24 de ago de 2011

Compartilhar música não afeta renda de artistas

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Um recente estudo da London School of Economics comprova que compartilhar músicas pela internet não está afetando o rendimento dos autores e esta nova prática social não é inimiga dos criadores. A informação é do ex-diretor geral da Campus Party Brasil e colaborador do Radar Econômico (jornal O Estado de S. Paulo), Marcelo Branco.
Segundo o estudo, a condução negativa do debate proposto pela indústria fonográfica e pelas arrecadadoras, e a forma de proteção inadequada da propriedade intelectual nos tempos de internet, é o que tem causado danos à indústria criativa da música.
O estudo sugere também que uma nova legislação de direito autoral deveria estimular a prática dos internautas, e não reprimir. Outros fatores que estão influindo na queda do rendimento das gravadoras são o aumento do custo dos serviços básicos, da moradia e das taxas de desemprego e o crescimento do mercado dos games.
Por tudo isso está sobrando menos dinheiro para a compra dos CDs. O argumento de que quem compartilha música pela internet está “roubando” a propriedade das gravadoras, diminuindo seus rendimentos, também já foi desmentido em um estudo de 2007, publicado pelo Journal of Political Economy.
Segundo este estudo, a maioria das pessoas que baixam músicas pela rede não escutaria seus músicos prediletos se tivessem que comprar nos preços de hoje. Isso quer dizer que, baixar músicas pela Internet tem um efeito nas vendas que, estatisticamente, é praticamente zero.
Outra inverdade é que a prática social de baixarmos músicas pela internet vai deixar os autores sem alternativas de rendimento e sem estímulo para criar, já que a grande maioria dos artistas vive de apresentações ao vivo, dos seus shows. Quanto mais uma música é difundida pela internet e o artista é conhecido, mais shows e mais ingressos são vendidos.
Em 2009, no Reino Unido, por exemplo, as receitas por shows ao vivo ultrapassaram, pela primeira vez, o volume arrecadado por vendas de discos. A venda de discos movimentou 1,36 bilhão de libras, e os shows movimentaram 1,54 bilhão de libras.
Texto "pirateado" de: 

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