31 de dez de 2011

Natal e o mistério da Igreja

A Igreja está em foco … nos jornais, nas revistas, nas conversas informais… Muitos a admiram, apontando o seu esforço de atualização concretizado em medidas para transmitir hoje de maneira nova as eternas verdades do Evangelho… Outros, porém, a criticam, pois nela vêem abusos e deficiências da parte de ministros e de fiéis que mais deveriam primar pela fé e a dignidade. Em conseqüência da sua decepção, muitos fiéis católicos são propensos a abandonar a Igreja, professando um Cristianismo individual, descomprometido de qualquer institucionalização…

Compreendemos o drama íntimo daqueles que, amando o Cristo, sofrem por verificar que nem sempre os discípulos do Senhor Lhe dão lúcido testemunho. A tais fiéis católicos será oportuno lembrar algo que o tempo de Natal – mais uma vez recém-vivido por nós – incute fortemente, a saber: o mistério da Encarnação ou do Deus feito homem e desfigurado sob a fragilidade humana é o mistério central da fé cristã; com efeito, o cristão tem seu referencial em Cristo, que é Deus feito homem,… Deus que quer vir aos homens através do humano, ocultando a Eternidade sob a forma de realidades temporais, encobrindo a riqueza divina com os véus da fragilidade e da pobreza do homem. Ele podia não ter procedido assim: ter-se-ia então dado aos homens de maneira direta e fulgurante… Mas, se à Sabedoria Divina aprouve servir-se do que é pequeno e abjeto para transmitir o que é grande e divino (cf. 1Cor 1,27s), ao cristão toca aceitar este desígnio com todas as conseqüências que ele acarreta. Isto quer dizer que toda a história das comunicações de Deus aos homens será a continuação do mistério da Encarnação.

Certa vez, João Batista, tendo mandado perguntar a Jesus se Este era realmente o Messias aguardado, recebeu a seguinte resposta:

“Ide contar a João o que estais ouvindo e vendo: os cegos recuperam a vista, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e os pobres são evangelizados. E bem-aventurado aquele que não se escandalizar a meu respeito !” (Mt 11, 4-6).

Com estas palavras, Jesus aludia aos prodígios que Ele ia realizando em sinal da sua natureza divina; Ela renovava as criaturas, restaurava os elementos deteriorados pelo pecado … Mas predizia que Ele seria escandaloso… como ? – Sim; havia de ser pregado à cruz,… desafiado para que desta se desprendesse como havia salvo a tantos durante o seu ministério público (cf. Mt 27, 39-43). E, não obstante, Ele não se moveria, deixando-se morrer como que inepto e vencido sobre o patíbulo. A fraqueza de Cristo, imprevista e surpreendente, desconsertaria a muitos, provocando a fuga dos próprios discípulos, exceto João. Todavia o Senhor crucificado era o Rei da glória, voluntariamente desfigurado, mas portador da vida divina que ressuscitaria seu corpo três dias depois! Felizes, portanto, aqueles que não se escandalizassem a seu respeito!

Ora sorte semelhante toda à Igreja instituída pelo próprio Cristo para ser seu Corpo prolongado (cf. 1Cor 12). Ele a concebeu segundo o mistério ou a lei da Encarnação. Isto significa que Ele haveria de dar à sua Igreja o poder de fazer prodígios,… prodígios de renovação dos homens e da história… Sim; foi a Igreja, entregue a homens rudes, que enfrentou o pujante Império Romano, sofreu as perseguições deste, mas acabou por vencê-lo, como atestava o Imperador Juliano o Apóstata (361-363): “Venceste, Galileu!” Foi a Igreja que salvou das ruínas os tesouros da cultura greco-romana e os entregou aos povos bárbaros; foi a Igreja que, mediante o mundo ocidental ou, simplesmente, o mundo inteiro… A Igreja, mesmo nas fases de crise mais aguda, sempre encontrou em sua vitalidade própria o fermento para revigorar suas forças.

Todavia da Igreja também se pode e deve dizer aquilo que Cristo afirmou de Si: “Feliz aquele que não se escandalizar a seu respeito!” Recoberta pela fragilidade humana, a Igreja traz as marcas da deficiência dos seus filhos, ora mais, ora menos patentes. Todavia a Igreja continua contendo em si a força de Deus para a santificação dos homens (cf. 2Cor 12,10); a fragilidade dos filhos da Igreja é incapaz de esvaziar a riqueza dos meios de santificação que Cristo nela depositou e que, passando por mãos limpas ou sejas, são sempre entregues impolutos a quem os procura na fé.

Estas verdades são de importância fundamental para os fiéis que sofrem em seu íntimo as repercussões de episódios dolorosos… O Natal, recém-celebrado, veio avivar no povo de Deus a consciência do grande desígnio do Pai que se manifesta tanto no presépio de Belém como na história da Igreja. Possa esta consciência orientar os fiéis católicos.

D. Estevão Bettencourt, Osb.
Revista: “PERGUNTE E RESPONDEREMOS”
Nº 217, Ano 1978, Página 1.

28 de dez de 2011

O mistério da Estrela de Belém

Nas Sagradas Escrituras vemos Deus, muitas vezes, comunicar-se aos homens por meio de sinais na natureza: a brisa da tarde no Paraíso, o arco-íris após o dilúvio, a sarça ardente, a diáfana nuvem de Santo Elias etc. E em seu próprio nascimento, Ele quis usar de um sinal no céu: a Estrela de Belém. Esse fato nos é narrado apenas por um dos evangelistas: São Mateus.

Na verdade, naquela época acreditava-se que o nascimento de pessoas importantes estava relacionado com certos movimentos dos astros celestes. Assim, dizia-se que Alexandre o Grande, Júlio César, Augusto e até filósofos como Platão tiveram a sua estrela, aparecida no céu quando eles vieram ao mundo.

Muito se tem comentado a respeito da estrela surgida aos três Reis Magos , guiando-os até o local bendito em que o Salvador haveria de nascer. E não faltaram homens de ciência tentando encontrar uma explicação natural para esse evento sobrenatural, centro da história humana. Não temos a pretensão de fazer um compêndio científico a respeito, mas não deixa de ter certo interesse conhecer, ainda que de modo sumário, as principais tentativas de solucionar esse enigma.

Uma das primeiras teorias levantadas era que esse astro teria sido o planeta Vênus. Pois a cada 19 meses, pouco antes do nascer do Sol, ele aparece dez vezes mais claro que a mais brilhante das estrelas: a Sírius. Mas esse já era, então, um fenômeno assaz conhecido pelos povos do oriente e, portanto, para os Reis Magos nada teria de extraordinário.

Outra hipótese foi levantada por um astrônomo reconhecido nos meios científicos do século XVI: Johannes Kepler. Tentou ele demonstrar com seus longos estudos, que esse astro não era apenas um, mas a conjunção de dois planetas: Júpiter e Saturno. Quando eles se sobrepõem, somam-se os respectivos brilhos. Um fenômeno desses foi por ele observado em 1604 e podia produzir um efeito semelhante ao que nos conta a Bíblia. A partir daí, Kepler defendeu sua teoria.

Mas existem três problemas ao fazer essa afirmação: primeiro, essa conjunção dura apenas algumas horas, e a estrela que apareceu para os Reis Magos foi visível por eles durante semanas; segundo, Júpiter e Saturno nunca se fundem completamente numa única estrela. Mesmo a olho nu, seriam sempre visíveis dois corpos; terceiro, ao menos que a data do nascimento do Menino Jesus esteja muito mal calculada, tal conjunção só poderia ter lugar três anos depois.

Há quem diga que a estrela foi, na verdade, um meteoro especialmente brilhante. Mas um meteoro só pode durar alguns segundos e seria muito forçado crermos que esses poucos segundos de visibilidade bastariam para guiar os reis magos numa viagem através de quilômetros em um deserto inabitável, e que ao chegarem em Belém, apareceu um outro meteoro semelhante, indicando o local exato onde estava o Menino-Deus.
Orígenes, Padre da Igreja nascido em Alexandria, Egito, chegou a acreditar ser a Estrela de Belém um cometa. Pois alguns cometas chegam a ser centenas de vezes maiores que a Terra, e sua luz pode dominar o firmamento durante semanas.

Além disso, alguns sustentam que São Mateus teria ficado tão impressionado com o cometa Halley, visto nos céus em 66 d.C. ou pelo testemunho dos mais antigos cristãos que o tinham visto em 12 a.C., que o incluiu na história. Outros afirmam ter sido o próprio Halley, a Estrela de Belém. Mas devemos reconhecer que as duas datas citadas estão muito afastadas do nascimento de Jesus, para serem unidas a ele. E segundo os dados catalogados, não há menção de nenhum outro cometa que tenha sido visto a olho nu entre os anos 7 a.C e 1 d.C., período no qual se aceita ter nascido o Messias. Além disso, é corrente serem os cometas na Antiguidade anunciadores de desgraças e não de bênçãos.

Uma última hipótese dita científica é a que tenha sido uma “Nova”. Existem certas estrelas que explodem de tal forma que sua luz aumenta centenas de vezes em poucas horas. São as chamadas “Novas”, ou “Supernovas”, dependendo da intensidade da explosão. Calcula-se que a cada mil anos, aproximadamente, uma estrela se transforme em “Supernova”, sendo este fenômeno visível durante vários meses, até mesmo durante o dia.
Mas já não se crê nessa hipótese, pois tais explosões, devido à sua magnitude, mesmo depois de séculos, deixam traços inconfundíveis no espaço, como manchas estelares etc. Entretanto, até hoje não se descobriu nenhum indício de tal fenômeno ocorrido nesse período histórico.

Embora várias tentativas de explicação científica não tenham dado respostas plenamente satisfatórias ao mistério da Estrela de Belém, isso em nada diminui o mérito dos esforçados estudiosos que com reta intenção buscam desvendar os enigmas da natureza.
Mas deixando essas hipóteses de lado por um momento, voltemos nossos olhos à outro aspecto da questão: o campo teológico, onde se considera que essa estrela era a realização da profecia do Antigo Testamento: “Uma estrela avança de Jacó, um cetro se levanta de Israel” (Num 24,17).

Alguns teólogos defendem que São Mateus fez uma interpretação das tradições da época, referindo-se ao astro não como uma estrela no sentido literal, mas como símbolo do nascimento de um personagem importante.

Mas São Tomás, o Doutor Angélico, já havia pensado nisso em sua época e resolveu a questão na Suma Teológica (III, q. 36, a.7), usando cinco argumentos tirados de São João Crisóstomo:

1º. Esta estrela seguiu um caminho de norte ao sul, o que não é comum ao geral das estrelas.

2º. Ela aparecia não só de noite, mas também durante o dia.

3º. Algumas vezes ela aparecia e outras vezes se ocultava.

4º. Não tinha um movimento contínuo: andava quando era preciso que os magos caminhassem, e se detinha quando eles deviam se deter, como a coluna de nuvens no deserto.

5º. A estrela mostrou o parto da Virgem não só permanecendo no alto, mas também descendo, pois não podia indicar claramente a casa se não estivesse próxima da terra.
Mas se esse astro não foi propriamente uma estrela do céu, o que era ele?

Segundo o próprio São Tomás, ainda citando o Crisóstomo, poderia ser:

1º. O Espírito Santo, assim como ele apareceu em forma de pomba sobre Nosso Senhor em Seu batismo, também apareceu aos magos em forma de estrela.

2º. Um anjo, o mesmo que apareceu aos pastores, apareceu aos reis magos em forma de estrela.

3º. Uma espécie de estrela criada à parte das outras, não no céu, mas na atmosfera próxima à terra, e que se movia segundo a vontade de Deus.

Como solução ao mistério da Estrela de Belém, São Tomás acreditava ser mais provável e correta esta última alternativa.

De qualquer forma, temos a certeza de que essa estrela continua a brilhar não só no alto das árvores de Natal, mas principalmente na alma de cada cristão ao comemorar a Luz nascida em Belém para iluminar os caminhos da humanidade.

Créditos à: Emílio Portugal Coutinho – 2010/12/29

27 de dez de 2011

Súplicas de Nossa Senhora à humanidade através da Beata Jacinta


Jacinta e Francisco Marto
Jacinta e Francisco Marto
Vivendo sob a promessa de que Nossa Senhora os levaria em breve para o Céu, Francisco e Jacinta foram agraciados com algumas visões particulares durante o pouco tempo que passaram na Terra.
Pouco mais de um ano se passara desde a última aparição na Cova da Iría, quando Francisco e sua irmã Jacinta adoeceram gravemente, atacados de broncopneumonia. Não perderam seu fervor nos sacrifícios e penitencia. Os dois irmãos compreenderam que aquela doença deveria conduzi-los ao Céu. Foi então que Nossa Senhora lhes apareceu e declarou que em breve viria buscar o Francisco e que não demoraria muito também em vir buscar a Jacinta.
Jacinta relata a Lúcia às seguintes palavras:
“- Nossa Senhora veio-nos ver, e disse que vem buscar Francisco muito em breve para o Céu. E a mim perguntou-me se queria ainda converter mais pecadores. Disse-lhe que sim. Disse-me que ia para um hospital e que lá sofreria muito. Que sofresse pela conversão dos pecadores, em reparação dos pecados contra o Imaculado Coração de Maria, e por amor de Jesus. (…) Não me importo sofro tudo por amor a Jesus, para reparar o Imaculado Coração de Maria, pela conversão dos pecadores e pelo Santo Padre.”
Antes de ir para o hospital, Jacinta com um ardente amor a Deus, dizia para Lúcia:
Beata Jacinta
“- Já me falta pouco para ir para o Céu. Tu ficas cá para dizeres que Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao Imaculado Coração de Maria. Quando for dizeres isso, não te escondas, dize a toda gente que Deus nos concede as graças por meio do Imaculado Coração de Maria, que lhas peçam a Ela, que o Sagrado Coração de Jesus quer que, a seu lado se venere o Coração Imaculado de Maria. Que peçam a paz ao Imaculado Coração de Maria, que Deus lha entregou a Ela. Se eu pudesse meter no Coração de toda a gente o lume que tenho cá dentro do peito a queimar-me e fazer-me gostar tanto do Coração de Jesus e do Coração de Maria!”
Após passar por vários hospitais e se submeter a uma cautelosa cirurgia, Jacinta se encontra nos seus últimos momentos na terra. Madre Maria da Purificação Godinho, surpreendida pela sabedoria e virtude da menina, tratou-a como filha, e registrou as suas últimas palavras, cujos tons proféticos refulgem em cada linha. Acontecendo aí as Súplicas de Nossa Senhora a menina:
SOBRE O PECADO
  • Os pecados que mais levam almas para o Inferno são os pecados da carne.
  • Hão de vir umas modas que hão de ofender a Nosso Senhor.
  • As pessoas que servem a Deus não devem andar com a moda. A Igreja não tem modas. Nosso Senhor é sempre o mesmo.
  • Os pecados do mundo são muito grandes.
  • Se os homens soubessem o que é a eternidade, faziam tudo para mudar de vida.
  • Os homens perdem-se porque não pensam na morte de Nosso Senhor e não fazem penitencia. Muitos matrimônios não são bons, não agradam a Nosso Senhor e não são de Deus.
SOBRE OS SACERDOTES E OS GOVERNANTES
  • Minha madrinha, peça muito pelos pecadores!
  • Peça muito pelos Padres!
  • Peça muito pelos religiosos!
  • Os Padres só deviam ocupar-se das coisas da Igreja.
  • Os Padres devem ser puros, muitos puros.
  • A desobediência dos Padres e dos Religiosos aos seus Superiores e ao Santo Padre ofende muito a Nosso Senhor.
  • Minha madrinha, peça muito pelos governos!
  • Ai dos que perseguem a Religião de Nosso Senhor!
  • Se o governo deixasse em paz a Igreja e desse a liberdade à Santa Religião era abençoado por Deus.
SOBRE AS VIRTUDES CRISTÃS
  • Minha madrinha, não ande no meio do luxo; fuja das riquezas.
  • Seja muito amiga da santa pobreza e do silêncio.
  • Tenha muita caridade, mesmo com quem é mal.
  • Não fale mal de ninguém e fuja de quem diz mal.
  • Tenha muita paciência, por que a paciência leva-nos para o Céu.
  • A mortificação e os sacrifícios agradam muito a Nosso Senhor.
  • A Confissão é um Sacramento de misericórdia. Por isso é preciso aproximarmo-nos do confessionário com confiança e alegria. Sem confissão não há Salvação.
  • A Mãe de Deus quer mais almas virgens, que se liguem a Ela pelo voto da Castidade.
  • Para ser Religiosa é preciso ser muito pura na alma e no corpo.
  • Eu iria com muito gosto para o Convento; mas gosto mais ainda de ir para o Céu.
- E sabes tu o que quer dizer ser pura? Perguntava-lhe a Madre Godinho.
- Sei, sei. Ser pura no coração é guardar a castidade; e ser pura na alma é não fazer pecados, não olhar para o que não se deve ver, não roubar, não mentir nunca, dizer sempre a verdade ainda que nos custe.
  • Quem não cumpre as promessas que faz a Nossa Senhora nunca terá felicidade nas suas coisas.
  • Os médicos não tem luz para curar bem os doentes, porque não têm amor a Deus.
- Quem foi que te ensinou tantas coisas? Perguntava-lhe a Madre Godinho.
- Foi Nossa Senhora; mas algumas penso-as eu. Gosto muito de pensar.
Nossa Senhora veio buscar Jacinta no dia 20 de Fevereiro de 1920 – aos 10 anos de idade (Francisco partira para o Céu no dia 4 de Abril do ano anterior).
Corpo incorrupto da Beata Jacinta
Jacinta e Francisco foram sepultados no cemitério de Fátima. O singelo epitáfio dizia: Aqui repousam os restos mortais de Francisco e Jacinta, a quem Nossa Senhora apareceu.
Os veneráveis restos mortais da menina e de seu irmão repousam na Basílica de Fátima.
  • Fonte:    Livro ” Fátima. O Meu Imaculado Coração Triunfará”
  •  ( Pe. De Marchi, opcit. (7º ed.), pp. 291,293 )
Fonte:

26 de dez de 2011

Ataques a Igreja na Nigéria no dia de Natal


O Natal na Nigéria sofre com uma série de explosões em igrejas do país, que já deixaram pelo menos 25 mortos. O terceiro ataque do dia aconteceu em Gadaka, cidade do estado de Yobe, no nordeste da nação africana e teria deixado feridos, segundo relatos de residentes às agências de notícias.
Um porta-voz do setor radical islâmico Boko Haram assumiu a autoria dos ataques em entrevista ao jornal “The Daily Trust”, que circula no norte muçulmano da Nigéria, neste domingo (25). Esta organização está por trãs de uma série de investidas recentes no país, que segundo contas da agência de notícias Associated Press, já teriam deixado, pelo menos, 465 mortos.
Horas antes da explosão em Gadaka, duas igrejas já haviam sido atingidas na Nigéria, segundo fontes do governo. O primeiro ataque aconteceu em uma igreja católica de uma parte densamente povoada de Abuja, capital o país. A segunda ocorreu na cidade de Jos, no centro do país.
O porta-voz Pam Ayuba disse que houve tiros após a explosão em Jos e pelo menos um policial ficou ferido. Ayuba ainda afirmou que não há mais detalhes sobre as causas da explosão.
Em Abuja, pelo menos 15 pessoas morreram, de acordo com uma fonte que colaborou nas operações de resgate. “Nestes três veículos temos 15 corpos”, disse a fonte, presente no local dos fatos, em alusão a três ambulâncias, acrescentando que certamente o número de mortos será maior. Um sacerdote local afirmou a agências de notícias que o número de pessoas mortas já chegou a 27.
Uma testemunha em uma estação de rádio local disse que estava dentro da Igreja Santa Teresa, no bairro de Madala, em Abuja, quando uma bomba explodiu no meio do santuário. Outra testemunha, que mora nas proximidades, disse à Reuters que “a explosão destruiu as janelas da minha casa”. Autoridades locais ainda não possuem detalhes do caso.
Vaticano
Segundo o porta-voz do Vaticano Federico Lombardi, a Santa Sé considerou os ataques como fruto de “ódio cego e absurdo”. A sede da Igreja Católica mandou uma mensagem de solidariedade às vitimas dos atentados na Nigéria.

25 de dez de 2011

Culinária da Semana: SOS Natal

INGREDIENTES

- 200 g de ervilhas cozidas - 150 g de batata cozida - 200 g de bacalhau desfiado (pode substituir por pernil, peru, lombo de porco assado e moído) - 3 ovos ligeiramente batidos - 1/2 cebola picada - 1 dente de alho picado - 1/2 xícara (chá) de alho-poró picado - 1/2 pimentão vermelho em cubinhos - 1/2 pimenta vermelha picada - Sal, cheiro verde picado a gosto- 200 g de ervilhas cozidas - 150 g de batata cozida - 200 g de bacalhau desfiado (pode substituir por pernil, peru, lombo de porco assado e moído) - 3 ovos ligeiramente batidos - 1/2 cebola picada - 1 dente de alho picado - 1/2 xícara (chá) de alho-poró picado - 1/2 pimentão vermelho em cubinhos - 1/2 pimenta vermelha picada - Sal, cheiro verde picado a gosto

MODO DE PREPARO

1º - Com o auxílio de um garfo ou amassador de batatas, amasse 200 g de ervilhas cozidas com 150 g de batata cozida. Coloque numa vasilha e junte 200 g de bacalhau desfiado (pode substituir por pernil, peru, lombo de porco assado e moído), 3 ovos ligeiramente batidos, 1/2 cebola picada, 1 dente de alho picado, 1/2 xícara (chá) de alho-poró picado, 1/2 pimentão vermelho em cubinhos, 1/2 pimenta vermelha picada, sal e cheiro verde picado a gosto. Misture muito bem. 3º - Distribua a massa em forminhas untadas e polvilhadas com farinha de rosca e leve em forno pré-aquecido a 180º C por 25 minutos ou até que enfiando o palito o mesmo saia limpo. 4º - Desenforme ainda quente e sirva com salada verde.

RENDIMENTO: 6 porções

Fonte Site: Mais Você 

O Nascimento de Jesus - O Maior acontecimento da história

Jesus Cristo é o Senhor da História. A data do seu Nascimento marca o ponto Zero. Ele é o centro de Referência; nenhum líder no mundo teve tantos discípulos como Ele; hoje são cerca de dois bilhões de pessoas. Por isso, o seu Natal é o Acontecimento singular a História. Ele veio para salvar o mundo. 

Depois da queda de Adão e Eva no pecado, afastando toda a humanidade de Deus, eles foram afastados do Paraíso, mas Deus prometeu um Salvador; Ele viria por uma Virgem, uma vez que foi por uma virgem que o pecado entrou no mundo.  Pelo mesmo caminho que veio a des-graça, viria a Graça. 

O Proto (primeiro) Evangelho diz:“Porei ódio entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça, e tu ferirás o calcanhar.” (Gn 3, 15) 

E quando chegou a “plenitude dos tempos” (Gl 4, 4) Deus enviou o seu Anjo à Virgem para anunciar:” “Ave, cheia de Graça! O Senhor é contigo… O Espírito Santo descerá sobre Ti, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso o Santo que há de nascer, será chamado Filho de Deus”. 

“Não temas, Maria, pois achaste graça diante de Deus. Serás Mãe e terás um filho ao qual darás o nome de Jesus. Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; e o Senhor Deus Lhe dará o trono de Davi seu pai; e reinará sobre à casa de Jacó eternamente; e o seu reino não terá fim” (Mt 1, 20-21). 

Cumpria-se a antiga Promessa: “Um renovo sairá do tronco de Jessé, e um rebento brotará de suas raízes. ” (Is 11, 1-2) 

“Por isso, o próprio Senhor vos dará um sinal: uma virgem conceberá e dará à luz um filho, e o chamará Deus Conosco.” (Is 7, 14) 

“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos sua glória, a glória que o Filho único recebe do seu Pai, cheio de graça e de verdade. Todos nós recebemos da sua plenitude graça sobre graça.Pois a lei foi dada por Moisés, a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo.” (Jo 1, 1-16) 

Jesus veio para implantar na Terra o Reino de Deus; ele será como mostra o profeta Isaias:  

“O povo que andava nas trevas viu um grande luz, sobre aqueles que habitavam na região da morte resplandeceu uma luz… porque um Menino nos nasceu, um filho nos foi dado; a soberania repousa sobre os seus ombros, e Ele se chama: Conselheiro Admirável, Deus forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz. O seu Império será grande, e a paz sem fim.” (Is 91-6) 

“Então o lobo será hóspede do cordeiro, a pantera se deitará ao pé do cabrito, o touro e o leão comerão juntos, e um menino pequeno os conduzirá; a vaca e o urso se fraternizarão, suas crias repousarão juntas, e o leão comerá palha com o boi. A criança de peito brincará junto à toca da víbora, e o menino desmamado meterá a mão na caverna da áspide. Não se fará mal nem dano em todo o meu santo monte, porque a terra estará cheia de ciência do Senhor, assim como as águas recobrem o fundo do mar. Naquele tempo, o rebento de Jessé, posto como estandarte para os povos, será procurado pelas nações e gloriosa será a sua morada.” (Is11,1-10 ) 

Mas Jesus é “sinal de contradição”  como  disse o velho Simeão a Maria e a José no dia de sua apresentação no Templo. Diante Dele ninguém fica indeferente; ou é contra ou é a favor.  

Diz São João evangelista que: “Nele havia a vida, e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam…Ele era a verdadeira luz que, vindo ao mundo, ilumina todo homem. Estava no mundo e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o reconheceu. Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam.”  

Ele veio para  o que era seu mas os seus não o receberam; as trevas fogem da luz para que as suas más obras não apareçam; é calada da noite que agem os bandidos, salteadores, corruptos… 

Mas Ele é  “a Luz que ilumina todo homem e mulher que vem a este mundo”. “Quem não conhece Jesus Cristo, permanece para si mesmo um desconhecido, um mistério inexplicável, um enigma insondável”, disse o Papa João Paulo II na encíclica “Jesus Cristo Redentor do homem”, de 1979. Sem Jesus Cristo o homem é neste mundo como um bêbado no escuro; perdido: não sabe de onde veio; não sabe para onde vai; não sabe o sentido da dor, da morte, da vida, nada…  

Muitos filósofos que desprezaram Jesus Cristo tiveram uma vida vazia e frustrada e levaram muitos jovens ao desespero e ao suicídio: Sartre, Shopenhauer, Nietzsche, Marcuse, Balsac, Freud, Marx, Engels,  etc. 

“Mas a todos aqueles que o receberam, aos que crêem no seu Nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas sim de Deus.” 

A mais precisa definição sobre o homem é esta: “um filho amado de Deus”, mas somente quem abraçou Jesus Cristo experimenta quão doce é ser filho de Deus. “Não sou dono do mundo, mas sou filho do dono, dizia uma frase no pára-choque de um caminhão.” 

Amigo, amiga, esta é a grande alegria de ser cristão; é a grande alegria de celebrar o Natal do Senhor que veio para se fazer nosso Irmão, e assim, nos tornar filhos de Deus nele. Celebre isto com muita alegria.  

Um Feliz e Santo Natal.  

Professor Felipe Aquino – www.cleofas.com.br 

24 de dez de 2011

O porquê do Natal ser comemorado no dia 25 de dezembro

Natalis solis invicti: com este nome, o Imperador de Roma, Aureliano oficializava a tradicional comemoração do sol nascente e invencível. Todos os anos, no dia 25 de dezembro, sucedia algo de muito curioso… Devido à inclinação natural do planeta, no hemisfério norte transcorria o dia mais curto e, consequentemente, a noite mais prolongada do ano. O paganismo dos romanos atribuía a esse fato o significado de ser uma ameaça dos deuses, pois notavam, ao longo das estações, a progressiva diminuição das horas solares, até chegar no clímax que se dava nessa ocasião. Amedrontados, ofertavam-lhes desagravos e, por meio de prolongados rituais e celebrações, julgavam atrair o beneplácito dos deuses, evitando assim o desaparecimento da luz.

Com o advento do Cristianismo, os romanos recém-convertidos guardavam saudades das festas realizadas por ocasião do Natalis Solis Invicti. Por esta razão, a Santa Igreja encontrou um sapiencial meio de direcionar para o bem essa arraigada tradição: comemorar, nesse mesmo dia, o nascimento do “Sol da Justiça que traz a salvação em seus raios” (Ml 3, 20). E apoiada em passagens da Sagrada Escritura, nas quais o Messias é apresentado como a “Luz para iluminar as nações” (Lc 2, 32) (cf. Jo 1, 9), empreendeu a cristianização desse velho costume pagão. Um antiquíssimo mosaico do século III, encontrado na cripta vaticana e conhecido como o Mausoléu dos Iulii, conjuga grandiosamente as imagens de Cristo e do Sol, sobre uma carruagem triunfante.

Com base nisto, atribui-se ao Imperador Constantino, construtor da Basílica Vaticana, ser um dos primeiros a instituir, nessa data, a celebração do Natal. O primeiro calendário a constatar esse fato foi editado por um personagem conhecido como Filocalos (354). Contudo, a declaração oficial da Santa Igreja foi proferida pelo Papa Júlio I (337-352).

Como ensina a Doutrina Católica, as festas do ano litúrgico nos fazem participar das mesmas graças dispensadas por Deus no próprio episódio comemorado. Tendo, pois, a Cátedra infalível de Pedro ligado essa determinação na terra, foi ligada também no Céu (cf. Mt 16, 19), atraindo desta maneira bênçãos copiosíssimas para o dia 25 de Dezembro, Natal do Senhor!

Autor do Texto: Prof, Felipe Aquino

23 de dez de 2011

Feliz Natal!

A Editora Cléofas deseja a você um santo e feliz Natal!!

As grandes verdades do Natal

O dia do Natal de Jesus relembra para todos os cristãos verdades fundamentais da fé. Uma delas é que à natureza divina da Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, se uniu, no dia da Anunciação, a natureza humana recebida da Virgem Maria pelo poder do Espírito Santo. Os teólogos empregam então, com propriedade, o termo  união hipostática. Santo Agostinho explica este dogma de fé ao dizer que o Verbo de Deus recebeu  o que não era, não perdendo o que era.  Cristo, de fato, como ensina São Leão Magno, “desceu de tal modo, sem diminuição de sua majestade ao tomar a condição de nossa humildade, que, uniu a verdadeira condição  de servo àquela condição em que é igual ao Pai e ligou ambas as naturezas com o vínculo de tão íntima aliança que nem a inferior com tão grande glorificação ficou absorvida, nem a superior diminuída com a assunção que realizou”. Note-se que o vocábulo assunção é tão  técnico como a expressão hipostática. Trata-se de uma união cuja iniciativa cabe à Segunda Pessoa divina e que resulta na elevação da natureza assumida, uma vez que o resultado final é algo humano-divino que se dá.

Por isto andou em clamoroso erro  Eûtiques, heresiarca grego,  que, no século quinto, ensinava que a natureza humana de Cristo se dissolvera na natureza divina, o que, evidentemente, jogava por terra todo efeito da Encarnação de Jesus que veio para resgatar a humanidade pecadora. O Concílio de Calcedônia em 451 condenou esta heresia.

O Redentor pagaria o que a nossa condição terrena tinha em dívida para com Deus. É, deste modo, que Jesus se tornou o único Mediador como convinha ao remédio necessário à raça humana, ou seja, que Ele pudesse morrer em virtude de uma das naturezas e ressuscitasse em virtude da outra. Enquanto Deus, foi o médico celestial; enquanto homem, pôde resgatar a estirpe à qual passou também a pertencer. Daí resulta imensa gratidão ao Todo-Poderoso que, pela muita misericórdia  que nos devotou, tendo compaixão de nós, estando nós mortos por causa do pecados, nos fez reviver em Jesus para sermos nele  uma nova criação de suas poderosas mãos. 

Corresponder à gratuidade de Deus, renascendo para uma vida nova, eis aí a obrigação de todos que têm fé. Cumpre revestir o homem novo de que fala o Apóstolo Paulo, deixando para trás tudo que não está de acordo com o que Jesus ensinou. É o conselho de Leão Magno num de seus mais belos sermões do Natal: “Reconhece, ó cristão, a tua dignidade, e, já que foste feito participante da natureza divina, não queiras voltar à antiga vileza com procedimentos indignos de tamanha nobreza”. Jesus nasceu, de fato, para nos transladar  para a luz do reino eterno do Ser Supremo, do qual é preciso começar a participar já nesta terra.

Diante do Presépio é necessário que o batizado se lembre que, ao ser regenerado na pia batismal, se tornou o templo vivo da Trindade Santa e que, portanto, não pode cometer ações  por cuja perversidade  expulse de si tão grande Senhor para se submeter à escravidão ignóbil do Diabo. Importância tal tem cada um daqueles que Jesus veio remir que o preço desta redenção, a qual se iniciou em Belém, é o próprio sangue divino. Que, então, perante a manjedoura se renuncie às obras da carne de que fala São Paulo na Carta aos Gálatas (5,19). Apenas assim as alegrias do Natal serão consistentes e não uma mera comemoração externa de um fato histórico.

O referido São Leão Magno frisa no seu texto a palavra HOJE: “Nasceu hoje o nosso Salvador”. A mesma eficácia salutar que, um dia, tal acontecimento trouxe em Belém, se dá para aqueles que se imergem nesta festa singular através da participação na liturgia. Este é o grande sinal  de que os atos salvíficos de Cristo  se realizam novamente, conferindo à alma fiel as graças vinculadas a tal evento. Hoje nasce Jesus para as almas dispostas com fé viva e ortodoxa a recebê-lo com júbilo no seu coração!


Autor do texto: Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho

22 de dez de 2011

As maravilhas do Natal

“Os profetas anunciaram suas maravilhas e milhares o adoraram”.

Natal é tempo de profunda reflexão, solidariedade, reconciliação, é a festa da família, de confraternização, de amor, paz, felicidade, de fé e esperança para o próximo ano de saúde e prosperidade para toda humanidade.

Os profetas anunciaram o nascimento de Jesus Cristo: “Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado, ele recebeu o poder sobre seus ombros, e lhe foi dado este nome: Conselheiro – Maravilhoso, Deus – Forte, Pai – Eterno e Príncipe – Da – Paz” (Is 9,5).

“Mas tu, (Belém), Éfrata, embora o menor dos clãs de Judá, de ti sairá para mim aquele que será dominador em Israel” (Mq 5,1).
As maravilhas do Natal são fatos que mudaram a história da humanidade.
Nada na História do Mundo foi tão importante do que o maravilhoso nascimento de Redentor dos homens.

Vejamos as incalculáveis maravilhas do Santo Natal:

1. Nosso Senhor Jesus Cristo nasceu para salvar o povo dos seus pecados
(Mt 1,21; Lc 2,30 – 32; 19,10; Jo 3,17).

2. Para instaurar o Reino de Deus (Mt 4,17). Apresentar a sua ação na linha das manifestações do reinado messiânico escatológico, anunciado pelos profetas (Is 61,1-3; Mt 4,23: Lc 4,17-19; 9,27), “Jesus reinará na casa de Jacó para sempre, e o seu reinado não terá fim” (Lc 1,33).

3. Libertar o ser humano de toda injustiça e tirar-lo das trevas para a maravilhosa luz (Lc 4,18. 19; At 26,17. 18; Cl 1,13).

4. Desfazer as obras do diabo (Lc 11,21. 22; Jo 12, 31; I Jo 3,8).

5. Destruir a morte e nos dar moradas eternas ao lado do Pai (1 Cor 15, 26; 1 Tm 1, 10; Hb 2, 14; Lc 24, 43; Jo 14.1-6).

O nascimento de Jesus Cristo trouxe a graça salvadora, o brilho da vida e a nossa imortalidade pelo seu evangelho (1 Tm 1, 9. 10).

O Natal é amor, porque Deus é amor (1 Jo 4, 8). É paz, porque Jesus é o Príncipe da Paz (Is 6, 9). É consolo e alegria, porque o Espírito Santo é o Consolador e alegria (Jo 14, 16; Gl 5, 22).
É a magistral comunhão trinitária que faz do Natal a verdadeira festa comunitária.

O fundamento do Santo Natal é nosso Senhor Jesus Cristo. Nada ofusca o brilho e o esplendor do Menino na manjedoura de Belém, seja: o Papai Noel; a Árvore de Natal; o Presépio; os banquetes e os presentes.

O Natal só é maravilhoso porque é o dia do nascimento do Menino Jesus. Este é o maior e o mais belo presente do bom Deus para todas as pessoas.

Você já recebeu esse glorioso presente?

Os Magos vieram do Oriente para adorar o Menino Jesus em Belém da Judéia e os pastores que estavam nos campos glorificaram e louvaram a Deus por esse tão grande acontecimento!

Você adora e louva a Jesus?

O cerne da reflexão do Natal parte da pessoa de Jesus Cristo.
Dele somos levados à consciência de trabalharmos por um mundo melhor: sem ódio, sem egoísmo, sem fome, sem violência e sem guerras.

Feliz Natal

E um abençoado Ano Novo.

Créditos à: Padre Inácio José do Vale, OSBM
E-mail: pe.inaciojose.osbm@hotmail.com

21 de dez de 2011

Informativo Cléofas - 22/12/2011

Informativo Cléofas, 14 de dezembro de 2011 - Ano VI - Número 200

Notícias do Site Cléofas

+Os jovens na era da internet: dependências e patologias

+A serviço da esperança

+O Papa a jovens: Não tenham medo ao sacrifício, a Igreja confia em vocês

+Pergaminho com os Dez Mandamentos está exposto em Nova York

+ Terceira Pregação do Advento, Padre Raniero Cantalamessa, ofmcap

+ O Papa aos adolescentes da Ação Católica Itália: nenhuma desilusão da amizade com Jesus

+ Cristo Redentor será embaixador da JMJ 2013

 

Conheça também o documento da Igreja:

+Carta Encíclica Spe Salvi (Salvos na Esperança) Parte 4

 

O programa Escola da Fé, é exibido toda quinta-feira às 20h40 na TV Canção Nova (Link)


Para Meditar...


ADVENTO: Reavivar a Esperança!

Advento é um tempo bonito, alegre e marcado pela esperança; mas é breve, como nossa vida que, de fato, é o tempo real significado por este tempo litúrgico. O Advento coloca- nos no contexto das promessas de salvação, anunciadas pelos profetas e cumpridas com o envio do Salvador prometido ao mundo e sua manifestação na palavra e na ação de Jesus. É tempo de esperança e de alegria.

A celebração do Natal recorda-nos a surpreendente proximidade de Deus em  relação aos homens; o Filho de Deus veio ao mundo para estar próximo de cada pessoa e para revelar-lhe humanamente o amor de Deus. Por que, será, que o Natal nos traz um clima geral de serenidade e paz, de alegria e fraternidade? Não será porque nos sentimos mais próximos de Deus, amados por Ele e "salvos" de nossas limitações e preocupações diárias?

Mas o Advento também aponta para o futuro, para a realização plena da salvação de Deus. Desde agora, já vislumbramos, através do véu da fé, aquilo que ainda esperamos; sabemos que Deus é fiel e cumprirá suas promessas. Por isso, enquanto vivemos "de esperança em esperança", a Igreja nos recorda sempre de novo que, durante este tempo, devemos ser operosos na prática do bem e vigilantes, para não distrair-nos, nem desviar-nos do caminho certo. O Senhor glorioso pode vir ao nosso encontro a qualquer momento e pedir contas de nossa vida; quem tiver sido fiel a Deus na vida, perseverante na prática do bem e coerente com o reino de Deus, verá a plenitude da vida.  É o que todos desejamos e buscamos!
.
(...)

 

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Pergunte e Responderemos

A missa assistida pela TV tem valor sacramental?

A Missa assistida pela TV não tem valor sacramental, apenas espiritual; o sacramento só é válido ao vivo, com a participação presente do fiel.

 

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Blog do Prof. Felipe Aquino

 

 

Educação dos filhos e a palmada

O filho se educa pela fé e pela conquista…

Uma boa educação dos filhos não se impõe com leis, muito menos com uma lei das palmadas. Quem é que vai conferir se lá no fundo da roça um pais bate nos filhos? Quem vai levar a lei até uma mãe no meio do labirinto das favelas que dá uma palmada em seu filho? Esta lei me parece mais uma daquelas tristes “soluções fáceis para problemas difíceis”, de que tanto falou o Papa Paulo VI. Nunca precisei usar da palmada para educar meus cinco filhos; conversamos muito, coloquei-os de castigo muitas vezes, sem bater neles nem os humilhar. Não é uma lei que vai resolver isso.

Quanto menos educação tem um povo, tanto mais leis criam seus governantes, dizem os sociólogos. O que precisamos é educar os pais, colocar o amor de Deus no coração deles e ensinar-lhes que os filhos são dons preciosos que o Senhor lhes confiou para educá-los com carinho e modelá-los como preciosos diamantes. É preciso proteger a família, lutar contra toda a imoralidade que a destrói e desfigura. É assim que vamos assegurar aos filhos uma boa educação, sem violência e sem a intervenção do Estado.(...)

 

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Livro da Semana

FAMÍLIA, SANTUÁRIO DA VIDA


A família é o “Santuário da Vida”, como disse o Papa João Paulo II, na Carta às Famílias (n. 11).

Após o seu livro “Sereis uma só carne”, que já ajudou a tantos casais a reencontrarem o sentido da vida conjugal, o prof. Felipe Aquino, pregador de Retiros de Aprofundamento para Casais, em todo o país, apresenta agora um estudo profundo sobre a realidade da família no mundo moderno, com as ameaças que tem sofrido de todos os lados.

Toda esta reflexão e estudo está baseada rigorosamente nos ensinamentos da Igreja — “coluna e sustentáculo da verdade” (1 Tm 3,15) — de acordo com o Sagrado Magistério, com as Sagradas Escrituras e com a Sagrada Tradição.

Aqui são enfocados, tanto a vida conjugal (namoro, harmonia conjugal e sexual, diferenças pessoais e demais problemas do casal), bem como os aspectos da educação dos filhos, em face dos graves males que atingem os jovens, fruto da desagregação moral e familiar: violência, drogas, tentativas de suicídio, músicas alienantes, bebidas, ociosidade…

É apresentado ainda um estudo das causas que podem levar a Igreja a reconhecer a nulidade de um matrimônio, segundo as normas do Código de Direito Canônico.

F
icha Técnica

ISBN: 978-85-88158-59-7
Ano: 2011
Edição: 19
Número de páginas: 232
Idioma: Português (BR)
Acabamento: Brochura
Formato: 14x21 cm

 


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18 de dez de 2011

O Tempo do Advento

São Carlos Borromeu, bispo, séc. XVI  “Caros filhos, eis chegado o tempo tão importante e solene que, conforme diz o Espírito Santo, é o momento favorável, o dia da salvação (cf. 2Cor 6,2), da paz e da reconciliação.  

É o tempo que outrora os patriarcas e profetas tão ardentemente desejaram com seus anseios e suspiros; o tão ardentemente desejaram com seus anseios e suspiros; o tempo que o justo Simeão finalmente pôde ver cheio de alegria, tempo celebrado sempre com solenidade pela Igreja, e que também deve ser constantemente vivido com fervor, louvando e agradecendo ao Pai eterno pela misericórdia que nos revelou nesse mistério.  

Em seu imenso amor por nós pecadores, o Pai enviou seu Filho único a fim de libertar-nos da tirania e do poder do demônio, convidar-nos para o céu, revelar-nos os mistérios do seu reino celeste, mostrar-nos a luz da verdade, ensinar-nos a honestidade dos costumes, comunicar-nos os germes das virtudes, enriquecer-nos com os tesouros da sua graça e, enfim, adotar-nos como seus filhos e herdeiros da vida eterna. 

Celebrando cada ano este mistério, a Igreja nos exorta a renovar continuamente a lembrança de tão grande amor de Deus para conosco. Ensina-nos também que a vinda de Cristo não foi proveitosa apenas para os seus contemporâneos, mas que a sua eficácia é comunicada a todos nós se, mediante a fé e os sacramentos, quisermos receber a graça que ele nos prometeu, e orientar nossa vida de acordo com os seus ensinamentos. 

A Igreja deseja ainda ardentemente fazer-nos compreender que o Cristo, assim como veio uma só vez a este mundo, revestido da nossa carne, também está disposto a vir de novo, a qualquer momento, para habitar espiritualmente em nossos corações com a profusão de suas graças, se não opusermos resistência. 

Por isso, a Igreja, como mãe amantíssima e cheia de zelo pela nossa salvação, nos ensina durante este tempo, com diversas celebrações, com hinos, cânticos e outras palavras do Espírito Santo, como receber convenientemente e de coração agradecido este imenso benefício e a enriquecer-nos com seus frutos, de modo que nos preparemos para a chegada de Cristo nosso Senhor com tanta solicitude como se ele estivesse para vir novamente ao mundo.  

É com esta diligência e esperança que os patriarcas do Antigo Testamento nos ensinaram, tanto em palavras como em exemplos, a preparar a sua vinda.” (Fonte: Acta Eclesiae Mediolanensis, t. 2, Lugduni, 1683, 916-917) .

Créditos: São Carlos Borromeu, Canção Nova, Prof. Felipe Aquino.

17 de dez de 2011

Onde está meu Anjo da Guarda?

Aqui na Terra encontramos doenças, tentações, sofrimentos da alma, pensamentos sombrios e dúvidas. Há, também, bem poucos sinais de luz e muitas pessoas sentem que não há nada além de nascimento, uma existência difícil e então a morte e o vazio eterno.
No entanto, neste reino onde Deus é soberano e a Sua vontade é verdadeiramente amada e obedecida, neste reino que foi preparado para a Igreja de Cristo, há uma outra existência bastante diferente da que vemos e sentimos, onde não há nem medo nem doença, nem tristeza nem dor, nem sofrimento, onde existe a luz do amor de Deus, paz eterna e alegria igualmente eterna. Em nossa jornada como errantes sobre a terra, foi-nos dado um amigo fiel para nos guiar. Deus o enviou para nos instruir no difícil caminho onde trevas morais e espirituais nos cercam. Se quisermos serguí-lo, então, sob a sua proteção, seremos levados a salvo para casa. Sabemos que nosso Pai quis que Seus anjos nos guiassem ao longo do caminho e nos preservassem do poder do mal (ref. Salmo90:10-11).
Embora não possamos vê-los com nossos olhos físicos, podemos vê-los claramente com os olhos da fé. Será que somos tão pobres em sensibilidade e consciência espiritual que não desejemos acreditar em nada além do mundo facilmente visível feito de matéria densa? Estarão os nossos corações tão ocupados com as glórias terrenas que não consigam amar nada que não pertença às riquezas e prazeres temporários?
Deus nos deu anjos como companheiros de viagem e guias na vida Cristã. Mas este fato, tão importante para todos, atravessa a mente de muito poucos de nós.
Um amigo fiel é para nós mais precioso do que todos os tesouros do mundo. Bem-aventurado é aquele que encontrou um amigo com quem pode se comunicar sempre, de uma alma para a outra, mutuamente apreciando-se, aquecendo-se com amor; alguém em quem se apoiar nos momentos de queda, e de quem se receberá forças para continuar o caminho. Bem-aventurado é aquele que, mesmo em seu leito de morte, vê seu amigo bem próximo. Serenamente fechará seus olhos, confortado pelas orações de seu querido amigo.
Não é bom para nós que lutemos sozinhos. Temos também necessidade de um amigo e colaborador, e este é o anjo que nos foi dado por Deus, Seu mensageiro celeste, que está sempre ao nosso lado. Em quem mais encontraremos tamanho zelo pela nossa salvação e um amor tão puro? Quem mais suportará a nossa fraqueza e insuficiência com tamanha mansidão e paciência? Quem mais estará sempre perto de nós, pronto a nos ajudar em todas as necessidades espirituais e tribulações que tivermos que experimentar? Quando em oração buscamos o seu conselho, ele nos inspira pensamentos mais doces do que o mel. Se dermos ouvido à sua voz, ele nos enriquecerá com pureza, nobreza e pensamentos celestiais que atrairão o nosso coração para a virtude. Verdadeiros amigos respiram, por assim dizer, um com o fôlego do outro.
Lutamos o quanto pudermos para conseguir a amizade do nosso anjo-da-guarda, e o nosso coração se encherá de alegres sentimentos de consolação. Se nos aproximarmos dele, sentiremos a chama do amor Divino e a nossa alma será aquecida por este amor. As amizades terrenas raramente duram muito tempo. O coração dos homens é com frequência cego e facilmente seduzido pela falsidade e pelo engano. Amigos verdadeiros são raros, bem sabemos. Nos somos fracos e pobres: encontremos um amigo diligente, forte e espiritualmente rico. Estamos sofrendo sob o jugo das nossas inclinações pecaminosas: encontremo um amigo longânime e paciente que te ajudará a aliviar o fardo e a corrigir a nossa fraqueza. A vida humana é tão breve e passa-se da infância à velhice muito rápido, então precisamos de um amigo que possa nos apoiar durante a vida inteira e consolar-nos em nosso leito de morte com a sua presença confortadora e segura assistência; um amigo que estará conosco mesmo depois da morte e que abrirá também os portões da eternidade.
Sabes quem é este amigo? Não o procures longe de nós nem pensemos conseguir sua amizade com riquezas ou atrações mundanas. Nosso amigo, o nosso anjo-da-guarda, pedimo somente que aceites a nossa amizade e confiemos o nosso coração a ele, e que lutemos com todas as forças para amar e obedecer a Deus.
Uma amizade verdadeira e firme é baseada em respeito. O nosso anjo vê as nossas boas qualidades e vê a imagem de Deus em nós. No entanto, temos que batalhar muito para reconhecermos e sentirmos as santas qualidades dele; o nosso amor por ele aumentará somente à medida em que o conheçamos melhor. Conhecendo-o e conhecendo a existência que ele vive, poderemos voltar para ele e orar de todo o coração:

“Manso e compassivo anjo-da-guarda, ora por mim.
- Tu que contemplaste a glória do Pai Celeste face à face, ora por mim.
- Tu que provaste da fonte das delícias celestes que jorram do seio da Divindade, ora por mim.
- Tu que gozas das bênçãos eternas louvando a Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo,ora por mim.
- Tu que és iluminado com a luz da glória de Cristo, ora por mim.
- Tu que louvas a grandeza do Deus Tri-Único, ora por mim.
- Tu que habitas nos ilimitados oceanos de luz e amor e glória, ora por mim.
- Tu que viste nas moradas de Deus a coroa que me foi preparada, ora por mim.
- Tu com quem cantarei um hino eterno à glória de Deus, ora por mim.
- Tu que vês os inimigos se armando contra a minha alma, ora pela minha salvação.
- Tu que conheces a cegueira da minha alma, a inconstância do meu coração e a corrupção da minha carne, ora por mim.
- Pelo amor da indivisível Trindade que me criou à Sua imagem, ora por mim.
- Pelo amor de Jesus Cristo que derramou Seu sangue para me redimir, ora pela minha salvação.
- Pelo amor da Puríssima Virgem Mãe de Deus que acompanhou seu Divino Filho à Sua Cruz e ao Seu Reino, ora pela minha salvação.
Guia-me até a casa de meu Pai. Torna-me digno da glória celeste e das bênçãos eternas.”

Fonte: http://nossasenhorademedjugorje.blogspot.com


"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12