"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12

12/02/2009

Informativo Cléofas - 12/02/2009

Informativo Cléofas, 12 de Fevereiro de 2009 - Ano IV - Número 108

Notícias do Programa Escola da Fé

+ O Papa alenta a viver o Jejum nesta Quaresma
+ Santa Sé exige aceitação plena do Concílio Vaticano II a Lefebvristas
+ A pior enfermidade é a "ausência de Deus", diz Bento XVI
+ Leigos venezuelanos rechaçam violência antirretigiosa e convocam jornada de oração
+ Papa pede que Brasil mantenha proibição a células-tronco
+ O Aborto não soluciona nada, adverte Vice-presidenta do Congresso Peruano
+ Jovens na Venezuela se reúnem para assumir compromisso Batismal
+ Santa Sé deve investigar se na morte de Eluana houve intervenção humana

+ Desenvolvem no Brasil células mãe sem necessidde de embriões
+ Programa de Cursos Virtuais sobre História da Igreja

 

+ índice

O programa Escola da Fé, é exibido toda a quinta-feira às 20h30 na TV Canção Nova (Link))


Perguntas e Respostas

+ Quais as Cores Litúrgicas e do Advento?
+ Quais as diferenças entre a Igreja Romana e a Igreja Ortodoxa(Grega)?
+ A Igreja é contra a Teoria da Evolução?

+ Porque o casal casado somente no civil não pode comungar?



Blog do Prof. Felipe

Qual a origem do Carnaval

I. Origem: antes do mais, diga-se algo sobre a etimologia de “Carnaval”.

Comumente os autores explicam este nome a partir dos termos do latim tardio “carne vale”, isto é, “adeus carne” ou “despedida da carne”; esta derivação indicaria que no Carnaval o consumo de carne era considerado lícito pela última vez antes dos dias de jejum quaresmal. - Outros estudiosos recorrem à expressão “carnem levare”, suspender ou retirar a carne: o Papa São Gregório Magno teria dado ao último domingo antes da Quaresma, ou seja, ao domingo da Qüinquagésima, o título de “dominica ad carnes levandas”; a expressão haveria sido sucessivamente, carneval ou carnaval”. - Um terceiro grupo de etimologistas apela para as origens pagãs do Carnaval: entre os gregos e romanos costumava-se exibir um préstito em forma de nave dedicada ao deus Dionísio ou Baco, préstito ao qual em latim se dava o nome de currus navalis: donde a forma Carnavale.

Como se vê, não é muito clara a procedência do nome.

Quanto à realidade por este designada deve-se dizer o seguinte:

As mais antigas notícias de pompas semelhantes às que hoje chamamos “Carnaval” datam, como se crê, do séc. VI antes de Cristo, na Grécia: as pinturas de certos vasos gregos apresentam figuras mascaradas a desfilar em procissão ao som de música as pompas do culto do deus Dionísio, com suas fantasias e alegorias, são certamente anteriores à era cristã. Entre os gregos, análogas festividades eram ocasionadas pela entrada de novo ano civil (mês de janeiro) ou pela aproximação da primavera e a conseqüente despedida do inverno...(...)

 

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Livro da Semana

Na Escola dos Santos Doutores

Dos mais de vinte mil santos canonizados, a Igreja, até hoje, deu a 33 deles, o título de "doutor ou doutora da Igreja".

Nestas páginas você poderá conhecer um pouco dos seus pensamentos e ensinamentos. Entre eles encontramos, por exemplo, Santo Agostinho, São Tomás de Aquino, Santa Teresa de Ávila, Santa Teresinha do Menino Jesus, São João da Cruz, Santo Afonso de Ligório, São Leão Magno,... e tantos outros grandes homens e mulheres que amadureceram a Sabedoria e a Santidade sob o Sol do Evangelho, da oração, da penitência e da caridade, e que tiveram grande importância na vida da Igreja.

Não há Escola de Santidade mais preciosa para os homems e mulheres dos nossos dias.

É um livro rico para todos que querem crescer em sabedoria, santidade, amor à Igreja e conhecimento da doutrina católica.


Ficha Técnica
Editora: Cléofas
ISBN: 978-85-88158-43-6
Ano: 2008
Edição: 6
Número de páginas: 216
Idioma: Português (BR)
Acabamento: Brochura
Formato: 14x21 cm



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Liturgia Diária!!!

Quinta-feira, dia 12 de Fevereiro de 2009
Quinta-feira da 5ª semana do Tempo Comum

Santa Eulália de Barcelona, virgem e mártir, +304



Comentário ao Evangelho do dia feito por
Guigues de Chartres : «Ela veio lançar-se a Seus pés»

Leituras

Gén. 2,18-25.
O Senhor Deus disse: «Não é conveniente que o homem esteja só; vou dar-lhe
uma auxiliar semelhante a ele.»
Então, o Senhor Deus, após ter formado da terra todos os animais dos campos
e todas as aves dos céus, conduziu-os até junto do homem, a fim de
verificar como ele os chamaria, para que todos os seres vivos fossem
conhecidos pelos nomes que o homem lhes desse.
O homem designou com nomes todos os animais domésticos, todas as aves dos
céus e todos os animais ferozes; contudo, não encontrou auxiliar semelhante
a ele.
Então, o Senhor Deus fez cair sobre o homem um sono profundo; e, enquanto
ele dormia, tirou-lhe uma das suas costelas, cujo lugar preencheu de carne.

Da costela que retirara do homem, o Senhor Deus fez a mulher e conduziu-a
até ao homem.
Então, o homem exclamou: «Esta é, realmente, osso dos meus ossos e carne da
minha carne. Chamar-se-á mulher, visto ter sido tirada do homem!»
Por esse motivo, o homem deixará o pai e a mãe, para se unir à sua mulher;
e os dois serão uma só carne.
Estavam ambos nus, tanto o homem como a mulher, mas não sentiam vergonha.


Salmos 128(127),1-2.3.4-5.
Felizes os que obedecem ao SENHOR e andam nos seus caminhos.
Comerás do fruto do teu próprio trabalho: assim serás feliz e viverás
contente.
tua esposa será como videira fecunda na intimidade do teu lar; os teus
filhos serão como rebentos de oliveira ao redor da tua mesa.
Assim vai ser abençoado o homem que obedece ao SENHOR.
SENHOR te abençoe do monte Sião! Possas contemplar a prosperidade de
Jerusalém todos os dias da tua vida,


Marcos 7,24-30.
Partindo dali, Jesus foi para a região de Tiro e de Sídon. Entrou numa casa
e não queria que ninguém o soubesse, mas não pôde passar despercebido,
porque logo uma mulher que tinha uma filha possessa de um espírito maligno,
ouvindo falar dele, veio lançar-se a seus pés.
Era gentia, siro-fenícia de origem, e pedia-lhe que expulsasse da filha o
demónio.
Ele respondeu: «Deixa que os filhos comam primeiro, pois não está bem tomar
o pão dos filhos para o lançar aos cachorrinhos.»
Mas ela replicou: «Dizes bem, Senhor; mas até os cachorrinhos comem debaixo
da mesa as migalhas dos filhos.»
Jesus disse: «Em atenção a essa palavra, vai; o demónio saiu de tua filha.»

Ela voltou para casa e encontrou a menina recostada na cama. O demónio
tinha-a deixado.


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

Guigues de Chartres (1083-1136), Prior da Grande Cartuxa
Carta sobre a vida contemplativa, 6-7 (trad. Orval ; cf SC 163, p. 95)

«Ela veio lançar-se a Seus pés»

«Senhor, Tu que só os corações puros podem ver (Mt 5, 8), eu procuro, na
leitura e na meditação, encontrar a verdadeira pureza do coração e a forma
de a obter para poder, graças a ela, conhecer-Te, por pouco que seja.
Procurei o Teu rosto, Senhor, procurei o Teu rosto (Sl 26, 8). Meditei
muito dentro do meu coração, e um fogo se iluminou na minha meditação: o
desejo de Te conhecer melhor. Quando Tu partes para mim o pão da Sagrada
Escritura, eu reconheço-Te nessa fracção de pão (Lc 24, 30-35). E quanto
melhor Te conheço, mais desejo conhecer-Te, não só no sentido do texto, mas
no sabor da experiência.

Não o peço, Senhor, pelos meus méritos, mas por causa da Tua misericórdia.
Devo confessar que sou, realmente, pecador e indigno, mas «mas até os
cachorrinhos comem debaixo da mesa as migalhas dos filhos». Dá-me portanto,
Senhor, em fiança pela herança futura, ao menos uma gota da chuva celeste
para refrescar a minha sede, pois estou sequioso de amor. [...]»

É através deste tipo de discursos que a alma chama pelo seu Esposo. E o
Senhor, que olha pelos justos e que não ouve apenas as suas preces mas está
presente nessa oração, não espera pelo final. Ele interrompe o discurso a
meio; aparece de repente, vem rapidamente ao encontro da alma que O deseja,
fluindo no doce orvalho do céu como o perfume mais precioso. Ele recria a
alma fatigada, alimenta a que tem fome, fortifica a sua fragilidade,
reaviva-a mortificando-a através de um admirável esquecimento de si
própria, torna-a sóbria ao enebriá-la.




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