7 de mai de 2009

Liturgia Diária!!!

Quinta-feira, dia 07 de Maio de 2009
Quinta-feira da 4ª semana da Páscoa

Santa Flávia Domitila, Virgem e Mártir, séc. I, Nossa Senhora dos Desamparados



Comentário ao Evangelho do dia feito por
Concílio Vaticano II : «Quem receber aquele que Eu enviar é a Mim que recebe»

Leituras

Actos 13,13-25.
De Pafos, onde embarcaram Paulo e os companheiros, dirigiram-se a Perga da
Panfília. João, porém, separando-se deles, voltou para Jerusalém.
Quanto àqueles, deixaram Perga e, caminhando sempre, chegaram a Antioquia
da Pisídia. A um sábado, entraram na sinagoga e sentaram-se.
Depois da leitura da Lei e dos Profetas, os chefes da sinagoga
mandaram-lhes dizer: «Irmãos, se tiverdes alguma exortação a dirigir ao
povo, falai.»
Então, Paulo, levantando-se, fez sinal com a mão e disse: «Homens de Israel
e vós os tementes a Deus, escutai:
O Deus deste povo, o Deus de Israel, escolheu os nossos pais e engrandeceu
este povo durante a sua permanência no Egipto. Depois, com a força do seu
braço, retirou-o de lá
e, durante uns quarenta anos, sustentou-o no deserto.
A seguir, exterminando sete nações na terra de Canaã, conferiu-lhes a posse
do seu território,
por cerca de quatrocentos e cinquenta anos. Depois disso, deu-lhes juizes
até ao profeta Samuel.
Em seguida, pediram um rei, e Deus concedeu-lhes, durante quarenta anos,
Saul, filho de Quis, da tribo de Benjamim.
Pondo este de parte, Deus elevou David como rei, e a seu respeito deu este
testemunho: 'Encontrei David, filho de Jessé, homem segundo o meu coração,
que fará todas as minhas vontades.'
Da sua descendência, segundo a sua promessa, Deus proporcionou a Israel um
Salvador, que é Jesus.
João preparou a sua vinda, anunciando um baptismo de penitência a todo o
povo de Israel.
Quase a terminar a sua carreira, João dizia: 'Eu não sou quem julgais; mas
vem, depois de mim, alguém cujas sandálias não sou digno de desatar.'


Salmos 89(88),2-3.21-22.25.27.
Hei de cantar para sempre o amor do SENHOR; a todas as gerações anunciarei
a sua fidelidade.
Proclamarei que o teu amor é para sempre, e que a tua fidelidade é eterna
como o céu.
Encontrei David, meu servo, e ungi o com óleo santo.
A minha mão estará sempre com ele e o meu braço há-de torná lo forte.
A minha fidelidade e o meu amor estarão com ele; pelo meu nome crescerá o
seu poder.
Ele me invocará, dizendo: 'Tu és meu pai, és o meu Deus e o rochedo da
minha salvação!'


João 13,16-20.
Em verdade, em verdade vos digo, não é o servo mais do que o seu Senhor,
nem o enviado mais do que aquele que o envia.
Uma vez que sabeis isto, sereis felizes se o puserdes em prática.
Não me refiro a todos vós. Eu bem sei quem escolhi, e há-de cumprir-se a
Escritura: Aquele que come do meu pão levantou contra mim o calcanhar.
Desde já vo-lo digo, antes que isso aconteça, para que, quando acontecer,
acrediteis que Eu sou.
Em verdade, em verdade vos digo: quem receber aquele que Eu enviar é a mim
que recebe, e quem me recebe a mim, recebe aquele que me enviou.»


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

Concílio Vaticano II
Constituição Dogmática sobre a Revelação, «Dei Verbum», §§ 7-8

«Quem receber aquele que Eu enviar é a Mim que recebe»

Deus dispôs amorosamente que permanecesse íntegro e fosse transmitido a
todas as gerações tudo quanto tinha sido revelado para salvação de todos os
povos. Por isso, Cristo Senhor, em Quem se consuma toda a revelação do Deus
Altíssimo (2Cor 1, 20; 3, 16-4, 6), mandou aos Apóstolos que pregassem a
todos, como fonte de toda a verdade salutar e de toda a disciplina de
costumes, o Evangelho prometido antes pelos Profetas e por Ele cumprido e
promulgado pessoalmente, comunicando-lhes assim os dons divinos. Isto foi
realizado com fidelidade, tanto pelos Apóstolos que, na sua pregação oral,
exemplos e instituições transmitiram aquilo que tinham recebido dos lábios,
do trato e das obras de Cristo, e o que tinham aprendido por inspiração do
Espírito Santo, como por aqueles Apóstolos e varões apostólicos que, sob a
inspiração do mesmo Espírito Santo, escreveram a mensagem da salvação.

Porém, para que o Evangelho fosse perenemente conservado íntegro e vivo na
Igreja, os Apóstolos deixaram os Bispos como seus sucessores,
«entregando-lhes o seu próprio ofício de magistério» (Santo Ireneu).
Portanto, esta Sagrada Tradição e a Sagrada Escritura dos dois Testamentos
são como um espelho no qual a Igreja peregrina na Terra contempla a Deus,
de Quem tudo recebe, até ser conduzida a vê-Lo face a face tal qual Ele é
(1Jo 3, 2). [...]

Esta tradição apostólica progride na Igreja sob a assistência do Espírito
Santo. Com efeito, progride a percepção, tanto das coisas como das palavras
transmitidas, quer mercê da contemplação e do estudo dos crentes, que as
meditam no seu coração (Lc 2, 19.51), quer mercê da íntima inteligência que
experimentam das coisas espirituais, quer mercê da pregação daqueles que,
com a sucessão do episcopado, receberam o carisma da verdade. Isto é, a
Igreja tende continuamente, no decurso dos séculos, para a plenitude da
verdade divina, até que nela se realizem as palavras de Deus.




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"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12
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