16 de mai de 2009

'Anjos e demônios': Um filme-propaganda que 'confirma o fascínio pela Igreja'


"'Anjos e demônios' é um filme inverossímil, leve, que não deve ser levado muito a sério, mesmo que tenha um bom ritmo e seja bem interpretado. Uma tonelada de erros: Galileu deslocado um século para trás, o seu caso falseado. Não é verdade que Pio IX mutilou as estátuas antigas, nem que foram destruídas no final do século XVIII, quando os piemonteses chegavam em Roma durante 30 anos. É mentira que os arquivos vaticanos são inacessíveis, que o secretário pessoal do Papa é também camerlengo e que pode guiar a transição... Só há uma coisa certa: os hábitos. Os uniformes das guardas suíças são impecáveis. Como as vestes dos cardeais. E a sua gestualidade no conclave, os anéis, as cédulas. Muitas coisas são equivocadas, mas não os símbolos. Mais do que representar um perigo, esse filme confirma o fascínio milenar pelo catolicismo. Pela Igreja. Pelo Vaticano".

Pré-estréia mundial, Auditorium de Roma. Quando se acendem as luzes na sala, Gian Maria Vian, diretor do L'Osservatore Romano, sentado não distante de Dan Brown, de Tom Hanks, do diretor Ron Howard e ao lado de outros convidados – Veltroni, Ursula Andress, Bonolis, Barbara Bouchet, Augias, Maria Grazia Cucinotta – está mais irônico do que escandalizado. Em mais de duas horas de filme, debaixo de seus olhos passaram muitas coisas. Em síntese: o Papa é pai (mesmo que não graças à inseminação artificial, como no romance, mas após uma adoção), o filho é o seu secretário; o Pontífice foi assassinado, os quatro papáveis – definidos inacreditavelmente como "Preferidos" – são raptados na véspera do Conclave; a antimatéria, mais perigosa do que a bomba atômica, está escondida nos subterrâneos da Basílica de São Pedro e está por explodir...

"Há muitas bobagens, é verdade – sorri Vian. Mas o filme, de qualquer modo, se sustenta. Marca o retorno aos clássicos dos anos 60, os filmes de 'fanta-Vaticano', dos quais eu gostava muito. Como "As Sandálias do Pescador", com Anthony Queen no papel de Cirilo I, tirado do best-seller homônimo de Morris West: quase a intuição do pontificado de João Paulo II. Com relação a essa tradição, 'Anjos e demônios' paga o pedágio ao público americano. A aproximação histórica é impressionante. Não é verdade que a porta da Capela Sistina é selada durante o Conclave, que os cardeais permanecem fechados noite e dia na capela, que Celestino V tenha sido assassinado, que a lei veta a autópsia do corpo do Pontífice. Não existem 'jatos vaticanos', nem um 'Banco vaticano', nem um 'grande eleitor vaticano'. Nem é plausível a cena em que os arquivos vaticanos se transformam em uma armadilha tecnológica mortal. Em certos traços, parece Indiana Jones".

Porém, revelados os erros e os exageros, Vian vê na grande máquina do filme o enésimo sinal "do fascínio eterno pelo catolicismo. Pela Igreja. Pelo Vaticano. Certamente, não seriam necessários Dan Brown e Ron Howard para lembrar isso". Mas todos os sinais estão presentes: "A Cúpula de Michelangelo. As estátuas de Bernini, mesmo que não tenham conseguido refazer a Santa Teresa em êxtase. As igrejas de Roma. As grutas vaticanas. As guardas suíças, que entre eles falam justamente como no filme, em um alemão de forte acento regional. A Capela Sistina, reconstruída de modo admirável, visto que a Santa Sé não se prestou a dar nenhuma contribuição a essa operação de caixa. De resto, nem os produtores de ficção tiveram permissão, nem mesmo [Luca e Matilde] Berbabei" [produtores do filme "Papa João Paulo II", das redes CBS e Rai], o que já diz tudo.

"Confirma-se novamente a centralidade do Vaticano e a força muito atual da fascinação que a Igreja exerce também em quem não a conhece. E Pierfrancesco Favino tem razão, que também neste filme se confirma um talento interessante, quando mostra que se trata também de uma gigantesca propaganda sobre Roma. A entidade para o turismo da cidade não teria feito melhor...".

Os convidados foram acolhidos por figurantes vestidos de guardas suíços. "Uma palhaçada", comenta Vian. Ele porém anota desde o início como a trama inverte o projeto do filme anti-Vaticano: "Aqui, os depositários do 'segredo' não são as hierarquias eclesiásticas, mas os seus adversários". Isto é, os Illuminati, a misteriosa confraria que roubou a antimatéria do Cern [Organização Europeia para a Investigação Nuclear] e quer usá-la para vingar um insulto ocorrido em 1668 a quatro afiliados, marcados por fogo pela Igreja. "Também esta é uma grave mentira histórica – comenta o diretor do L'Osservatore Romano. Não só pela implausibilidade da pena, quanto ao fato de que é colocada em uma época histórica em que há tempos a Igreja já não é mais inimiga da ciência. Copérnico era um eclesiástico. Se formos ver bem, neste filme também há um padre cientista... Mais em geral, está equivocado o estereótipo de uma Igreja em luta com a modernidade e o progresso. Uma das linhas-guia do pontificado de Bento XVI é justamente o acordo entre fé e razão".

Três dos quatro cardeais raptados tem um final terrível. Um deles é esfaqueado até à morte em uma Praça de São Pedro agitada por uma rixa digna de estádio. Falta muito pouco para a explosão final, o secretário do Pontífice que parecia bom se revela malvado, mas o final obviamente é feliz, e o quarto cardeal se torna Papa. "O filme, em certos detalhes, é melhor do que certas ficções – conclui Vian. De resto, não merece muita publicidade. Não é o caso de se falar em condenações. No fundo, basta ter feito, não digo o Ensino Médio, mas um válido Ensino Fundamental para desmascarar a impostura complexa e as muitas insensatezes específicas. E, depois, Tom Hanks continua sendo um ótimo ator...".

Aldo Cazzullo com tradução de Moisés Sbardelotto.
Fonte: UNISINOS

http://amaivos.uol.com.br/amaivos09/noticia/noticia.asp?cod_noticia=12367&cod_canal=34

Liturgia Diária!!!

Sabado, dia 16 de Maio de 2009
Sábado da 5ª semana da Páscoa

São João Nepomuceno, mártir, +1383



Comentário ao Evangelho do dia feito por
Santo Agostinho : «Não vindes do mundo, pois fui Eu que vos escolhi do meio do mundo»

Leituras

Actos 16,1-10.
Paulo chegou em seguida a Derbe e, depois, a Listra. Havia ali um discípulo
chamado Timóteo, filho de uma judia crente e de pai grego,
que era muito estimado pelos irmãos de Listra e de Icónio.
Paulo resolveu levá-lo consigo e, tomando-o, circuncidou-o, por causa dos
judeus existentes naquelas regiões, pois todos sabiam que o pai dele era
grego.
Nas cidades por onde passavam, transmitiam e recomendavam aos irmãos que
cumprissem as decisões tomadas pelos Apóstolos e pelos Anciãos de
Jerusalém.
Dessa forma, as igrejas eram confirmadas na fé e cresciam em número, de dia
para dia.
Paulo e Silas atravessaram a Frígia e o território da Galácia, pois o
Espírito Santo impediu-os de anunciar a Palavra na Ásia.
Chegando à fronteira da Mísia, tentaram dirigir-se à Bitínia, mas o
Espírito de Jesus não lho permitiu.
Atravessaram, então, a Mísia e desceram para Tróade.
Ora, durante a noite, Paulo teve uma visão: um macedónio estava de pé
diante dele e fazia-lhe este pedido: «Passa à Macedónia e vem ajudar-nos!»
Logo que Paulo teve esta visão, procurámos partir para a Macedónia,
persuadidos de que Deus nos chamava, para aí anunciar a Boa-Nova.


Salmos 100,2.3.5.
servi ao SENHOR com alegria, vinde à sua presença com cânticos de júbilo!
Sabei que o SENHOR é Deus; foi Ele quem nos criou e nós pertencemos lhe,
somos o seu povo e as ovelhas do seu rebanho.
O SENHOR é bom! O seu amor é eterno! É eterna a sua fidelidade!


João 15,18-21.
«Se o mundo vos odeia, reparai que, antes que a vós, me odiou a mim.
Se viésseis do mundo, o mundo amaria o que é seu; mas, como não vindes do
mundo, pois fui Eu que vos escolhi do meio do mundo, por isso é que o mundo
vos odeia.
Lembrai-vos da palavra que vos disse: o servo não é mais que o seu senhor.
Se me perseguiram a mim, também vos hão-de perseguir a vós. Se cumpriram a
minha palavra, também hão-de cumprir a vossa.
Mas tudo isto vos farão por causa de mim, porque não reconhecem aquele que
me enviou.


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

Santo Agostinho (354-430), Bispo de Hipona (norte de África) e Doutor da Igreja
Sermão 334, para os Santos Mártires, §1

«Não vindes do mundo, pois fui Eu que vos escolhi do meio do mundo»

Todos os bons e fiéis cristãos, mas sobretudo os gloriosos mártires, dirão:
«Se Deus está por nós, quem pode estar contra nós?» (Rm 8,31). O mundo
contra eles gritava, as nações faziam planos insensatos, os príncipes
conspiravam juntos (Sl 2,1); inventavam novos tormentos e imaginavam
suplícios incríveis a que submetê-los. Oprimiam-nos cobrindo-os de opróbrio
e de falsas acusações, encerravam-nos em cárceres insuportáveis,
torturavam-lhes a carne com unhas de ferro, massacravam-nos a golpes de
espada, expunham-nos às feras, abandonavam-nos às chamas, e estes mártires
de Cristo exclamavam: «Se Deus está por nós, quem pode estar contra
nós?»

O mundo inteiro está contra vós, e dizeis: «Quem pode estar contra nós?»
Mas os mártires respondem-nos: «Que significa para nós o mundo inteiro,
quando morremos por Aquele por Quem o mundo foi feito?» Que estes mártires
o digam, então, e que o reiterem, e que nós os escutemos, dizendo com eles:
«Se Deus está por nós, quem pode estar contra nós?» Podem descarregar a sua
fúria, injuriar-nos, acusar-nos injustamente, cobrir-nos de calúnias; podem
não só matar como torturar. Que farão os mártires? Repetirão: «Mas Deus é o
meu auxílio, o Senhor é Quem conserva a minha vida» (Sl 53, 6). [...] Ora,
se o Senhor é Quem conserva a minha vida e Quem dá força à minha alma, em
que poderá o mundo fazer-me mal? [...] É também Ele quem restabelecerá o
meu corpo. [...] «Até os cabelos da vossa cabeça estão contados» (Lc 12,
7). [...] Digamos portanto, digamos com fé, com esperança, com um coração
ardendo de caridade: «Se Deus está por nós, quem pode estar contra nós?»






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15 de mai de 2009

Arcebispo italiano suspende comunhão na mão para evitar abusos contra Eucaristia

OREMOS, IRMÃOS!

BOLONHA, 10 Mai. 09 / 11:27 pm (ACI).- O Arcebispo de Bolonha, Cardeal Carlo Caffarra, decidiu proibir a comunhão na mão em três Iglesias de sua jurisdição e pediu aos sacerdotes muita cautela para evitar que se sigam cometendo abusos contra a Eucaristia.

Conforme informou a imprensa local, o Escritório de Pastoral das Comunicações Sociais da Arquidiocese de Bolonha publicou um comunicado oficial com as novas disposições do Cardeal.

O texto recorda que há vinte anos, em 1989, “entrava em vigor a resolução da Conferência Episcopal Italiana, que autorizava, com a aprovação da Santa Sede, a distribuição da Sagrada Comunhão na mão”.

Entretanto, precisa que nos últimos tempos se receberam notificações de graves abusos sobre esta decisão pelo que o Cardeal Caffarra decidiu que na Catedral de São Pedro, a Basílica de São Petrônio e o Santuário da Virgem de São Lucas, “a comunhão se distribua aos fiéis unicamente sobre a língua”.

Segundo uma carta do pró-vigário geral de Bolonha, Dom Gabriele Cavina, originaram-se “graves abusos”, porque “existem pessoas que levam as Sagradas Espécies para tê-las como ’souvenires’”, “quem as vende”, ou pior “quem as leva para profaná-las em ritos satânicos”.

O sacerdote explicou que, “por desgraça, se repetiram casos de profanação da Eucaristia aproveitando a possibilidade de receber o Pão consagrado na palma da mão, sobre tudo, mas não exclusivamente, nas grandes celebrações ou nas grandes Iglesias que são lugares de passagem de numerosos fiéis. Por este motivo é bom para controlar o momento da Santa Comunhão a partir do cumprimento das normas comuns por todos bem conhecidas”.

O Cardeal Caffarra pediu que durante as Missas, “os servidores ajudem ao Ministro, na medida do possível, vigiando para que cada fiel, depois de ter recebido o Pão consagrado o consuma imediatamente ante o Ministro e por nenhum motivo seja levado dali, ou colocado no bolso ou em sacos ou em qualquer outro lugar, ou caia no chão e seja pisado”.

Fonte: Bíblia Católica News

Liturgia Diária!!!

Sexta-feira, dia 15 de Maio de 2009
Sexta-feira da 5ª semana da Páscoa

S. Manços, bispo lendário de Évora, mártir (séc. I), S. Frei Gil de Santarém, presbítero, +1265



Comentário ao Evangelho do dia feito por
Papa Bento XVI : «Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei»

Leituras

Actos 15,22-31.
Então, os Apóstolos e os Anciãos, de acordo com toda a Igreja, resolveram
escolher alguns de entre eles e enviá-los a Antioquia com Paulo e Barnabé.
Foram Judas, chamado Barsabas, e Silas, homens respeitados entre os irmãos.

E mandaram a seguinte carta por intermédio deles: «Os Apóstolos e os
Anciãos, vossos irmãos, aos irmãos de origem pagã residentes em Antioquia,
na Síria e na Cilícia, saudações!
Tendo conhecimento de que, sem autorização da nossa parte, alguns dos
nossos vos foram inquietar, perturbando as vossas almas com as suas
palavras,
resolvemos, de comum acordo, escolher delegados e enviar-vo-los com os
nossos queridos Barnabé e Paulo,
homens estes que expuseram as suas vidas pelo nome de Nosso Senhor Jesus
Cristo.
Enviamos, pois, Judas e Silas, que vos transmitirão verbalmente as mesmas
coisas.
O Espírito Santo e nós próprios resolvemos não vos impor outras obrigações
além destas, que são indispensáveis:
abster-vos de carnes imoladas a ídolos, do sangue, de carnes sufocadas e da
imoralidade. Procedereis bem, abstendo-vos destas coisas. Adeus.»
Eles, então, depois de se despedirem, desceram a Antioquia e, reunindo a
assembleia, entregaram a carta.
Depois de a lerem, todos ficaram satisfeitos com o encorajamento que lhes
trazia.


Salmos 57(56),8-9.10-12.
O meu coração está firme, ó Deus, o meu coração está firme; quero cantar e
salmodiar.
Ó minha alma, desperta! Despertai, harpa e cítara! Quero despertar a
aurora!
Hei-de louvar-te, Senhor, entre os povos, hei-de cantar-te salmos entre as
nações.
Pois o teu amor é tão grande que chega ao céu e a tua fidelidade chega até
às nuvens.
Ó Deus, revela nas alturas a tua grandeza, e, sobre toda a terra, a tua
glória.


João 15,12-17.
É este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros como Eu vos amei.
Ninguém tem mais amor do que quem dá a vida pelos seus amigos.
Vós sois meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando.
Já não vos chamo servos, visto que um servo não está ao corrente do que faz
o seu senhor; mas a vós chamei- -vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo
o que ouvi ao meu Pai.
Não fostes vós que me escolhes-tes; fui Eu que vos escolhi a vós e vos
destinei a ir e a dar fruto, e fruto que permaneça; e assim, tudo o que
pedirdes ao Pai em meu nome Ele vo-lo concederá.
É isto o que vos mando: que vos ameis uns aos outros.»


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

Papa Bento XVI
Encíclica «Spe salvi» §§ 38-39

«Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei»

A grandeza da humanidade determina-se essencialmente na relação com o
sofrimento e com quem sofre. Isto vale tanto para o indivíduo como para a
sociedade. Uma sociedade que não consegue aceitar os que sofrem e não é
capaz de contribuir, mediante a com-paixão, para fazer com que o sofrimento
seja compartilhado e assumido, mesmo interiormente é uma sociedade cruel e
desumana. [...] A palavra latina «con-solatio», consolação, exprime isto de
forma muito bela, sugerindo um estar-com solidão, que então deixa de ser
solidão. Mas a capacidade de aceitar o sofrimento por amor do bem, da
verdade e da justiça é também constitutiva da grandeza da humanidade,
porque se, em definitivo, o meu bem-estar, a minha incolumidade é mais
importante que a verdade e a justiça, então vigora o domínio do mais forte;
então reinam a violência e a mentira. [...]

Sofrer com o outro, pelos outros; sofrer por amor da verdade e da justiça,
sofrer por causa do amor e para vir a ser uma pessoa que ama
verdadeiramente: estes são elementos fundamentais de humanidade; o seu
abandono destruiria o próprio ser humano. Entretanto, levanta-se uma vez
mais a questão: somos capazes disto? [...] Na história da humanidade, cabe
à fé cristã precisamente o mérito de ter suscitado no ser humano, de
maneira nova e com uma nova profundidade, a capacidade dos referidos modos
de sofrer que são decisivos para a sua humanidade. A fé cristã mostrou-nos
que verdade, justiça, amor não são simplesmente ideais, mas realidades de
imensa densidade. Com efeito, mostrou-nos que Deus - a Verdade e o Amor em
pessoa - quis sofrer por nós e connosco.





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14 de mai de 2009

Informativo Cléofas - 14/05/2009

Informativo Cléofas, 14 de Maio de 2009 - Ano IV - Número 121

Notícias do Programa Escola da Fé


+ "Unidos em nosso tempo", mensagem de 200 rabinos para o Papa Bento XVI
+ Arcebispo italiano suspende comunhão na mão para evitar abusos contra Eucaristia
+ Ocidente não tem direito de impor preservativo a africanos
+ Criticam o Papa porque ele incomoda a indústria de preservativos, afirma Bispo chileno
+ Reunião no Vaticano: direitos humanos, solução e antídoto para crise econômica
+ Bento XVI pede clara defesa da vida a médicos católicos
+ Ator salvou um bebê do aborto antes de rodar filme "Bella"
+ Episcopado chileno lança Campanha 2009 do Um por cento



+ leia mais

O programa Escola da Fé, é exibido toda a quinta-feira às 20h30 na TV Canção Nova (Link))


Perguntas e Respostas

+ O que é Cardeal, Bispo, Arcebispo, Cônego, Monsenhor?
+ Adão viu Deus?
+ O que é o Agnus Dei?

+ A Igreja excluiu livros da Bíblia?

+ índice


Blog do Prof. Felipe

MÃE, CONSOLO DE DEUS PARA O MUNDO

Quando o nosso mundo se agita neste mar de violências e de injustiças, não podemos deixar de lembrar de tua pessoa, Mãe, porque ainda és, a maior reserva de amor que Deus colocou neste mundo. Quando tudo parece estar perdido, ainda resta o coração; é de lá que a vida começa a renascer. E tu, ó mãe, tens entre os homens o primado do coração.

Nem os arranha-céus mais altos, nem os computadores mais possantes, nem os aviões mais velozes, podem ser comparados à beleza transcendente do teu olhar e o sentimento incomparável do teu coração. Mãe, foste criada não só para dar a vida aos homens, muito mais do que isto, para semear o amor entre eles. Sois tão diga, que até o próprio Deus quis nascer de ti, em forma humana.

O mundo precisa aprender contigo mãe, antes que seja tarde, a lição do perdão sem limites, da compaixão que faz sofrer solidária, da bondade que supera toda inveja, da paciência que vence toda inquietação, do amor que vence todo ódio, e que é mais forte do que a morte.

Somos gratos a Deus que te criou e te deu de presente a cada um de nós. A tua beleza é grande porque em ti é grande a intensidade do espírito que penetra a matéria. Sobretudo mãe, queremos reconhecer e agradecer pela gratuidade das tuas boas obras. Sois como a raiz da árvore, sempre escondida, mas sempre promovendo o crescimento dos ramos e dos frutos...(...)

leia mais


Livro da Semana

A Mulher do Apocalipse

Os dogmas e as verdades sobre Nossa senhora, fundamentados na Bíblia, na Tradição da igreja e no Sagrado Magistério. " Sem conhecer as verdades que a Igreja ensina sobre Maria, não se conhece o mistério de Cristo e a Igreja ", disse o Papa Paulo VI.


Ficha Técnica
Editora: Cléofas
ISBN: 85-15010-96-8
Ano: 2005
Edição: 7
Número de páginas: 144
Idioma: Português (BR)
Acabamento: Brochura
Formato: 14x21 cm


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© 2009 - Editora Cléofas

Liturgia Diária!!!

Quinta-feira, dia 14 de Maio de 2009
S. Matias, apóstolo - festa

S. Matias, Apóstolo
S. Miguel Garicoits, presbítero, +1863



Comentário ao Evangelho do dia feito por
Tertuliano : «Dei-vos a conhecer tudo o que ouvi ao Meu Pai»

Leituras

Actos 1,15-17.20-26.
Por aqueles dias, Pedro levantou-se no meio dos irmãos encontravam-se
reunidas cerca de cento e vinte pessoas e disse:
«Irmãos, era necessário que se cumprisse o que o Espírito Santo anunciou na
Escritura pela boca de David a respeito de Judas, que foi o guia dos que
prenderam Jesus.
Ele, efectivamente, era um dos nossos e tinha recebido uma parte do nosso
ministério.
Está realmente escrito no Livro dos Salmos: 'Fique deserta a sua habitação
e não haja quem nela resida'. E ainda: 'Receba outro o seu encargo.'
Portanto, de entre os homens que nos acompanharam durante todo o tempo em
que o Senhor Jesus viveu no meio de nós,
a partir do baptismo de João até ao dia em que nos foi arrebatado para o
Alto, é indispensável que um deles se torne, connosco, testemunha da sua
ressurreição.»
Designaram dois: José, de apelido Barsabas, chamado Justo, e Matias.
Fizeram, então, a seguinte oração: «Senhor, Tu que conheces o coração de
todos, indica-nos qual destes dois escolheste
para ocupar, no ministério apostólico, o lugar abandonado por Judas, que
foi para o lugar que merecia.»
Depois, tiraram à sorte, e a sorte caiu em Matias, que foi incluído entre
os onze Apóstolos.


Salmos 113(112),1-2.3-4.5-6.7-8.
Louvai, servos do SENHOR, louvai o nome do SENHOR.
Bendito seja o nome do SENHOR, agora e para sempre.
Desde o nascer ao pôr-do-sol, seja louvado o nome do SENHOR.
SENHOR reina sobre todas as nações, a sua majestade está acima dos céus.
Quem é como o SENHOR, nosso Deus, que tem o seu trono nas alturas?
Ele se inclina, lá do alto, para observar o céu e a terra.
Ele levanta do pó o indigente e tira o pobre da miséria,
para o fazer sentar entre os grandes, entre os grandes do seu povo.


João 15,9-17.
«Assim como o Pai me tem amor, assim Eu vos amo a vós. Permanecei no meu
amor.
Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como
Eu, que tenho guardado os mandamentos do meu Pai, também permaneço no seu
amor.
Manifestei-vos estas coisas, para que esteja em vós a minha alegria, e a
vossa alegria seja completa.
É este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros como Eu vos amei.
Ninguém tem mais amor do que quem dá a vida pelos seus amigos.
Vós sois meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando.
Já não vos chamo servos, visto que um servo não está ao corrente do que faz
o seu senhor; mas a vós chamei- -vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo
o que ouvi ao meu Pai.
Não fostes vós que me escolhes-tes; fui Eu que vos escolhi a vós e vos
destinei a ir e a dar fruto, e fruto que permaneça; e assim, tudo o que
pedirdes ao Pai em meu nome Ele vo-lo concederá.
É isto o que vos mando: que vos ameis uns aos outros.»


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

Tertuliano (c. 155-c. 220), teólogo
De praescriptione, 20-21; CCL 1, 201-203 (trad. Orval)

«Dei-vos a conhecer tudo o que ouvi ao Meu Pai»

Entre os seus discípulos, Cristo escolheu alguns, aos quais Se ligou mais
intimamente para os enviar a pregar entre todos os povos. Quando um deles
se separou dos restantes, recomendou aos outros onze, aquando do Seu
regresso ao Pai após a Sua Ressurreição, que fossem ensinar todas as
nações, baptizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mt 28,
19).

Imediatamente, os apóstolos – cujo nome significa «enviados» – escolheram
Matias como duodécimo para o lugar de Judas, de acordo com a profecia
contida no salmo de David (108, 8). Receberam, com a prometida pujança do
Espírito Santo, o dom dos milagres e das línguas. Primeiro na Judeia, deram
testemunho da fé em Jesus Cristo e instituíram igrejas. De lá, partiram
pelo mundo fora, para espalhar entre as nações os mesmos ensinamentos e a
mesma fé. [...]

Qual terá sido a pregação dos apóstolos? Que revelação lhes terá feito
Cristo? Diria que só devemos procurar sabê-lo por meio das igrejas que os
próprios apóstolos fundaram pessoalmente através da pregação, tanto de viva
voz, como pelos seus escritos. Se isto é verdade, é incontestável que toda
a doutrina que se atribui a estas igrejas apostólicas, mães e fontes da fé,
deve ser considerada como verdadeira porque contém o que as igrejas
receberam dos apóstolos, os apóstolos de Cristo, e Cristo de Deus.






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13 de mai de 2009

Te Coroamos, ó Mãe, nossa Rainha!

MOBILIZAÇÃO MUNDIAL

MOBILIZAÇÃO MUNDIAL

Convocamos o povo de Cristo para unir-se em oração no dia 24/05/2009, pedindo à Deus e a Virgem Santíssima que afaste de nós a calamidade da "Gripe A", que ameaça dizimar uma parte da humanidade.

Reunam-se nas igrejas, em suas casas ou em quaisquer outros lugares. Sugerimos:

- Adoração ao Santíssimo Sacramento, - Recitação do Rosário de Nossa Senhora, - Terço da Misericórdia, - Ladainhas, - Consagração do mundo aos Sagrados Corações de Jesus e Imaculado Coração de Maria, - Demais devoções que façam parte da cultura do seu país.

Essa não é a primeira vez, na história da humanidade, em que o povo se reune
pedindo proteção para afastar uma calamidade. Lembremos no Antigo Testamento da ameaça de destruição de Nínive, afastada pelas orações do povo que se reuniu, suplicante, sob a orientação de Jonas. Mais próxima no tempo, temos a famosa Batalha de Lepanto, quando os ímpios ameaçavam distruir o Catolicismo, com a invasão do Vaticano. O Papa criou, então, a "Liga de Defesa do Catolicismo", reuniram-se todos em orações, jejuns, suplicando a inspiração e proteção do Céu. Os católicos, em inferioridade de força, enfrentaram os ímpios na Batalha de Lepanto, em 07/10/1571, vencendo estrondosamente, sob a proteção de Nossa Senhora do Rosário.

Unamo-nos em uma só voz, em um só clamor, independente do país, do continente, da raça, do idioma, da cultura a que pertençamos, suplicando à Santíssima Trindade e à Virgem Maria orientação e proteção, neste momento tão grave e difícil para a humanidade. Contamos com a colaboração de todos no sentido de divulgar a presente Mobilização, por todos os meios que estiverem ao seu alcance, tais como: Igrejas, Grupos de Oração, Jornais, Televisão, Internet, Telefone, etc...

Para maiores esclarecimentos, procurem:

1-Beatriz Rena - Belo Horizonte - MG. Fone: 31 3582 9663

2-Helena Maria Viveiros de Carvalho: Brasília - DF. Fone: 61 3364 2104

3-Idiney Jerônimo: Brasília - DF. Fone: 61 3243 9779

4-Irene Menna Barreto Reis - Brasília - DF. Fone: 61 9803 4473

5-José Beneval Rosa - Joinville-SC. Fones: 47 8458 5499 e 47 3422 5587

6-Luzia Sena de Carvalho - Manaus - AM - Fone: 92 3671 1563

7-Maria Tereza de Carvalho Borja - Rio de Janeiro - RJ. Fone: 21 2547 6274 e 21 2247 3287

8-Maria Tereza Burille - Porto Alegre - RS - Fone: 51 3233 2138

9-Maria Thereza Cunha Pereira - São Paulo - SP - Fone: 11 3032 2500

10-Regina Rincón - Brasília - DF - Fone: 61 3248 0097

11-Rosalia Ponte Moisés - Brasília - DF - Fone: 61 3380 4026

REÚNA SEU GRUPO E FAÇAMOS UMA GRANDE CORRENTE DE ORAÇÃO NO MUNDO INTEIRO!

Comente!

XXVIII Congresso Nacional da RCC

Senhorio de Deus é tema central do evento

“Jesus Cristo é o Senhor!”. Esse será o tema central de todas as atividades do XXVIII Congresso Nacional da Renovação Carismática Católica (RCC), que vai ser realizado entre os dias 7 e 11 de julho, na sede da Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP).

O tema foi escolhido pela equipe da RCC porque o mundo vive numa época marcada pelo relativismo religioso e negação dos valores cristãos. A entidade visa dar testemunho de sua fé em Jesus de forma ainda mais enfática, como os apóstolos da Efusão do Espírito Santo.



Presenças:

Arcebispo de Palmas (TO), Dom Alberto Taveira
Bispo da Prelazia do Marajó, Dom José Luís Azcona Hermoso
Presidente da RCC Brasil, Marcos Volcan
Coordenador da Diocese de Goiânia, Vicente Gomes Machado
Coordenador da RCC de São Paulo, Reinaldo Beserra dos Reis
Coordenadora da comissão de Formação da RCC, Lucimar Maziero
Colombiana Gloria Pólo
Comunidade Canção Nova

O evento vai contar com pregações, momentos de louvor, noites carismáticas e shows com músicos da RCC e da Canção Nova. Outros momentos importantes serão o grupo de oração; a apresentação do programa 'Celebrando Pentecostes', ao vivo; e o 'Congressinho', destinado apenas às crianças.

Mobilize seu grupo de oração, sua cidade, sua diocese e participe!

Mais informações e inscrições: www.rccbrasil.org.br

Liturgia Diária!!!

Quarta-feira, dia 13 de Maio de 2009
Nossa Senhora de Fátima

Nossa Senhora de Fátima
S. Pedro Regalado, religioso, +1456



Comentário ao Evangelho do dia feito por
Bem-aventurada Teresa de Calcutá : «Permanecei em Mim, como Eu em vós»

Leituras

Apoc. 21,1-5.
Vi, então, um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira
terra tinham desaparecido e o mar já não existia.
E vi descer do céu, de junto de Deus, a cidade santa, a nova Jerusalém, já
preparada, qual noiva adornada para o seu esposo.
E ouvi uma voz potente que vinha do trono e dizia: «Esta é a morada de Deus
entre os homens. Ele habitará com eles; eles serão o seu povo e o próprio
Deus estará com eles e será o seu Deus.
Ele enxugará todas as lágrimas dos seus olhos; e não haverá mais morte, nem
luto, nem pranto, nem dor. Porque as primeiras coisas passaram.»
O que estava sentado no trono afirmou: «Eu renovo todas as coisas.» E
acrescentou: «Escreve, porque estas palavras são dignas de fé e
verdadeiras.»


Judite 13,18-19.
Uzias disse: «Bendita sejas tu, filha, pelo Deus altíssimo, mais do que
todas as mulheres sobre a terra, e bendito seja o Senhor Deus, que criou os
céus e a terra, Ele que te conduziu para cortares a cabeça do chefe dos
nossos inimigos.
A tua esperança não abandonará o coração dos homens, ao recordarem a força
de Deus para sempre.


Mateus 12,46-50.
Estava Ele ainda a falar à multidão, quando apareceram sua mãe e seus
irmãos, que, do lado de fora, procuravam falar-lhe.
Disse-lhe alguém: «A tua mãe e os teus irmãos estão lá fora e querem
falar-te.»
Jesus respondeu ao que lhe falara: «Quem é a minha mãe e quem são os meus
irmãos?»
E, indicando com a mão os discípulos, acrescentou: «Aí estão minha mãe e
meus irmãos;
pois, todo aquele que fizer a vontade de meu Pai que está no Céu, esse é
que é meu irmão, minha irmã e minha mãe.»


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

Bem-aventurada Teresa de Calcutá (1910-1997), fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade
Algo de belo para Deus

«Permanecei em Mim, como Eu em vós»

Não é possível comprometer-se no apostolado directo se não se é uma alma de
oração. Estejamos conscientes de sermos um com Cristo, como Ele estava
consciente de ser um com o Seu Pai; a nossa actividade não é
verdadeiramente apostólica a não ser na medida em que O deixamos trabalhar
em nós e através de nós com o Seu poder, o Seu desejo e o Seu amor. Devemos
chegar à santidade, não para nos sentirmos em estado de santidade, mas para
que Cristo possa plenamente viver em nós. O dom total de nós próprios ao
amor, à fé, à pureza, está ligado ao serviço dos pobres. Quando tivermos
aprendido a procurar a Deus e a Sua vontade, as nossas relações com os
pobres tornar-se-ão um caminho de santificação para nós e para o outro.

Amai a oração: ao longo do dia, experimentai frequentemente a necessidade
de rezar e tomai o hábito de rezar. A oração dilata o coração até à
capacidade desse dom que Deus nos faz de Si mesmo. Pedi e procurai, e o
vosso coração alargar-se-á até O poder acolher e guardar em vós.

Tornemo-nos um verdadeiro sarmento da vinha de Jesus, um sarmento que dá
fruto. Por isso, aceitemos Jesus na nossa vida do modo que Lhe agrada vir a
ela:
como Verdade, para ser dito,
como Vida, para ser vivido,
como Luz, para ser iluminado,
como Amor, para ser amado,
como Caminho, para ser seguido,
como Alegria, para ser dado,
como Paz, para ser espalhado,
como Sacrifício, para ser oferecido,
entre os nossos parentes, os nossos próximos e os nossos vizinhos.





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12 de mai de 2009

Liturgia Diária!!!

Terça-feira, dia 12 de Maio de 2009
Terça-feira da 5ª semana da Páscoa

Beata Joana de Portugal, virgem, +1490



Comentário ao Evangelho do dia feito por
Bem-aventurado João XXIII : «Dou-vos a Minha paz»

Leituras

Actos 14,19-28.
Apareceram, então, vindos de Antioquia e de Icónio, alguns judeus que
aliciaram o povo, apedrejaram Paulo e, julgando-o morto, arrastaram-no para
fora da cidade.
Mas, como os discípulos o tivessem rodeado, ele ergueu-se e voltou para a
cidade. No dia seguinte, partiu para Derbe com Barnabé.
Depois de terem anunciado a Boa-Nova àquela cidade e de terem feito
numerosos discípulos, Paulo e Barnabé voltaram a Listra, Icónio e
Antioquia.
Fortaleciam a alma dos discípulos, encorajavam-nos a manterem-se firmes na
fé, porque, diziam eles: «Temos de sofrer muitas tribulações para entrarmos
no Reino de Deus.»
Depois de lhes terem constituído anciãos em cada igreja, pela imposição das
mãos, e de terem feito orações acompanhadas de jejum, recomendaram-nos ao
Senhor, em quem tinham acreditado.
A seguir, atravessaram a Pisídia, chegaram à Panfília e,
depois de anunciarem a palavra em Perga, desceram a Atália.
De lá, foram de barco para Antioquia, de onde tinham partido, confiados na
graça de Deus, para o trabalho que agora acabavam de realizar.
Assim que chegaram, reuniram a igreja e contaram tudo o que Deus fizera com
eles, e como abrira aos pagãos a porta da fé.
E demoraram-se bastante tempo com os discípulos.


Salmos 145(144),10-11.12-13.21.
Louvem-te, SENHOR, todas as tuas criaturas; todos os teus fiéis te
bendigam.
Dêem a conhecer a glória do teu reino e anunciem os teus feitos poderosos,
para mostrar aos homens as tuas proezas e o esplendor glorioso do teu
reino.
teu reino é um reino para toda a eternidade e o teu domínio estende-se por
todas as gerações.
Cante a minha boca os louvores do SENHOR, e todo o ser vivo bendiga o seu
santo nome para sempre!


João 14,27-31.
«Deixo-vos a paz; dou-vos a minha paz. Não é como a dá o mundo, que Eu
vo-la dou. Não se perturbe o vosso coração nem se acobarde.
Ouvistes o que Eu vos disse: 'Eu vou, mas voltarei a vós.' Se me tivésseis
amor, havíeis de alegrar-vos por Eu ir para o Pai, pois o Pai é mais do que
Eu.
Digo-vo-lo agora, antes que aconteça, para crerdes quando isso acontecer.
Já não falarei muito convosco, pois está a chegar o dominador deste mundo;
ele nada pode contra mim,
mas o mundo tem de saber que Eu amo o Pai e actuo como o Pai me mandou.
Levantai-vos, vamo-nos daqui!»


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

Bem-aventurado João XXIII (1881-1963), Papa
Encíclica «Pacem in Terris», §§ 164-170

«Dou-vos a Minha paz»

Cada cristão deve ser na sociedade humana uma centelha de luz, um foco de
amor, um fermento para toda a massa (Mt 5, 14; 13, 33). Tanto mais o será,
quanto mais na intimidade de si mesmo viver unido com Deus. Em última
análise, só haverá paz na sociedade humana, se ela estiver presente em cada
um dos seus membros, se em cada um se instaurar a ordem querida por Deus.
[...] Este intento é tão nobre e elevado, que homem algum, embora
louvavelmente animado de toda a boa vontade, o poderá levar a efeito só com
as próprias forças. Para que a sociedade humana seja espelho o mais fiel
possível do Reino de Deus, é grandemente necessário o auxílio do alto. É natural, pois, que nestes dias sagrados, elevemos suplicante
prece a Quem com a Sua dolorosa paixão e morte venceu o pecado, factor de
dissensões, misérias e desequilíbrios. [...] Porque Ele é a nossa paz.
[...] Veio e anunciou paz a vós que estavam longe, e a paz aos que estavam
perto (Ef. 2, 14-17). Nos ritos litúrgicos destes dias de Páscoa ressoa a
mesma mensagem: Nosso Senhor Jesus Cristo ressuscitado, de pé no meio dos
seus discípulos, disse: «Deixo-vos a paz, dou-vos a Minha paz. Não é como a
dá o mundo que Eu vo-la dou» (Jo 14, 27).Esta paz, peçamo-la
com ardentes preces ao Redentor divino que no-la trouxe. Afaste Ele dos
corações dos homens quanto pode pôr em perigo a paz, e os transforme a
todos em testemunhas da verdade, da justiça e do amor fraterno. Ilumine com
Sua luz a mente dos responsáveis dos povos, para que, juntamente com o
justo bem-estar dos próprios concidadãos, lhes garantam o belíssimo dom da
paz. Inflame Cristo a vontade de todos os seres humanos, para abaterem as
barreiras que dividem, para corroborarem os vínculos da caridade mútua,
para se compreenderem os outros, para perdoarem aos que lhes tiverem feito
injúrias. Sob a inspiração da Sua graça, tornem-se todos os povos irmãos e
floresça neles e reine para sempre essa tão suspirada paz.




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11 de mai de 2009

Documentário sobre o Padre Pio - TV Canção Nova

Parte 1



Parte 2



Parte 3

Liturgia Diária!!!

Segunda-feira, dia 11 de Maio de 2009
Segunda-feira da 5ª semana da Páscoa

Santo Hugo de Cluny, abade, +1109, Santa Maria Bertilla Boscardin, religiosa enfermeira, +1922



Comentário ao Evangelho do dia feito por
São Josemaría Escrivá de Balaguer : «Meu Pai o amará, e Nós viremos a ele e nele faremos morada»

Leituras

Actos 14,5-18.
Entre os pagãos e os judeus, conduzidos pelos respectivos chefes,
levantou-se um movimento para os maltratar e apedrejar.
Logo que tiveram conhecimento disso, refugiaram-se nas cidades da Licaónia,
Listra e Derbe, e arredores,
onde começaram a anunciar a Boa-Nova.
Havia em Listra um homem aleijado dos pés, coxo de nascença e que nunca
tinha andado.
Um dia, ouviu Paulo falar. Este, fitando nele os olhos e vendo que tinha fé
para ser curado,
disse-lhe em voz alta: «Ergue-te, direito sobre os teus pés!» Ele deu um
salto e começou a andar.
Ao ver o que Paulo acabava de fazer, a multidão gritou em licaónio: «Os
deuses tomaram forma humana e desceram até nós!»
E chamavam Zeus a Barnabé, e Hermes a Paulo, pois este é que lhes dirigia a
palavra.
Então, o sacerdote do templo de Zeus, venerado junto da cidade, trazendo
touros e grinaldas para as portas da cidade, pretendia, juntamente com a
multidão, oferecer-lhes um sacrifício.
Ao terem conhecimento disso, os Apóstolos Barnabé e Paulo rasgaram as
vestes e precipitaram-se para a multidão, gritando:
«Amigos, que fazeis? Também nós somos homens da mesma condição que vós,
homens que vos anunciam a Boa-Nova de que deveis abandonar os ídolos vãos e
voltar-vos para o Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo quanto
neles se encontra.
Nas gerações passadas, permitiu que todos os povos seguissem os seus
próprios caminhos,
mas nem por isso deixou de dar testemunho da sua generosidade,
dispensando-vos do céu chuvas e estações de fertilidade, enchendo os vossos
corações de alimento e de felicidade.»
Mesmo depois de terem assim falado, foi a custo que impediram a multidão de
lhes oferecer um sacrifício.


Salmos 115(113B),1-2.3-4.15-16.
Não a nós, ó SENHOR, não a nós, mas ao teu nome dá glória, pelo teu amor e
fidelidade.
Se não, os pagãos vão continuar a dizer: «Onde está o vosso Deus?»
nosso Deus, lá do céu, faz tudo o que lhe apraz.
Os ídolos dos pagãos são ouro e prata, obra das mãos dos homens:
Sede abençoados pelo SENHOR, que fez o céu e a terra.
céu é pertença do SENHOR; mas a terra, Ele a deu aos seres humanos.


João 14,21-26.
Quem recebe os meus mandamentos e os observa esse é que me tem amor; e quem
me tiver amor será amado por meu Pai, e Eu o amarei e hei-de manifestar-me
a ele.»
Perguntou-lhe Judas, não o Iscariotes: «Porque te hás-de manifestar a nós e
não te manifestarás ao mundo?»
Respondeu-lhe Jesus: «Se alguém me tem amor, há-de guardar a minha palavra;
e o meu Pai o amará, e Nós viremos a ele e nele faremos morada.
Quem não me tem amor não guarda as minhas palavras; e a palavra que ouvis
não é minha, mas é do Pai, que me enviou».
«Fui-vos revelando estas coisas enquanto tenho permanecido convosco;
mas o Paráclito, o Espírito Santo que o Pai enviará em meu nome, esse é que
vos ensinará tudo, e há-de recordar-vos tudo o que Eu vos disse.»


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

São Josemaría Escrivá de Balaguer (1902-1975), presbítero, fundador
Homilia «Cristo presente nos cristãos», de «Cristo que Passa», §§ 102-103

«Meu Pai o amará, e Nós viremos a ele e nele faremos morada»

Cristo permanece na Sua Igreja: nos seus sacramentos, na sua liturgia, na
sua pregação, em toda a sua actividade. De modo especial, Cristo continua
presente entre nós nessa entrega diária que é a Sagrada Eucaristia. Por
isso, a missa é o centro e a raiz da vida cristã. Em todas as missas está
sempre presente o Cristo total, Cabeça e Corpo. «Por Cristo, com Cristo e
em Cristo». Porque Cristo é o Caminho, o Mediador. Nele tudo encontramos;
fora Dele, a nossa vida torna-se vazia. [...]Cristo vive nos
cristãos. A fé diz-nos que o homem, em estado de graça, está endeusado.
Somos homens e mulheres; não somos anjos. Seres de carne e osso, com
coração e paixões, com tristezas e alegrias; mas a divinização envolve o
homem todo, como antecipação da ressurreição gloriosa. «Cristo ressuscitou
de entre os mortos, como primícias dos que morreram. Porque, assim como por
um homem veio a morte, também veio por um homem a ressurreição. Porque,
assim como todos morrem em Adão, assim também, em Cristo todos são
vivificados» (1Cor 15, 20-22). A vida de Cristo é a nossa vida,
segundo o que prometera aos Seus Apóstolos no dia da Última Ceia: «Se
alguém Me tem amor, há-de guardar a Minha palavra; e o Meu Pai o amará, e
Nós viremos a ele e nele faremos morada» (Jo 14, 23). O cristão deve, pois,
viver segundo a vida de Cristo, tornando seus os sentimentos de Cristo, de
tal modo que possa exclamar com São Paulo: «Não sou eu quem vive, é Cristo
que vive em mim» (Gal 12, 20).




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9 de mai de 2009

Liturgia Diária!!!

Sabado, dia 09 de Maio de 2009
Sábado da 4ª semana da Páscoa

Santa Catarina de Bolonha, virgem, mística, +1463



Comentário ao Evangelho do dia feito por
São Cipriano : Invocar o nome de Jesus ao pedir

Leituras

Actos 13,44-52.
No sábado seguinte, quase toda a cidade se reuniu para ouvir a palavra do
Senhor.
A presença da multidão encheu os judeus de inveja, e responderam com
blasfémias ao que Paulo dizia.
Então, desassombradamente, Paulo e Barnabé afirmaram: «Era primeiramente a
vós que a palavra de Deus devia ser anunciada. Visto que a repelis e vós
próprios vos julgais indignos da vida eterna, voltamo-nos para os pagãos,
pois assim nos ordenou o Senhor: Estabeleci-te como luz dos povos, para
levares a salvação até aos confins da Terra.»
Ao ouvirem isto, os pagãos encheram-se de alegria e glorificavam a palavra
do Senhor; e todos os que estavam destinados à vida eterna abraçaram a fé.
Assim, a palavra do Senhor divulgava-se por toda aquela região.
Mas os judeus incitaram as senhoras devotas mais distintas e os de maior
categoria da cidade, desencadeando uma perseguição contra Paulo e Barnabé,
e expulsaram-nos do seu território.
Estes, sacudindo contra eles o pó dos pés, foram para Icónio.
Quanto aos discípulos, estavam cheios de alegria e do Espírito Santo.


Salmos 98,1.2-3.4.
Cantai ao SENHOR um cântico novo, porque Ele fez maravilhas! A sua mão
direita e o seu santo braço lhe deram a vitória.
O SENHOR anunciou a sua vitória, revelou aos povos a sua justiça.
Lembrou se do seu amor e da sua fidelidade em favor da casa de Israel.
Todos os confins da terra presenciaram o triunfo libertador do nosso Deus.
Aclamai o SENHOR, terra inteira, exultai de alegria e cantai.


João 14,7-14.
Se ficastes a conhecer-me, conhecereis também o meu Pai. E já o conheceis,
pois estais a vê-lo.»
Disse-lhe Filipe: «Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta!»
Jesus disse-lhe: «Há tanto tempo que estou convosco, e não me ficaste a
conhecer, Filipe? Quem me vê, vê o Pai. Como é que me dizes, então,
'mostra-nos o Pai'?
Não crês que Eu estou no Pai e o Pai está em mim? As coisas que Eu vos digo
não as manifesto por mim mesmo: é o Pai, que, estando em mim, realiza as
suas obras.
Crede-me: Eu estou no Pai e o Pai está em mim; crede, ao menos, por causa
dessas mesmas obras.
Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim também fará as obras que
Eu realizo; e fará obras maiores do que estas, porque Eu vou para o Pai,
e o que pedirdes em meu nome Eu o farei, de modo que, no Filho, se
manifeste a glória do Pai.
Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, Eu o farei.»


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

São Cipriano (c. 200-258), Bispo de Cartago e mártir
A Oração do Senhor, 2-3 (trad. DDB 1982, p. 41 rev.; cf. breviário)

Invocar o nome de Jesus ao pedir

Entre recomendações salutares e preceitos divinos através dos quais proveu
à salvação do Seu povo, o Senhor deu-nos ainda o modelo de oração; Ele
próprio nos ensinou o que devemos pedir nas nossas preces. Ele, que nos dá
a vida, também nos ensina a rezar, com aquela mesma bondade que O levou a
conceder-nos tantos outros benefícios. Assim, quando falamos ao Pai através
da oração que o Senhor nos ensinou, somos mais facilmente escutados. Ele
previra que viria a hora em que: «os verdadeiros adoradores hão-de adorar o
Pai em espírito e verdade» (Jo 4, 23) e cumpriu o que anunciara.
Santificados pelo Espírito e pela verdade que vêm Dele, podemos igualmente,
graças ao que nos ensinou, adorar em espírito e verdade.

Uma vez que foi graças a Cristo que recebemos o Espírito que oração poderia
ser mais espiritual do que aquela que Ele nos deu? Que oração pode ser mais
verdadeira do que aquela que saiu da boca do Filho, que é a própria
Verdade?

Por isso, irmãos bem-amados, rezemo-la como o Mestre no-la ensinou. Clamar
a Deus com palavras Dele é súplica que Lhe é amável e filial; é fazer-Lhe
chegar aos ouvidos a oração de Cristo. Que o Pai reconheça a voz do Filho
quando Lhe dirigimos o nosso pedido. Que Aquele que vive no nosso coração
seja também a nossa voz. Ele é nosso advogado junto do Pai: intercede pelos
nossos pecados quando nós, pecadores, lhe pedimos perdão pelas nossas
faltas. Pronunciemos, então, as palavras do nosso advogado, porque é Ele
quem nos diz: «Se pedirdes alguma coisa ao Pai em Meu nome, Ele vo-la dará»
(Jo 16, 23).





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8 de mai de 2009

Liturgia Diária!!!

Sexta-feira, dia 08 de Maio de 2009
Sexta-feira da 4ª semana da Páscoa

Santa Madalena de Canossa, virgem, fundadora, +1835, Nossa Senhora, Saúde dos Enfermos



Comentário ao Evangelho do dia feito por
São Cirilo de Alexandria : «A fim de que, onde Eu estou, vós estejais também»

Leituras

Actos 13,26-33.
Irmãos, filhos da estirpe de Abraão, e os que de entre vós são tementes a
Deus, a nós é que foi dirigida a palavra de salvação.
Sem dúvida, os habitantes de Jerusalém e os seus chefes não quiseram
reconhecer Jesus, mas, condenando-o, cumpriram, sem disso se aperceberem,
as profecias que são lidas todos os sábados.
Embora não tivessem encontrado nele motivo algum de morte, exigiram a
Pilatos que o mandasse matar.
Quando cumpriram tudo o que acerca dele estava escrito, desceram-no do
madeiro e sepultaram-no.
Mas Deus ressuscitou-o dos mortos
e, durante muitos dias, apareceu aos que tinham subido com Ele da Galileia
a Jerusalém, os quais são agora suas testemunhas diante do povo.
E nós estamos aqui para vos anunciar a Boa-Nova de que a promessa feita a
nossos pais,
Deus a cumpriu em nosso benefício, para nós, seus filhos, ressuscitando
Jesus, como está escrito no Salmo segundo: Tu és meu filho, Eu hoje te
gerei!


Salmos 2,6-7.8-9.10-11.
"Fui Eu que consagrei o meu rei sobre o meu monte santo de Sião!"
Vou anunciar o decreto do SENHOR. Ele disse me: "Tu és meu filho, Eu hoje
te gerei.
Pede me e Eu te darei povos como herança e os confins da terra por domínio.
Hás-de governá los com ceptro de ferro e destruí-los como um vaso de
barro."
E agora, prestai atenção, ó reis! Deixai vos instruir, juízes da terra!
Servi o SENHOR com temor, prestai lhe homenagem com tremor,


João 14,1-6.
Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus; crede também em mim.
Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fosse, como teria dito
Eu que vos vou preparar um lugar?
E quando Eu tiver ido e vos tiver preparado lugar, virei novamente e hei-de
levar-vos para junto de mim, a fim de que, onde Eu estou, vós estejais
também.
E, para onde Eu vou, vós sabeis o caminho.»
Disse-lhe Tomé: «Senhor, não sabemos para onde vais, como podemos nós saber
o caminho?»
Jesus respondeu-lhe: «Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém pode ir
até ao Pai senão por mim.


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por

São Cirilo de Alexandria (380-444), bispo e Doutor da Igreja
Comentário ao Evangelho de João, 9 ; PG 74, 182-183 (trad. Delhougne, Les Pères commentent, p. 373)

«A fim de que, onde Eu estou, vós estejais também»

«Na casa de Meu Pai há muitas moradas. Se assim não fosse, como teria dito
Eu que vos vou preparar um lugar?» [...] Se as moradas do Pai não fossem
numerosas, o Senhor teria dito que falava como precursor, a fim de preparar
as moradas dos santos. Mas Ele sabia que já estavam preparadas muitas
moradas, à espera da chegada dos amigos de Deus. Apresenta, pois, outra
justificação para a Sua partida: preparar o caminho da nossa ascensão para
esses lugares do céu abrindo-nos uma passagem para lá chegarmos, quando
anteriormente esta rota era impraticável para nós. Porque o céu estava
absolutamente encerrado para os homens, e nunca ser algum de carne tinha
penetrado neste santíssimo e puríssimo domínio dos anjos.

Cristo inaugurou este caminho para as alturas. Oferecendo-Se a Si mesmo a
Deus Pai como primícias dos que dormem nos túmulos da terra, permitiu à
carne ascender ao céu e foi o primeiro homem a aparecer aos habitantes lá
do alto. Os anjos não conheciam o augusto e grandioso mistério de uma
entronização celeste da carne. Foi com espanto e admiração que assistiram a
esta ascensão de Cristo. Quase perplexos por tão inaudito espectáculo,
exclamaram: «Quem é Esse, que vem de Edom?» (Is 63, 1), ou seja, da terra.
Assim, pois, Nosso Senhor Jesus Cristo abriu-nos um caminho novo e vivo
(Heb 10, 20). «Cristo não entrou num santuário feito por mão de homem,
figura do verdadeiro, mas no próprio céu, para Se apresentar agora diante
de Deus por nós» (Heb 9, 24).





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7 de mai de 2009

“Galileu e O Vaticano” derruba lenda negra sobre cientista e a Igreja


VATICANO, 20 Abr. 09 / 09:31 am (ACI).- “Galileu e O Vaticano” é um novo livro que recolhe os trabalhos da comissão criada pelo Papa João Paulo II sobre o famoso cientista italiano e, segundo o Cardeal Paul Poupard –quem presidiu o grupo de trabalho-, procura derrubar a lenda negra e os mitos criados sobre este caso.

Em declarações a Notimex, o Cardeal Poupard lembrou que João Paulo II fez um desagravo público do Galileu em outubro de 1992. “O Papa tinha a preocupação de clarificar uma imagem má da Igreja ante a opinião pública, na qual era apresentada como inimiga da ciência, isto é um mito mas os mitos atravessam a história e não facilmente são cancelados”, assinalou.

O Cardeal adicionou que “tudo isto foi instrumentalizado, sobre tudo a partir do iluminismo usado como uma arma de guerra contra a Igreja” e ainda hoje estranha que se pensem “coisas sem nenhum fundamento” como a difundida lenda de que Galileu teria sido queimado quando nunca esteve sequer na prisão.

O Cardeal Poupard lembrou que em seu momento, João Paulo II lhe perguntou se logo de aceitar o engano cometido pelos juizes, o caso Galileu estaria fechado. O Cardeal lhe respondeu: “Enquanto existirem pessoas livres pensarão como quiserem”.
“Era importante fazer frente a aquele mito, reconhecer dentro este terrível caso os enganos e assim se fez”, destacou o Cardeal Poupard.

O livro “Galileu e O Vaticano” foi publicado pela editorial Marcianum PRESS e seus autores são Mario Artigas, falecido em 2006, professor de Filosofia da Ciência em Barcelona e na universidade de Navarra e Dom Melchor Sánchez de Toca, subsecretário do Pontifício Conselho para a Cultura.

O livro de mais de 300 páginas, foi publicado em espanhol e italiano e inclui uma introdução do Arcebispo Gianfranco Ravasi, atual Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura.

Dom Ravasi considera que o trabalho da Comissão sobre Galileu resultava importante para “deixar atrás os escombros de um passado infeliz, gerador de uma trágica e recíproca incompreensão”.

Em declarações a Notimex, Dom Sánchez de Toca explicou que o objetivo principal do livro é “sanar uma ferida aberta” pois a pesar que aconteceram quase 17 anos do desagravo, “parece cada vez que nos encontramos como ao começo”.

Segundo o sacerdote, os juizes do Galileu, além disso do “engano evidente” de pensar que a Terra não se movia, cometeram o desacerto de invadir um campo que não lhes competia. “Pensaram que o sistema copernicano que Galileu defendia com tanta veemência punha em perigo a fé da gente simples e acharam que era sua obrigação impedir seu ensinamento. Isto foi um engano e era necessário reconhecê-lo”, assinalou o autor.

Em 31 de outubro de 1992 João Paulo II reconheceu com uma declaração os enganos cometidos pelo tribunal eclesiástico que julgou os postulados científicos de Galileu Galilei.

Papa assinala cobiça como chave da atual crise econômica

Seguindo a vida e obra de Ambrósio Autpert, monge do século VIII

Por Inma Álvarez

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 22 de abril de 2009 (ZENIT.org).- O Papa explicou nesta quarta-feira, durante a audiência geral com os peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, que a atual crise econômica mundial «nasceu da raiz da cobiça».

O Papa quis mostrar assim a atualidade da mensagem do monge e escritor cristão Ambrósio Autpert, que viveu no século VIII e que escreveu um tratado sobre a cobiça, no qual mostra que esta é a base dos vícios que combatem na alma humana.

À cobiça Autpert «opunha o desprezo do mundo», que «não é um desprezo da criação, da beleza e da bondade da criação e do Criador, mas um desprezo da falsa visão do mundo, apresentada e insinuada pela cobiça», explicou o Papa aos presentes.

«Esta insinua que o ‘ter’ seria o sumo valor de nosso ser, de nosso viver no mundo, parecendo importante. E assim falsifica a criação do mundo e destrói o mundo», acrescentou.

O Pontífice advertiu que estas palavras, «à luz da presente crise econômica mundial, revelam toda a sua atualidade. Vemos que precisamente esta crise nasceu a partir desta raiz da cobiça».

«Mas também, para o homem deste mundo, também para o rico, vale o dever de combater contra a cobiça, contra o desejo de possuir, de aparecer, contra o falso conceito de liberdade como faculdade de dispor de tudo segundo o próprio arbítrio. Também o rico deve encontrar o autêntico caminho da verdade, do amor e, assim, da vida reta», acrescentou o Papa, resumindo a mensagem deste monge medieval.

O rosto da Igreja

Seguindo com seu longo ciclo de catequeses sobre escritores cristãos do primeiro milênio da história da Igreja, o Papa se deteve hoje neste pouco conhecido monge de origem provençal, de quem afirmou que soube descobrir o «verdadeiro rosto da Igreja».

«A Igreja vive nas pessoas, e quem quer conhecer a Igreja, compreender seu mistério, deve considerar as pessoas que viveram e vivem sua mensagem, seu mistério. Por isso falo há tanto tempo, nas catequeses da quarta-feira, de pessoas das quais podemos aprender o que é a Igreja», explicou.

O Papa explicou brevemente a vida deste monge, que viveu como secular na corte carolíngia como preceptor de Carlos Magno, e que ingressou no mosteiro beneditino de São Vicente de Volturno (perto de Nápoles).

Autpert foi um escritor prolífico, cujas obras se atribuíram a outros grandes escritores, entre eles Santo Ambrósio de Milão e Santo Ildefonso.

As intrigas de seu tempo e os partidos políticos em que se dividia a própria comunidade monacal foram a causa de sua saída e seguramente de sua morte repentina, provavelmente assassinado, enquanto ia a Roma, chamado pelo Papa, para atuar como testemunha em um processo contra o abade da comunidade, o lombardo Poton.

«Ambrósio Autpert foi monge e abade em uma época marcada por fortes tensões políticas, que repercutiam também na vida interna dos mosteiros», explicou o Papa. Contudo, soube descobrir o «mistério da Igreja», refletido na Virgem Maria.

Baseando-se em sua obra principal, o comentário ao Apocalipse, Bento XVI explicou que Ambrósio Autpert «não se interessa tanto pela segunda vinda de Cristo ao final dos tempos, mas às consequências que se derivam de sua primeira vinda para a Igreja do presente, a encarnação no seio da Virgem Maria».

«No contexto da dimensão mística que pertence a todo cristão, ele considera Maria como modelo da Igreja, modelo para todos nós, porque também em nós e entre nós deve nascer Cristo.»

«Sua grande veneração e seu profundo amor pela Mãe de Deus lhe inspiram às vezes formulações que de alguma forma antecipam as de São Bernardo e da mística franciscana, sem desviar-se a formas discutíveis de sentimentalismo, porque ele não separa nunca a Maria do mistério da Igreja», acrescentou o Papa, qualificando Ambrósio Autpert como «o primeiro grande mariólogo do Ocidente».

Bento XVI concluiu sua catequese propondo o exemplo deste monge, que viveu «em um tempo de forte instrumentalização política da Igreja, na qual o nacionalismo e o tribalismo havia desfigurado o rosto da Igreja».

Apesar disso, «ele, em meio a todas estas dificuldades que conhecemos, soube descobrir o verdadeiro rosto da Igreja em Maria, nos santos. E soube assim entender o que quer dizer ser católico, ser cristão, viver da Palavra de Deus, entrar neste abismo, e assim viver o mistério da Mãe de Deus: dar novamente vida à Palavra de Deus, oferecer à Palavra de Deus a própria carne no tempo presente», acrescentou.

Informativo Cléofas - 07/05/2009

Informativo Cléofas, 07 de Maio de 2009 - Ano IV - Número 120

Notícias do Programa Escola da Fé


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Perguntas e Respostas

+ O que é jejuar? Qual o efeito do jejum em nossa vida e quais as formas de jejum?
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+ Devemos intervir quando falam mal da nossa fé?

+ O que é a cruz de Caravaca?

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Blog do Prof. Felipe

O uso de crucifixos e bíblias em prédios públicos à luz da Constituição Federal

Por: Roberto Wagner Lima Nogueira – abril de 2009-04-26
Mestre em Direito Tributário, professor do Departamento de Direito Público das Universidades Católica de Petrópolis (UCP) , procurador do Município de Areal (RJ), membro do Conselho Científico da Associação Paulista de Direito Tributário (APET)

Fonte: Jus Navigandi, nº 2123 (24.4.2009).

1. Fruto de uma interpretação propositalmente equivocada da Constituição Federal, se vem formando no seio da sociedade, e especificamente no setor público, uma idéia “laicista” de que o uso de crucifixos e Bíblias em prédios públicos é uma ofensa a condição do Estado Laico brasileiro.

2. Como bem pontua o jornalista Carlos Alberto Di Franco, do Jornal Estado de São Paulo, a laicidade é importante, uma vez que consiste em reconhecer a independência e a autonomia do Estado em relação a qualquer religião ou igreja concreta, já o laicismo é uma ideologia totalitária contra toda e qualquer manifestação religiosa no campo público. A laicidade está agasalhada na Constituição Federal em seu art. 19, I, já o laicismo é ofensivo ao art. 5º, VI, da mesma Constituição Federal.

3. É na linha desta horrenda perspectiva laicista totalitária, que agiu o Presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Dr. Luis Zveiter, ao determinar a retirada dos crucifixos das salas de audiências e dependências do Tribunal de Justiça.

4. Olvidou o eminente magistrado, que o crucifixo e a Bíblia, são símbolos que ultrapassam em muito uma mera adesão de um Estado a uma religião, o crucifixo e a Bíblia são fecundos símbolos do homem ocidental e de seu encontro com sua humanidade...(...)

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Livro da Semana

O Glorioso São José

O Papa Pio IX proclamou, em 8 de dezembro de 1870, São José Patrono universal da Igreja, colocando-o sob o seu patrocínio e proteção, naqueles tempos difíceis. Hoje a Igreja atravessa novamente tempos agitados, onde um laicismo anti-católico a ameaça de todos os lados, tentando-a excluir da vida pública e amordaçá-la para que não anuncie a mensagem salvadora de Nosso Senhor Jesus Cristo. As trevas do pecado e da morte, agitadas pelo Inferno, investem contra ela. Mais do que nunca precisamos recorrer a São José; pois, assim como ele soube livrar o Menino Jesus, Cabeça da Igreja, das garras assassinas de Herodes, saberá também proteger o Corpo de Cristo, a Sua Esposa Santa, das perseguições que hoje ela sofre. Precisamos conhecer a vida, as virtudes, a glória e os méritos do glorioso São José; e nos refugiarmos sob a sua poderosa proteção. Como os grandes santos da Igreja é preciso rogar: São José, valei-nos!

 

Ficha Técnica
Editora: Cléofas
ISBN: 978-85-88158-41-2
Ano: 2008
Edição: 1
Número de páginas: 200
Idioma: Português (BR)
Acabamento: Brochura
Formato: 14x21 cm


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Jesus Sinal de Contradição

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"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12