19 de mar de 2009

Liturgia Diária!!!

Quinta-feira, dia 19 de Março de 2009
S. JOSÉ, esposo da Virgem Santa Maria, padroeiro da Igreja universal - solenidade

S. José, Esposo da Virgem Maria (ofício próprio)


Comentário ao Evangelho do dia feito por
João Paulo II : «Não temas receber Maria, tua esposa»

Leituras

2 Sam. 7,4-5.12-14.16.
Mas, naquela mesma noite, o Senhor falou a Natan, dizendo-lhe:
«Vai dizer ao meu servo David: Diz o Senhor: "És tu que me vais construir
uma casa para Eu habitar?
Quando chegar o fim dos teus dias e repousares com teus pais, manterei
depois de ti a descendência que nascerá de ti e consolidarei o seu reino.
Ele construirá um templo ao meu nome, e Eu firmarei para sempre o seu trono
régio.
Eu serei para ele um pai e ele será para mim um filho. Se ele cometer
alguma falta, hei-de corrigi-lo com varas e com açoites, como fazem os
homens,
A tua casa e o teu reino permanecerão para sempre diante de mim, e o teu
trono estará firme para sempre".»


Salmos 89(88),2-3.4-5.27.29.
Hei de cantar para sempre o amor do SENHOR; a todas as gerações anunciarei
a sua fidelidade.
Proclamarei que o teu amor é para sempre, e que a tua fidelidade é eterna
como o céu.
"Fiz uma aliança com o meu eleito, jurei a David, meu servo:
'Estabelecerei a tua descendência para sempre e o teu trono há-de manter-se
eternamente'."
Ele me invocará, dizendo: 'Tu és meu pai, és o meu Deus e o rochedo da
minha salvação!'
Hei-de assegurar lhe para sempre o meu favor e a minha aliança com ele
há-de manter-se firme.


Romanos 4,13.16-18.22.
Não foi em virtude da Lei, mas da justiça obtida pela fé que a Abraão, ou à
sua descendência, foi feita a promessa de que havia de receber o mundo em
herança.
Por isso, é da fé que depende a herança. Só assim é que esta é gratuita, de
tal modo que a promessa se mantém válida para todos os descendentes: não
apenas para aqueles que o são em virtude da Lei, mas também para os que o
são em virtude da fé de Abraão, pai de todos nós,
conforme o que está escrito: Fiz de ti o pai de muitos povos. Pai diante
daquele em quem acreditou, o Deus que dá vida aos mortos e chama à
existência o que não existe.
Foi com uma esperança, para além do que se podia esperar, que ele acreditou
e assim se tornou pai de muitos povos, conforme o que tinha sido dito:
Assim será a tua descendência.
Esta foi exactamente a razão pela qual isso lhe foi atribuído à conta de
justiça.


Mateus 1,16.18-21.24.
Jacob gerou José, esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que se chama
Cristo.
Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava
desposada com José; antes de coabitarem, notou-se que tinha concebido pelo
poder do Espírito Santo.
José, seu esposo, que era um homem justo e não queria difamá-la, resolveu
deixá-la secretamente.
Andando ele a pensar nisto, eis que o anjo do Senhor lhe apareceu em sonhos
e lhe disse: «José, filho de David, não temas receber Maria, tua esposa,
pois o que ela concebeu é obra do Espírito Santo.
Ela dará à luz um filho, ao qual darás o nome de Jesus, porque Ele salvará
o povo dos seus pecados.»
Despertando do sono, José fez como lhe ordenou o anjo do Senhor, e recebeu
sua esposa.


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

João Paulo II
São José na vida de Cristo e da Igreja (Redemptoris Custos), §§ 18-19

«Não temas receber Maria, tua esposa»

Dirigindo-Se a José por meio das palavras do anjo, Deus dirige-Se a ele
como sendo esposo da Virgem de Nazaré. Simultaneamente, o que nela se
realizou por obra do Espírito Santo manifesta a confirmação especial do
vínculo esponsal que já antes existia entre José e Maria. O mensageiro diz
claramente a José: «Não temas receber Maria, tua esposa.» Por conseguinte,
o que tinha acontecido anteriormente - os seus esponsais com Maria - tinha
sucedido por vontade de Deus e, portanto, devia ser conservado. Na sua
maternidade divina, Maria há-de continuar a viver «como uma virgem, esposa
de um esposo» (cf. Lc 1, 27).Nas palavras da «anunciação»
nocturna, José não escuta apenas a verdade divina acerca da inefável
vocação da sua esposa, ouve também novamente a verdade acerca da sua
própria vocação. Este homem «justo» que, segundo o espírito das mais nobres
tradições do povo eleito, amava a Virgem de Nazaré e a Ela se encontrava
ligado por amor esponsal, é novamente chamado por Deus para este amor.«José fez como lhe ordenou o anjo do Senhor, e recebeu sua esposa»;
«O que Ela concebeu é obra do Espírito Santo». À vista de tais expressões,
não se imporá porventura concluir que também o seu amor de homem tinha sido
regenerado pelo Espírito Santo? Não se deverá pensar que o amor de Deus,
que foi derramado no coração humano pelo Espírito Santo (cf. Rom 5, 5),
forma do modo mais perfeito todo o amor humano? Este amor de Deus forma
também - e de maneira absolutamente singular - o amor esponsal dos
cônjuges, aprofundando nele tudo o que tem de humanamente digno e belo e as
características da exclusiva entrega, da aliança das pessoas e da comunhão
autêntica, a exemplo do Mistério trinitário.




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