28 de jan de 2010

Lei de uniões homossexuais no México é imoral, inadmissível e imperdoável - LULA APROVA CASAMENTO HOMOSSEXUAL

4 janeiro 2010 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Igreja, Mundo MEXICO D.F., 21 Dez. 09 / 01:29 pm (ACI).- O Arcebispo Primaz do México, Cardeal Norberto Rivera Carrera, assinalou que a recente lei que aprova as uniões homossexuais na capital é uma norma “imoral, inadmissível e imperdoável” que “atinge em sua estrutura mais íntima as famílias mexicanas, instituição sobre a qual nosso país construiu sua rica história, seus valores e sua espiritualidade”.
O Cardeal explicou que “esta lei –que equipara a união entre pessoas do mesmo sexo com o matrimônio entre um homem e uma mulher– abriu as portas a uma perversa possibilidade para que estes casais possam adotar a crianças inocentes, cujo direito a ter uma família constituída por uma mãe e um pai não será respeitado, com os conseqüentes danos psicológicos e morais que provocará tal injustiça e arbitrariedade. Isto, certamente, é absolutamente inadmissível e imperdoável”.
O Arcebispo Primaz insistiu logo em recordar aos “nossos legisladores que a união conjugal entre um homem e uma mulher é a única capaz de procriar, e que isto não é questão de concepções religiosas mas de uma realidade. A própria natureza humana ditou as bases da instituição do matrimônio heterossexual, para bem dos contraentes, para a geração e educação dos filhos, e para a formação sã e adequada da sociedade”.
Por isso, continuou o Cardeal Rivera, “a Igreja considera uma aberração equiparar as uniões entre pessoas do mesmo sexo com o matrimônio, pois estas são incapazes de alcançar os fins que deram origem a esta imprescindível instituição que, para os cristãos, não obedece apenas a uma forma de organização social, mas que é uma ordem instituída por Deus desde a criação do mundo, e sobre esta vontade divina que rege a moral conjugal não pode estar nenhuma lei humana. Tal pretensão não é mais que soberba, e indevidamente levará a sociedade à ruína, o qual nos preocupa profundamente”.
“Com as uniões entre pessoas do mesmo sexo, a mãe e o pai se convertem em meras palavras e os sexos carecem de sentido. Nossas crianças e jovens correm um gravíssimo risco ao ver como normais este tipo de uniões, e podem entender equivocamente que as diferenças sexuais são um simples tipo de personalidade, deixando assim de apreciar a dualidade da sexualidade humana, que é condição da procriação e, portanto, da conservação e desenvolvimento da humanidade”.
O Cardeal destacou logo que “as uniões entre indivíduos do mesmo sexo não têm futuro, já que são poucas as pessoas homossexuais que desejam unir-se sob este esquema com seu par, o qual pode observar-se nos países que já contam com esta lei, e nos quais se aprecia uma tendência à queda no número de uniões desta índole”.
O Arcebispo denunciou logo que a decisão “tomada arbitrária e irresponsavelmente pelos deputados do Distrito Federal vai contra a vontade da imensa maioria dos cidadãos, conforme demonstram as pesquisas, de modo que os legisladores atentaram e, uma vez mais, como aconteceu com a criminal lei do aborto, se burlaram da sociedade, da família e dos valores do povo mexicano, ao rechaçar a solicitude formulada tanto por instituições como por pessoas, que exigiu realizar um referendum entre a população”.
O Cardeal Rivera reiterou ademais que “negar a alguém a possibilidade casar-se com outra pessoa de seu próprio sexo não é discriminá-la, mas reconhecer e defender ao matrimônio como instituição essencialmente heterossexual. Uma união formal entre pessoas do mesmo sexo será o que for, mas jamais será um matrimônio, e desde os valores cristãos sempre será imoral”.
Não existe, prosseguiu, “nenhum fundamento racional ou ético para assimilar ou estabelecer analogias, nem sequer remotas, entre as uniões homossexuais e o intuito de Deus sobre o matrimônio e a família. O matrimônio é santo, enquanto que as relações homossexuais contrastam com a lei moral natural. Os atos homossexuais, em efeito, ‘fecham o ato sexual ao dom da vida. Não procedem de uma verdadeira complementaridade afetiva e sexual. Não podem receber aprovação em nenhum caso’”.
Logo depois de explicar que as relações sexuais homossexuais são intrinsecamente perversas, mas que a Igreja nunca condena as pessoas que sofrem a inclinação homossexual, o Cardeal alentou a que “a aprovação arbitrária desta lei imoral seja o antídoto para que em outros estados da República não sigam este perverso exemplo e se faça o que for necessário para defender constitucionalmente a família, comprometendo os fiéis leigos a evitar, por cursos legais, estes atropelos contra a sociedade mesma e seus valores mais preciosos”.
Depois de pedir orações pelos deputados que aprovaram esta lei imoral, o Cardeal concluiu fazendo votos para que “Nosso Senhor Jesus Cristo, que veio a nós na humildade da carne, reine sobre nossa afligida nação, e que o amoroso amparo de sua Santíssima Mãe, Nossa Senhora de Guadalupe, estenda-se sobre todos vocês e suas famílias”.

ATENÇÃO! VEJA MATÉRIA ABAIXO:

Leonencio Nossa – O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA -

Dida Sampaio/AE
A uma platéia formada por homossexuais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez na noite desta quinta-feira uma confidência rara de suas viagens oficiais pelo mundo. “Conheço figuras importantes que não têm coragem de assumir o homossexualismo”, relatou ao abrir a 1ª Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuiais, Travestis (GLBT). “O mundo seria mais alegre se fôssemos menos rígidos com os tabus colocados no caminho ao longo da história.”

Dom Geraldo Majella questiona o governo Petista: Vocês estão mostrando sem retoques seu rosto aos eleitores ou foi um equívoco de redação?

27 janeiro 2010 in Em defesa da Fé, Notícias



Recentemente o Arcebispo de Salvador (BH) e Primaz do Brasil, Cardeal Geraldo Majella Agnelo, pegou pesado com o governo Petista, fazendo severas críticas ao programa de direitos humanos (PNDH) do governo Lula, em um artigo que teve como título  “Brasil: programa de direitos humanos e os equívocos para o desenvolvimento”. No artigo, ele mostrou a intenção do governo: Afirmar que a vontade de uma minoria, é a vontade da maioria do povo brasileiro. A idéia dos petistas é de entre outras coisas legalizar o aborto e banir os símbolos religiosos dos espaços públicos, mesmo quando a maioria da população brasileira já manifestou explicitamente sua vontade contrária a estas medidas.
O tal programa (PNDH), que contém mais de 500 proposições e 73 páginas e que, segundo muitos comentadores, agride diversos artigos da Constituição Brasileira, e por isso, o Cardeal Majella afirma que “o leitor fica sem saber se esse decreto, que sai em ano eleitoral, deve ser recebido como o programa com o qual o Governo mostra sem retoques seu rosto aos eleitores ou se foi um equívoco do grupo que o redigiu, destinado a sair de circulação”.
“Os temas tratados são de grande interesse, mas os equívocos são muitos e perigosos” adverte o Cardeal Primaz. “O PNDH foi preparado sem uma ampla consulta à sociedade. Esta seria a maneira de sinalizar amadurecimento e consolidação do método democrático, abrindo espaço para o diálogo na sociedade plural”, lamentou.
Mais adiante, o arcebispo destaca que “os direitos humanos dos quais fala o PNDH se parecem mais com proposições de forte conotação ideológica próprias de grupos minoritários, do que com os Direitos Humanos propriamente ditos”. “A fonte última dos Direitos Humanos não se situa na mera vontade dos seres humanos, na realidade do Estado, nos poderes públicos, mas no próprio homem e em Deus seu criador. Tais direitos são universais, invioláveis e inalienáveis”, asseverou o prelado brasileiro citando o Compêndio da Doutrina Social da Igreja.
Referindo-se à Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela ONU que “podem e devem ser aperfeiçoados, integrados e explicitados”, o Cardeal Majella Agnelo afirma também que “isto jamais pode ser feito apresentando outros “direitos” em contradição com os que já foram solenemente proclamados. É o caso, por exemplo, do direito à vida, formulado no artigo terceiro da Declaração da ONU que reza: “Toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal”", explicou.
O PNDH quer descriminalizar o aborto, tornando-o legítimo e factível até o último dia da gestação. Isto contradiz frontalmente o espírito e a letra do artigo terceiro. Além disso, pretende fazer passar como direito universal à vontade de uma minoria, já que a maioria da população brasileira manifestou explicitamente sua vontade contrária”, denunciou o Arcebispo de Salvador.
O purpurado chamou atenção para o fato de que “a abertura à vida está no centro do desenvolvimento”, como afirma o Papa Bento na Caritas in veritate: “Quando uma sociedade começa a negar e a suprimir a vida, acaba por deixar de encontrar as motivações e as energias para trabalhar ao serviço do verdadeiro bem do homem”.
 Mais adiante, referindo-se a outro dos direitos fundamentais do homem à “liberdade de pensamento, consciência e religião” o Cardeal destaca que o PNDH “pretende banir do espaço público os símbolos religiosos”. “Creio que um referendum a respeito disso demonstraria a origem ideológica de uma opção que um pequeno grupo quer impor ao país inteiro, revelando sua postura autoritária. O amor à religião caracteriza a sensibilidade e a cultura do povo brasileiro. Fica difícil compreender como o Governo mais popular possa tomar decisões antipopulares”, indagou Dom Geraldo criticando o governo de Lula.
“O Brasil será condenado a continuar sendo o País do futuro? Nós podemos dar todos os passos para ingressar num patamar mais elevado de justiça e de democracia, de crescimento e de paz. Mas o PNDH traz muitos sinais que parecem alimentar o atraso, o conflito e o mal-estar na sociedade“, concluiu o Arcebispo Primaz em seu artigo assinado no dia 25 de Janeiro, festa da Conversão de São Paulo.
Fonte: ACI Digital

26 de jan de 2010

Maioria dos americanos considera aborto “moralmente incorreto”


24 janeiro 2010 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Mundo Segundo uma recente pesquisa dos Cavaleiros de Colombo
Por Nieves San Martín
NEW HAVEN, sexta-feira, 22 de janeiro de 2010 (ZENIT.org).- Às vésperas do 37º aniversário da sentença do Tribunal Supremo dos Estados Unidos no caso Roe versus Wade, que legalizou o aborto em todo o país, uma pesquisa recente mostra que a grande maioria dos americanos acredita que o aborto é moralmente incorreto.
A geração do milênio (os que têm entre 19 e 29 anos) considera o aborto “moralmente incorreto”, inclusive mais (58%) que a geração do boom (os que têm entre 45 e 64 anos), com 51%. O resultado da geração X (entre 30 e 44 anos) é similar ao da geração do milênio (60% veem o aborto como “moralmente incorreto”). Mais de 6 de cada 10 da geração dos mais velhos (maiores de 65 anos) pensam a mesma coisa.
Esta recente pesquisa, levada a cabo entre o final de dezembro e o começo de janeiro, é a última de uma série de pesquisas semelhantes organizadas pelos Cavaleiros de Colombo e realizadas pelo Instituto Marista para a Opinião Pública.
Em outubro de 2008 e julho de 2009, a pesquisa fez o acompanhamento de uma tendência crescente à posição pró-vida, confirmada por Gallup e pelo estudo do Centro Pew de meados de 2009.
A pesquisa dos Cavaleiros de Colombo – Maristas está disponível em www.kofc.org / moralcompass.
“Os americanos de todas as idades – e os jovens em número ainda maior que seus pais – veem o aborto como algo moralmente errado – disse o supremo cavaleiro Carl Anderson. Os Estados Unidos deram um giro e estão abraçando a vida e, ao fazê-lo, estão abraçando um futuro do qual eles – e todos nós – poderemos estar orgulhosos.”
E acrescentou: “Os avanços na tecnologia mostram claramente – e cada vez mais claramente – que uma criança não-nascida é totalmente um ser humano. Isso, e o grande número de americanos que conhecem uma das muitas pessoas que foram negativamente afetadas pelo aborto, são certamente duas das razões pelas quais os americanos estão cada vez mais incomodados com o legado de aborto de Roe v. Wade, e com o aborto em geral. A maioria dos americanos entende que o aborto tem consequências e que estas não são boas”.
A questão do aborto faz parte de uma pesquisa mais ampla que será divulgada nos próximos dias.
Este informe apresenta os resultados de uma pesquisa feita com 2.243 americanos – incluindo uma amostra suplementar de 1.006 da geração do milênio. Os resultados para os americanos têm uma margem de erro de +/-2% e, para a geração do milênio, +/-3%.
Os dados foram recolhidos de 23 de dezembro de 2009 a 4 de janeiro de 2010, usando um painel online baseado em probabilidades de Knowledge Networks, Inc.
informação adicional disponível em www.kofc.org.

5 de jan de 2010

Novelas aumentam divórcios no Brasil!


Um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) sugere uma ligação entre as populares novelas da TV Globo e um aumento no número de divórcios no Brasil nas últimas décadas.
Na pesquisa, foi feito um cruzamento de informações extraídas de censos nos anos 70, 80 e 90 e dados sobre a expansão do sinal da Globo – cujas novelas chegavam a 98% dos municípios do país na década de 90. Segundo os autores do estudo, Alberto Chong e Eliana La Ferrara, "a parcela de mulheres que se separaram ou se divorciaram aumenta significativamente depois que o sinal da Globo se torna disponível" nas cidades do país.
Além disso, a pesquisa descobriu que esse efeito é mais forte em municípios menores, onde o sinal é captado por uma parcela mais alta da população local.
Instrução
Os resultados sugerem que essas áreas apresentaram um aumento de 0,1 a 0,2 ponto percentual na porcentagem de mulheres de 15 a 49 anos que são divorciadas ou separadas.
"O aumento é pequeno, mas estatisticamente significativo", afirmou Chong.
Os pesquisadores vão além e dizem que o impacto é comparável ao de um aumento em seis vezes no nível de instrução de uma mulher. A porcentagem de mulheres divorciadas cresce com a escolaridade.
O enredo das novelas freqüentemente inclui críticas a valores tradicionais e, desde os anos 60, uma porcentagem significativa das personagens femininas não reflete os papéis tradicionais de comportamento reservados às mulheres na sociedade.
Foram analisadas 115 novelas transmitidas pela Globo entre 1965 e 1999. Nelas, 62% das principais personagens femininas não tinham filhos e 26% eram infiéis a seus parceiros.
Nas últimas décadas, a taxa de divórcios aumentou muito no Brasil, apesar do estigma associado às separações. Isso, segundo os pesquisadores, torna o país um "caso interessante de estudo".
Segundo dados divulgados pela ONU, os divórcios pularam de 3,3 para cada 100 casamentos em 1984 para 17,7 em 2002.
"A exposição a estilos de vida modernos mostrados na TV, a funções desempenhadas por mulheres emancipadas e a uma crítica aos valores tradicionais mostrou estar associada aos aumentos nas frações de mulheres separadas e divorciadas nas áreas municipais brasileiras", diz a pesquisa.
Fonte:BBC

4 de jan de 2010

Estamos sendo atacados em nossa fé


Sábado, 02 de janeiro 2010
Estamos sendo atacados em nossa fé. Estamos sendo atacados em nossa fé. Estaas pessoas que receberam a graça do batismo no Espírito, que participaram da Igreja, que estão à frente de grupos, que receberam os dons do Espírito Santo, mesmo estes estão sendo violentados na própria fé.

O tentador tem agido em nossa fé, causando em nós dois grandes males: a incredulidade, que é o oposto da fé e a impiedade. O que o maligno quer atingir é justamente o nosso amor pelo Pai. Ele golpeia, certeiro, o nosso coração para arrancar dele a piedade: esse amor de filhos.

A piedade é um dom do Espírito Santo que nos faz amar a Deus, reconhecendo-O como Pai. É o Espírito Santo que nos dá a certeza de que Deus é nosso Pai. É o próprio Espírito que clama dentre de nós “Abbá, Pai”.

Os sintomas desse ataque do inimigo em nossa fé e em nossa piedade são a falta de gosto pela oração e o desinteresse pela Palavra de Deus. A leitura da Bíblia se torna árida, sem gosto, já não causa mais satisfação.

Precisamos nos entregar nas mãos do Senhor, deixar-nos trabalhar por Ele como aqueles dois discípulos de Emaús. Ele quer curar o nosso coração da ferida mortal que o inimigo produziu em nós: a incredulidade e a impiedade.

Monsenhor Jonas Abib

"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12