30 de nov de 2011

Informativo Cléofas - 30/11/2011

Informativo Cléofas, 30 de novembro de 2011 - Ano VI - Número 198

Notícias do Site Cléofas

+Bispos convidam para um Natal verdadeiramente católico

+Missão Evangelizadora cresce na China

+Por que os jovens abandonam a Igreja?

+Parisinos respondem com vigília de oração à peça de teatro blasfema "Gólgota Picnic"

+ Província mais populosa da China autoriza 2 filhos por família

+ Uma segunda chance para o matrimônio

+ Novo livro de Bento XVI narra vida de Nossa Senhora para crianças

+  Vaticano responde a "novas formas de pecado" com misericórdia

 

Conheça também o documento da Igreja:

+Carta Encíclica Spe Salvi (Salvos na Esperança) Parte 1

 

O programa Escola da Fé, é exibido toda quinta-feira às 20h40 na TV Canção Nova (Link)


Para Meditar...


O Noivado e a Igreja

O noivado é um belo tempo que antecede o casamento; é quando o casal já decidiu que vai se casar, e estão na preparação imediata para o matrimônio. É o tempo em que tudo deve ser dialogado, tudo deve ser revelado, o mistério insondável que é cada um deve ser revelado ao outro, para que este não se case com um "desconhecido". Infelizmente muitos casais se casam sem se conhecer; alguns colocam máscaras durante o namoro e noivado, e depois se estranham quando casados, achando que o outro mudou muito. Não mudou, é o mesmo, mas apenas não era conhecido pelo cônjuge.

Só se deve ficar noivo quando se decidiu que vão se casar; não há mais dúvida; se amam de verdade, se conhecem, sabem os defeitos e as qualidades recíprocas e estão dispostos a viverem juntos para sempre, unidos no amor de Deus, prontos para "fazer o outro crescer a cada dia", amando-o, perdoando-o, compreendendo-o; e dispostos a "acolher os filhos que Deus lhes enviar", educando-os na fé do Cristo e da Igreja. O casamento é para sempre; até que a morte os separe; precisam estar convictos do juramento que vão em breve fazer no Altar de Deus: "Eu te recebo como meu marido (mulher) e te prometo ser-lhe fiel na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, amando-te e respeitando-te TODOS OS DIAS de minha vida. Estão preparados?(...)

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Pergunte e Responderemos

O que significa a coroa do advento ?

A vela sempre teve um significado especial para o homem, sobretudo porque antes de ser descoberta a eletricidade ela era a vitória contra a escuridão da noite. À luz das velas São Jerônimo traduzia a Bíblia do grego e do hebraico para o latim, nas grutas escuras de Belém onde Jesus nasceu.

Em casa, a noite, quando falta a energia, todos correm atrás de uma vela e de um fósforo, ainda hoje.

Acender velas nos faz lembrar também a festa judaica de "Chanuká", que celebra a retomada da Cidade de Jerusalém pelos irmãos macabeus das mãos dos gregos do rei Antíoco IV.

Antes da era cristã os pagãos celebravam em Roma a festa do deus Sol Invencível (Dies solis invicti) no  solstício de inverno, em 25 de dezembro. A Igreja sabiamente começou a celebrar o Natal de Jesus neste dia, para mostrar que Cristo é o verdadeiro Deus, o verdadeiro Sol, que traz nos seus raios a salvação. É a festa da luz que é o Cristo: "Eu Sou a Luz do mundo" (Jo 12, 8). No Natal desceu a nós a verdadeira Luz "que ilumina todo homem que vem a este mundo" (Jo 1, 9)
.(...)

 

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Blog do Prof. Felipe Aquino

 

O casamento se inicia no namoro equilibrado

Deus estruturou a humanidade na família

O que Deus quer do casamento, da família?

Quando o Deus Pai quis que a humanidade existisse, Ele estruturou tudo na família, com o casal. O Senhor fez o homem, mas viu que seu coração estava vazio e disse a Adão: “Eu vou te dar uma companheira adequada” (Gn 2, 18c). Quando Ele fez a mulher da mesma natureza do homem, é uma linguagem poética para dizer que a mulher foi feita na mesma dignidade do homem, mas diferente para que os dois se completassem. Quando Deus levou Eva para Adão, este ficou emocionado e disse: “Ela vai se chamar mulher” (id. 2, 23c).

O Altíssimo disse a coisa mais importante sobre isso: “Por isso o homem deixa seu pai e sua mãe e se une a sua mulher e serão uma só carne” (id. 2, 24). Isso é o desígnio de Deus, que o homem se case com uma mulher e forme uma só carne, uma só pessoa humana.

Pela unidade do amor de Deus, no altar, vocês serão uma só pessoa; isso é mais ou menos aquilo que acontece na Santíssima Trindade, Três Pessoas, mas uma unidade. Se o casamento não for uma unidade, ele não estará de acordo com a vontade de Deus, e o casal não poderá ser feliz. Se o casal não for uma unidade, não estará vivendo conforme a vontade divina; e isso começa no namoro. É no namoro que a família começa, todos nós nos casamos porque namoramos.(...)

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Livro da Semana

OS PECADOS E AS VIRTUDES CAPITAIS


Jesus veio a nós para tirar o pecado do mundo (Jo 1,29). E deixou a Igreja para continuar esta missão. Ela nos ensina que os piores pecados são aqueles que denomina de capitais, uma vez que são como que pais e mães de outros. Por isso é preciso uma atenção toda especial para combatê-los em nossa vida, a fim de que não impeçam a nossa santificação.

Aqui você tem uma reflexão profunda sobre cada um deles; bem como sobre as virtudes que lhes são opostas, a fim de que possamos vivê-las, com a graça de Deus.


Ficha Técnica
Editora: Cléofas
ISBN: 978-85-88158-31-3
Ano: 2010
Edição: 8
Número de páginas: 128
Idioma: Português (BR)
Acabamento: Brochura
Formato: 14x21 cm

 


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Por que confessar? Como confessar?

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© 2011 - Editora Cléofas

 

São Paulo na encruzilhada de nossas angústias existenciais

Não sem muitas dificuldades, podemos reconhecer e aceitar, conforme a concepção de Flores, que Paulo de Tarso é uma das personalidades que caracterizam o ser humano de todos os tempos e de todas as culturas, porque nele convergem os fatores mais variados que constituem o homem. A trama de sua vida está constituída pelos mesmos fios de cada vida; sucessos e fracassos, solidão e vida em comunidade; esses eventos se inscrevem no eixo do tempo e do espaço. Isso significa dizer que a existência de São Paulo se cruza com a nossa vida no âmbito da tangente mais íntima e reveladora da consciência de nosso próprio “eu” (ego), aflorando à superfície de nós mesmos. De fato, as categorias supracitadas de “tempo” e “espaço” colocam-nos dentro de um mundo que não é pura fantasia ou imaginação de nossa peleja de autoafirmação diante das incongruências do existir. Ou seja: embora os traços psicológicos e espirituais sobrevivam além do que somos, quanto à temporalidade inexorável de circunstâncias passadas, eles são frutos do momento específico em que fazemos nossa história concreta ao lado de outros nossos iguais. E com São Paulo não poderia ter sido diferente.

Segundo Pietro Rossano, renomado escritor e exegeta italiano, para conhecer São Paulo, temos à disposição dois tipos de fontes. Primeiramente, temos as cartas, através das quais ele mesmo dá, a respeito de si, notícia fragmentada: sua origem, sua conversão, fadigas apostólicas, colaboradores e adversários, itinerários de sua missão. Segundo esse autor, pelo menos sete cartas são de sua autoria, isto é, escritas pessoalmente por ele: Primeira aos Tessalonicenses, Primeira e Segunda aos Coríntios, Carta aos Gálatas, aos Romanos, aos Filipenses, e a Filemon. De outras cartas, como a Segunda aos Tessalonicenses, aos Efésios, aos Colossenses, as duas a Timóteo e a carta a Tito, levantam dúvidas se elas foram escritas diretamente por São Paulo ou por um de seus próximos colaboradores. Ao lado das cartas, encontra-se como fonte de investigação o livro dos Atos dos Apóstolos, no qual Paulo sucede a Pedro do capítulo 13 em diante. Mesmo assim, convém lembrar que “a figura de Paulo esboçada em Atos só corresponde parcialmente ao conteúdo de suas cartas. Há acontecimentos mencionados por Paulo que faltam em Atos ou são apresentados de maneira diferente e, com frequência, o contrário também ocorre” (HEYER).

Fabris nos informa que a primeira notícia que temos de Saulo no horizonte do Cristianismo encontra-se em Atos 7,58, na qual ele é apresentado como perseguidor dos cristãos, no contexto do martírio de Estevão: “E arrastando-o para fora da cidade, começaram a apedrejá-lo. As testemunhas depuseram seus mantos aos pés de um jovem chamado Saulo”. Evidentemente, a figura do jovem Saulo ganhará projeção e importância dentro do Cristianismo depois de sua conversão, tornando-se, por conseguinte, o grande apóstolo missionário de Cristo. Segundo Fabris, a primeira “biografia” de Paulo está inserida nos Atos dos Apóstolos, um livro considerado sacro e canônico pelas Igrejas cristãs. Na tradição cristã, o livro é atribuído a Lucas, autor do terceiro evangelho. Neste livro escrito em grego, Lucas reconstrói a história das origens e da expansão do movimento cristão nos primeiros trinta anos. A segunda e a terceira partes dos Atos dos Apóstolos estão inteiramente ocupadas pela narração da atividade missionária de Paulo a partir de Jerusalém até a sua chegada na capital do Império, Roma. Brevemente, pode-se dizer que em vinte e oito capítulos, em que se subdivide atualmente o livro dos Atos dos Apóstolos, pelo menos dezesseis são dedicados a Paulo. Outras informações sobre os primeiros contatos de Paulo com o movimento cristão em Jerusalém, em Damasco e na cidade de Antioquia da Síria, encontram-se esparsas nos capítulos 8-9; 12 e 13-15 do livro de Lucas.

Saulo nasceu em Tarso no início da era cristã. É ele mesmo quem se apresenta em Jerusalém dizendo: “Eu sou judeu de Tarso, na Cilícia [Turquia meridional], cidadão de uma cidade insigne” (At 21,39), ou ainda: “Eu sou judeu. Nasci em Tarso da Cilícia, mas criei-me nesta cidade, educado aos pés de Gamaliel, na observância exata da Lei de nossos pais, cheio de zelo por Deus, como vós todos no dia de hoje” (At 22,3). A data de seu nascimento se deduz aproximativamente do quanto escreveu o autor dos Atos dos Apóstolos, ao apresentar Saulo pela primeira vez no momento da morte de Estevão por volta do ano 30 d.C. Essa é a concepção de Fabris, de modo que, o apelativo grego neanías, ‘jovem’, nos escritores gregos e helenistas da época, está reservado a uma pessoa de idade que vai dos vinte e quatro até os quarenta anos. Assim, conclui Fabris, numa breve carta escrita ao seu amigo Filemon na metade dos anos 50 d.C., Paulo apresenta-se com presbýtes, “velho”, (Fm 9). E na visão de Hipocrates, um presbýtes pode ter dos cinquenta aos sessenta anos. Ou seja, se Paulo, nos anos 30 d.C. tem 25/30 anos – 55/60 por volta da metade dos anos cinquenta d.C. – pode-se fazer a hipótese de que tenha nascido na primeira década da era cristã, entre os anos 5 e 10. São Paulo era cidadão romano (At 22,25-29), de pais judeus e descendentes da tribo de Benjamin (Fl 3,5). Em muitas ocasiões, ele é constrangido a se apresentar, sobretudo, diante de autoridades. É um homem de saber bastante refinado e seu espírito penetrado por amplo universo cultural. Pelos menos três culturas se sobressaem na manifestação de seu patrimônio intelectual. Foi considerado um verdadeiro “cosmopolita”. Hebreu por nascimento e pela religião, exprime-se na língua e nas formas do helenismo – o mundo cultural grego – e é um cidadão romano que se enquadra lealmente na conjuntura política e administrativa do Império. Ele é “judeu da diáspora, integrado ao Império, cujos valores de ordem e de justiça ele admira” (COTHENET).

Enquanto mais a figura de São Paulo cresce no horizonte de nosso conhecimento, mais temos a certeza de que Deus tem caminhos misteriosos para chamar os seus escolhidos. Todavia, é preciso espírito de abandono, sensibilidade e abertura interior para intuir as moções do chamado do Senhor.

Autor do Texto: Padre Gilvan Rodrigues

Pós-graduado em Didática e Metodologia do Ensino Superior pela FSLF, Mestre em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, Professor de Sagrada Escritura, Chanceler do Arcebispado de Aracaju, membro da ASI (Associação Sergipana de Imprensa) e escritor.

28 de nov de 2011

Culinária da Semana: Pavê de panetone

Tipo de prato: Sobremesa
Preparo: Rápido (até 30 minutos)
Rendimento: 6 porções
Dificuldade: Fácil
Categoria: Pavê


Ingredientes


1 panetone (500 grs)
1 lata de leite condensado duas medidas da mesma lata de leite comum
3 gemas
1 colher (sopa) de manteiga
2 colheres (sopa) de amido de milho
1 colher (chá) de essência de baunilha
200ml de creme de leite
1 lata de abacaxi em calda
1 pote de cerejas em calda

Decoração a gosto

Modo de preparo:

Em uma panela coloque o leite (reserve um pouco), o leite condensado, as gemas levemente batidas e o amido de milho dissolvido no leite reservado. Leve ao fogo e cozinhe até engrossar (cerca de 8 minutos). Desligue e adicione gotas de essência de baunilha e creme de leite sem soro. Reserve.

Montagem:

Em um refratário intercale camadas do creme reservado, fatias de panetone picadas, creme, e abacaxi e cerejas em calda picadas. Finalize com o creme. Sirva gelado.

Foto: Ormuzd Alves
Fonte: MdeMulher Culinária

INICIOU-SE ONTEM O ANO LITÚRGICO COM O INICIO DO ADVENTO



Latim ad-veniochegar.
Conforme o uso atual [1910], o Advento é um tempo litúrgico que começa no Domingo mais próximo à festa de Santo André Apóstolo (30 de Novembro) e abarca quatro Domingos. O primeiro Domingo pode ser adiantado até 27 de Novembro, e então o Advento tem vinte e oito dias, ou atrasar-se até o dia 3 de Dezembro, tendo somente vinte e um dias.
Com o Advento começa o ano eclesiástico nas Igrejas ocidentais. Durante este tempo, os fiéis são exortados a se prepararam dignamente para celebrar o aniversário da vinda do Senhor ao mundo como a encarnação do Deus de amor, de maneira que suas almas sejam moradas adequadas ao Redentor que vem através da Sagrada Comunhão e da graça, e em conseqüência estejam preparadas para sua vinda final como juiz, na morte e no fim do mundo.
Simbolismo
A Igreja prepara a Liturgia neste tempo para alcançar este fim. Na oração oficial, o Breviário, no Invitatório das Matinas, chama a seus ministros a adorar “ao Rei que vem, ao Senhor que se aproxima”, “ao Senhor que está próximo”, “ao que amanhã contemplareis sua glória”. Como Primeira Leitura do Ofício de Leitura introduz capítulos do profeta Isaías, que falam em termos depreciativos da gratidão da casa de Israel, o filho escolhido que abandonou e esqueceu seu Pai; que anunciam o Varão de Dores ferido pelos pecados de seu povo; que descrevem fielmente a paixão e morte do Redentor que vem e sua glória final; que anunciam a congregação dos Gentis em torno ao Monte Santo. As Segundas Leituras do Ofício de Leitura em três Domingos são tomadas da oitava homilia do Papa São Leão (440-461) sobre o jejum e a esmola, como preparação para a vinda do Senhor, e em um dos Domingos (o segundo) do comentário de São Jerônimo sobre Isaías 11,1, cujo texto ele interpreta referido a Santa Maria Virgem como “a renovação do tronco de Jessé”. Nos hinos do tempo encontramos louvores à vinda de Cristo como Redentor, o Criador do universo, combinados com súplicas ao juiz do mundo que vem para proteger-nos do inimigo. Similares idéias são expressadas nos últimos sete dias anteriores à Vigília de Natal nas antífonas do Magnificat. Nelas, a Igreja pede à Sabedoria Divina que nos mostre o caminho da salvação; à Chave de Davi que nos livre do cativeiro; ao Sol que nasce do alto que venha a iluminar nossas trevas e sombras de morte etc. Nas Missas é mostrada a intenção da Igreja na escolha das Epístolas e Evangelhos. Nas Epístolas é exortado ao fiel que, dada a proximidade do Redentor, deixe as atividades das trevas e se vista com as armas da luz; que se conduza como em pleno dia, com dignidade, e vestido do Senhor Jesus Cristo; mostra como as nações são chamadas a louvar o nome do Senhor; convida a estar alegres na proximidade do Senhor, de maneira que a paz de Deus, que ultrapassa todo juízo, custodie os corações e pensamentos em Cristo Jesus; exorte a não julgar, a deixar que venha o Senhor, que manifestará os segredos escondidos nos corações. Nos Evangelhos, a Igreja fala do Senhor, que vem em sua glória; dAquele no qual e através do qual as profecias são cumpridas; do Guia Eterno em meio aos Judeus; da voz no deserto, “Preparai o caminho do Senhor”. A Igreja em sua Liturgia nos devolve no espírito ao tempo anterior à encarnação do Filho de Deus, como se ainda não tivesse ocorrido. O Cardeal Wisemandisse:
Estamos não somente exortados a tirar proveito do bendito acontecimento, como também a suspirar diariamente como nossos antigos pais, “Gotejai, ó céus, lá do alto, derramem as nuvens a justiça, abra-se a terra e brote a salvação”. As Coletas nos três dos quatro Domingos deste tempo começam com as palavras, “Senhor, mostra teu poder e vem” – como se o temor a nossas iniqüidades previsse seu nascimento.
Duração e Ritual
Todos os dias de Advento devem ser celebrados no Ofício e Missa do Domingo ou Festa correspondente, ou ao menos deve ser feita uma Comemoração dos mesmos, independentemente do grau da festa celebrada. No Ofício Divino o Te Deum, jubiloso hino de louvor e ação de graças, se omite; na Missa o Glória in excelsis não se diz. O Alleluia, entretanto, se mantém. Durante este tempo não pode ser feita a solenização do matrimonio (Missa e Bênção Nupcial); incluindo na proibição a festa da Epifania. O celebrante e os ministros consagrados usam vestes violeta. O diácono e subdiácono na Missa, no lugar das túnicas usadas normalmente, levam casulas com pregas. O subdiácono a tira durante a leitura da Epístola, e o diácono a muda por outra, ou por uma estola mais larga, posta sobre o ombro esquerdo entre o canto do Evangelho e a Comunhão. Faz-se uma exceção no terceiro Domingo (Domingo Gaudete), no qual as vestes podem ser rosa, ou de um violeta enriquecido; os ministros consagrados podem neste Domingo vestir túnicas, que também podem ser usadas na Vigília do Natal, ainda que fosse no quarto Domingo de Advento. O Papa Inocêncio III (1198-1216) estabeleceu o negro como a cor a ser usada durante o Advento, mas o violeta já estava em uso ao final do século treze. Binterim diz que havia também uma lei pela qual as pinturas deviam ser cobertas durante o Advento. As flores e as relíquias de Santos não deviam ser colocadas sobre os altares durante o Ofício e as Missas deste tempo, exceto no terceiro Domingo; e a mesma proibição e exceção existia relacionada com o uso do órgão. A idéia popular de que as quatro semanas de Advento simbolizam os quatro mil anos de trevas nas quais o mundo estava envolvido antes da vinda de Cristo não encontra confirmação na Liturgia.
Origem Histórica
Não pode ser determinada com exatidão quando foi pela primeira vez introduzida na Igreja a celebração do Advento. A preparação para a festa de Natal não deve ser anterior à existência da própria festa, e desta não encontramos evidência antes do final do século quarto quando, de acordo com Duchesne [Christian Worship (London, 1904), 260], era celebrada em toda a Igreja, por alguns no dia 25 de Dezembro, por outros em 6 de Janeiro. De tal preparação lemos nas Atas de um sínodo de Zaragoza em 380, cujo quarto cânon prescreve que desde dezessete de Dezembro até a festa da Epifania ninguém devesse permitir a ausência da igreja. Temos duas homilias de São Máximo, Bispo de Turim (415-466), intituladas “In Adventu Domini”, mas não fazem referência a nenhum tempo especial. O título pode ser a adição de um copista. Existem algumas homilias, provavelmente a maior parte de São Cesáreo, Bispo de Arles (502-542), nas quais encontramos menção de uma preparação antes do Natal; todavia, a julgar pelo contexto, não parece que exista nenhuma lei geral sobre a matéria. Um sínodo desenvolvido (581) em Macon, na Gália, em seu nono cânon, ordena que desde o dia onze de Novembro até o Natal o Sacrifício seja oferecido de acordo ao rito Quaresmal nas Segundas, Quartas e Sextas-feiras da semana. O Sacramentário Gelasiano anota cinco domingos para o tempo; estes cinco eram reduzidos a quatro pelo Papa São Gregório VII (1073-85). A coleção de homilias de São Gregório o Grande (590-604) começa com um sermão para o segundo Domingo de Advento. No ano 650, o Advento era celebrado na Espanha com cinco Domingos. Vários sínodos fizeram cânones sobre os jejuns a observar durante este tempo, alguns começavam no dia onze de Novembro, outros no quinze, e outros com o equinócio de outono. Outros sínodos proibiam a celebração do matrimônio. Na Igreja Grega não encontramos documentos sobre a observância do Advento até o século oitavo. São Teodoro o Estudita (m. 826), que falou das festas e jejuns celebrados comumente pelos Gregos, não faz menção deste tempo. No século oitavo encontramos que, desde o dia 15 de Novembro até o Natal, é observado não como uma celebração litúrgica, mas como um tempo de jejum e abstinência que, de acordo com Goar, foi posteriormente reduzido a sete dias. Mas um concílio dos Rutenianos (1720) ordenava o jejum de acordo com a velha regra desde o quinze de Novembro. Esta é a regra ao menos para alguns dos Gregos. De maneira similar, os ritos Ambrosiano e Moçárabe não têm liturgia especial para o Advento, mas somente o jejum.
FONTE: http://www.acidigital.com/fiestas/advento/advento.htm
RELACINADOS:

27 de nov de 2011

Pornografia na Internet destrói a performance dos homens na cama

Fonte: Techtudo - Globo.com


A facilidade com que muitos jovens têm acesso à pornografia na internet está criando uma geração de homens que podem acabar deixando a desejar na hora de ir para a cama com mulheres de verdade. Segundo o Psychology Today, respeitado jornal voltado para o público da psicologia nos Estados Unidos, o problema é tão comum que os próprios jovens confirmam e acham “normal”.
Pornografia na internet (Foto: Reprodução)Pornografia na internet (Foto: Reprodução)
Em artigo cujo título é “Disfunção sexual induzida pela pornografia é um problema que só cresce”, analistas explicam que, por conta do constante bombardeio de informações pornográficas que um homem pode ter na internet, o sexo “comum” pode chegar até a parecer não muito interessante.
Ou seja, a impotência agora não é apenas um problema para os homens com uma certa idade ou com pouca saúde, mas também uma pedra no caminho justamente no momento em que eles estariam em seu auge. E tudo por causa da internet. O que para muitos pode parecer como uma ajuda, acaba sendo um grande inimigo.
"Fotos, textos e vídeos eróticos sempre existiram, mas com a internet isso se propagou de uma forma nunca antes vista. Os usuários de hoje podem sofrer com picos de dopamina no corpo, que acabam acontecendo quando se está excitado e ficando ainda maiores com tantas opções que eles têm na internet", explicou Marnia Robinson, que escreveu o artigo, lembrando que há uma infinidade de conteúdo pornográfico disponível ao alcance de um clique.
"Eles podem ver filmes pornô, procurar por atrizes do jeito que mais os atraia, depois trocam para sexo sendo transmitido ao vivo, usam webcams para realizar sexo virtual e muito mais. É tudo fácil, sem custo e disponível a todo o tempo", frisou.
A autora revelou ainda que alguns homens que já ouviram falar sobre os problemas que isso pode causar se assustaram com a notícia. No entanto, ela acredita que há muitos viciados em pornografia e lembra que isso pode acabar sendo muito prejudicial não somente na hora do sexo, como também nos relacionamentos em geral.

25 de nov de 2011

Eros Biondini pronuncia-se a favor da Canção Nova!

Defenda você também!



Cai lei que proíbe sacolas plásticas no varejo em São Paulo

Aproveito para uma reflexão.


Concordo com essa medida. O Papa Paulo VI disse que "o mundo vai mal
porque quer dar soluções fáceis para problemas difíceis". Isto é, não se
cura câncer com novalgina.


Dirigi por 20 anos o campus de Engenharia Química da USP de Lorena, SP.
Sempre achei incompreensível eliminar as sacolas plásticas: um produto
bom, barato, e em si mesmo nada tóxico e poluente. Seu mau uso sim, pode
ser poluente, mas isso é problema de Educação e não de meio ambiente.

Então, o que se deve fazer? Qual a solução correta? EDUCAR O POVO e não
retirar a sacola útil, pratica, barata e confortável. Se for para proibir
tudo que o povo não sabe usar corretamente, vamos ter de proibir a
fabricação de motos, carros, revólveres, cerveja, vinho, remédios... e
também todos os sacos plásticos além da sacola.

Não conheço um só país por onde eu já tenha passado que proíbe a sacola.
Mas em todos eles a educação é boa. Sacola no chão é multa na hora em
alguns países.

Há um provérbio chinês que diz: "Se queres colher por um ano semeia o
grão; por dez anos, planta a árvore; por cem anos, educa o povo". Quando o
povo e o nosso governo vão aprender essa lição?

Não nos deixemos enganar por soluções "fáceis, cômodas, baratas, e
inócuas"; pois, entre elas está a camisinha, a eutanásia, o divórcio, e
tantas falsidades e imoralidades...

(Prof. Felipe Aquino)

Cai lei que proíbe sacolas plásticas no varejo em São Paulo

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1011265-cai-lei-que-proibe-sacolas-plasticas-no-varejo-em-sao-paulo.shtml

TONI SCIARRETTA
DE SÃO PAULO

O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu manter a suspensão da lei que
proíbe o uso das sacolinhas plásticas nos supermercados e no comércio
varejista da cidade de São Paulo.

Com a lei sancionada em maio pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD), as
sacolinhas plásticas deveriam ser banidas do supermercados da cidade a
partir de 1º de janeiro de 2012, tempo dado para os estabelecimentos
comerciais adaptarem seus procedimentos de embalagem.

A decisão de suspender a lei foi do desembargador Luiz Pantaleão, que
atendeu ainda em junho ao pedido de liminar feito pelo Sindicato da
Indústria de Material Plástico. O argumento é que, além de ineficaz, a lei
contraria o direito do consumidor de levar os produtos comprados no
comércio.

A Prefeitura de São Paulo recorreu da decisão no Tribunal de Justiça de
São Paulo, que só agora considerou improcedente as alegações e decidiu
manter a liminar dada ao sindicato.

Segundo a prefeitura, a Procuradoria do Município vai recorrer da decisão
no Supremo Tribunal Federal.

ACORDO DO SETOR

Mesmo que não consiga suspender a decisão até janeiro, os principais
supermercados de São Paulo fizeram um "acordo de cavalheiros" para banir o
uso das sacolinhas plásticas no Estado a partir de 2012.

Costurado pela Apas (Associação Paulista dos Supermercados) no início do
ano, o acordo foi visto como alternativa para contornar os questionamentos
jurídicos previstos para a nova lei.

Em outras 20 cidades, o Sindicato da Indústria de Material Plástico teve
sucesso ao entrar na Justiça com a ação semelhante para impedir a
proibição do uso das sacolinhas plásticas.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1011265-cai-lei-que-proibe-sacolas-plasticas-no-varejo-em-sao-paulo.shtml

Um amigo fiel para todas as horas

Fonte: Repórter de Cristo


Ele nos quer todo o bem
Desde o início de sua vida até o momento de passar para a eternidade, todo ser humano é cercado pela proteção e intercessão de um anjo designado por Deus para o guiar, proteger e orientar. Assim, cada um de nós tem um Anjo da Guarda.
pg_34_37_Angel de la Guarda_rae 58.jpgProvavelmente, quase todos nós aprendemos em casa, ou nas aulas de catecismo, a clássica oração: “Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, já que a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, guarda, governa e ilumina. Amém”. Apesar disso, talvez tenha escapado alguma vez de nossos lábios uma pergunta, repassada mais de admiração do que de dúvida: “Então eu tenho mesmo um anjo incumbido por Deus de cuidar de mim?” É realmente admirável o fato de cada um de nós possuir um anjo cuja missão específica é favorecer-nos em tudo quanto se relacione com nossa salvação eterna, mas é essa a realidade: Deus “os fez mensageiros de seu projeto de salvação”, afirma o Catecismo da Igreja Católica. E diz São Paulo: “Não são todos os anjos espíritos ao serviço de Deus, o qual lhes confia missões para o bem daqueles que devem herdar a salvação?” (Hb 1,14).
“Grande é a dignidade das almas – exclama São Jerônimo -, quando cada uma delas, desde a hora de seu nascimento, tem um anjo destinado para sua custódia!” É muito reconfortante saber que um ser superior à nossa natureza está continuamente a nosso lado; que ele, puro espírito, mantém-se na contemplação incessante de Deus e, ao mesmo tempo, vela por nós, quer-nos todo o bem, e seu objetivo é levar-nos para a felicidade perfeita e infindável do Céu.
Quando nos damos conta da presença desse incomparável guardião, estabelecemos com ele uma amizade firme e íntima, como descreve o grande escritor francês Paul Claudel: “Entre o anjo e nós existe algo permanente.
Há uma mão que, ainda quando dormimos, não solta a nossa. Sobre a terra onde nos encontramos, compartilhamos o pulso e o latejar do coração desse irmão celeste que fala com o nosso Pai”.
Se tivéssemos maior confiança nesse celeste protetor, nesse bom amigo que nunca falha – ainda quando dele nosanjo da guarda.jpg afastamos, por nossa má conduta -, seríamos capazes de recobrar a paz e o equilíbrio dos quais tanto precisamos!
Eles estão a nosso lado, incansáveis, solícitos, bondosos
A Bem-Aventurada Hosana Andreasi, de Mântua (Itália), ainda com seis anos de idade, tomara o gosto de passear pelas margens do Rio Pó, extasiada com a beleza do panorama. Um dia encontrava-se sozinha nesse lugar, quando de repente viu surgir diante de si um belo jovem, alto e forte. Nunca o havia visto antes… Surpresa, mas não amedrontada, ouviu o recém-chega chegado dizer com voz clara, ao mesmo tempo suave e firme: “A vida e a morte consistem em amar a Deus”. Sua surpresa aumentou quando o “jovem” a ergueu do chão e, olhando-a diretamente nos olhos, acrescentou: “Para entrar no Céu, você precisa amar muito a Deus.
Ame?O. Tudo foi criado por Ele, para que as pessoas O amem”. Foi este o primeiro de numerosos encontros que Hosana teve, até seu falecimento (em 1505), com seu Anjo da Guarda.
Casos como esse, de relacionamento intenso com os anjos, não são nada raros. Santa Gemma Galgani (1878- 1903), por exemplo, teve a constante companhia de seu anjo protetor, com quem mantinha um trato familiar. Ele lhe prestava todo tipo de ajuda, até mesmo levando suas mensagens para seu confessor, em Roma.
Ainda mais próximos de nós, encontramos os episódios freqüentes ocorridos com São Pio de Pietrelcina (1887-1968), grande incentivador da devoção aos Anjos da Guarda. Em diversas ocasiões ele recebeu recados dos Anjos da Guarda de pessoas que, à distância, necessitavam de algum auxílio dele.
O Beato João XXIII, outro grande devoto dos anjos, dizia: “Nosso desejo é que aumente a devoção ao Anjo Custódio”. Nossos anjos guardiães estão ao lado de cada um de nós, incansáveis, solícitos, bondosos, prontos para nos ajudar em tudo quanto precisarmos – inclusive em nossas necessidades materiais, mas especialmente para nos proporcionar os bens espirituais, auxiliando- nos a caminhar na via da virtude.
anjo - St Patrick Cathedral, New York_31.............jpgEstimado leitor, queira Deus que esses pensamentos, tirados da Revelação e do tesouro da Santa Igreja, possam nos ajudar a nos tornarmos mais próximos desses fiéis amigos celestiais, consolando-nos e animando- nos. E aumentar nossa vontade de conhecê-los sem os sagrados véus da fé, quando nos encontrarmos lá no alto, no Reino dos Céus.
Os outros anjos…
Além dos Anjos da Guarda, outros espíritos angélicos vagam pela terra e têm um extremo interesse em nós… para nossa perdição: os demônios, anjos decaídos, que outrora faziam parte da corte celestial. Revoltando- se contra Deus, passaram a trabalhar com um objetivo diametralmente oposto àquele para o qual Ele os criou. Sua preocupação única e obsessiva é a de nos fazer perder a possibilidade de contemplarmos a Deus por toda a eternidade. A isso os movem o ódio a seu Criador, cujo plano para a humanidade desejam obstruir, e a inveja do gênero humano, pois somos capazes de alcançar aquela felicidade eterna que eles perderam para sempre.
Se os demônios tanto nos perseguem, por que não recorrermos ao Anjo da Guarda, pedindo sua proteção? Certamente, crescer no relacionamento com ele significará estar mais defendido das ações dos espíritos malignos, e ser mais ajudado na luta contra as tentações.
Diz São João da Cruz: “Os anjos, além de levar a Deus notícias de nós, trazem os auxílios divinos para nossas almas e as apascentam como bons pastores (…) amparando-nos e defendendonos dos lobos, os demônios”.
Confiando-nos inteiramente aos nossos Anjos da Guarda, não precisamos temer os demônios. Afinal, estes últimos nada conseguem contra o poder daqueles.

24 de nov de 2011

Ao menos deixem o prego

Reafirmo meu pessimismo: mais cedo ou mais tarde, como vem ocorrendo com todas as teses provenientes desses segmentos ideológicos e políticos, os crucifixos serão arrancados das paredes. E o resíduo cultural cristão ainda persistente continuará cedendo lugar a um humanismo desumano, destituído de alma e avesso a Deus. Avesso ao Deus cuja proteção é invocada na Constituição. Não guardo ilusões. Quando se encontra com a omissão de muitos e a ingênua tolice de outros tantos, a malícia passa por cima e impõe o que pretende com quase nenhuma resistência.
Aparentemente é uma questão simples. Afinal, se o Estado é laico, os espaços públicos ou sob responsabilidade do Estado não deveriam ser isentos de qualquer religiosidade, como banheiros de estação? O crucifixo, na parede de uma repartição, seria, nessa perspectiva, um atropelo à equidade, um agravo à Constituição e à Justiça. Remova-se, então. Mas tenha-se a coragem de assumir perante a história o registro do que foi feito: preserve-se o prego! Preserve-se o prego para que todos reconheçam o extraordinário serviço prestado. Para que todos saibam que ali havia um crucifixo, e que ele foi removido por abusivo, ofensivo, intolerável às almas sensíveis que, em nome da Justiça, se mobilizaram contra ele.

Observe de onde procedem os ataques aos crucifixos. Nem todos os que tocam nessas bandas são contra os crucifixos e nem todos o são por malícia. Mas todos os que se opõem aos crucifixos tocam nessas bandas. Tocam numa certa esquerda e numa certa direita. Ajudam-se mutuamente no processo de destruição dos valores. A cara da utopia da igualdade é o focinho da utopia da liberdade sem limites. Quando discorrem sobre seus motivos em relação aos crucifixos, transmitem a ideia de estarem jungidas a um imperativo constitucional – o Estado, mesmo não sendo ateu, é laico. Não tem religião própria. E os ingênuos abanam a cabeça em concordância: afinal, se há lugar para um crucifixo, por que não revestir as paredes com os símbolos de todas as outras religiões e crenças existentes? Ou tem para todos, ou não tem para ninguém. Com tanta coisa contra que lutar, escalam como adversário Jesus de Nazaré…

O crucifixo na parede da repartição não é peça publicitária. Não é elemento de proselitismo religioso. Não transforma o espaço em local de culto. É referência a um patrimônio de valores universais sem similar na iconografia humana: amor a Deus e ao próximo mesmo se inimigo, solidariedade, justiça, misericórdia, paz. Se tirar o crucifixo, fica o prego.

Por outro lado, percebam todos ou não, a mobilização pela remoção é apenas mais um ato da longa empreitada do relativismo, do hedonismo e do materialismo visando à deliberada destruição das bases da civilização ocidental. Apenas mais um gesto. Querem a prova? O mesmo argumento que pretende a remoção do crucifixo (o mesmíssimo argumento!) quer silenciar os cristãos sempre que se debatem aspectos morais de propostas legislativas ou decisões judiciais. “O estado é laico e os argumentos baseados numa moral de origem religiosa não podem ser admitidos!”, proclamam com enfatuada sabedoria. Ou seja, admitem-se nos debates as opiniões de ateus, de movimentos sociais, de sindicatos, de homossexuais, de partidos políticos, de endinheiradas ONGs, do que for. Admite-se opiniões do Além, psicografadas. Vale, até, opinião de quem não tem moral alguma. Mas não se toleram opiniões coincidentes ou fundadas na moral cristã. Pasmem os leitores: com esses argumentos de almanaque, com essa lógica de gibi, se consideram gênios da retórica, porta-estandartes da equidade. E não faltam ingênuos para aderir a essa conversa mole!

No entanto, saibam quantos lerem este artigo: o comunismo, ao refletir sobre suas dificuldades para expandir-se na Europa Ocidental, concluiu que seus maiores obstáculos estavam propostos pelas bases cristãs da cultura vigente. Desde então tem sido o que se viu. E só não percebe quem não se importa em servir de pomba para a refeição dos gaviões.

Autor do Texto: Percival Puggina
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* Percival Puggina (66) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, articulista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões

23 de nov de 2011

Informativo Cléofas - 23/11/2011**

Informativo Cléofas - 23/11/2011 *

Informativo Cléofas, 23 de novembro de 2011 - Ano VI - Número 197

Notícias do Site Cléofas

+34.000 católicos a mais por dia

+A parte de cada um na evangelização

+Aumento do câncer de próstata ligado à pílula anticoncepcional

+Pacientes "vegetativos" podem estar plenamente conscientes: estudo da revista Lancet

+ Oração em desagravo ao Santíssimo Corpo de Nosso Senhor

+ A Igreja Ortodoxa Russa proclamou santos a mais de 1500 mártires

+ Mulher argentina agradece à sua mãe biológica por ter rejeitado o aborto e "ter dito sim à vida"

+ "O cyberespaço deve ser considerado uma grande oportunidade de evangelização", diz Dom Claudio Maria Celli

+  Vaticano permite consulta a documentos inéditos da Igreja

+Historiador judeu revela: de maneira pessoal e encoberta Pio XII salvou milhares de judeus

 

Conheça também o documento da Igreja:

+Exortação Apostólica pós-sinodal Verbum Domini do Papa Bento XVI (Parte 8)

 

O programa Escola da Fé, é exibido toda quinta-feira às 20h40 na TV Canção Nova (Link)


Para Meditar...


Santificados na família

Deus nos criou para vivermos em família. Ele mesmo é uma Família, Três Pessoas distintas em uma única natureza, e quis que de certa forma isso se reproduzisse na terra, em cada lar. Quando o Catecismo fala da família, começa dizendo que:
'A família cristã é uma comunhão de pessoas, vestígio e imagem da comunhão do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Sua atividade procriadora e educadora é o reflexo da obra criadora do Pai' (nº 2205).

A família é assim, por vontade de Deus, 'imagem' da Santíssima Trindade; por isso ela é sagrada, e meio especial de nossa santificação.

Jesus, ao vir ao mundo, não precisava necessariamente viver em uma família, mas Ele assim o quis, para deixar-nos o seu exemplo e ensinamento sobre a nobreza e santidade da família. Quis ter uma mãe e um pai (adotivo), e foi obediente e submisso a eles (cf Lc 2,51). Jesus não precisava ter um pai terreno, já que o Seu Pai é o próprio Deus. Mas Ele quis ter um pai adotivo, legal, como chamavam os judeus. Quando José quis abandonar Maria, em silêncio, para não difama-la, Deus mandou o Anjo dizer-lhe: 'José, filho de Davi, não temas receber Maria por esposa, pois, o que nela foi concebido veio do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho a quem tu porás o nome de Jesus' (Mt 1,20-21). É como se Deus dissesse a José: eu preciso de você, eu quero você para ser o pai diligente da sagrada Família. Os pais geram os filhos, mais aqui é o Filho quem escolhe o seu pai. (...)

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Pergunte e Responderemos

O que é Escatologia ?

 

O estudo da Escatologia individual diz respeito aos acontecimentos que afetarão cada indivíduo no fim de sua jornada terrestre. São eles: Morte, Juízo Particular, Purgatório, Inferno e Céu.

E a Escatologia coletiva trata dos acontecimentos relacionado com o fim dos tempos, a saber: Parousia (2a. vinda de Cristo), Ressurreição da Carne, Juízo Final ou Universal e os "Novos Céus e Nova Terra". Bíblia, quando Deus muda o nome de alguém, Ele está dando-lhe uma função especial, explica D. Estevão Bettencourt .(...)

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Blog do Prof. Felipe Aquino

 

Instituto Humanae Vitae: Estudo sobre a homossexualidade

 

Há 15 anos atrás uma jovem me procurou por problemas em sua sexualidade. Era lésbica. Tomei como desafio o atendimento e procurei estudar mais profundamente o assunto para ajudá-la melhor. Descobrir que não sabendo do problema da homossexualidade, a ajuda ia ficando mais difícil e me especializei no tema me tornando sexólogo e mestre em sexologia humana tendo como tema central de estudo a homossexualidade.

Décadas se passaram, desde que a Associação Psiquiátrica Americana (APA, 1980) retirou a homossexualidade da sua Classificação de Doença Mentais e a Organização Mundial de Saúde (OMS,1993), através da 10ª edição da Classificação Internacional de Doenças, CID-10, profissionais da saúde não estão, em sua totalidade, aptos para trabalharem com esse novo referencial, “isso decorre de arraigados conceitos e tendências que repercutem, muitas vezes e infelizmente, na conduta médica” (Carmita Abdo, 2000).

Percebo também, que as famílias estão perdidas e desinformadas no que diz respeito aos problemas da homossexualidade e não sabem como mediar esta situação quando aparece no seio familiar.(...)

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Livro da Semana

OS DOGMAS DA FÉ


A palavra dogma quer dizer verdade. É uma verdade “revelada por Deus”, que pode estar na Bíblia ou na Tradição da Igreja. Não são verdades inventadas pela Igreja. Isso é feito por uma definição solene da Igreja (magistério extraordinário) por um Papa quando se expressa como “pastor e doutor supremo de todos os fiéis” (CIC §891), ou pelo ensinamento do magistério ordinário. A Igreja, “coluna e sustentáculo da verdade” (1Tm 3,15), recebeu dos Apóstolos o solene mandamento de Cristo de pregar a verdade da salvação. “Deus quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade” (1Tm 3,15). Para a Igreja Católica, um dogma é uma verdade absoluta, definitiva, imutável, infalível e inquestionável; não uma “cadeia”, mas “portas abertas para o infinito” (Bento XVI). Nenhum dogma pode ser revogado ou negado, nem mesmo pelo Papa ou por um Concílio; e isto nunca aconteceu na História da Igreja. Eles são a base de toda a doutrina católica e a segurança para os teólogos em seus estudos.

Ficha Técnica
Editora: Cléofas
ISBN: 978-85-88158-79-5
Ano: 2011
Edição: 1
Número de páginas: 392
Idioma: Português (BR)
Acabamento: Brochura
Formato: 14x21 cm

 


 


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Lançamentos



Por que confessar? Como confessar?

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Como preparar-se bem para comungar
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Para ser feliz
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O Socorro de Deus
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Sabedoria em Parábolas
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"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12