3 de jun de 2011

Informativo Cléofas - 02/06/2011- Reenviado

Informativo Cléofas, 02 de junho de 2011 - Ano VI - Número 172

Notícias do site Cléofas

+ A Bíblia e o frei

+ Governo brasileiro suspende distribuição do kit gay, mas não muda de política sobre educação contra "homofobia"

+ Seminário Internacional sobre "O Estado Laico e a Liberdade Religiosa"

+ Papa: católicos devem participar da vida pública

+ De que lado estão os legisladores?

+Discurso do Papa ao Pontifício Conselho para a Nova Evangelização

+ Deputado Jean Wyllys ofende cristãos e declara guerra aos 'inimigos'

+ A Oração é luta de fé que os cristãos vencem quando se abandonam a Deus

+ Catequese do Papa: a oração em todas as épocas

O programa Escola da Fé, é exibido toda quinta-feira às 20h40 na TV Canção Nova (Link)


Para meditar...

Querido leitor, neste mês de junho que se inicia, vamos nos voltar à devoção ao Sagrado Coração de Jesus, devoção esta que surgiu desde os primeiros tempos da igreja, quando se meditava sobre o lado e o coração aberto de Jesus, de onde jorrou sangue e água; "desse coração nasceu a Igreja e por esse coração foram abertas as portas do céu".

Que diante de todas as tempestades que atravessarmos em nossas vidas possamos dizer:

"Sagrado Coração de Jesus, eu confio e espero em vós!"

''No silêncio da minha noite...''

O mês de junho é, pela piedade cristã, dedicado ao Sagrado Coração de Jesus. Este vem a ser o símbolo mais concreto e realista do amor de Deus para com todos os homens,... amor que quis compartilhar a natureza do próprio homem, com seu coração, para pulsar e vibrar através deste na realidade comezinha ou nos altos e baixos de cada dia.

O amor de Deus assim expresso tem algo de paradoxal ou desconcertante: é o Amor primeiro "aquele que primeiro nos amou" (1Jo 4,19), e nos ama, não porque encontre na criatura valores atraentes, mas, sim, porque lhe quer bem gratuitamente e, em conseqüência, lhe deseja suscitar os valores que a criatura não têm.

Para nós, homens, - francamente falando - é difícil relacionarmo-nos com um tal amor. Sempre nos volta a imagem do amor humana de cada dia,... amor que só surge e se exerce quando atraído por valores preexistentes. A experiência dessa dureza, fê-la o grande frade dominicano francês Henri Lacordaire (1802-1861). Aos 25 anos de idade, após uma adolescência acidentada, sentia o chamado para a consagração total ao senhor mediante os votos religiosos e a ordenação sacerdotal. Todavia julgava-se frustrado e estraçalhado, porque todos os caminhos que havia tentado para encontrar, de maneira mais sensível, a Deus, lhe pareciam não ter saída; julgava haver fracassado na procura ardente daquele Senhor cujo chamado ele percebera. Depois de muito haver lutado, finalmente ouviu uma palavra da parte do Senhor que lhe clareou os horizontes, manifestando-lhe o sentido do Amor que o chamava e atraía. Eis o depoimento do próprio Lacordaire:

"Senhor, eu poderia enfeitar, falar bonito,
Mas não quero faltar à verdade.
Meu desabafo é sincero, veraz:
Esvaziei a taça da vida
E a embriagues não veio, a paz não aconteceu.
Chamei pela felicidade a ponto de ficar rouco,
E o eco não me respondeu.
Andei caminhos e descaminhos, estradas possíveis e impossíveis,
E até hoje não achei o que tanto procuro.

Terei errado na escolha da vocação?
O tédio me abate e a angústia retalha.
E sigo cansado, tateando no escuro...
Busquei liberdade, pensando ser ela a grande solução.
Mas sinto nos lábios e no fundo da alma
O trago amargo da frustração.
E com o poeta eu choro:
"Como me pesa hoje o esquife dos meus sonhos mortos !"
É duro, Senhor, caminhar sempre em tua direção,
Quando há tantos outros apelos mais lisonjeiros solicitando minha adesão.

É duro, Senhor, acreditar na oração
E em nenhum momento ter gosto para reza., para fazer meditação.
Bebi, tu sabes em quantas jornadas,
Na fonte da Escritura,
Mas contínuo sedento.
Alimentei-me, tu sabes quantas vezes, do pão eucarístico,
Mas continuo faminto em meu jornadear.
Sorrindo, busquei partilhar as tuas riquezas, Senhor,
Porque em teu reino a gente cresce repartindo.
No entanto, sinto-me tão pobre, subalimentado.
Quanto mais te busco, mais distante me parece estar.
Estarei vocacionalmente em barco errado?
Ando esmagado, ferido e desnorteado.

E no silêncio da minha noite,
Toda feita de incertezas e contradição,
Ouvi uma voz que dizia no fundo de meu coração:
- Oferece-me o teu vazio...
Preciso da tua miséria para manifestar a minha Misericórdia,
De geração em geração!"

Esta poesia tem alto significado precisamente por causa do seu estilo paradoxal... Ela nos diz que a miséria da criatura que procura sinceramente a Deus, mas julga não o encontrar, tem valor aos olhos do Senhor. É, sim, a ocasião para que Deus aja mais pura e evidentemente na criatura, manifestando nesta a sua misericórdia ou o seu amor. Justamente a palavra misericórdia vem de miser e cor e significa "coração voltado para a miséria a fim de lhe dar o que ela não tem".

Caro leitor, se descobriste um pouco de ti e da tua história na descrição da miséria proposta por Lacordaire, podes também, com todo o direito, sentir-te interpelado pela palavra de luz que se lhe segue: o teu Deus é o Deus que, para se dar, não espera senão um coração de pobre e pequenino, vazio de si, mas sequioso do Amor que desde toda a eternidade nos disse um Sim divino, isto é, irreversível, para todo o sempre!

Revista: "PERGUNTE E RESPONDEREMOS"
Autor: Estevão Bettencourt, Osb
Nº 210, Ano 1977, p. 233

 

 


Blog do Prof. Felipe Aquino

Não tenham medo da vida!

A Revista VEJA (ed. 2217; ano 44, n.20 de 18/5/2011, pg. 66) publicou a seguinte notícia, muito importante:

“No mundo há um desperdício de 1,3 bilhão de toneladas de alimentos anualmente, o que equivale a 1/3 da produção global”.

Preste bem atenção nestes dados. Se considerarmos que uma pessoa consuma cerca de 1 kg de alimento por dia, só esse desperdício daria para alimentar 1,3 trilhão de pessoas em um ano, ou 3,56 bilhões por dia durante um ano inteiro.

Considerando que o mundo tem cerca de 6,2 bilhões de pessoas, só esse desperdício daria para manter mais da metade da população do mundo comendo durante um ano!. Conclusão: Não há falta de alimento no mundo! Sobra!

O que falta então? Falta amor; falta distribuição; falta o que João Paulo II chamava de “globalização da solidariedade”.

+Leia mais


Livro da Semana

Uma História que não é contada

 

A nossa Civilização moderna, gerada no bojo do Cristianismo que nos deu o milagre das ciências modernas, a saudável economia de livre mercado, a segurança das leis, a caridade como uma virtude, o esplendor da arte e da música, uma filosofia assentada na razão, a agricultura, a arquitetura, as universidades, as catedrais e muitos outros dons que nos fazem reconhecer em nossa Civilização a mais bela e poderosa Civilização da História.

O Dr. Thomas Woods, PhD de Harvard (2005) e muitos historiadores e pesquisadores como A.C. Crombie, David Lindberg, Edward Grant, Stanley Jaki, Thomas Goldstein, J. L. Heilbron, Rodney Stark, Kenneth Pennington, Daniel Rops e muitos outros mostraram a grande contribuição da Igreja para o desenvolvimento de nossa atual Civilização.

Neste livro você poderá constatar, através das palavras de muitos desses historiadores modernos, que sem o trabalho lento e persistente da Igreja Católica, por mais de dez séculos, após a queda do Império Romano (476) e a ameaça dos bárbaros, o Ocidente não seria o mesmo, não existiria a Nossa Civilização.

 

Ficha Técnica
Editora: Cléofas
ISBN:978-85-88158-32-0
Ano: 2010
Edição: 7
Número de páginas: 272
Idioma: Português BR
Acabamento: Brochura
Formato: 16×23 cm

Em breve a estréia do Novo Programa do Prof. Felipe Aquino: "PERGUNTE E RESPONDEREMOS", na TV Canção Nova.

Aguarde...


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EVENTOS

Acampamento para Namorados e Noivos na Canção Nova em Cachoeira Paulista

"Eu quero um amor de verdade"

De 3 a 5 de junho

Presenças de:

Prof. Felipe Aquino, Pe. José Augusto, Ricardo e Eliana Sá, Celina, Gerson Abarca e Amor e Adoração.

 


© 2011 - Editora Cléofas

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"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12
CEFAS, oriundo do nome de São Pedro apóstolo, significa também um Acróstico: Comunhão para Evangelização, Formação e Anúncio do Senhor. É um humilde projeto de evangelização através da internet, buscando levar formação católica doutrinal e espiritual.