de morte. ”

A Igreja, na prática, é contra a pena de morte; tanto assim que a cada caso de condenação nos EUA, o Papa pede clemência; aliás, tem pouco adiantado.

Como S. Tomás de Aquino a aceitava, em casos raros, na Idade Média, a Igreja não fechou a porta definitivamente para a possibilidade dela ser usada em “um caso de extrema gravidade”. Esse caso de “extrema gravidade” seria por exemplo comparado à legítima defesa, onde a sociedade não tivesse como se livrar do perigo de um assassino, de forma alguma, nem pela prisão perpétua. Na prática, isto parece não mais existir; especialmente por causa dos presídios de segurança máxima; o que faz a Igreja ser, na prática contra a pena de morte.(...)


+ leia mais


Livro da Semana

A Moral Católica

A Moral católica não são grades escravizantes; antes, são janelas abertas para o infinito das bem-aventuranças e um meio de felicidade. O mundo se engana pensando que pode ser feliz de outra maneira.

Não basta crer em Deus e conhecer a fé católica; é preciso viver de acordo com o que ensina a Moral divina, dada por Jesus Cristo à Igreja.

Todo aquele que conhece, faz o que Deus manda e obedece as Suas Leis é feliz, é bem-aventurado, como disse Jesus no Sermão da Montanha.

Neste livro você poderá conhecer o que a Igreja Católica, porta voz de Cristo, nos ensina sobre esta maneira de viver os costumes.


Ficha Técnica
Editora: Cléofas
ISBN: 85-88158-10-8
Ano: 2005
Edição: 2
Número de páginas: 200
Idioma: Português (BR)
Acabamento: Brochura
Formato: 14x21 cm


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A Moral Católica
14x12 cm - 200 páginas.


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Sereis uma só Carne
14x21 cm - 72 páginas


Para ser Feliz
16x23 cm - 264 páginas.


 


© 2008 - Editora Cléofas

A Igreja e a astronomia…

Pax Domini! Aconteceu em outubro de 2007, um encontro entre astronomos no Vaticano. Sim… No Vaticano! As lentes das câmeras da Canção Nova em Roma fizeram registro do evento. Confira a matéria:



E ainda há quem fale que a Igreja é inimiga da Ciência… A Igreja é contra a pseudo-ciência. Essa sim é maléfica porque deseja destruir Deus. Mas Deus nunca será destruido pois é Deus…
Dominus Vobiscum

Mas por que Apostólica Romana?




Nos últimos posts, vimos as diferenças entre a Igreja Católica Apostólica Romana e a Igreja Católica Ortodoxa. Agora vamos voltar os nossos olhos mais uma vez para o nome da Nossa Igreja, a qual chamamos de Igreja Católica Apostólica Romana. Em posts anteriores, já falamos sobre o que significa a palavra “Igreja” e o que significa a palavra “Católica”. Hoje vamos entender a expressão “Apostólica Romana”.
Naquele tempo, no tempo de Cristo, e posteriormente dos Apóstolos, Roma era o centro do mundo. O Império Romano ditava as regras do jogo. E para que o evangelho, e consequentemente a Igreja chegasse a Roma, Deus enviou Paulo e Pedro e posteriormente muitos outros para a cidade eterna. Em Roma estava a sede do Governo do Mundo, podemos assim dizer. Quero me referir a Pedro e Paulo, por serem duas colunas da Fé Cristã. Pedro o primeiro Papa. Enviado pelo próprio Cristo. A pedra sobre a qual Jesus desejava edificar a sua Igreja. Paulo, o Apóstolo dos Gentios, espalhou pelo mundo a doutrina de Cristo. A tradição nos ensina que primeiro Paulo foi para Roma. E depois de tudo isso, também São Pedro foi para lá também.
Estes dois fundamentaram a Igreja em Roma. Deram suas vidas nesse lugar. Pedro morreu crucificado, assim nos ensina a tradição, de cabeça para baixo, pois não se considerava digno de morrer como Jesus. Já São Paulo morreu decapitado. Reza a tradição que a sua cabeça ao bater três vezes no chão, fez jorrar três fontes. Por isso o lugar onde São Paulo morreu chama-se “Tre Fontaine”.
Eles são nossos mártires da fé em Roma. E dali surgiram os Sucessores de Pedro. Dali vieram muitos outros. Todos eles com a missão salvaguardar a Doutrina e ensinar aos povos a verdade que Cristo nos revelou. A Igreja Católica Apostólica Romana é a Igreja de Cristo. Justamente porque é a Igreja Universal. E foi estabelecida ali, pelos dois grandes Apóstolos: Pedro e Paulo. Atingiram o centro do mundo, para que a partir dali, pudessem atingir todos os povos.

Praça de São Pedro: Duas vezes na semana reune cerca de 20.000 pessoas. Que outra religião no mundo consegue isso?



A nossa Igreja é Una. Não existe essa de católica renovada, ou católica batista. Ou é Igreja Católica ou não é. Tudo bem que vemos por ai as pessoas “erradamente” dizer Igreja Carismática ou Igreja dos Vicentinos. Isso está errado. A Renovação Carismática é movimento dentro da Igreja Católica. Os vicentinos são outro movimento. Os focolarinos outro… Não é uma outra Igreja. Na Igreja existem movimentos. São ações iniciadas por católicos para uma determinada missão que o Espírito Santo os inspira. Mas todos os movimentos estão dentro da Igreja. Estão submetidos a Igreja. Todos eles participam da missa. Comungam, confessam, fazem penitências… É preciso diferenciar uma coisa da outra. Igreja Católica é uma coisa. Um movimento dentro da Igreja Católica é outra. A Igreja é Una. Unida.
E veja como é bonito. Cada movimento tem uma missão particular na Igreja. A Renovação Carismática por exemplo, tem como missão levar os católicos a uma efusão do Espírito Santo. Já os vicentinos a terem um trabalho com os pobres. Os focolarinos já tem a missão de buscar a unidade. E todos precisam uns dos outros. Gosto de uma frase que Dom Alberto Taveira sempre repete para nós da Canção Nova:
Um carisma reconhece o outro…(Dom Alberto Taveira – Arcebispo de Palmas/TO)


Porém mesmo que um sacerdote pertença a um determinado movimento, ele precisa celebrar a missa da mesma maneira que qualquer outro sacerdote. Porque o rito é igual. Quando você chega na China, ainda que não saiba o idioma, você consegue participar da missa porque você sabe como é o Rito. Se vai a Itália também. Se vai a Alemanha, ou na Colômbia a mesma coisa. O Rito é o mesmo. O Sacrifício é o mesmo. A importância que se dá a Liturgia, a Palavra, ou a eucaristia é a mesma. Claro que existem algumas diferenças cá e lá, como os cânticos e a forma da Assembléia participar. Inclusive existem até outros ritos que muitos de nós não conhecemos, mas que são aprovados pela Igreja, como o Rito Maronita. Mas a essência é a mesma. A Igreja é Una porque todos os sacerdotes e todas as paróquias seguem o Santo Padre o Papa. A Igreja não é dividida, até porque, quem se afasta da Igreja, se afasta da raiz, da essência.
Santo Inácio de Antioquia já dizia:
“Onde está Cristo Jesus, está a Igreja Católica”(Santo Inácio de Antioquia – Séc II)

Liturgia Diária!!!

Sexta-feira, dia 31 de Outubro de 2008


Santo Afonso Rodrigues, viuvo, religioso, +1617



Comentário ao Evangelho do dia feito por
João Paulo II : "O sábado foi feito para o homem" (Mc 2,27)

Leituras

Filip. 1,1-11.
Paulo e Timóteo, servos de Cristo Jesus, a todos os santos em Cristo Jesus
que estão em Filipos, com seus bispos e diáconos:
a vós a graça e a paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo!
Todas as vezes que me lembro de vós, dou graças ao meu Deus,
sempre, em toda a minha oração por todos vós. É uma oração que faço com
alegria,
por causa da vossa participação no anúncio do Evangelho, desde o primeiro
dia até agora.
E é exactamente nisto que ponho a minha confiança: aquele que em vós deu
início a uma boa obra há-de levá-la ao fim, até ao dia de Cristo Jesus.
É justo que eu tenha tais sentimentos por todos vós, pois tenho-vos no
coração, a todos vós que, nas minhas prisões e na defesa e consolidação do
Evangelho, participais na graça que me foi dada.
Pois Deus é minha testemunha de quanto anseio por todos vós, com a afeição
de Cristo Jesus.
E é por isto que eu rezo: para que o vosso amor aumente ainda mais e mais
em sabedoria e toda a espécie de discernimento,
para vos poderdes decidir pelo que mais convém, e assim sejais puros e
irrepreensíveis para o dia de Cristo,
repletos do fruto da justiça, daquele que vem por Jesus Cristo, para glória
e louvor de Deus.


Salmos 111(110),1-2.3-4.5-6.
Louvarei o SENHOR de todo o coração, no conselho dos justos e na
assembleia.
Grandes são as obras do SENHOR, dignas de meditação para quem as ama.
As suas obras têm majestade e esplendor; a sua justiça permanece para
sempre.
Deixou-nos um memorial das suas maravilhas. O SENHOR é bondoso e
compassivo;
dá sustento aos que o temem e jamais se esquece da sua aliança.
Revelou ao seu povo o poder das suas obras, dando-lhe a herança das nações.



Lucas 14,1-6.
Tendo entrado, a um sábado, em casa de um dos principais fariseus para
comer uma refeição, todos o observavam.
Achava-se ali, diante dele, um hidrópico.
Jesus, dirigindo a palavra aos doutores da Lei e fariseus, disse-lhes: «É
permitido ou não curar ao sábado?»
Mas eles ficaram calados. Tomando-o, então, pela mão, curou-o e mandou-o
embora.
Depois, disse-lhes: «Qual de vós, se o seu filho ou o seu boi cair a um
poço,
não o irá logo retirar em dia de sábado?» E a isto não puderam replicar.


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

João Paulo II
Carta Apostólica "Dies Domini", 61 (trad. DC 2186, p. 674 © copyright Libreria Editrice Vaticana)

"O sábado foi feito para o homem" (Mc 2,27)

O shabbat, o sétimo dia abençoado e consagrado por Deus, ao mesmo tempo que
encerra toda a obra da criação, está em ligação imediata com a obra do
sexto dia, quando Deus fez o homem « à sua imagem e semelhança (cf. Gn
1,26). Esta relação mais directa entre o « dia de Deus » e o « dia do homem
» não passou despercebida aos Padres, na sua meditação sobre o relato
bíblico da criação. A este propósito, S. Ambrósio diz: « Dêmos, pois,
graças ao Senhor nosso Deus, que fez uma obra onde Ele pudesse encontrar
descanso. Fez o céu, mas não leio que aí tenha repousado; fez as estrelas,
a lua, o sol, e nem aqui leio que tenha descansado neles. Mas, ao
contrário, leio que Ele fez o homem e que então Se repousou, tendo nele
alguém a quem podia perdoar os pecados ».
Assim, o « dia de Deus » estará sempre directamente relacionado com o « dia
do homem ». Quando o mandamento de Deus diz: « Recorda-te do dia de sábado,
para o santificares » (Ex 20,8), a pausa prescrita para honrar o dia a Ele
dedicado não constitui de modo algum uma imposição gravosa para o homem,
mas antes uma ajuda, para que se consciencialize da sua dependência vital e
libertadora do Criador e, simultaneamente, da vocação para colaborar na sua
obra e acolher a sua graça. Deste modo, honrando o « repouso» de Deus, o
homem encontra-se plenamente a si próprio, e assim o dia do Senhor fica
profundamente marcado pela bênção divina (cf. Gn 2,3) e, graças a ela,
dir-se-ia dotado, como acontece com os animais e com os homens (cf. Gn
1,22.28), de uma espécie de « fecundidade ». Esta exprime-se, não só no
constante acompanhamento do ritmo do tempo, mas sobretudo no reanimar e, de
certo modo, « multiplicar » o próprio tempo, aumentando no homem, com a
lembrança do Deus vivo, a alegria de viver e o desejo de promover e dar a
vida.




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30 de out de 2008

Veja Jesus agora!

Uma ótima ilusão de ótica, se fizer direito, verá a imagem de Jesus Cristo.

Concentre-se nos 3 pontos no meio da imagem por 30 segundos.

Então feche seus olhos e coloque a cabeça para trás, ou olhe para uma parede ou uma folha em branco.

Você verá a imagem de Jesus Cristo.

Padre e matemático ganha prêmio por mostrar matematicamente que Deus existe



O professor e padre polonês Michael Heller, de 72 anos, ganhou um prêmio de aproximadamente R$ 2,9 milhões por formular evidências circunstanciais da existência de Deus. Seu trabalho está relacionado à teoria da criação do universo e abrange áreas do conhecimento como física, matemática, cosmologia e mecânica quântica.
“A jornada de Heller por um entendimento profundo resultou em avanços pioneiros nos conceitos religiosos, assim como expandiu os horizontes da ciência”, afirmou John Templeton, presidente da Fundação John Templeton, que organiza premiações sobre o tema há 35 anos.Heller discorda da teoria newtoniana da criação, que é contra a idéia de um espaço e um tempo absolutos e da energia criadora vinda de Deus. De acordo com o jornal inglês “Times”, ele sugere que os teólogos deveriam voltar à antiga doutrina da criação do universo, que afirma que tudo foi feito fora das conceituações de tempo e espaço.
Intelectuais poloneses comemoraram a consagração de Heller. O reitor da Universidade Jagiellonian, em Cracóvia, disse: “Ele foi bem-sucedido em mostrar que a religião isolada das descobertas científicas é insuficiente; e a ciência, ao ignorar outros meios de entendimento é cega.”
Ele rejeita a idéia de que religião e ciência são contraditórias. “A ciência nos dá o Conhecimento, e a religião nos dá o Sentido. Ambos são pré-requisitos para uma existência decente”.“Invariavelmente eu me pergunto como pessoas educadas podem ser tão cegas para não ver que a ciência não faz nada além de explorar a criação de Deus.”
O dinheiro do prêmio será revertido para uma academia de pesquisa em ciência e teologia, o novo Centro Copernicus.
Pax Domini
Fonte: Dominus Vobiscum

Loira, burra e, ainda por cima, mulher e velha. Só falta ser pobre...

Quem de nós não ouviu, muitas vezes estoicamente, uma coleção de piadinhas sobre loiras burras? Qual internauta nunca recebeu e-mails sobre loiras, sobre burras que, antes de serem uma coisa e outra são mulheres? Sabe como um homem faz para tirar dinheiro no caixa rápido com um cartão? Sabe como faz uma mulher? Cá, cá, cá... e todos os presentes, tão inteligentes quanto a loira burra, caem na gargalhada ao ouvir a explicação de como ela pára o carro, procura o cartão na bolsa, etc., etc. Sabe aquela da loira que... e nova seção de risadaria de homens e – incrível! – de mulheres.

Aqueles preconceituosos e estas, coniventes, sem respeito a si mesmas, sejam loiras ou morenas, tingidas ou naturais. Sabe que mulher não fica velha, fica loira? Cá, cá, cá... E lá se vai outra seção de risos que bem mereceria ser denunciada a quem quer que seja encarregado de cumprir a lei contra o preconceito – se é que se tem a lucidez de considerar o preconceito contra mulheres, loiras, burras e velhas como preconceito. Talvez não esteja previsto na lei...

Bem, a menos que, agora, que a esposa do presidente é loira, resolvamos rever nossos conceitos. O que será que está escondido atrás de tudo isso? Insegurança dos homens? A idéia pouco arejada de que a mulher é sempre uma ameaça? Ignorância? Sede de popularidade? Vulgaridade? Mesquinhez? Falta de sensibilidade? Vingança? Inveja? Competição? Soberba? Falta de inteligência? Exceto por essa última, não sei, sinceramente!




É tão espantoso que coisas como essas aconteçam, em especial no meio de pessoas consideradas educadas e razoavelmente esclarecidas, que uma explicação simplista não conseguiria abranger o fenômeno, a um tempo social, cultural, psicológico, mas, certamente, passível de uma responsabilização pessoal da parte de quem o propaga.



Jesus, em seu tempo, revolucionou o conceito que se tinha da mulher, sobre cujos ombros pesavam inúmeras restrições por impureza e sanções por adultério, ao ponto de não ser contada como gente nos levantamentos numéricos das multidões. O Senhor fez isso porque amou! Eis o segredo! O amor não discrimina, respeita e acolhe!


Liturgia Diária!!!

Quinta-feira, dia 30 de Outubro de 2008


S. Geraldo de Potenza, bispo, séc. XII



Comentário ao Evangelho do dia feito por
Jean Tauler : «Quantas vezes quis juntar os teus filhos como a galinha junta os seus pintainhos e vós não quisestes»

Leituras

Efésios 6,10-20.
Finalmente, tornai-vos fortes no Senhor e na sua força poderosa.
Revesti-vos da armadura de Deus, para terdes a capacidade de vos manterdes
de pé contra as maquinações do diabo.
Porque não é contra os seres humanos que temos de lutar, mas contra os
Principados, as Autoridades, os Dominadores deste mundo de trevas, e contra
os espíritos do mal que estão nos céus.
Por isso, tomai a armadura de Deus, para que tenhais a capacidade de
resistir no dia mau e, depois de tudo terdes feito, de vos manterdes
firmes.
Mantende-vos, portanto, firmes, tendo cingido os vossos rins com a verdade,
vestido a couraça da justiça
e calçado os pés com a prontidão para anunciar o Evangelho da paz;
acima de tudo, tomai o escudo da fé, com o qual tereis a capacidade de
apagar todas as setas incendiadas do maligno.
Recebei ainda o capacete da salvação e a espada do Espírito, isto é, a
palavra de Deus.
Servindo-vos de toda a espécie de orações e preces, orai em todo o tempo no
Espírito; e, para isso, vigiai com toda a perseverança e com preces por
todos os santos,
e também por mim; que, quando abrir a minha boca, me seja dada a palavra,
para que, corajosamente, dê a conhecer o mistério do Evangelho,
de que sou embaixador em cadeias; que, nele, eu possa falar aberta e
corajosamente, tal como é meu dever.


Salmos 144,1.2.9-10.
Bendito seja o SENHOR, meu rochedo, que adestra as minhas mãos para a luta
e os meus dedos para o combate!
Ele é o meu auxílio e fortaleza, o meu baluarte e o meu refúgio; Ele é o
meu escudo e o meu abrigo, que subjuga os povos aos meus pés.
Quero cantar-te, ó Deus, um cântico novo; cantar-te-ei salmos com a harpa
de dez cordas.
Tu, que concedes aos reis a vitória, e livras o teu servo David da espada
mortal,


Lucas 13,31-35.
Naquela altura aproximaram-se dele alguns fariseus, que lhe disseram:
«Vai-te embora, sai daqui, porque Herodes quer matar-te.»
Respondeu-lhes: «Ide dizer a essa raposa: Agora estou a expulsar demónios e
a realizar curas, hoje e amanhã; ao terceiro dia, atinjo o meu termo.
Mas hoje, amanhã e depois devo seguir o meu caminho, porque não se admite
que um profeta morra fora de Jerusalém.»
«Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas aqueles que te são
enviados! Quantas vezes Eu quis juntar os teus filhos, como a galinha junta
a sua ninhada debaixo das asas, e não quiseste!
Agora, ficará deserta a vossa casa. Eu vo-lo digo: Não me vereis até chegar
o dia em que digais: Bendito seja aquele que vem em nome do Senhor!»


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

Jean Tauler (c. 1300-1361), dominicano em Estrasburgo
Sermão 21, 4º para a Ascensão

«Quantas vezes quis juntar os teus filhos como a galinha junta os seus pintainhos e vós não quisestes»

Jerusalém era uma cidade de paz, e foi também uma cidade de tormento, pois
Jesus sofreu lá imensamente e morreu lá muito dolorosamente. É nesta cidade
que devemos ser suas testemunhas, e não só em palavras mas em verdade,
através da nossa vida, imitando-o tanto quanto possamos. Muitos homens
seriam de boa vontade as testemunhas de Deus na paz, na condição de tudo
correr ao seu jeito. De boa vontade seriam santos, na condição de nada
acharem de amargo nos exercícios e no trabalho da santidade. Gostariam de
saborear, desejar e conhecer as doçuras divinas, sem terem de passar por
qualquer contrariedade, pena ou desolação. Quando lhes surgem fortes
tentações, trevas, quando já não têm o sentimento e a consciência de Deus,
quando se sentem abatidos interior e exteriormente, então revoltam-se e não
são, como tal, verdadeiras testemunhas.

Todos os homens buscam a paz. Por todo o lado, nas suas obras e de todas
as maneiras, procuram a paz. Ah! Pudéssemos nós libertar-nos dessa busca e
procurarmos, nós, a paz, no tormento. Só aí nasce a verdadeira paz, aquela
que permanece e dura... Procuremos a paz na angústia, a alegria na triteza,
a simplicidade na multiplicidade, a consolação na contrariedade; é assim
que nos tornaremos verdadeiras testemunhas de Deus.




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29 de out de 2008

Quantos rostos de Jesus você vê nesta foto?


Astrônomo do Vaticano garante: Acreditar em vida inteligente fora da Terra não ofende a fé



Acreditar que existem alienígenas e que o universo pode ter vida inteligente fora da Terra não contradiz a fé em Deus. É o que garante o Pe. José Gabriel Funes, principal astrônomo do Vaticano.
A vastidão do universo, com suas bilhões de galáxias e trilhões de estrelas, significa que podem existir outras formas de vida fora da Terra, mesmo inteligentes, afirma o jesuíta que dirige o Observatório do Vaticano.
“Como podemos descartar a hipótese de que a vida tenha florescido em outro lugar?”, questiona o Pe. Funes em uma entrevista concedida ao jornal “L’Osservatore Romano”, cujo título era: “O extraterrestre é meu irmão”.
“Assim como existe uma multidão de criaturas na Terra, deve haver outros seres, até mesmo inteligentes, criados por Deus. Isso não contradiz a nossa fé, porque não podemos colocar limites à liberdade criadora de Deus.”
O jesuíta argentino de 45 anos cita São Francisco ao dizer que possíveis habitantes de outros planetas devem ser considerados como nossos irmãos. “Para citar São Francisco, se consideramos as criaturas terrestres como ‘irmão’ e ‘irmã’, por que não poderemos falar também de um ‘irmão extraterrestre’? “Ele também faria parte da criação.”
Tocando um tema freqüentemente abordado por Bento XVI, que tem explorado a relação entre a razão e a fé, o jesuíta explica que a ciência, especialmente a astronomia, não contradiz a religião: “A Bíblia não é um livro de ciência; e procurar fatos científicos para explicar a origem do universo não colocam em dúvida o papel de Deus na criação”.
Como exemplo, o padre disse acreditar que a teoria do “Big Bang” é a explicação mais razoável para a criação do universo.
Fonte: Radio Vaticana

Liturgia Diária!!!

Quarta-feira, dia 29 de Outubro de 2008
S. Narciso, bispo de Jerusalém, +212



Comentário ao Evangelho do dia feito por
Santo Ireneu de Lyon : «Hão-de vir do Oriente, do Ocidente, do Norte e do Sul, sentar-se à mesa no Reino de Deus»

Leituras

Efésios 6,1-9.
Filhos, obedecei a vossos pais, no Senhor, pois é isso que é justo:
Honra teu pai e tua mãe – tal é o primeiro mandamento, com uma promessa:
para que sejas feliz e gozes de longa vida sobre a terra.
E vós, pais, não exaspereis os vossos filhos, mas criai-os com a educação e
correcção que vêm do Senhor.
Escravos, obedecei aos senhores terrenos, com o maior respeito, na
simplicidade do vosso coração, como a Cristo:
não para dar nas vistas, como quem procura agradar aos homens, mas como
escravos de Cristo, que fazem a vontade de Deus, do fundo do coração;
servi de boa vontade, como se servísseis ao Senhor e não a homens,
sabendo que cada um, escravo ou livre, será recompensado pelo Senhor,
conforme o bem que fizer.
E vós, os senhores, fazei o mesmo para com eles: deixai-vos de ameaças,
sabendo que o Senhor, que o é tanto deles como vosso, está nos Céus e
diante dele não há acepção de pessoas.


Salmos 145(144),10-11.12-13.13-14.
Louvem-te, SENHOR, todas as tuas criaturas; todos os teus fiéis te
bendigam.
Dêem a conhecer a glória do teu reino e anunciem os teus feitos poderosos,
para mostrar aos homens as tuas proezas e o esplendor glorioso do teu
reino.
teu reino é um reino para toda a eternidade e o teu domínio estende-se por
todas as gerações.
teu reino é um reino para toda a eternidade e o teu domínio estende-se por
todas as gerações.
SENHOR ergue todos os que caem e reanima todos os abatidos.


Lucas 13,22-30.
Jesus percorria cidades e aldeias, ensinando e caminhando para Jerusalém.
Disse-lhe alguém: «Senhor, são poucos os que se salvam?» Ele
respondeu-lhes:
«Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, porque Eu vos digo que muitos
tentarão entrar sem o conseguir.
Uma vez que o dono da casa se levante e feche a porta, ficareis fora e
batereis, dizendo: 'Abre-nos, Senhor!' Mas ele há-de responder-vos: 'Não
sei de onde sois.'
Começareis, então, a dizer: 'Comemos e bebemos contigo e Tu ensinaste nas
nossas praças.'
Responder-vos-á: 'Repito vos que não sei de onde sois. Apartai-vos de mim,
todos os que praticais a iniquidade.'
Lá haverá pranto e ranger de dentes, quando virdes Abraão, Isaac, Jacob e
todos os profetas no Reino de Deus, e vós a serdes postos fora.
Hão-de vir do Oriente, do Ocidente, do Norte e do Sul, sentar-se à mesa no
Reino de Deus.
E há últimos que serão dos primeiros e primeiros que serão dos últimos.»


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

Santo Ireneu de Lyon (c.130 - c.208), bispo, teólogo e mártir
Contra as heresias, V, 32, 2

«Hão-de vir do Oriente, do Ocidente, do Norte e do Sul, sentar-se à mesa no Reino de Deus»

A promessa feita anteriormente por Deus a Abraão manteve-se estável. Deus
tinha-lhe dito, com efeito: «Ergue os teus olhos e, do sítio em que estás,
contempla o norte, o sul, o oriente e o ocidente. Toda a terra que estás a
ver, dar-ta-ei, a ti e aos teus descendentes, para sempre» (Gn 13,14-15).
[...] No entanto, Abraão não recebeu herança alguma durante a sua vida
terrena, «nem mesmo um palmo de terra»; foi sempre um «estrangeiro e
hóspede» de passagem (Act 7,5; Gn 23,4) [...] Portanto, se Deus lhe
prometeu a herança da terra, e se não a recebeu durante a sua estadia
terrena, terá de recebê-la na posteridade, isto é, com aqueles que temem a
Deus e n'Ele crêem, aquando da ressurreição dos justos.

Ora a sua posteridade é a Igreja, que, pelo Senhor, recebe a filiação
adoptiva em relação a Abraão, como diz João Baptista: «Deus pode suscitar,
destas pedras, filhos de Abraão» (Mt 3,9). Também o apóstolo Paulo diz na
sua Epístola aos Gálatas: «E vós, irmãos, à semelhança de Isaac, sois
filhos da promessa» (Gl, 4,28). Diz claramente ainda, na mesma epístola,
que os que acreditaram em Cristo recebem, de Cristo, a promessa feita a
Abraão: «Ora, as promessas foram feitas a Abraão e à sua descendência. Não
se diz: «e às descendências», como se de muitas se tratasse; trata-se, sim,
de uma só: E à tua descendência, que é Cristo» (Gl 3,16). E, para confirmar
tudo isto, diz ainda «Assim foi com Abraão: teve fé em Deus e isso foi-lhe
atribuído à conta de justiça. Ficai, por isso, a saber: os que dependem da
fé é que são filhos de Abraão. E como a Escritura previu que é pela fé que
Deus justifica os gentios, anunciou previamente como evangelho a Abraão:
Serão abençoados em ti todos os povos» (Gl 3,6-8) [...]

Se portanto nem Abraão nem a sua descendência, isto é, todos os que são
justificados na fé, não recebem agora herança alguma na terra, recebê-la-ão
no momento da ressurreição dos justos, porque Deus é verídico e estável em
todas as coisas. E é por este motivo que o Senhor dizia «Felizes os mansos,
porque possuirão a terra.» (Mt 5,5).




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28 de out de 2008

Vaticano pode ser o primeiro Estado a usar 20% de energia renovável

O Estado do Vaticano se prepara para um feito inédito: Ter 20% da energia que usa, vindo de fontes renováveis. Provavelmente será o primeiro estado europeu a conseguir essa meta, que é o desejo de todos os países da Europa.
A Igreja usa da ciência para bons fins. A ciência e a Fé devem caminhar juntos. A Igreja aposta e investe na ciência. E é assim que deve ser. Por todo sempre…


Deixar-se conduzir pelo Espírito


A Igreja está celebrando os dois mil anos do nascimento do grande Apóstolo Paulo e o Canal de Formação preparou um conteúdo exclusivo para celebrar o Ano Paulino.


São Paulo, por meio da Carta aos Galatas 5, 16-25, convida a todos para viver uma verdadeira mudança de vida, que se inicia na transformação de nossas atitudes a fim de alcançarmos a santidade. Viver de acordo com as obras propostas pelo Espírito, somente assim, seremos capazes de controlar os impulsos de nossa natureza.

Liturgia Diária!!!

Terça-feira, dia 28 de Outubro de 2008
S. Simão e S. Judas Tadeu, apóstolos



Comentário ao Evangelho do dia feito por
Papa Bento XVI : "Convocou os discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de Apóstolos"

Leituras

Efésios 2,19-22.
Portanto, já não sois estrangeiros nem imigrantes, mas sois concidadãos dos
santos e membros da casa de Deus,
edificados sobre o alicerce dos Apóstolos e dos Profetas, tendo por pedra
angular o próprio Cristo Jesus.
É nele que toda a construção, bem ajustada, cresce para formar um templo
santo, no Senhor.
É nele que também vós sois integrados na construção, para formardes uma
habitação de Deus, pelo Espírito.


Salmos 19(18),2-3.4-5.
Os céus proclamam a glória de Deus; o firmamento anuncia a obra das suas
mãos.
Um dia passa ao outro esta mensagem e uma noite dá conhecimento à outra
noite.
Não são palavras nem discursos cujo sentido se não perceba.
seu eco ressoou por toda a terra, e a sua palavra, até aos confins do
mundo. Deus fez, lá no alto, uma tenda para o Sol,


Lucas 6,12-16.
Naqueles dias, Jesus foi para o monte fazer oração e passou a noite a orar
a Deus.
Quando nasceu o dia, convocou os discípulos e escolheu doze dentre eles,
aos quais deu o nome de Apóstolos:
Simão, a quem chamou Pedro, e André, seu irmão; Tiago, João, Filipe e
Bartolomeu;
Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado o Zelote;
Judas, filho de Tiago, e Judas Iscariotes, que veio a ser o traidor.


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

Papa Bento XVI
Audiência geral de 3/5/2006 (trad. DC 2359, p. 514 © copyright Libreria Editrice Vaticana)

"Convocou os discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de Apóstolos"

A Tradição Apostólica não é uma colecção de objectos, de palavras como uma
caixa que contém coisas mortas; a Tradição é o rio da vida nova que vem das
origens, de Cristo até nós, e envolve-nos na história de Deus com a
humanidade. Este tema da Tradição é de grande importância para a vida da
Igreja.

O Concílio Vaticano II realçou, a este propósito, que a Tradição é
apostólica antes de tudo nas suas origens: "Dispôs Deus, em toda a sua
benignidade, que tudo quanto revelara para a salvação de todos os povos
permanecesse íntegro para sempre e fosse transmitido a todas as gerações.
Por isso, Cristo Senhor, em quem se consuma toda a revelação de Deus Sumo
(cf. 2 Cor 1, 30; 3, 16; 4, 6), mandou aos Apóstolos que pregassem a todos
os homens o Evangelho... como fonte de toda a verdade salutar e de toda a
disciplina de costumes, comunicando-lhes os dons divinos" (Const. dogm. Dei
Verbum, 7).

O Concílio prossegue, anotando como tal empenho foi fielmente seguido
"pelos Apóstolos que, pela sua pregação oral, exemplos e instituições,
comunicaram aquilo que tinham recebido pela palavra, convivência e obras de
Cristo, ou aprendido por inspiração do Espírito Santo" (ibid.). Com os
Apóstolos, acrescenta o Concílio, colaboraram também "varões apostólicos
que, sob a inspiração do mesmo Espírito Santo, escreveram a Mensagem da
salvação" (ibid.).

Como chefes do Israel escatológico, também eles doze como doze eram as
tribos do povo eleito, os Apóstolos continuam a "recolha" iniciada pelo
Senhor, e fazem-no antes de tudo transmitindo fielmente o dom recebido, a
boa nova do Reino que veio até aos homens em Jesus Cristo. O seu número
expressa não só a continuidade com a santa raiz, o Israel das doze tribos,
mas também o destino universal do seu ministério, que leva a salvação até
aos extremos confins da terra. Pode-se captar isto do valor simbólico que
têm os números no mundo semítico: doze resulta da multiplicação de três,
número perfeito, e quatro, número que remete para os quatro pontos
cardeais, e portanto para todo o mundo.




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27 de out de 2008

Os mártires vivos do Iraque



“Viver a Palavra de Deus significa para nós testemunhá-la pagando o preço com as nossas vidas”. Foi o que disse o cardeal Emmanuel III Delly, patriarca de Babilônia dos Caldeus, no seu discurso durante o Sínodo, expressando a dor e o sofrimento dos iraquianos.

Os iraquianos são obrigados a deixar as suas casas e a emigrar. Nos últimos dias, especialmente, muitas famílias abandonaram Mossul para escapar da morte, das ameaças e das bombas.

Numa entrevista concedida em Roma a H2onews, o cardeal Delly reafirmou o seu apelo:

Sobre o diálogo inter-religioso no Iraque, o patriarca afirmou:

“Somos 7/8 famílias de Mossul. Chegamos aqui após um deplorável ataque na área de al-Sediq, no qual foram mortos um pai e seu filho. O que nós fizemos? Qual é a posição do governo diante deste episódio? Durante um mês foram assassinados cristãos e foram bombardeadas a suas casas. O que fizeram aquelas famílias? Tornaram-se pessoas sem-teto, sem alimento, água, roupas, sem dinheiro. O que nós fizemos? Para onde iremos? Queremos retornar às nossas casas”.

“Peço que cuidem do Iraque, e de não deixá-lo de lado. Até hoje, muitos países jamais mencionaram o Iraque ou mostrado qualquer interesse por ele. Se o Iraque fosse um estado pobre, teriam feito, mas já que é rico em recursos olham somente aos seus próprios interesses. Como uma autoridade no Iraque, e como iraquiano, peço aos responsáveis que se ocupem do Iraque, e dos direitos dos iraquianos, e de se colocarem a serviço de toda a humanidade, de progredir na justiça e na santidade, assim que todos possam olhar para os iraquianos como irmãos e que os iraquianos possam reconquistar a sua dignidade”.

“Por muito tempo, vivemos uns com os outros no amor e na fraternidade. O diálogo não é feito de palavras. Nós o vivemos através da vida em comum, através de nossos compromissos e interesses recíprocos juntos com os irmãos muçulmanos nos últimos 14 séculos. É este o significado do diálogo: eu respeito a fé muçulmana e o islã respeita a minha fé. A religião é para Deus e a nação é para todos”.

Veja o Vídeo Clicando aqui

Liturgia Diária!!!

Segunda-feira, dia 27 de Outubro de 2008
S. Vicente, Santa Sabina e Santa Cristeta, irmãos, mártires, +303, São Gonçalo de Lagos, presbítero, +1422



Comentário ao Evangelho do dia feito por
Catecismo da Igreja Católica : "Esta mulher, uma filha de Abraão que Satanás havia amarrado..., era preciso libertá-la"

Leituras

Efésios 4,32.5,1-8.
Sede, antes, bondosos uns para com os outros, compassivos; perdoai-vos
mutuamente, como também Deus vos perdoou em Cristo.
Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos bem amados,
e procedei com amor, como também Cristo nos amou e se entregou a Deus por
nós como oferta e sacrifício de agradável odor.
Mas de prostituição e qualquer espécie de impureza ou ganância nem sequer
se fale entre vós, como é próprio de santos;
nem haja palavras obscenas, insensatas ou grosseiras; são coisas que não
convêm; haja, sim, acção de graças.
Porque, disto deveis ter a certeza: nenhum fornicador, impuro ou ganancioso
– o que equivale a idólatra – tem herança no Reino de Cristo e de Deus.
Ninguém vos engane com palavras ocas; pois são estas coisas que provocam a
ira de Deus contra os rebeldes.
Não sejais, pois, cúmplices deles.
É que outrora éreis trevas, mas agora sois luz, no Senhor. Procedei como
filhos da luz –


Salmos 1,1-2.3.4.6.
Feliz o homem que não segue o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho
dos pecadores, nem toma parte na reunião dos libertinos;
antes põe o seu enlevo na lei do SENHOR e nela medita dia e noite.
como a árvore plantada à beira da água corrente: dá fruto na estação
própria e a sua folhagem não murcha; em tudo o que faz é bem sucedido.
Mas os ímpios não são assim! São como a palha que o vento leva.
SENHOR conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios conduz à
perdição.


Lucas 13,10-17.
Um dia de sábado, ensinava Jesus numa sinagoga.
Estava lá certa mulher doente por causa de um espírito, há dezoito anos:
andava curvada e não podia endireitar-se completamente.
Ao vê-la, Jesus chamou-a e disse-lhe: «Mulher, estás livre da tua
enfermidade.»
E impôs-lhe as mãos. No mesmo instante, ela endireitou-se e começou a dar
glória a Deus.
Mas o chefe da sinagoga, indignado por ver que Jesus fazia uma cura ao
sábado, disse à multidão: «Seis dias há, durante os quais se deve
trabalhar. Vinde, pois, nesses dias, para serdes curados e não em dia de
sábado.»
Replicou-lhe o Senhor: «Hipócritas, não solta cada um de vós, ao sábado, o
seu boi ou o seu jumento da manjedoura e o leva a beber?
E esta mulher, que é filha de Abraão, presa por Satanás há dezoito anos,
não devia libertar-se desse laço, a um sábado?»
Dizendo isto, todos os seus adversários ficaram envergonhados, e a multidão
alegrava-se com todas as maravilhas que Ele realizava.


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

Catecismo da Igreja Católica
§1730; 1739-1742

"Esta mulher, uma filha de Abraão que Satanás havia amarrado..., era preciso libertá-la"

Deus criou o homem racional, conferindo-lhe a dignidade de pessoa dotada de
iniciativa e do domínio dos seus próprios actos. «Deus quis "deixar o homem
entregue à sua própria decisão" (Sir 15, 14), de tal modo que procure por
si mesmo o seu Criador e, aderindo livremente a Ele, chegue à total e
beatífica perfeição»:
«O homem é racional e, por isso, semelhante a Deus, criado livre e senhor
dos seus actos» (Santo Ireneu)...

A liberdade do homem é finita e falível. E, de facto, o homem falhou.
Livremente, pecou. Rejeitando o projecto divino de amor, enganou-se a si
mesmo; tornou-se escravo do pecado. Esta primeira alienação gerou uma
multidão de outras. A história da humanidade, desde as suas origens, dá
testemunho de desgraças e opressões nascidas do coração do homem, como
consequência de um mau uso da liberdade... Afastando-se da lei moral, o
homem atenta contra a sua própria liberdade, agrilhoa-se a si mesmo, quebra
os laços de fraternidade com os seus semelhantes e rebela-se contra a
verdade divina.

Pela sua cruz gloriosa, Cristo obteve a salvação de todos os homens.
Resgatou-os do pecado, que os retinha numa situação de escravatura. «Foi
para a liberdade que Cristo nos libertou» (Gl 5, 1). N'Ele, nós comungamos
na verdade que nos liberta (Jo 8,32). Foi-nos dado o Espírito Santo e, como
ensina o Apóstolo, «onde está o Espírito, aí está a liberdade» (2 Cor 3,
17). Já desde agora nos gloriamos da «liberdade dos filhos de Deus» (Rm
8,21).

A graça de Cristo não faz concorrência de modo nenhum, à nossa liberdade,
quando esta corresponde ao sentido da verdade e do bem que Deus colocou no
coração do homem. Pelo contrário, e como o certifica a experiência cristã
sobretudo na oração, quanto mais dóceis formos aos impulsos da graça, tanto
mais crescem a nossa liberdade interior e a nossa segurança nas provações,
como também perante as pressões e constrangimentos do mundo exterior. Pela
acção da graça, o Espírito Santo educa-nos para a liberdade espiritual,
para fazer de nós colaboradores livres da sua obra na Igreja e no mundo.




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26 de out de 2008

Resumo da mensagem do Sínodo dos Bispos ao povo de Deus

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 24 de outubro de 2008 (ZENIT.org).- Apresentamos o resumo da Mensagem do Sínodo dos Bispos ao Povo de Deus, publicada nesta sexta-feira.

* * *

Queridos Irmãos e Irmãs,

«A todos os que, em qualquer lugar que estejam, invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso, a vós, a graça e a paz da parte de Deus, nosso Pai, e da parte do Senhor Jesus Cristo!» (1 Cor 1, 2-3) Com a saudação do Apóstolo Paulo – neste ano dedicado a ele – nós, os Padres Sinodais reunidos em Roma para a XII Assembléia Geral do Sínodo dos Bispos com o Santo Padre Bento XVI, vos dirigimos uma mensagem de ampla reflexão e proposta sobre a Palavra de Deus que está no centro dos trabalhos de nossa assembléia.

É uma mensagem que encomendamos, antes de tudo, aos vossos pastores, aos tantos e tão generosos catequistas e a todos aqueles que vos guiam na escuta e na leitura amorosa da Bíblia. A vós neste momento desejamos delinear a alma e a substância desse texto para que cresça e se aprofunde o conhecimento e o amor pela Palavra de Deus. Quatro são os pontos cardeais do horizonte que desejamos convidar-vos a conhecer e que expressaremos através de outras imagens.

Temos antes de tudo a voz divina. Ela ressoa nas origens da criação, quebrando o silêncio do nada e dando origem às maravilhas do universo. É uma Voz que penetra logo na história, ferida pelo pecado humano e atormentada pela dor e pela morte. Ela vê também o Senhor que caminha junto com a humanidade para oferecer sua graça, sua aliança, sua salvação. É uma voz que desce logo nas páginas das Sagradas Escrituras que agora nós lemos na Igreja sob a guia do Espírito Santo que foi doado como luz de verdade a ela e a seus pastores.

Também, como escreve São João, «a Palavra se fez carne» (1, 14). E aqui então aparece o Rosto. É Jesus Cristo, que é Filho do Deus eterno e infinito, mas também homem mortal, ligado a uma época histórica, a um povo e a uma terra. Ele vive a existência fatigosa da humanidade até a morte, mas ressurge e vive para sempre. Ele é quem faz que seja perfeito nosso encontro com a Palavra de Deus. Ele é quem nos revela o «sentido pleno» e unitário das Sagradas Escrituras, pelas quais o cristianismo é uma religião que tem no centro uma pessoa, Jesus Cristo, revelador do Pai. Ele nos faz entender que também as Escrituras são «carne», ou seja, palavras humanas que se devem compreender e estudar em seu modo de expressar-se, mas que custodiam em seu interior a luz da verdade divina que só com o Espírito Santo podemos viver e contemplar.

É o próprio Espírito de Deus que nos conduz ao terceiro ponto cardeal de nosso itinerário, a Casa da palavra divina, ou seja, a Igreja que, como nos sugere São Lucas (Atos 2, 42) está sustentada por quatro colunas ideais. Temos «o ensinamento», ou seja, ler e compreender a Bíblia no anúncio feito a todos, na catequese, na homilia, através da proclamação que implica a mente e o coração. Temos depois «a fração do pão», ou seja, a Eucaristia, fonte e cume da vida e da missão da Igreja. Como aconteceu aquele dia em Emaús, os fiéis são convidados a nutrir-se na liturgia na mesa da Palavra de Deus e do Corpo de Cristo. Uma terceira coluna está constituída pelas «orações» com «hinos e cânticos inspirados» (Col 3, 16). É a Liturgia das Horas, oração da Igreja destinada a ritmar os dias e os tempos do ano cristão. Temos também a Lectio Divina, a leitura orante das Sagradas Escrituras, capaz de conduzir, na meditação, na oração, na contemplação, ao encontro com o Cristo, palavra de Deus vivo. E, por último, a «comunhão fraterna», porque, para ser verdadeiros cristãos, não basta ser «aqueles que ouvem a Palavra de Deus» (Lc 8, 21). Na casa da Palavra de Deus encontramos também os irmãos e irmãs das outras Igrejas e comunidades cristãs que, ainda nas separações, vivem uma unidade real, ainda que não plena, através da veneração e do amor pela Palavra divina.

Chegamos assim à última imagem do mapa espiritual. É o caminho sobre o qual se baseia a palavra de Deus: «Ide, pois, e fazei discípulos todos os povos, ensinando-os a guardar tudo o que eu vos mandei»; «o que ouvis, proclamai-o desde os telhados» (Mt 28, 19-20; 10,27). A Palavra de Deus deve percorrer os caminhos do mundo, que hoje são também os da comunicação informática, televisiva e virtual. A Bíblia deve entrar nas famílias para que pais e filhos a leiam, com ela rezem e para que ela seja para eles uma tocha para seus passos no caminho da existência (cf. Sl 119, 105). As Sagradas Escrituras devem entrar também nas escolas e nos âmbitos culturais porque, durante séculos, foi o ponto de referência capital da arte, da literatura, da música, do pensamento e da própria ética comum. Sua riqueza simbólica, poética e narrativa faz delas um estandarte de beleza, para a fé e para a própria cultura, em um mundo com freqüência marcado pela fealdade e pela indignidade.

A Bíblia, contudo, nos apresenta também o sopro de dor que sai da terra, sai ao encontro do grito dos oprimidos e do lamento dos infelizes. Ela tem a cruz no vértice, onde Cristo, sozinho e abandonado, vive a tragédia do sofrimento mais atroz e da morte. Precisamente por esta presença do Filho de Deus, a escuridão do mal e da morte está irradiada pela luz pascal e pela esperança da glória. Mas sobre os caminhos do mundo marcham conosco também os irmãos e irmãs das outras Igrejas e comunidades cristãs que, ainda nas separações, vivem uma unidade real, ainda que não seja plena, através da veneração e do amor pela Palavra de Deus. Ao longo dos caminhos do mundo encontramos com freqüência homens e mulheres de outras religiões que escutam e praticam fielmente os ditados de seus livros sagrados e que conosco podem edificar um mundo de paz e de luz porque Deus quer que «todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento pleno da verdade» (1 Tm 2, 4).

Queridos irmãos e irmãs, custodiai a Bíblia em vossas casas, lede-a, aprofundai e compreendei plenamente suas páginas, transformai-a em oração e testemunho de vida, escutai-a com amor e fé na liturgia. Criai o silêncio para escutar com eficácia a Palavra do Senhor e conservai o silêncio depois da escuta, porque ela continuará habitando, vivendo e falando-vos. Fazei que ela ressoe no começo do vosso dia, para que Deus tenha sempre a primeira palavra e deixai-a ressoar em vós à noite, para que a última palavra seja de Deus.

«Confio-vos a Deus e à Palavra da sua graça» (atos 20, 32). Com a mesma expressão que São Paulo utilizou em seu discurso de adeus aos chefes da Igreja de Éfeso, também nós, os Padres Sinodais, confiamos os fiéis das comunidades espalhadas sobre a face da terra à palavra divina que é também juízo e sobretudo graça, que é cortante como uma espada, mas que doce como o mel. Ela é potente e gloriosa e nos guia pelos caminhos da história com a mão de Jesus que vós, como nós, «amais nosso Senhor Jesus Cristo na vida incorruptível» (Ef 6, 24).

Viagem espiritual do povo de Deus, convite do Sínodo

Apresentação do arcebispo Gianfranco Ravasi

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 24 de outubro de 2008 (ZENIT.org).- O Sínodo sobre a Palavra de Deus, que será encerrado neste domingo, apresentou uma mensagem ao Povo de Deus na qual convida a empreender uma «viagem espiritual». A carta, redigida pelo arcebispo Gianfranco Ravasi, presidente do Conselho Pontifício para a Cultura, que na assembléia sinodal desempenhou o cargo de presidente da Comissão para a Mensagem, desenvolve-se «em quatro etapas», para descobrir, viver e anunciar a Palavra.

A viagem, entretecida de figuras bíblicas e literárias, começa com a primeira etapa, «A voz da Palavra: a Revelação»; apresenta depois «O rosto da Palavra: Jesus Cristo»; ilustra depois «A casa da Palavra: a Igreja»; assinala, por último, «Os caminhos da Palavra: a missão».

O projeto da mensagem havia sido apresentado por Dom Ravasi em 18 de outubro. O texto suscitou acordo imediatamente em dois pontos: é um dos textos mais belos redigidos por um Sínodo e é muito longo.

Segundo o próprio Dom Ravasi explicou antes de ler a versão definitiva nesta sexta-feira, nestes dias recebeu 52 mensagens de padres sinodais que lhe pediram que mantesse a redação da mensagem, com pequenos retoques.

Os prelados, em suas notas, explicam que querem utilizar esta mensagem para escrever sua carta pastoral, para retiros a sacerdotes e para cursos de catequistas.

Mas para que a mensagem possa ser lida mais facilmente, a assembléia sinodal sugeriu publicar uma versão mais breve, redigida por Dom Ravasi em duas páginas, que não tem caráter oficial, ainda que seja distribuída pela secretaria geral do Sínodo dos Bispos.

«É um texto com paixão, com pathos», reconheceu Dom Ravasi, justificando este estilo por seu gênero literário – mensagem ao povo de Deus – e porque «a aproximação da Palavra de Deus deve ser calorosa, não só exegética ou teológica».

Aos padres sinodais, antes da leitura definitiva, o prelado italiano deixou esta chave de leitura, citando Søren Kierkegaard: «Como um enamorado lê uma carta de sua amada, assim tendes de ler a Escritura... A Bíblia foi escrita para mim».

A mensagem foi acolhida por um aplauso compartilhado, que sancionou a aprovação por parte da assembléia.

Entre as citações bíblicas, a mensagem recolhe os grandes temas que foram constantemente abordados nesta assembléia e que terão um impacto direto na Igreja dos próximos anos.

«Nossa fé não tem só um livro no centro, mas uma história de salvação e, como veremos, uma pessoa, Jesus Cristo, Palavra de Deus feita carne, homem, história», começa explicando.

O texto supera o dualismo entre exegese e teologia, assim como entre exegese e magistério, constatando que «o conhecimento exegético tem de entrelaçar-se indissoluvelmente com a tradição espiritual e teológica, para que não se quebre a unidade divina e humana de Jesus Cristo e das Escrituras».

O texto impulsiona com energia a catequese, a homilia – que deve ter uma «linguagem nítida, incisiva e substancial» –, o laço íntimo entre a Palavra e a Eucaristia, assim como a Lectio Divina, leitura orante da Bíblia no Espírito Santo.

A última etapa da mensagem sobre a missão quer fazer de cada batizado um missionário da Palavra, em seus ambientes, no diálogo com os crentes de outras religiões, e em particular no mundo da cultura e da arte, onde a Bíblia foi «o grande código».

A mensagem conclui transmitindo o agradecimento do Sínodo aos «estudiosos, aos catequistas e outros servidores da Palavra de Deus», assim como aos «perseguidos ou assassinados por causa da Palavra».

Liturgia Diária!!!

Domingo, dia 26 de Outubro de 2008
XXX Domingo Comum (semana II do saltério)
Santo Evaristo, papa, mártir, +107



Comentário ao Evangelho do dia feito por
Santo Anselmo : «Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os profetas»

Leituras

Ex. 22,20-26.
Não usarás de violência contra o estrangeiro residente nem o oprimirás,
porque foste estrangeiro residente na terra do Egipto.
Não maltratarás nenhuma viúva nem nenhum órfão.
Se tu o maltratares, e se ele clamar a mim, hei-de ouvir o seu clamor;
a minha ira inflamar-se-á e matar-vos-ei à espada, e as vossas mulheres
ficarão viúvas e os vossos filhos ficarão órfãos.
Se emprestares dinheiro a alguém do meu povo, ao indigente que está
contigo, não serás para ele como um usurário: não lhe imporás juros.
Se penhorares o manto do teu próximo, devolver-lho-ás até ao pôr-do-sol,
porque a capa é tudo o que ele tem para cobrir a pele. Com que é que ele se
deitaria? E se vier a clamar a mim, ouvi-lo-ei, porque Eu sou
misericordioso.


Salmos 18(17),2-3.3-4.47.51.
Eu te amo, ó SENHOR, minha força.
SENHOR é a minha rocha, fortaleza e protecção; o meu Deus é o abrigo em que
me refugio, o meu escudo, o meu baluarte de defesa.
SENHOR é a minha rocha, fortaleza e protecção; o meu Deus é o abrigo em que
me refugio, o meu escudo, o meu baluarte de defesa.
Invoquei o SENHOR, que é digno de louvor, e fui salvo dos meus inimigos.
Viva o SENHOR! Bendito seja o meu protector! Glorificado seja o Deus que é
a minha salvação!
Deus dá grandes vitórias ao seu rei e usa de bondade com o seu ungido, com
David e seus descendentes para sempre.


1 Tess. 1,5-10.
pois o nosso Evangelho não se apresentou a vós apenas como uma simples
palavra, mas também com poder e com muito êxito pela acção do Espírito
Santo; vós sabeis como estivemos entre vós para vosso bem.
Vós fizestes-vos imitadores nossos e do Senhor, acolhendo a Palavra em
plena tribulação, com a alegria do Espírito Santo,
tendo-vos, assim, tornado um modelo para todos os crentes na Macedónia e na
Acaia.
Na verdade, partindo de vós, a palavra do Senhor não só ecoou na Macedónia
e na Acaia, mas por toda a parte se propagou a fama da vossa fé em Deus, de
tal modo que não temos necessidade de falar disso.
De facto, são eles próprios que contam o acolhimento que vós nos fizestes e
como vos convertestes dos ídolos a Deus, para servirdes o Deus vivo e
verdadeiro
e para aguardardes do Céu o seu Filho, que Ele ressuscitou de entre os
mortos, Jesus, que nos livra da ira que está para vir.


Mateus 22,34-40.
Constando-lhes que Jesus reduzira os saduceus ao silêncio, os fariseus
reuniram-se em grupo.
E um deles, que era legista, perguntou-lhe para o embaraçar:
«Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?»
Jesus disse lhe: Amarás ao Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com
toda a tua alma e com toda a tua mente.
Este é o maior e o primeiro mandamento.
O segundo é semelhante: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.
Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.»


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

Santo Anselmo (1033-1109), monge, doutor da Igreja
Carta 112, dirigida a Hugo, prisioneiro; Opera omnia, 3, p.245

«Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os profetas»

Como reinar nos céus mais não é do que aderir a Deus e a todos os santos,
pelo amor, numa única vontade, de tal forma que exercem em conjunto um
único e mesmo poder, ama pois a Deus mais do que ti próprio, e verás que
começas a ter o que desejas possuir de forma perfeita no céu. Concerta-te
com Deus e com os homens – se estes não se separarem de Deus – e começarás
a reinar com Deus e com os seus santos. Porque, na justa medida em que
agora te concertares com a vontade de Deus e com a dos homens, Deus e todos
os santos concertar-se-ão com a tua vontade. Portanto, se queres ser rei
nos céus, ama a Deus e aos homens como deves, e merecerás ser o que
desejas.

Mas este amor, não poderás possui-lo na perfeição se não esvaziares o
coração de todos os outros amores [...] Eis por que aqueles que enchem o
coração com o amor a Deus e ao próximo têm apenas o querer de Deus, ou o de
outro homem, na condição de que este não seja contrário a Deus. Eis por que
são fiéis à oração, e a esta maneira de viver, a lembrarem-se sempre dos
céus; porque lhes é agradável desejar a Deus e falar acerca d'Esse que
amam, ouvir falar d'Ele e pensar n'Ele. É por isso também que rejubilam com
todos os que estão em graça, que choram com os que estão em dificuldades
(Rm 12,15), que têm compaixão pelos infelizes e que dão aos pobres, porque
amam os outros homens como a si mesmos. [...] Sim, é assim que, de facto,
destes dois mandamentos do amor «dependem toda a Lei e os profetas».




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25 de out de 2008

Pregador do Papa: amor faz ver outros como são realmente

Comentário do Pe. Cantalamessa sobre a liturgia do próximo domingo


ROMA, sexta-feira, 24 de outubro de 2008 (ZENIT.org).- Publicamos o comentário do Pe. Raniero Cantalamessa, OFM Cap. – pregador da Casa Pontifícia – sobre a liturgia do domingo próximo, 24 de outubro.

* * *

XXX Domingo do Tempo Comum

Êxodo 22, 20-26; 1 Tessalonicenses 1, 5c-10; Mateus 22, 34-40

Amarás o teu próximo como a ti mesmo

«Amarás o teu próximo como a ti mesmo». Acrescentando as palavras «como a ti mesmo», Jesus nos pôs diante um espelho ao qual não podemos mentir: deu-nos uma medida infalível para descobrir se amamos ou não o próximo. Sabemos muito bem, em cada circunstância, o que significa amar a nós mesmos e o que queríamos que os demais fizessem por nós. Jesus não diz, note-se bem: «O que o outro te fizer, faze tu a ele». Isso seria a lei do Talião: «Olho por olho, dente por dente». Ele diz: o que tu queres que o outro te faça, faze tu a ele (cf. Mt 7, 12), que é muito diferente.

Jesus considerava o amor ao próximo como «seu mandamento», no qual se resume toda a Lei. «Este é o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros como eu vos amei» (Jo 15, 12). Muitos identificam o cristianismo inteiro com o preceito do amor ao próximo, e não estão totalmente desencaminhados. Mas temos de tentar ir um pouco mais além da superfície das coisas. Quando se fala do amor ao próximo, o pensamento se dirige imediatamente às «obras» de caridade, às coisas que é preciso fazer pelo próximo: dar-lhe de comer, de beber, de vestir; ou seja, ajudar o próximo. Mas isso é um efeito do amor, não é ainda o amor. Antes da beneficência vem a benevolência; antes de fazer o bem, vem o querer.

A caridade deve ser «sem fingimentos», ou seja, sincera (literalmente, «sem hipocrisia») (Rm 12, 9); deve-se amar «verdadeiramente, de coração» (1 Pe 1, 22). Pode-se de fato fazer caridade ou dar esmola por muitos motivos que não têm nada a ver com o amor: por ficar bem, por parecer benfeitores, para ganhar o paraíso, inclusive por remorso de consciência. Muita caridade que fazemos aos países do terceiro mundo não está ditada pelo amor, mas pelo remorso. Percebemos a diferença escandalosa que existe entre nós e eles e nos sentimos em parte responsáveis por sua miséria. Pode-se ter pouca caridade também «fazendo caridade»!

Está claro que seria um erro fatal contrapor o amor do coração à caridade dos fatos ou refugiar-se nas boas disposições interiores para com os demais, para encontrar uma desculpa para a própria falta de caridade atual e concreta. Se você encontra um pobre faminto e tremendo de frio, dizia São Tiago, «de que serve dizer «Pobre, vá, esquente-se, coma algo», mas não lhe dá nada do que precisa?». « Filhos meus, acrescenta o evangelista João, não amemos de palavra nem de boca, mas com obras e segundo a verdade» (1 Jo 3, 18). Não se trata, portanto, de subestimar as obras externas de caridade, mas de fazer que estas tenham seu fundamento em um genuíno sentimento de amor e benevolência.

Esta caridade do coração ou interior é a caridade que todos e sempre podemos exercer, é universal. Não é uma caridade que alguns – os ricos e saudáveis – podem somente dar e outros – os pobres e enfermos – podem apenas receber. Todos nós podemos fazê-la e recebê-la. Também é muito concreta. Trata-se de começar a olhar com novos olhos as situações e as pessoas com as que vivemos. Com que olhos? É simples: os olhos com que quisermos que Deus nos olhe. Olhos de desculpa, de benevolência, de compreensão, de perdão...

Quando isso acontece, todas as relações mudam. Caem, como por milagre, todos os motivos de prevenção e hostilidade que nos impediam de amar certa pessoa, e esta começa a parecer o que é realmente: uma pobre criatura humana que sofre por suas fraquezas e limites, como você, como todos. É como se a máscara que todos os homens e as coisas têm caíssem, e a pessoa aparecesse como é na realidade.


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Nossa Senhora de Gietrzwald e o poder da oração


Gietrzwald é uma pequena aldeia da Polônia, localizada a 200 km ao norte de Varsóvia. Aí existe uma igreja que data do século 14. Declarada Basílica Menor em 1970 pelo Papa Paulo VI, contém preciosas relíquias, mas seu maior tesouro é um ícone de Nossa Senhora de Gietrzwald. A primeira referência ao citado ícone aparece em 1568. No dia 8 de setembro de 1967 esta pintura milagrosa da Santíssima Virgem foi coroada solenemente pelo Arcebispo Primaz da Polônia, Stefan Wyszynski auxiliado por muitos bispos poloneses, incluindo-se entre estes o futuro Papa João Paulo II.

Em 1877, durante quase três meses, de 27 de junho a 16 de setembro, Nossa Senhora apareceu a duas meninas da aldeia: Justina Szafrynska, com 13 anos e Barbara Samulowska com 12.

Justina estava se preparando para a Primeira Eucaristia. Ela e sua mãe, mal saíram da igreja, soou o sino para a hora de Ângelus. Justina iniciou suas orações. Repentinamente a menina viu acender-se um clarão numa árvore próxima e entrou em êxtase. Considerando que aquela oração estava se prolongado em demasia, a mãe chamou-a para casa. Justina responde-lhe que estava vendo Nossa Senhora assentada num trono cercada de anjos. A Virgem pede-lhe para voltar ao mesmo lugar no dia seguinte. Justina obedece e traz, desta vez, consigo, sua amiga Barbara Samulowska. Começaram a rezar o rosário. Mais uma vez Nossa Senhora aparece e as duas meninas podem vê-la.

As aparições prosseguiram e muitas pessoas puderam testemunhá-las. Foram feitas perguntas muito específicas a respeito de alguns padres que estavam presos e sobre o futuro da Polônia. A todas as perguntas a Virgem respondia: “Rezem o Rosário”.

Os padres seriam libertados e a Polônia ganharia sua independência pelo poder da oração do Rosário. Maria pede às pessoas para construir um Santuário e nele colocarem uma imagem da Imaculada Conceição. A mensagem de Nossa Senhora de Gietrzwald espalha-se rapidamente pela Polônia dividida, alcança a Europa e chega aos Estados Unidos da América.

Tais prodígios foram estudados pela Igreja. O bispo diocesano Dom Filip Krementz constituiu uma comissão teológica especial e um comitê médico que foram a Gietrzwald no dia 20 de agosto, quando ainda se sucediam as aparições. O comitê examinou atentamente a personalidade das crianças, que foram inquiridas individualmente. O relatório final afirmou que as meninas eram sadias e dignas de crédito. O pároco local, Pe. Weichsel acreditara na sinceridade das videntes desde o início.

O comitê médico examinou as videntes durante seus êxtases. Eles controlaram todos os movimentos e reações das meninas e nada perceberam que pudesse ser caracterizado como simulação. O relatório indicou que as pulsações cardíacas estavam abaixo do normal e que a expressão facial de ambas se congelara. Cem anos depois da aparição o bispo local declarou a autenticidade das mesmas. Como em Lourdes e Fátima as aparições receberam aprovação da Santa Sé. Da mesma forma as videntes foram perseguidas pelo governo.

Mais tarde, as jovens manifestaram desejo de ingressar na Vida Religiosa. Foram para Paris onde fizeram o noviciado. Não se teve mais notícia de Justina. Bárbara foi enviada à Guatemala como missionária. Irradiava ternura e santidade. Morreu aos 85 anos de idade em 1950.

Os Cônegos Regulares Lateranenses são os atuais responsáveis pelo Santuário de Nossa Senhora de Gietrzwald.

Nossa Senhora de Gietrzwad,
Rogai por nós que recorremos a vós!

Liturgia Diária!!!

Sabado, dia 25 de Outubro de 2008
S. Crispim e S. Crispiniano, mártires, séc. III, Santo Antônio de Sant'Ana Galvão, religioso brasileiro, +1822



Comentário ao Evangelho do dia feito por
Guilherme de Saint-Thierry : «Se não vos converterdes, perecereis»

Leituras

Efésios 4,7-16.
Mas, a cada um de nós foi dada a graça, segundo a medida do dom de Cristo.
Por isso se diz: Ao subir às alturas, levou cativos em cativeiro, deu
dádivas aos homens.
Ora, este «subiu» que quer dizer, senão que também desceu às regiões
inferiores da terra?
Aquele que desceu é precisamente o mesmo que subiu muito acima de todos os
céus, a fim de encher o universo.
E foi Ele que a alguns constituiu como Apóstolos, Profetas, Evangelistas,
Pastores e Mestres,
em ordem a preparar os santos para uma actividade de serviço, para a
construção do Corpo de Cristo,
até que cheguemos todos à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus,
ao homem adulto, à medida completa da plenitude de Cristo.
Assim, deixaremos de ser crianças, batidos pelas ondas e levados por
qualquer vento da doutrina, ao sabor do jogo dos homens, da astúcia que
maliciosamente leva ao erro;
antes, testemunhando a verdade no amor, cresceremos em tudo para aquele que
é a cabeça, Cristo.
É a partir dele que o Corpo inteiro, bem ajustado e unido, por meio de toda
a espécie de articulações que o sustentam, segundo uma força à medida de
cada uma das partes, realiza o seu crescimento como Corpo, para se
construir a si próprio no amor.


Salmos 122(121),1-2.3-4.4-5.
Que alegria, quando me disseram: «Vamos para a casa do SENHOR!»
Os nossos pés detêm-se às tuas portas, ó Jerusalém!
Jerusalém, cidade bem construída, harmoniosamente edificada.
Para lá sobem as tribos, as tribos do SENHOR, segundo o costume de Israel,
para louvar o nome do SENHOR.
Para lá sobem as tribos, as tribos do SENHOR, segundo o costume de Israel,
para louvar o nome do SENHOR.
Nela estão os tribunais da justiça, os tribunais da casa de David.


Lucas 13,1-9.
Nessa ocasião, apareceram alguns a falar-lhe dos galileus, cujo sangue
Pilatos tinha misturado com o dos sacrifícios que eles ofereciam.
Respondeu-lhes: «Julgais que esses galileus eram mais pecadores que todos
os outros galileus, por terem assim sofrido?
Não, Eu vo-lo digo; mas, se não vos converterdes, perecereis todos
igualmente.
E aqueles dezoito sobre os quais caiu a torre de Siloé, matando-os, eram
mais culpados que todos os outros habitantes de Jerusalém?
Não, Eu vo-lo digo; mas, se não vos converterdes, perecereis todos da mesma
forma.»
Disse-lhes, também, a seguinte parábola: «Um homem tinha uma figueira
plantada na sua vinha e foi lá procurar frutos, mas não os encontrou.
Disse ao encarregado da vinha: 'Há três anos que venho procurar fruto nesta
figueira e não o encontro. Corta-a; para que está ela a ocupar a terra?'
Mas ele respondeu: 'Senhor, deixa-a mais este ano, para que eu possa
escavar a terra em volta e deitar-lhe estrume.
Se der frutos na próxima estação, ficará; senão, poderás cortá-la.'»


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

Guilherme de Saint-Thierry (c. 1085-1148), monge beneditino, depois cisterciense
Orações meditativas, nº 5

«Se não vos converterdes, perecereis»

Pobre de mim, a consciência acusa-me sem cessar, e a verdade não pode
desculpar-me dizendo: ele não sabia o que fazia. Perdoa, pois, Senhor, pelo
preço do Teu precioso sangue, todos os pecados em que caí, consciente ou
inconscientemente. [...] Sim, Senhor, pequei verdadeiramente, pequei por
minha vontade, e pequei muito. Depois de ter tido conhecimento da verdade,
ofendi o Espírito de graça; e contudo, aquando do meu baptismo, o Espírito
tinha-me concedido de forma gratuita a remissão dos pecados. Mas eu, depois
de ter tido conhecimento da verdade, voltei aos meus pecados, «como o cão
volta ao seu vómito» (2Ped 2, 22).

Ó Filho de Deus, pisei-Te aos pés, negando-Te? Mas não posso dizer que, ao
negar-Te, Pedro Te tenha pisado aos pés, ele que Ele amava tão
ardentemente, embora Te tenha negado uma primeira vez, uma segunda e uma
terceira vez. [...] Também a mim Satanás me reclamou por vezes a fé, para
me joeirar como o trigo; mas a Tua oração desceu sobre mim, de maneira que
a minha fé nunca desfaleceu (Lc 22, 31-32), nunca Te abandonou. [...] Bem
sabes que sempre quis aderir à fé em Ti; protege-me, pois, nesta vontade,
até ao fim.

Sempre acreditei em Ti [...], sempre Te amei, mesmo quando pequei contra
Ti. Lamento profundamente os meus pecados. Do amor, porém, lamento apenas
não ter amado tanto como devia.




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24 de out de 2008

Via Sacra


Primeira Estação
Jesus é condenado a morte

Oração Preparatória

1. "Meu Senhor Jesus Cristo, o Senhor tem feito a sua jornada para morrer por mim com amor inexprimível, e eu tenho muitas vezes o abandonado despresivelmente; mas agora eu O amo com todo o meu coração, e porque eu O amo.E eu me arrependo sinceramente de tudo o que tenha lhe ofendido.Perdoe-me, meu Deus, e permita acompanhá-lo nesta jornada.O Senhor vai morrer por meu amor; eu desejo além disso, meu querido Redentor, morrer pelo seu amor.Meu Jesus eu viverei e morrerei sempre unido a Ti".

- V/. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi. (Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos)
- R/. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum. (Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo!)

Evangelho segundo São Mateus 27,22-23.26

- "Pilatos perguntou: Que farei então de Jesus, que é chamado o Cristo? Todos responderam: Seja crucificado!
O governador tornou a perguntar: Mas que mal fez ele? E gritavam ainda mais forte: Seja crucificado...Libertou então Barrabás, mandou açoitar Jesus e lho entregou para ser crucificado".

2."Meu adorável Jesus, não foi Pilatos, não, foi os meus pecados que condenaram-Te a morte.Eu suplico-Te, pelos méritos desta triste jornada, assista a minha alma nesta jornada em direção a eternidade.Amo-Te meu querido Jesus, Eu me arrependo do fundo de meu coração em ter Lhe ofendido.Nunca permita que eu me separe do Senhor novamente.Conceda que eu possa amá-Lo sempre; e então faça de mim o que quiser".

Pater noster

Pater noster, qui es in cælis;
sanctificetur Nomen Tuum;
adveniat Regnum Tuum;
fiat voluntas tua, sicut in cælo et in terra.

Panem nostrum cotidianum da nobis hodie;
et dimite nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
et ne nos inducas in tentationem;

sed libera nos a malo.
Amen


Pai Nosso

Pai nosso , que estais nos céus,
santificado seja o vosso nome,
venha a nós o vosso reino,
seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu.
O pão nosso de cada dia nos dai hoje;
perdoai-nos as nossas dívidas
assim como nós perdoamos os nossos devedores,
e não nos deixeis cair em tentação,
mas livrai-nos do mal.
Amém.

Ave Maria

Ave, María, grátia plena, Dóminus
tecum.Benedícta tu in muliéribus,
et benedíctus fructus ventris tui, Iesus.
Sancta María, Mater Dei,
ora pro nobis peccatóribus, nunc et
in hora mortis nostræ.
Amen.


Ave Maria

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor
é convosco;bendita sois vós entre as mulheres
e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.
Santa Maria, Mãe de Deus,
rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte.
Amém.

Glória Patris

Glória Patris et Filio et Spiritui Sancto.
Sicut erat in principio et nunc et semper,
et in saecula saeculorum.Amen.


Glória ao Pai

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre, e por todos os séculos dos séculos.Amém



Oração Final:

3. "Meu querido Jesus, Tu vai morrer por muito amor por mim.Ah! Deixa-me padecer na tua companhia.Eu desejo morrer contigo!"

1.Santo Afonso Maria de Ligório - Via Sacra.
2.Ibidem.
3.Ibidem.

Segunda Estação
Jesus carrega a Cruz

1. V/. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi. (Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos)
- R/. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum. (Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo!)

Evangelho segundo São Mateus 27, 27-31

"Então, os soldados do governador levaram Jesus consigo para o Pretório e reuniram junto Dele toda a companhia. Depois de O terem despido, envolveram-No em um manto encarnado. Teceram uma coroa de espinhos, que Lhe puseram na cabeça, e, na mão direita, colocaram-Lhe uma cana. Ajoelharam-se diante Dele e escarneceram-No dizendo: "Salve, ó rei dos Judeus!" Depois, cuspiram Nele e pegaram na cana e puseram-se a bater-Lhe com ela na cabeça. No fim de O terem escarnecido, despiram-Lhe o manto, vestiram-Lhe as suas roupas e levaram-No para O crucificarem".

2. "Meu Jesus mais amado, eu abraço todas as tribulações que você destinou para mim até morte. Eu o peço, pelos méritos da dor que o Senhor sofreu levando sua Cruz, me dê a ajuda necessária para levar a minha cruz com paciência perfeita e resignação. Eu o amo, Jesus meu amor; Eu me arrependo de ter Vos ofendido. Nunca permita que eu me separe de Ti novamente. Permita que eu sempre possa Vos amar; e então fazei de mim o que quiserdes".

Pater Noster (Pai Nosso); Ave Maria; Gloria.

Oração Final:


3. "Meu querido Jesus, Tu vai morrer por muito amor por mim.Ah! Deixa-me padecer na tua companhia.Eu desejo morrer contigo!"

2.Santo Afonso Maria de Ligório - Via Sacra.
3.Ibidem.

Terceira Estação
Jesus cai pela primeira vez

1. V/. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi. (Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos)
- R/. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum. (Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo!)

Livro do profeta Isaías 53, 4-6

"Eram os nossos males que Ele suportava, e as nossas dores que tinha sobre Si. Mas nós víamos n’Ele um homem castigado, ferido por Deus e sujeito à humilhação. Ele foi trespassado por causa das nossas culpas, e esmagado devido às nossas faltas. O castigo que nos salva, caiu sobre Ele, e por causa das suas chagas é que fomos curados. Todos nós, como ovelhas, andávamos errantes, seguindo cada qual o seu caminho. E o Senhor fez cair sobre Ele as faltas de todos nós".

2. "Meu Jesus amado, não é o peso da Cruz, mas meus pecados que o fizeram sofrem tamanha dor. Ah, pelos méritos desta primeira queda, livrai-me da desgraça de entrar em pecado mortal. Eu o amo, O meu Jesus, de todo o coração; Eu me arrependo de ter O ofendido. Nunca permita que eu me separar de Ti novamente. Permita que eu sempre possa O amar; e então fazei de mim o que quiserdes".

Pater Noster (Pai Nosso); Ave Maria; Gloria.

Oração Final:


3. "Meu querido Jesus, Tu vai morrer por muito amor por mim.Ah! Deixa-me padecer na tua companhia.Eu desejo morrer contigo!"

2.Santo Afonso Maria de Ligório - Via Sacra.
3.Ibidem.

Quarta Estação
Jesus encontra a sua Mãe

1. V/. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi. (Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos)
- R/. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum. (Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo!)

Evangelho segundo São Lucas 2, 34-35.51

"Simeão abençoou-os e disse a Maria, sua Mãe: "Ele foi estabelecido para a queda e o ressurgir de muitos em Israel, e para ser sinal de contradição; e uma espada Te há-de traspassar a alma. Assim se deverão revelar os intentos de muitos corações" (...) Sua mãe guardava no coração todas estas recordações".

2. "Meu Jesus amoroso, pela tristeza que experimentas-te nesta reunião, me conceda a graça de um amor verdadeiramente dedicado por sua Santíssima Mãe.E você, minha Rainha que foi subjugada com tristeza, obtenha para mim pela sua intercessão, uma recordação ininterrupta e tenra da Paixão de seu Filho. Eu o amo, Jesus meu amor; Eu me arrependo de alguma vez O ter ofendido. Nunca permita que eu O ofenda novamente. Permita que eu sempre possa Te amar; e então fazei de mim o que quiserdes".

Pater Noster (Pai Nosso); Ave Maria; Gloria.

Oração Final:


3. "Meu querido Jesus, Tu vai morrer por muito amor por mim.Ah! Deixa-me padecer na tua companhia.Eu desejo morrer contigo!"

2.Santo Afonso Maria de Ligório - Via Sacra.
3.Ibidem.

Quinta Estação
Jesus é ajudado a levar a cruz pelo Cireneu

1. V/. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi. (Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos)
- R/. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum. (Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo!)

Evangelho segundo São Mateus 27, 32; 16, 24

"Ao saírem, encontraram um homem de Cirene, chamado Simão, e requisitaram-no, para levar a cruz de Jesus. Jesus disse aos seus discípulos: 'Se alguém quiser seguir-Me, renegue-se a si mesmo, pegue na sua cruz e siga-Me'."

2. "Meu docíssimo Jesus, eu não recusarei a Cruz, como fez o Cirineu; Eu a aceito; Eu a abraço. Eu aceito a morte que me destinaste em particular; com todas as dores que podem a acompanhar; Eu a uno a sua morte, e ofereço-a a Ti. Tu morreste por amor de mim; Eu morrerei por amor de Ti. Me ajude por sua graça. Eu o amo Jesus, meu amor; Eu me arrependo de O ter ofendido.Nunca permita que eu O ofenda novamente. Permita que eu sempre possa Te amar; e então fazei de mim o que quiserdes".

Pater Noster (Pai Nosso); Ave Maria; Gloria.

Oração Final:


3. "Meu querido Jesus, Tu vai morrer por muito amor por mim.Ah! Deixa-me padecer na tua companhia.Eu desejo morrer contigo!"

2.Santo Afonso Maria de Ligório - Via Sacra.
3.Ibidem.

Sexta Estação
Verónica limpa o rosto de Jesus

1. V/. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi. (Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos)
- R/. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum. (Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo!)

Do livro dos Salmos 27/26, 8-9

"Segredou-me o coração: "Procura a sua face!" É, Senhor, o vosso rosto que eu persigo. Não escondais de mim o vosso rosto, nem rejeiteis com ira o vosso servo. Vós sois a minha ajuda, o Deus da minha salvação".

2. "Meu Jesus mais amado, sua face estava bonita antes, mas neste trajeto perdeu toda sua beleza, e feridas e sangue desfiguraram-na. Aí, minha alma também estava bonita, quando recebeu sua graça no Batismo; mas eu desfigurei-a por causa dos meus pecados; somente Tu, meu Redentor, pode restabelecer a sua beleza anterior. Fazei isto por sua Paixão, O Jesus. Eu me arrependo de ter o ofendido.Nunca permita que eu O ofenda novamente. Permita que eu sempre possa Te amar; e então fazei de mim o que quiserdes".

Pater Noster (Pai Nosso); Ave Maria; Gloria.

Oração Final:


3. "Meu querido Jesus, Tu vai morrer por muito amor por mim.Ah! Deixa-me padecer na tua companhia.Eu desejo morrer contigo!"

2.Santo Afonso Maria de Ligório - Via Sacra.
3.Ibidem.

Sétima Estação
Jesus cai pela segunda vez

1. V/. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi. (Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos)
- R/. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum. (Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo!)

Do livro das Lamentações 3, 1-2.9.16

"Eu sou o homem que conheceu a miséria sob a vara do seu furor. Ele me guiou e me fez andar nas trevas e não na luz. (…) Embarrou meus caminhos com blocos de pedra, obstruiu minhas veredas. (…) Ele quebrou meus dentes com cascalho, mergulhou-me na cinza".

2. "Meu suavíssimo Jesus, quantas vezes Tu me perdoaste, e quantas vezes caí novamente, e começei a ofender-Vos novamente! Oh, pelos méritos desta sua nova queda, me dê o necessário para perseverar em sua graça até morte. Conceda isso em todas as tentações que me assaltam, para que eu sempre possa recomendar-me a Ti. Eu o amo, Jesus meu amor; Eu me arrependo de O ter ofendido.Nunca permita que eu O ofenda novamente. Permita que eu sempre possa Te amar; e então fazei de mim o que quiserdes".

Pater Noster (Pai Nosso); Ave Maria; Gloria.

Oração Final:


3. "Meu querido Jesus, Tu vai morrer por muito amor por mim.Ah! Deixa-me padecer na tua companhia.Eu desejo morrer contigo!"

2.Santo Afonso Maria de Ligório - Via Sacra.
3.Ibidem.

Oitava Estação
Jesus encontra as mulheres de Jerusalém que choram por Ele

1. V/. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi. (Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos)
- R/. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum. (Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo!)

Evangelho segundo São Lucas 23, 28-31

"Jesus voltou-Se para elas e disse-lhes: "Mulheres de Jerusalém, não choreis por Mim; chorai antes por vós mesmas e pelos vossos filhos. Pois dias virão em que se dirá: "Felizes as estéreis, as entranhas que não tiveram filhos e os peitos que não amamentaram". Nessa altura, começarão a dizer aos montes: "Caí sobre nós", e às colinas: "Encobri-nos". Porque se fazem assim no madeiro verde, que será no madeiro seco?"

2. "Meu Jesus, oprimido com tristezas, eu lamento pelas ofenças que eu cometi contra Ti, e por causa das dores que elas Vos tem causado, e ainda mais por causa do desgosto que elas O causaram, logo Tu que amaste tanto. É por seu amor, e não pelo medo do inferno que me faz lamentar os meus pecados. Meu Jesus, eu O amo mais do que a mim mesmo; Eu me arrependo de O ter ofendido.Nunca permita que eu O ofenda novamente. Permita que eu sempre possa Te amar; e então fazei de mim o que quiserdes".

Pater Noster (Pai Nosso); Ave Maria; Gloria.

Oração Final:


3. "Meu querido Jesus, Tu vai morrer por muito amor por mim.Ah! Deixa-me padecer na tua companhia.Eu desejo morrer contigo!"

2.Santo Afonso Maria de Ligório - Via Sacra.
3.Ibidem.

Nona Estação
Jesus cai pela terceira vez

1. V/. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi. (Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos)
- R/. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum. (Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo!)

Do livro das Lamentações 3, 27-32

"É bom para o homem suportar o jugo desde a sua juventude. Que esteja solitário e silencioso, quando o Senhor o impuser sobre ele; que ponha sua boca no pó: talvez haja esperança! Que dê sua face a quem o fere e se sacie de opróbrios. Pois o Senhor não rejeita para sempre: se Ele aflige, Ele se compadece segundo a sua grande bondade".

2. "Ah, meu ultrajado Jesus, pelos méritos da fraqueza você sofreste indo para Calvário, me dê força suficiente conquistar todo o respeito humano, e todas as minhas paixões más que me levaram a menosprezar sua amizade. Eu o amo, Jesus meu amor, de todo o meu coração; Eu me arrependo de O ter ofendido.Nunca permita que eu O ofenda novamente. Permita que eu sempre possa Te amar; e então fazei de mim o que quiserdes".

Pater Noster (Pai Nosso); Ave Maria; Gloria.

Oração Final:


3. "Meu querido Jesus, Tu vai morrer por muito amor por mim.Ah! Deixa-me padecer na tua companhia.Eu desejo morrer contigo!"

2.Santo Afonso Maria de Ligório - Via Sacra.
3.Ibidem.

Décima Estação
Jesus é despojado de suas vestes

1. V/. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi. (Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos)
- R/. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum. (Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo!)

Evangelho segundo São Mateus 27, 33-36

"Chegados a um lugar chamado Gólgota, quer dizer «Lugar do Crânio», deram-Lhe a beber vinho misturado com fel. Mas Jesus, quando o provou, não quis beber. Depois de O terem crucificado, repartiram entre si as suas vestes, tirando-as à sorte, e ficaram ali sentados a guardá-Lo".

2. "Meu inocente Jesus, pelos méritos do tormento que sentiste, me ajuda a tirar todo o afeto para coisas de terra, para que eu possa colocar todo meu amor em Ti, que és tão merecedor de meu amor.Ó Jesus, amo-Te de todo o meu coração; me arrependo de O ter ofendido.Nunca permita que eu O ofenda novamente. Permita que eu sempre possa Te amar; e então fazei de mim o que quiserdes".

Pater Noster (Pai Nosso); Ave Maria; Gloria.

Oração Final:


3. "Meu querido Jesus, Tu vai morrer por muito amor por mim.Ah! Deixa-me padecer na tua companhia.Eu desejo morrer contigo!"

2.Santo Afonso Maria de Ligório - Via Sacra.
3.Ibidem.

Décima Primeira Estação
Jesus é pregado na Cruz

1. V/. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi. (Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos)
- R/. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum. (Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo!)

Evangelho segundo São Lucas 23,33.49

"Quando chegaram ao chamado 'lugar da caveira (Gólgota)', aí crucificaram Jesus e os criminosos, um à sua direita e outro à sua esquerda.Todos os conhecidos de Jesus, assim como as mulheres que o acompanhavam desde a Galiléia, ficaram à distância, olhando essas coisas".

2. "Meu Jesus! carregado com desprezo, pregue meu coração a seus pés para que sempre poça permanecer lá, para O amar, e nunca O deixar novamente. Eu O amo mais que a mim mesmo; Eu me arrependo de O ter ofendido.Nunca permita que eu O ofenda novamente. Permita que eu sempre possa Te amar; e então fazei de mim o que quiserdes".

Pater Noster (Pai Nosso); Ave Maria; Gloria.

Oração Final:


3. "Meu querido Jesus, Tu vai morrer por muito amor por mim.Ah! Deixa-me padecer na tua companhia.Eu desejo morrer contigo!"

2.Santo Afonso Maria de Ligório - Via Sacra.
3.Ibidem.

Décima Segunda Estação
Jesus morre na Cruz

1. V/. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi. (Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos)
- R/. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum. (Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo!)

Evangelho segundo São Lucas 23,46-48

"Jesus deu então um grande brado e disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, dizendo isso, expirou.Vendo o centurião o que acontecia, deu glória a Deus e disse: Na verdade, este homem era um justo.E toda a multidão dos que assistiam a este espetáculo e viam o que se passava, voltou batendo no peito."

2. "O meu Jesus agonizante, eu beijo devotamente a Cruz na qual Tu morreste por amor de mim. Eu mereço pelo meus pecados ter uma morte miserável; mas sua morte é minha esperança. Ah, os méritos de sua morte, me dão graça para morrer, abraçando seus pés, e queimando com carinho meu coração junto a Ti. Eu rendo minha alma em Suas mãos. Eu O amo de todo o meu coração; Eu me arrependo de alguma vez O ter ofendido.Nunca permita que eu O ofenda novamente. Permita que eu sempre possa Te amar; e então fazei de mim o que quiserdes".

Pater Noster (Pai Nosso); Ave Maria; Gloria.

Oração Final:


3. "Meu querido Jesus, Tu vai morrer por muito amor por mim.Ah! Deixa-me padecer na tua companhia.Eu desejo morrer contigo!"

2.Santo Afonso Maria de Ligório - Via Sacra.
3.Ibidem.

Décima Terceira Estação
Jesus é descido da Cruz

1. V/. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi. (Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos)
- R/. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum. (Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo!)

Evangelho segundo São Marcos 15,42-46

"Quando já era tarde - era a Preparação, isto é‚ é a véspera do sábado -, veio José de Arimatéia, ilustre membro do conselho, que também esperava o Reino de Deus; ele foi resoluto à presença de Pilatos e pediu o corpo de Jesus.Pilatos admirou-se de que ele tivesse morrido tão depressa. E, chamando o centurião, perguntou se já havia muito tempo que Jesus tinha morrido.Obtida a resposta afirmativa do centurião, mandou dar-lhe o corpo.Depois de ter comprado um pano de linho, José tirou Jesus da cruz".

2. "Ó triste Mãe, por amor de vosso Filho, me aceite como seu criado, e reze a Ele por mim. E Tu, meu Redentor, desde que morreste por mim, permita que eu O ame; porque só Te desejo e mais nada. Eu Te amo, meu Jesus, e eu me arrependo de alguma vez O ter ofendido.Nunca permita que eu O ofenda novamente. Permita que eu sempre possa Te amar; e então fazei de mim o que quiserdes".

Pater Noster (Pai Nosso); Ave Maria; Gloria.

Oração Final:


3. "Meu querido Jesus, Tu vai morrer por muito amor por mim.Ah! Deixa-me padecer na tua companhia.Eu desejo morrer contigo!"

2.Santo Afonso Maria de Ligório - Via Sacra.
3.Ibidem.

Décima Quarta Estação
Jesus é depositado no sepulcro

1. V/. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi. (Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos)
- R/. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum. (Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo!)

Evangelho segundo São Mateus 27, 59-61

"José pegou no corpo de Jesus, envolveu-o num lençol limpo e depositou-o no seu túmulo novo, que tinha mandado escavar na rocha. Depois, rolou uma grande pedra para a porta do túmulo e retirou-se. Entretanto, estavam ali Maria de Magdala e a outra Maria, sentadas em frente do sepulcro".

2. "Ó meu silêncioso Jesus, também eu quero morrer na cruz junto convosco e peço que o Senhor mande-me, logo após a minha morte, ir para Ti.Quero somente a Ti meu Deus.Quero amá-Lo muito.Quero segui-Lo, mesmo que depois da minha morte eu tenha que passar pelo vale do silêncio.Desejo estar junto de Ti, não ao seu lado, pois não sou digno, mas sim junto aos seus santíssimos pés.Eu me arrependo de Vos ter ofendido.Peço a sua graça para não mais cair em pecado".

Pater Noster (Pai Nosso); Ave Maria; Gloria.

Oração Final:


3. "Meu querido Jesus, Tu vai morrer por muito amor por mim.Ah! Deixa-me padecer na tua companhia.Eu desejo morrer contigo!" (Santo Afonso Maria de Ligório - Via Sacra.)


.Por Vagner C. da Silva
Fonte: http://www.voltaparacasa.com.br/igreja/via_sacra/via_sacra.htm

"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12
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