"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12

17 de ago de 2011

Informativo Cléofas- 17/08/2011

Informativo Cléofas, 17 de agosto de 2011 - Ano VI - Número 184

Notícias do Site Cléofas

+ O método preventivo de Dom Bosco

+ Com Deus tudo é possível

+ "As coisas de Deus merecem pressa na nossa vida", afirma o Papa Bento XVI

+Protestos contra o Papa na Espanha - JMJ

+Vaticano confirma o Rio de Janeiro como sede da próxima Jornada Mundial da Juventude

+ Semana Nacional da Família

+ Mês de agosto, mês vocacional

+ Missão da Igreja Católica minimiza ações da seca na África

 

 

Conheça também alguns documentos da Igreja:

+ Carta Encíclica Humanis Generis - Parte 1

+ Carta Encíclica Humanis Generis - Parte 2

+ Concílios ecumênicos da Igreja

O programa Escola da Fé, é exibido toda quinta-feira às 20h40 na TV Canção Nova (Link)


Para Meditar...

A santidade é a vocação do cristão

Desde a Antiga Aliança, Patriarcas, Deus chama o povo à santidade: "Eu sou o Senhor que vos tirou do Egito para ser o vosso Deus. Sereis santos porque Eu sou Santo" (Lv 1,44-45).

O desígnio de Deus é claro: uma vez que fomos criados à sua "imagem e semelhança" (Gn 1,26), e Ele é Santo, nós devemos ser santos também. O Senhor não deixa por menos. A medida e a essência dessa santidade é o próprio Deus. São Pedro repete esta ordem dada ao povo no deserto, em sua primeira carta, convocando os cristãos a imitarem a santidade de Deus:

"A exemplo da santidade daquele que vos chamou, sede também vós santos, em todas as vossas ações, pois está escrito: Sede santos, porque eu sou santo" (1Pe 1,15-16).

S.Pedro exige dos fieis que "todas as vossas ações" espelhem esta santidade de Deus, já que "vós sois, uma raça escolhida, um sacerdócio régio, uma nação santa, um povo adquirido para Deus, a fim de que publiqueis o poder daquele que das trevas vos chamou à sua luz maravilhosa" (1Pe 2,9).

Para São Pedro a vida de santidade era uma imediata conseqüência de um povo que ele chamava de "quais outras pedras vivas... materiais deste edifício espiritual, um sacerdócio santo" (1Pe 2,5).

 

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Pergunte e Responderemos

O que a Igreja nos ensina sobre a morte?

A Igreja ensina que, em consequência do pecado original, o homem deve sofrer "a morte corporal, à qual teria sido subtraído se não tivesse pecado" (Gaudium et Spes, 18; Gn 2,17). Não passaríamos pela morte como ela é hoje se não houvesse o pecado.
A Igreja reconhece que "é diante da morte que o enigma da condição humana atinge o seu ponto mais alto" (idem). São Paulo ensina que "o salário do pecado é morte" (Rm 6, 23); é dele que advém todo sofrimento da criatura humana; mas que para os que morrem na graça de Cristo, é uma participação na morte do Senhor, a fim de poder participar também de sua Ressurreição (Rom 6, 3-9).

Embora o homem tivesse uma natureza mortal, Deus o destinava a não morrer. "Ora, Deus criou o homem para a imortalidade, e o fez à imagem de sua própria natureza. É por inveja do demônio que a morte entrou no mundo, e os que pertencem ao demônio prová-la-ão". (Sab 2, 23). A morte foi, portanto, contrária aos desígnios de Deus criador e entrou no mundo como conseqüência do pecado; e será o "último inimigo" do homem a ser vencido (1Cor 15,26).

A realidade inexorável da morte deve recordar-nos de que temos um tempo limitado para realizar nossa vida: "Lembra-te de teu Criador nos dias de tua mocidade (...) antes que o pó volte à terra de onde veio, e o sopro volte a Deus que o concedeu" (Eclo 12, 2.7)

Mas a morte foi transformada por Cristo. Jesus, o Filho de Deus, sofreu Ele também a morte, própria da condição humana; assumiu-a em um ato de submissão total e livre à vontade de seu Pai. A obediência de Jesus transformou a maldição da morte em bênção (Rom 5, 19-21). Por isso, graças a Cristo a morte cristã tem um sentido positivo. São Paulo disse: "Para mim, a vida é Cristo, e morrer é lucro" (Fl 1, 21). "Fiel é esta palavra: se com Ele morremos, com Ele viveremos" (2Tm 2, 11).

 

Prof. Felipe Aquino

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Blog do Prof. Felipe Aquino

O que fazer quando temos aridez espiritual?

A única saída é fechar os olhos e dar as mãos a Jesus para ser guiado por Ele

Muitas vezes, podemos passar por algum período de aridez espiritual, isto é, não temos vontade de rezar, torna-se difícil assistir a Santa Missa, a reza do Terço fica pesada, etc. Até mesmo a sagrada Comunhão se torna um sacrifício diante das dúvidas que podem atingir a nossa alma. Parece que o céu sumiu.
Como vencer esse estado de espírito no qual parece que Deus está longe e que nos falta a fé?
Primeiro é preciso verificar se esta situação não é tibieza, isto é, causada por nossa culpa em não perseverar no cuidado da vida espiritual, e, sobretudo, verificar se não há pecados graves em nossa alma, que possam estar afugentando dela a graça de Deus.
Se não houver pecados na alma, então, é preciso antes de tudo, calma, paciência e perseverança nos exercícios espirituais: oração, vida sacramental, caridade, penitência, etc. Mesmo sem vontade ou sem gosto, continuar, sem jamais parar, os exercícios espirituais.

 

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Livro da Semana

O QUE SÃO AS INDULGÊNCIAS?

Saiba o que são as indulgências; sua fundamentação bíblica, na Tradição, e no Magistério da Igreja, com base principalmente na Constituição Apostólica do Papa Paulo VI, “Doutrina das Indulgências”, promulgada em 1967.

Saiba também o que foi a polêmica de Martinho Lutero sobre esta questão no século XVI, que motivou a reforma protestante.

Conheça ainda as Orações e Obras enriquecidas de indulgências, segundo o “Manual das Indulgências” aprovado pela Santa Sé e publicado pela CNBB, em 1989.


Ficha Técnica
Editora: Cléofas
ISBN: 978-85-88158-67-2
Ano: 2010
Edição: 7
Número de páginas: 136
Idioma: Português (BR)
Acabamento: Brochura
Formato: 14x21 cm

 


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Família, Santuário da Vida
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