11 de mai de 2009

Liturgia Diária!!!

Segunda-feira, dia 11 de Maio de 2009
Segunda-feira da 5ª semana da Páscoa

Santo Hugo de Cluny, abade, +1109, Santa Maria Bertilla Boscardin, religiosa enfermeira, +1922



Comentário ao Evangelho do dia feito por
São Josemaría Escrivá de Balaguer : «Meu Pai o amará, e Nós viremos a ele e nele faremos morada»

Leituras

Actos 14,5-18.
Entre os pagãos e os judeus, conduzidos pelos respectivos chefes,
levantou-se um movimento para os maltratar e apedrejar.
Logo que tiveram conhecimento disso, refugiaram-se nas cidades da Licaónia,
Listra e Derbe, e arredores,
onde começaram a anunciar a Boa-Nova.
Havia em Listra um homem aleijado dos pés, coxo de nascença e que nunca
tinha andado.
Um dia, ouviu Paulo falar. Este, fitando nele os olhos e vendo que tinha fé
para ser curado,
disse-lhe em voz alta: «Ergue-te, direito sobre os teus pés!» Ele deu um
salto e começou a andar.
Ao ver o que Paulo acabava de fazer, a multidão gritou em licaónio: «Os
deuses tomaram forma humana e desceram até nós!»
E chamavam Zeus a Barnabé, e Hermes a Paulo, pois este é que lhes dirigia a
palavra.
Então, o sacerdote do templo de Zeus, venerado junto da cidade, trazendo
touros e grinaldas para as portas da cidade, pretendia, juntamente com a
multidão, oferecer-lhes um sacrifício.
Ao terem conhecimento disso, os Apóstolos Barnabé e Paulo rasgaram as
vestes e precipitaram-se para a multidão, gritando:
«Amigos, que fazeis? Também nós somos homens da mesma condição que vós,
homens que vos anunciam a Boa-Nova de que deveis abandonar os ídolos vãos e
voltar-vos para o Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo quanto
neles se encontra.
Nas gerações passadas, permitiu que todos os povos seguissem os seus
próprios caminhos,
mas nem por isso deixou de dar testemunho da sua generosidade,
dispensando-vos do céu chuvas e estações de fertilidade, enchendo os vossos
corações de alimento e de felicidade.»
Mesmo depois de terem assim falado, foi a custo que impediram a multidão de
lhes oferecer um sacrifício.


Salmos 115(113B),1-2.3-4.15-16.
Não a nós, ó SENHOR, não a nós, mas ao teu nome dá glória, pelo teu amor e
fidelidade.
Se não, os pagãos vão continuar a dizer: «Onde está o vosso Deus?»
nosso Deus, lá do céu, faz tudo o que lhe apraz.
Os ídolos dos pagãos são ouro e prata, obra das mãos dos homens:
Sede abençoados pelo SENHOR, que fez o céu e a terra.
céu é pertença do SENHOR; mas a terra, Ele a deu aos seres humanos.


João 14,21-26.
Quem recebe os meus mandamentos e os observa esse é que me tem amor; e quem
me tiver amor será amado por meu Pai, e Eu o amarei e hei-de manifestar-me
a ele.»
Perguntou-lhe Judas, não o Iscariotes: «Porque te hás-de manifestar a nós e
não te manifestarás ao mundo?»
Respondeu-lhe Jesus: «Se alguém me tem amor, há-de guardar a minha palavra;
e o meu Pai o amará, e Nós viremos a ele e nele faremos morada.
Quem não me tem amor não guarda as minhas palavras; e a palavra que ouvis
não é minha, mas é do Pai, que me enviou».
«Fui-vos revelando estas coisas enquanto tenho permanecido convosco;
mas o Paráclito, o Espírito Santo que o Pai enviará em meu nome, esse é que
vos ensinará tudo, e há-de recordar-vos tudo o que Eu vos disse.»


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

São Josemaría Escrivá de Balaguer (1902-1975), presbítero, fundador
Homilia «Cristo presente nos cristãos», de «Cristo que Passa», §§ 102-103

«Meu Pai o amará, e Nós viremos a ele e nele faremos morada»

Cristo permanece na Sua Igreja: nos seus sacramentos, na sua liturgia, na
sua pregação, em toda a sua actividade. De modo especial, Cristo continua
presente entre nós nessa entrega diária que é a Sagrada Eucaristia. Por
isso, a missa é o centro e a raiz da vida cristã. Em todas as missas está
sempre presente o Cristo total, Cabeça e Corpo. «Por Cristo, com Cristo e
em Cristo». Porque Cristo é o Caminho, o Mediador. Nele tudo encontramos;
fora Dele, a nossa vida torna-se vazia. [...]Cristo vive nos
cristãos. A fé diz-nos que o homem, em estado de graça, está endeusado.
Somos homens e mulheres; não somos anjos. Seres de carne e osso, com
coração e paixões, com tristezas e alegrias; mas a divinização envolve o
homem todo, como antecipação da ressurreição gloriosa. «Cristo ressuscitou
de entre os mortos, como primícias dos que morreram. Porque, assim como por
um homem veio a morte, também veio por um homem a ressurreição. Porque,
assim como todos morrem em Adão, assim também, em Cristo todos são
vivificados» (1Cor 15, 20-22). A vida de Cristo é a nossa vida,
segundo o que prometera aos Seus Apóstolos no dia da Última Ceia: «Se
alguém Me tem amor, há-de guardar a Minha palavra; e o Meu Pai o amará, e
Nós viremos a ele e nele faremos morada» (Jo 14, 23). O cristão deve, pois,
viver segundo a vida de Cristo, tornando seus os sentimentos de Cristo, de
tal modo que possa exclamar com São Paulo: «Não sou eu quem vive, é Cristo
que vive em mim» (Gal 12, 20).




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