28 de jul de 2009

Liturgia Diária!!!

Terça-feira, dia 28 de Julho de 2009
Terça-feira da 17ª semana do Tempo Comum

S. Vítor I, papa, +199, Beata Maria Teresa Kowalska, virgem e mártir, +1941



Comentário ao Evangelho do dia feito por
Catecismo da Igreja Católica §§ 823 – 827 : Creio na Igreja una, santa, católica e apostólica

Leituras

Ex. 33,7-11.34,5-9.28.
Moisés pegou na tenda e foi colocá-la a certa distância do acampamento.
Deu-lhe o nome de tenda da reunião. E todos aqueles que desejavam consultar
o Senhor iam à tenda da reunião, fora do acampamento.
Quando Moisés se dirigia para a tenda, todo o povo se levantava,
permanecendo cada um à entrada da própria tenda, para o seguir com os
olhos, até Moisés entrar na tenda.
Logo que Moisés entrava na tenda, a coluna de nuvem descia e mantinha-se à
entrada, e o Senhor falava com Moisés.
E, ao ver a coluna de nuvem que permanecia à entrada da tenda, todo o povo
se levantava e se prostrava, cada um à entrada da sua tenda.
O Senhor falava com Moisés, frente a frente, como um homem fala com o seu
amigo. Moisés voltava, em seguida, para o acampamento; mas Josué, filho de
Nun, o seu servidor, homem ainda novo, não se afastava do interior da
tenda.
O Senhor desceu na nuvem e, passando junto dele, pronunciou o nome do
Senhor.
O Senhor passou em frente dele e exclamou: «Senhor! Senhor! Deus
misericordioso e clemente, vagaroso na ira, cheio de bondade e de
fidelidade,
que mantém a sua graça até à milésima geração, que perdoa a iniquidade, a
rebeldia e o pecado, mas não declara inocente o culpado e pune o crime dos
pais nos filhos, e nos filhos dos seus filhos até à terceira e à quarta
geração.»
Moisés curvou-se imediatamente até ao chão e prostrou-se em adoração,
dizendo: «Se, entretanto, alcancei graça aos teus olhos, ó Senhor, vem, por
favor, caminhar no meio de nós, pois este é um povo de cerviz dura. Mas
perdoa-nos as nossas iniquidades e os nossos pecados e aceita-nos como
propriedade tua.»
Moisés permaneceu junto do Senhor quarenta dias e quarenta noites, sem
comer pão nem beber água. E escreveu nas tábuas as palavras da aliança, os
dez mandamentos.


Salmos 103(102),6-7.8-9.10-11.12-13.
SENHOR defende, com justiça, o direito de todos os oprimidos.
Revelou os seus caminhos a Moisés e as suas maravilhas aos filhos de
Israel.
SENHOR é misericordioso e compassivo, é paciente e cheio de amor.
Não está sempre a repreender-nos, nem a sua ira dura para sempre.
Não nos tratou segundo os nossos pecados, nem nos castigou segundo as
nossas culpas.
Como é grande a distância dos céus à terra, assim são grandes os seus
favores para os que o temem.
Como o Oriente está afastado do Ocidente, assim Ele afasta de nós os nossos
pecados.
Como um pai se compadece dos filhos, assim o SENHOR se compadece dos que o
temem.


Mateus 13,36-43.
Afastando-se, então, das multidões, Jesus foi para casa. E os seus
discípulos, aproximando-se dele, disseram-lhe: «Explica-nos a parábola do
joio no campo.»
Ele, respondendo, disse-lhes: «Aquele que semeia a boa semente é o Filho do
Homem;
o campo é o mundo; a boa semente são os filhos do Reino; o joio são os
filhos do maligno;
o inimigo que a semeou é o diabo; a ceifa é o fim do mundo e os ceifeiros
são os anjos.
Assim, pois, como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será no fim do
mundo:
o Filho do Homem enviará os seus anjos, que hão-de tirar do seu Reino todos
os escandalosos e todos quantos praticam a iniquidade,
e lançá-los na fornalha ardente; ali haverá choro e ranger de dentes.
Então os justos resplandecerão como o Sol, no Reino de seu Pai. Aquele que
tem ouvidos, oiça!»


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

Catecismo da Igreja Católica §§ 823 – 827


Creio na Igreja una, santa, católica e apostólica

A Igreja é Santa, aos olhos da fé, indefectivelmente santa. Com efeito,
Cristo, Filho de Deus, que é proclamado «o único Santo», com o Pai e o
Espírito, amou a Igreja como sua esposa, entregou-Se por ela para a
santificar, uniu-a a Si como seu Corpo e cumulou-a com o dom do Espírito
Santo para glória de Deus». A Igreja é, pois, «o povo santo de Deus», e os
seus membros são chamados «santos» (1Cor 6, 1). [...] A Igreja, unida a
Cristo, é santificada por Ele. Por Ele e n'Ele toma-se também santificante.
[...] É nela que «nós adquirimos a santidade pela graça de Deus». [...] Nos
seus membros, a santidade perfeita é ainda algo a adquirir. [...]

«Enquanto que Cristo, santo e inocente, sem mancha, não conheceu o pecado,
mas veio somente expiar os pecados do povo, a Igreja, que no seu próprio
seio encerra pecadores, é simultaneamente santa e chamada a purificar-se,
prosseguindo constantemente no seu esforço de penitência e renovação» (LG
42) Todos os membros da Igreja, inclusive os seus ministros, devem
reconhecer-se pecadores. Em todos eles, o joio do pecado encontra-se ainda
misturado com a boa semente do Evangelho até ao fim dos tempos

A Igreja reúne, pois, em si, pecadores abrangidos pela salvação de Cristo,
mas ainda a caminho da santificação. A Igreja «é santa, não obstante
compreender no seu seio pecadores, porque ela não possui em si outra vida
senão a da graça: é vivendo da sua vida que os seus membros se santificam;
e é subtraindo-se à sua vida que eles caem em pecado e nas desordens que
impedem a irradiação da sua santidade. É por isso que ela sofre e faz
penitência por estas faltas, tendo o poder de curar delas os seus filhos,
pelo Sangue de Cristo e pelo dom do Espírito Santo.




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"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12
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