12 de jun de 2009

Liturgia Diária!!!

Sexta-feira, dia 12 de Junho de 2009
Sexta-feira da 10ª semana do Tempo Comum

Nossa Senhora do Sameiro, Beato Ludovico Mzyk, presbítero, e companheiros mártires (+1940)



Comentário ao Evangelho do dia feito por
Paulo VI : «Deus criou o homem à Sua imagem, criou-o à imagem de Deus; Ele os criou homem e mulher» (Gn 1, 27)

Leituras

2 Cor. 4,7-15.
Trazemos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que se veja que este
extraordinário poder é de Deus e não é nosso.
Em tudo somos atribulados, mas não esmagados; confundidos, mas não
desesperados;
perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não aniquilados.
Trazemos sempre no nosso corpo a morte de Jesus, para que também a vida de
Jesus seja manifesta no nosso corpo.
Estando ainda vivos, estamos continuamente expostos à morte por causa de
Jesus, para que a vida de Jesus seja manifesta também na nossa carne
mortal.
Assim, em nós opera a morte, e em vós a vida.
Animados do mesmo espírito de fé, conforme o que está escrito: Acreditei e
por isso falei, também nós acreditamos e por isso falamos,
sabendo que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus, também nos há-de
ressuscitar com Jesus, e nos fará comparecer diante dele junto de vós.
E tudo isto faço por vós, para que a graça, multiplicando-se na comunidade,
faça aumentar a acção de graças, para a glória de Deus.


Salmos 116(115),10-11.15-16.17-18.
Eu tinha confiança, mesmo quando disse: «A minha aflição é muito grande!»
Na minha perturbação, eu dizia: «Todo o homem é mentiroso!»
preciosa aos olhos do SENHOR a morte dos seus fiéis.
SENHOR, sou teu servo, filho da tua serva; quebraste as minhas cadeias.
Hei-de oferecer-te sacrifícios de louvor, invocando, SENHOR, o teu nome.
Cumprirei as minhas promessas feitas ao SENHOR na presença de todo o seu
povo,


Mateus 5,27-32.
«Ouvistes o que foi dito: Não cometerás adultério.
Eu, porém, digo-vos que todo aquele que olhar para uma mulher, desejando-a,
já cometeu adultério com ela no seu coração.
Portanto, se a tua vista direita for para ti origem de pecado, arranca-a e
lança-a fora, pois é melhor perder-se um dos teus órgãos do que todo o teu
corpo ser lançado à Geena.
E se a tua mão direita for para ti origem de pecado, corta-a e lança-a
fora, porque é melhor perder-se um só dos teus membros do que todo o teu
corpo ser lançado à Geena.»
«Também foi dito: Aquele que se divorciar da sua mulher, dê-lhe documento
de divórcio.
Eu, porém, digo-vos: Aquele que se divorciar da sua mulher excepto em caso
de união ilegal expõe-na a adultério, e quem casar com a divorciada comete
adultério.»


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

Paulo VI, Papa entre 1963 e 1978
Humanae vitae, 8-9

«Deus criou o homem à Sua imagem, criou-o à imagem de Deus; Ele os criou homem e mulher» (Gn 1, 27)

«O amor conjugal exprime a sua verdadeira natureza e nobreza quando se
considera a sua fonte suprema, Deus, que é Amor. [...] O matrimónio não é,
portanto, fruto do acaso, ou produto de forças naturais inconscientes: é
uma instituição sapiente do Criador, para realizar na humanidade o Seu
desígnio de amor. Mediante a doação pessoal recíproca, [...] os esposos
tendem para a comunhão dos seus seres, com vista a um aperfeiçoamento mútuo
pessoal, para colaborarem com Deus na geração e educaçao de novas vidas.
Depois, para os baptizados, o matrimónio revela a dignidade de sinal
sacramental da graça, enquanto representa a união de Cristo com a Igreja
(Ef 5, 32).A esta luz, aparecem-nos claramente as notas
características do amor conjugal. [...] É, antes de mais, um amor
plenamente humano, quer dizer, ao mesmo tempo espiritual e sensível. Não é,
portanto, um simples ímpeto do instinto ou do sentimentos; mas é também, e
principalmente, um acto da vontade livre, destinado a manter-se e a
crescer, mediante as alegrias e as dores da vida quotidiana, de tal modo
que os esposos se tornem um só coração e uma só alma e alcancem a sua
perfeição humana.É, depois, um amor total, quer dizer, uma
forma muito especial de amizade pessoal, em que os esposos generosamente
compartilham todas as coisas, sem reservas indevidas e sem cálculos
egoístas. Quem ama verdadeiramente o próprio consorte não o ama somente por
aquilo que dele recebe, mas por ele mesmo, sentindo-se feliz por poder
enriquecê-lo com o dom de si próprio.É, ainda, um amor fiel e
exclusivo, até à morte. Assim o concebem, efectivamente, o esposo e a
esposa no dia em que assumem, livremente e com plena consciência, o
compromisso do vínculo matrimonial. [...] É, finalmente, um amor fecundo,
que não se esgota na comunhão entre os cônjuges, mas que está destinado a
continuar-se, suscitando novas vidas.




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"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12
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