28 de dez de 2012

Você acha que o Natal já acabou???


A demonstração de sentimento pelo seu semelhante, não pode ocorrer apenas uma vez por ano. Mas em todos os momentos da vida, sempre quando houver uma oportunidade para essa demonstração de amor.

Amar o próximo é respeitar seus direitos, é ajudá-lo quando tiver necessidade, não só dando assistência material, como ocorre nessa época do ano. Muitos esperam essa data para dar uma cesta básica. No entanto durante todo o ano, não procuram a família para saber se está tudo bem, como se aquela ajuda se estendesse pelo ano todo.

Com isso, sai comentando seu feito, como se tivesse seus pecados revogados, perdoado... As pessoas não necessitam apenas de bens materiais, mas de atenção, carinho e, principalmente respeito.
Nessa oportunidade, vale mais uma palavra amiga, que tem um efeito mais duradouro que uma cesta básica.
  
Uma palavra amiga alimenta o ego e fortalece a parte espiritual, enquanto o bem material alimenta apenas o corpo, mas que em pouco tempo se acaba e ai? Só no próximo Natal de Cristo!

Atualmente o ser denominado humano, não consegue refletir e chegar a uma atitude racional. Assim sendo, a conclusão lógica seria de pensar um pouco mais no Ser e não no Ter.

Com isso a conclusão: É fácil dar do seu, o difícil é dar de si! As pessoas humildes não precisam de caridade, mas de oportunidades que lhes dão condições para que possam mudar de vida.

Vamos refletir no Natal de Cristo! Vamos mudar nossos conceitos sobre a humanidade, pois o tempo passa tão rápido, e muitas vezes pode ser tarde.
Reflita, pense e mude seus conceitos, para um mundo melhor e mais humano. É esse o ensinamento que Jesus Cristo nos deixou. Que o verdadeiro Natal, esteja sempre presente entre nós!

Texto: Teixeira                                      

Fonte:http://www.espacocidadao.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=130:natal-de-jesus-cristo&catid=49:contacao-de-historias-e-leituras-de-livros&Itemid=94

27 de dez de 2012

A Lenda das Três Árvores



Natal



A lenda das três árvores - Natal

Havia no alto de uma montanha três árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes. A primeira, olhando as estrelas, disse: “Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros”. A segunda, olhando o riacho, suspirou: “Eu quero ser um navio grande para transportar reis e rainhas”. A terceira olhou para o vale e disse: “Quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto que as pessoas, ao olharem para mim, levantem os olhos e pensem em Deus”.
Muitos anos se passaram e certo dia três lenhadores cortaram as árvores que estavam ansiosas em ser transformadas naquilo que sonhavam. Mas os lenhadores não costumavam ouvir ou entender de sonhos… Que pena!
A primeira árvore acabou sendo transformada em um cocho de animais coberto de feno. A segunda virou um simples barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias. A terceira foi cortada em grossas vigas e colocada de lado num depósito.
Então, desiludidas e tristes, as três perguntaram: Por que isso?
Entretanto, uma bela noite, cheia de luz e estrelas, uma jovem mulher colocou seu bebê recém-nascido naquele cocho de animais. E de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.
A segunda árvore estava transportando um homem que acabou por dormir no barco em que se transformara. E quando uma tempestade quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse: “Paz!”
E num relance, a segunda árvore entendeu que estava transportando o rei do céu e da terra!
Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Logo sentiu-se horrível e cruel. Mas, no domingo seguinte, o mundo vibrou de alegria. E a terceira árvore percebeu que nela havia sido pregado um homem para a salvação da humanidade e que as pessoas sempre se lembrariam de Deus e de seu filho ao olharem para ela.
As árvores haviam tido sonhos e desejos. Mas sua realização foi mil vezes maior do que haviam imaginado.
Todos nós temos nossos sonhos, nossos planos e por vezes, eles não coincidem com os planos que Deus tem para nós. E quase sempre somos surpreendidos com a sua generosidade e misericórdia. Por isso, é importante compreendermos que tudo vem de Deus e crermos que podemos esperar Nele, pois Ele, como um Pai amoroso, sabe o que é melhor, para cada um de nós.
Que sua vontade seja sempre feita.



26 de dez de 2012

TEmpresto! Sua Rede Social de Livros! Monte sua biblioteca e faça empréstimos de livros!


Amantes dos livros e das redes sociais interagem por meio de site desenvolvido em Santo Ângelo Angela Bem/Especial
Renato Moreira é um dos criadores da rede, que foi relançada em março deste ano Foto: Angela Bem / Especial
Com quase 14 mil livros cadastrados e cerca de 2 mil usuários, o Tempresto — rede social literária criada por três moradores de Santo Ângelo — ganhou envergadura no mundo dos livros com menos de dois meses de operação. É pelo site que leitores de diferentes pontos do país trocam obras, dicas e comentários sobre literatura.

Na rede há usuários rede ativos em mais de 300 cidades, asseguram os criadores: o idealizador, o engenheiro agrônomo Renato Moreira, 44 anos, que aliou-se ao professor de computação na Universidade Regional Integrada (URI), Denilson Rodrigues da Silva, 37 anos, e ao desenvolvedor de sistemas Kelven Campos, 26 anos, para lançar a rede.

— Livros não foram criados para ficarem parados em uma biblioteca. Cada vez que soubermos que um leitor foi estimulado ou iniciou seu hábito de leitura através do Tempresto, nossa missão estará valendo a pena — afirma Moreira.

Na verdade, o trio aprimorou uma ideia de 2007 e a relançou em março deste ano, conquistando internautas e leitores como a secretária Laura Boni, 25 anos, de Santa Rosa, e o estudante de Letras, com habilitação em Inglês, Alexandre Alves Santos, 19 anos, de Belo Horizonte (MG).

— Encontrei no site uma forma de organizar meus livros, ver quais estão emprestados, e para tentar fazer uma rede com meus amigos, para assim ver e trocar os livros com maior facilidade — revela Santos.

Presidente da Câmara Rio-Grandense do Livro, Osvaldo Santucci Junior elogia a iniciativa e ressalta que internet e literatura devem mesmo ser aliadas.

— Vejo potencial neste site, que vai proporcionar o hábito pela leitura e vai dar oportunidade aos leitores de baixa renda.

Moradora de Florianópolis, a pedagoga e mestranda em Educação na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Silviane Avila, 26 anos, encontrou na rede uma forma de interagir com em torno de 15 participantes do Grupo de Pesquisa Educação e Cibercultura, focado em assuntos de sua área de estudo.

— Encontrei no site uma forma de cadastrar os livros do grupo de pesquisa do qual faço parte. Podemos controlar os empréstimos e devoluções dos livros e todo o grupo acessa e conhece o que temos disponível em nosso acervo — destaca.

Como funciona
— O internauta deve acessar o site do Tempresto e fazer seu cadastro, com informações básicas do usuário e cidade, pois as buscas de amigos podem ser feitas baseadas nestes dados.

—A ideia central do Tempresto é gerenciar a biblioteca do usuário. Ele irá fazer o cadastro virtual dos seus livros físicos. Até mesmo uma foto de sua biblioteca pode ser colocada no site.

— A partir do cadastro dos livros, o usuário irá convidar e procurar amigos e, a partir dai, ver os livros que os amigos têm em suas estantes e também pedir e emprestar livros. Em geral, a troca é feita pessoalmente ou pelo correio. Neste caso, a dupla em questão negocia os custos caso a caso.

— No site há um sistema de gerenciamento de todo o processo do empréstimo, desde os recados que podem ser enviados, a data da entrega e devolução e uma avaliação do usuário que pegou o livro emprestado.

— Os usuários também podem colocar informações sobre livros que querem ler, emprestar ou ganhar. O Tempresto irá avisar os amigos que o usuário está de aniversário e os livros que ele quer ganhar de presente.

— Uma lista dos livros que o usuário já leu em sua vida também pode ser feita na rede.

Fonte:
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/cultura-e-lazer/segundo-caderno/noticia/2012/04/amantes-dos-livros-e-das-redes-sociais-interagem-por-meio-de-site-desenvolvido-em-santo-angelo-3738205.html

20 de dez de 2012

Deputado gay no Brasil ofende o Papa após o seu primeiro tweet, católicos reagem



Deputado Jean Wyllys/Papa Bento XVI
BRASILIA, 19 Dez. 12 / 05:03 pm (ACI).- Após o primeiro tweet do Papa Bento XVI no dia 12 de dezembro, o deputado homossexual brasileiro Jean Wyllys publicou em sua conta de twitter várias ofensas ao Santo Padre, referindo-se a ele como “potencial genocida” e “hipócrita”. Diante das acusações de Wyllys, católicos no Brasil reagiram e pediram uma retratação do parlamentar por ter ofendido o líder da religião da maioria da população brasileira e um chefe de estado.

Esta não foi a primeira vez que o deputado e ativista das causas LGBT no Brasil insulta o Papa e levanta acusações à Igreja. Entretanto, os insultos do deputado não ficaram sem respostas por parte dos cristãos brasileiros.

O blogueiro católico Vanderlúcio Souza escreveu ao deputado que com suas posturas ele “ofendia um Chefe de Estado”. 

“Católicos pedem tolerância e que o deputado pare de semear o ódio”, escreveu Vanderlúcio.

Em resposta, o deputado gay escreve: “No dia em que o papa deixar de "semear ódio" e intolerância nesses casos, eu deixarei de reagir; do contrário, não me calo”, e também publicou:
“E vá ver o sentido de hipócrita para usá-lo corretamente: se há hipócrita, esse é o @pontifex”.

Em outros tweets o deputado afirma ainda sobre o Papa Bento:
“Um líder religioso que foi membro da juventude nazista e ofende os homossexuais e sua luta? Não merece respeito!”.
“Genocida em pontencial* --> “Papa considera o casamento igualitário "uma ferida grave infligida à justiça e à paz".
(*NdE: erro de português cometido pelo deputado).

O parlamentar brasileiro ainda levanta acusações contra a Igreja católicacriticando sua postura frente aos preservativos, acusando-a de fazer silêncio ante o casos de abusos sexuais por parte de alguns clérigos e de acumular dinheiro.

“É lamentável a postura do deputado Jean Wyllys em semear o ódio ao chamar o líder máximo da Igreja Católica e chefe de estado, Bento XVI, de hipócrita. Ainda mais por meio de uma rede social”, disse a ACI Digital Vanderlúcio Souza.

“Vale dizer que o povo brasileiro, majoritariamente religioso, é uma nação ordeira e que convive harmoniosamente com todos os segmentos e grupos da sociedade. Atitudes como esta do parlamentar apenas incita ao preconceito e à intolerância”, destacou o blogger.

Por outra parte, a Dra. Renata Gusson, conhecida no meio católico e pró-vidapor um vídeo no Youtube no qual ela afirmou a membros da subcomissão permanente da defesa da mulher em Brasília que abortistas não representam as brasileiras, também se manifestou enviando uma carta ao deputado Jean Wyllys.

Na sua missiva a Dra. Gusson escreve ao deputado e ativista homossexual brasileiro:

“O senhor, em uma clara mensagem que incita o ódio e a humilhação ao Papa, afirma diversas acusações contra a Igreja Católica. Duas coisas me chamaram a atenção: primeiro, o senhor, como uma pessoa pública e representante do povo brasileiro que o elegeu (este povo, que em último censo realizado pelo IBGE mostrou-se majoritariamente religioso), teve uma postura desrespeitosa e impertinente”.

“Gostaria de lembrá-lo que o Papa é um chefe de Estado. Aos chefes de Estado deve-se o respeito e a consideração, por mais que discordemos de suas posturas éticas, filosóficas ou religiosas. O senhor, neste ponto, considerou-se acima do respeito devido a um chefe de Estado”.

“Em segundo lugar, eu quero pedir-lhe que me envie as fontes "primárias" que comprovem TODAS as acusações que o senhor levantou contra a Igreja Católica”.

“O senhor em seus comentários deveria, por força de justiça, junto com suas acusações à Igreja, dizer quais foram os bens legados e ainda hoje mantidos pela MAIOR INSTITUIÇÃO DE CARIDADE EXISTENTE NA FACE DA TERRA. Se não o fez, prova que a intenção não era a de simplesmente discordar da visão do Santo Padre e da Igreja Católica”, afirmou Renata Gusson, católica, mãe de família e membro do movimento pró-vida em São Paulo.

“Concluo esta mensagem pedindo-lhe que venha a público desculpar-se pelo viés causado por suas mensagens e também pedir-lhe que, em uma próxima vez, lembre-se que com a fé das pessoas não se brinca; se respeita, por mais que dela discordemos”, finalizou a Dra. Gusson.

Para manifestar-se contra as declarações do deputado Jean Wyllys sobre o Santo Padre os usuários podem ligar para o gabinete do parlamentar em Brasília:
Tel: (61) 3215-5646

Ou pelo e-mail: dep.jeanwyllys@camara.leg.br

O twitter do deputado é: @jeanwyllys_real

Fonte: 


18 de dez de 2012

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16 de dez de 2012

Pe. Exorcista afirma: Sociedade atual é mais pecadora que anteriores



O site ACI/EWTN Noticias (07 de dezembro de 2012), divulgou uma entrevista com o Pe. Antonio Fortea, um sacerdote exorcista espanhol, escritor do livro a Summa Daemoniaca, alertou que hoje vivemos “o crepúsculo da sociedade cristã”, o início de uma sociedade mais maligna, pois os homens estão mais afastados de Deus, portanto são mais pecadores do que antigamente.
O sacerdote também afirmou ao grupo ACIDIGITAL que “os Santos que nos advertiram do pecado na Idade Média, nos séculos posteriores, no século XIX, teriam ficado desolados ante o panorama atual. Sempre houve pecado, mas nem sempre houve a mesma quantidade de pecado”, reforçando que isto é fruto da atitude dos homens terem deixado Deus de lado e terem se deixado convencer “que a vida sob a Igreja Católica nos séculos passados, foram pouco pior que um inferno”.
O exorcista recordou que “A Mãe de Jesus Cristo mostrou a uns pobres pastorinhos uma visão do inferno, isso aconteceu na Fátima. A pastorinha mais velha manifestou que só puderam resistir essa visão, porque a Virgem lhes disse que eles não iriam para lá”, e advertiu que esta visão “não foi para essas crianças bondosas”, mas para o século XX. Entretanto, cem anos depois destas visões “os males se acrescentaram, multiplicaram e intensificaram. Quantas novas perversões germinaram na Cidade dos Homens”.
Pe. Fortea ainda indagou: “se os homens não mudarem nem sequer ao ver o inferno, compreendendo-o, sendo capazes de espionar o que se sente lá, então não resta mais solução que uma purificação decretada do alto. Não é isto acaso a mensagem da Fátima? Não é isto acaso a mensagem da Palavra de Deus?”.


15 de dez de 2012

Celibato e Jejum na Bíblia




SAGRADA ESCRITURA
PRESBITERIANO (Gov. Valadares): “O Apóstolo, no trecho de 1 Tim 4,1-5, condena os que apregoam o celibato e o jejum. Com isto não estará condenando os católicos mesmos, que observam o celibato sacerdotal e o jejum ?
O jejum terá algum valor no Novo Testamento? Não será coisa inútil após o sacrifício de Cristo?

Eis o trecho sobre o qual versa a questão:
1Tim 4, 1-5 «O Espírito diz expressamente que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios, 2 (seduzidos) pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência, 3 proibindo o casamento e prescrevendo a abstinência de alimentos, que Deus criou para serem consumidos com ação de graças pelos fiéis e por aqueles que conhecem a verdade, 4 Com efeito, toda criatura de Deus é boa, e não se deve rejeitar coisa alguma que se tome com ação de graças, 5 pois é coisa santificada pela palavra de Deus e pela oração».
Que quer propriamente dizer este texto ?

1) A mensagem do Espírito Santo transmitida por São Paulo visa os últimos tempos, não necessariamente os derradeiros dias do mundo, mas, sem dúvida, a época que se estende da primeira à segunda vinda de Cristo; tal período constitui na linguagem bíblica a última hora da história religiosa, pois remata a Revelação sobrenatural e as disposições de Deus dadas em vista da salvação dos homens (cf. 1Jo 2,18). Últimos tempos são, sob este ponto de vista, já os tempos em que os Apóstolos vivem e escrevem (cf. 1 Jo 2,18; 4,3). E é certamente essa sua época que o Apóstolo considera, procurando defender o jovem Timóteo, seu discípulo, contra erros que estavam sendo disseminados e em breve tomariam vulto muito amplo.

2) Quais seriam então essas aberrações, que o Apóstolo caracteriza por duas notas negativas: proibição de matrimônio e de alimentos?

Não há dúvida, trata-se de expressões daquela mesma ideologia que São Paulo visa reprimir continuamente nas suas três epístolas pastorais (1 e 2 Tim, Tit). Com efeito, na segunda metade do séc. 1 d.C., alguns judeus convertidos à fé cristã abraçavam proposições do paganismo: o fundo dos seus ensinamentos era o dualismo, ou seja, uma concepção pessimista da matéria, tida como essencialmente má, indigna de Deus (tal concepção era, de resto, antiga na filosofia dos Pitagóricos e Órficos, assim como em certos cultos orientais). Em consequência, repudiavam tudo que pudesse favorecer a vida do corpo, inclusive o casamento e certo regime de alimentação. Os inovadores, sob o aspecto de justos e puritanos, eram frequentemente vítimas da hipocrisia e dos caprichos das paixões, como atestam os dizeres de Col 2,18.23.

As idéias mencionadas foram levadas até as últimas consequências no movimento chamado «Gnosticismo», que encheu a história doutrinária do séc. II, dando origem a escolas e seitas particulares, como as dos Eneratistas, Valentinianos, Basilidianos, Marcionitas...

Vê-se assim que São Paulo nas suas epístolas pastorais foi obrigado a reprovar práticas aparentemente santas, ditadas por falsa filosofia da matéria.

3) Em 1 Tim o Apóstolo não julgou necessário explanar as relações vigentes entre matrimônio e virgindade; já haviam sido assunto de 1 Cor 7, onde Paulo mostrara que santo é o matrimônio, mas ainda mais perfeito é o celibato abraçado por amor a Deus (não por desprezo do corpo); cf. «P. R.»7/1957 qu. 7.

No tocante aos alimentos, porém, São Paulo detém-se, opondo às restrições dos inovadores a concepção que a Revelação professa em Gên 1 e Eclo 39,16: todas as criaturas são boas, porque Deus, que é bom, as fez tais, destinando-as ao uso do homem. Não peca, por conseguinte, quem delas se serve conforme a intenção do Criador, isto é, reconhecendo que são dons concedidos por Deus ao homem, para que este por sua vez dê glória ao Altíssimo (está claro, porém, que o uso desregrado dos seres materiais, impedindo a alma de dar glória a Deus, já é mau, pois significa violação do plano do Criador).

Toda criatura, acrescenta São Paulo, é santificada pela Palavra de Deus e a oração (v.5). A Palavra de Deus, no caso, seriam os dizeres do Criador mencionados em Gên 1 ou, mais. provavelmente, os textos bíblicos (SI 21,27; 144,10) que desde o Antigo Testamento serviam de fórmulas de oração usuais antes das refeições. Essas preces dão certamente significado novo a uma das funções que o homem tem em comum com os irracionais — a nutrição —, fazendo que mesmo esta, longe de ser derrogação ao serviço de Deus ou condenação para o cristão, se torne motivo de redenção e santificação.

Em conclusão, o que São Paulo reprime é qualquer tipo de ascese ou abstinência baseada em concepção pessimista da matéria, pois tal concepção é radicalmente alheia ao Cristianismo.

4) Bem diversa do pessimismo é a mentalidade que inspira aos católicos o celibato religioso e o jejum.
A respeito do primeiro, já se encontram amplas considerações em «P. R.» 7/1957 qu. 7.

Sobre o jejum, deve-se dizer que é uma praxe do Antigo Testamento por Cristo confirmada e enriquecida de novo sentido.
Sim. A Lei de Moisés prescrevia solene jejum para o dia da Expiação, isto é, o décimo dia do sétimo mês (cf. Lev 16,29.31; 23,27.32; Núm 29,7; At 27,9). Além disto, o profeta Zacarias mencionava os jejuns do quarto, do quinto, do sétimo e do décimo mês (7,5; 8,19); o livro de Ester (9,31) se refere ao jejum da festa de Purim. A Lei também previa o jejum facultativo estipulando, por exemplo, que, caso uma mulher tivesse feito voto de «afligir a sua alma» (expressão bíblica equivalente a «jejuar»), tocaria ao seu marido o direito de confirmar ou anular tal voto (cf. Núm 30,14). Em ocasiões extraordinárias, o jejum era observado pelo povo israelita inteiro: para expiar algum pecado grave (cf. 1 Sam 6,7; 3 Rs 21,8-14 ; Jer 36,9 ; Bar 1,5...), para pedir o auxilio do Senhor na guerra (Jz 20,26; 2 Crôn 20,3; 2 Mac 13,12), para prantear a morte de um rei (1 Sam 31,13; 1 Crôn 10,2), para dissipar um perigo comum (Jdt 4,8,12; Est 4,3.16).

A praxe do jejum em Israel significava não apenas abster-se... (na concepção pagã, evitar contato com seres maus), mas representava um valor positivo, pois era tida como o meio apto para excitar a contrição pelo pecado. O jejum, como mera privação, de nada valia, repetiam os profetas; era preciso fosse expressão de ardente amor a Deus.
Era, por exemplo, nestes termos que Isaias admoestava o povo em nome do Senhor:

«Quando jejuais, só fazeis a vossa vontade e oprimis os vossos operários. Jejuando, só pensais em contendas e debates, em golpes e murros. Não jejuais como seria necessário em tal dia, a fim de que a vossa voz se fizesse ouvir no alto» (Is 58,3s). E o profeta recomendava uma série de obras de misericórdia que haviam de acompanhar o jejum, despertando a generosidade da alma.

A observância judaica, dizíamos, recebeu do Senhor a sua confirmação... O próprio Jesus não quis iniciar a sua vida pública senão após quarenta dias de jejum no deserto (cf. Mt 4,2; Mc 1,13; Lc 4,1s), à semelhança dos que Moisés passara no Sinai, mostrando desta forma que Ele consumava a Lei antiga, dando sentido pleno às suas práticas de ascese. E predisse aos discípulos que eles haveriam de jejuar depois que o Mestre lhes fosse arrebatado (cf. Mt 9,14s; Mc 2,18-20; Lc 5,33-35). A razão dessa praxe, explicava Jesus, é que a vitória contra o reino do pecado requer o uso de duas grandes armas, que são a oração e o jejum: «Esse gênero de demônios não se expele senão pela oração e o jejum» (Mt 17,20; Mc 9,28).

Para dar significado à mortificação do corpo, Cristo, mais ainda do que os profetas do Antigo Testamento, inculcou aos Apóstolos as disposições interiores que a devem acompanhar:

"Quando jejuardes, não andeis tristonhos como os hipócritas, que desfiguram o rosto para fazer ver que estão jejuando... Tu, quando jejuares, unge a cabeça e lava o rosto para que ninguém perceba que jejuas... E teu Pai, que vê no oculto, te recompensará» (Mt 6,16-18).

É por sufocar as paixões e excitar a tendência decidida para Deus só que o jejum se torna valioso, capaz realmente de debelar os assaltos do Maligno, que se apoiam na covardia da carne humana.

Em seu sentido pleno, o jejum cristão vem a ser a expressão da situação típica em que se acha o povo de Deus no Novo Testamento, entre a primeira e a segunda vinda de Cristo. Esta situação é, conforme os dizeres mesmos de Jesus, a da Esposa cujo Esposo foi momentaneamente arrebatado e que, por conseguinte, vive em santa viuvez. Por efeito desta concepção, o Senhor isentava de abstinência seus apóstolos enquanto Ele estava na terra, e lhes anunciava o jejum como sinal futuro do seu amor enlutado. É, pois, um santo e amoroso anelo que hoje inspira ao cristão o jejum; é o desejo de remover tudo quanto possa de algum modo retardar ou entravar a união com o Esposo; é a vontade de preparar uma veste nupcial toda pura, que na hora da morte permita a cada alma cristã, sem dilação alguma, o acesso definitivo à presença do Esposo (cf. Apoc 19,7s; Mt 22,11-13); é, com outras palavras, o espírito da esposa do Cântico dos Cânticos, a qual, vibrante de amor, deixa durante a noite o leito (cômodo para quem não ama como ela), a fim de procurar o esposo e se lhe unir incondicionalmente, expondo-se a duros sofrimentos nessa busca (cf. Ct 3,1-4). Dentro desse quadro, o jejum torna-se mesmo manancial de alegria para o cristão, de tal modo que jejuar com a face tristonha equivaleria a desvirtuar esse exercício.

Os discípulos de Cristo entenderam o exemplo e as instruções do Mestre, imitando o Senhor desde a geração dos Apóstolos. Assim, conforme At 13,1-3, foi enquanto os discípulos jejuavam em Antioquia que o Espírito Santo fez conhecer a sua vontade, designando Saulo e Barnabé para a pregação do Evangelho, e foi em meio a orações e jejuns que estes receberam a imposição das mãos ou as ordens sacras. Foi também recorrendo à prece e ao jejum que os dois missionários instituíram os anciãos para dirigir as comunidades cristãs recém-fundadas na Ásia Menor (At 14,23). Por sua vez, São Paulo em suas cartas faz menção dos jejuns frequentes que praticava (cf. 2 Cor 6,5; 11,27; indiretamente 1 Cor 9,27; At 27,9).

Em suma, as considerações acima parecem pôr suficientemente em evidência o fundamento bíblico do jejum entre os cristãos.

5) Talvez, porém, ainda reste uma dúvida: porque a Igreja estipula dias de jejum obrigatório, em vez de deixar que cada um de seus filhos faça seu programa nesse setor ?

Em resposta, note-se primeiramente que a obrigação de jejuar ou, mais precisamente, de abster-se (sem com isto arruinar a saúde) decorre das palavras e do exemplo de Jesus mesmo, e vale para todos os cristãos, pois a todos indistintamente incumbe reprimir o demônio e as paixões desregradas. Sendo assim, a Igreja apenas fez determinar dias em que toda a coletividade cristã se entrega à abstinência (o jejum é bem mitigado em nossos dias), à semelhança do que sempre se fez no povo bíblico (cf. 1 Sam 7,6; 3Rs 21,8-14; Jer 36,9...); os cristãos sabem que a oração e a procura de Deus em comum são particularmente agradáveis ao Senhor, devendo consequentemente gozar de eficácia especial (cf. Mt 18,20).
Tenha-se por certo, porém, que o jejum dos cristãos, longe de derrogar ao sacrifício e aos méritos de Cristo, é antes puro fruto e dom da Paixão Redentora. É Deus quem em nós coroa os seus méritos (Sr Agostinho)...




Cantata de Natal com os Arautos do Evangelho


Neste natal teremos a alegria em receber os Arautos do Evangelho que nos presentearão com a Cantata de Natal. A apresentação será no dia 23 de dezembro, após a Santa Missa das 17:30h, na Igreja Santa Rita de Cássia, bairro Itapebussu, Guarapari. Maiores informações entrar em contato com a Paróquia São José (27) 3262-9287
paroquiasaojose.guarapari@hotmail.com. Aguardamos você e toda a sua família. Deus o abençoe!

Cantata é um tipo de musica cantada por uma ou mais vozes, que pode ser com acompanhamento de instrumentos ou um coro de vozes com inspiração totalmente na cultura religiosa. Esse é um gênero que foi muito explorado por vários compositores no período barroco, um dos compositores foi o Johann Sebastian Bach ele escreveu muitas cantatas mais de duzentas, e uma grande quantidade delas com trechos muito famosos como (Jesus, alegria dos homens).

Nas cantatas de Natal cristão são cantados hinos religiosos que falam do nascimento do Messias, vários corais se apresentam e fazem um show com a união das vozes e alguns instrumentos que possam acompanhar. Os hinos que são cantados vai depender de cada coral que ira se apresentar,com seu maestro e suas vozes eles ensaiam para que seja perfeita a apresentação e dessa forma conseguem emocionar muita gente, além da musica ser bela as letras das musicas também fazem parte do contesto para mexer com a inteligência emocional das pessoas.

A cantata de Natal geralmente é apresentada em uma igreja ou em um local adequado, pois ela é feita na época do Natal, quando milhões de pessoas pelo mundo estão envolvidas pelo espírito natalino deixando os seus sentimentos mais vulneráveis, quando a bondade e o perdão estão mais a flor da pele, principalmente dos cristãos que sabem qual é o verdadeiro sentido do Natal, e não se deixam levar pelo consumismo que muitos tentam fazer dessa data.

O seu objetivo é de trazer alegria para as pessoas nessa época tão difícil para muitos, principalmente para as famílias mais pobres que sonham em um dia poder estar em condições melhores e fazer uma ceia natalina com dignidade para seus filhos. Cantando canções que transmitem amor, paz, esperança e fé em Jesus Cristo seu maior objetivo é poder trazer um pouco de consolo e alegria na certeza de que Deus mandou seu filho Jesus para salvar a humanidade dos pecados. Com esse objetivo as Cantatas de Natal segue todos os anos e por milhares de cidades pelo mundo.

Não deveria ser só no natal quando as pessoas estão em volta com o espírito natalino que fazem o bem, mas deveriam seguir o exemplo de Jesus e fazer o bem sem olhar a quem por toda vida. Esse é o verdadeiro significado da Cantata levar as pessoas o espírito natalino e mensagens de amor para que elas possam ser pessoas diferentes cheias de fé, esperança e amor. 

Fonte: http://www.culturamix.com/cultura/musica/cantata-de-natal

6 de nov de 2012

Pregação: Eis que vos levanto com o poder do alto para Novos Céus e Nova...




Tema: Eis que vos levanto com o poder do alto para Novos Céus e Nova Terra
Palavra: Apocalipse 19,1-9; Efésios 4,7-16
Pregadora: Márcia Maroque

sábado, 20 de outubro de 2012.

Reuniões todos os Sábados, iniciando às 18hs com a Celebração da Palavra. Igreja Santa Rita de Cássia - Rua Polivalente - Bairro Itapebussu - Vila da Samarco - Guarapari/ES.

Fazemos parte de uma geração que ama e serve ao Senhor, com as ferramentas que temos em mãos... a obra é D'Ele, pra Ele e por Ele! Dizemos somente: "Eis-nos aqui..."

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Luau do Grupo de Oração Nova Jerusalém



Reuniões todos os Sábados, iniciando às 18hs com a Celebração da Palavra. Igreja Santa Rita de Cássia - Rua Polivalente - Bairro Itapebussu - Vila da Samarco - Guarapari/ES.

Em especial, neste sábado dia 10 de novembro, a partir das 19hs, estaremos no início da Praia do Morro, louvando a Deus neste super luau! Por isso, convidamos você e a sua família para celebrar e louvar a Deus conosco! Vinde e vede as maravilhas que em nós fez o Senhor Jesus Cristo!

Fazemos parte de uma geração que ama e serve ao Senhor, com as ferramentas que temos em mãos... a obra é D'Ele, pra Ele e por Ele! Dizemos somente: "Eis-nos aqui..."

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Pregação: Despertai - em vídeo




Tema: Despertai!
Pregador: Antônio - do Grupo de Oração São Marcos
Palavras: Salmo 80 e Eclesiástico 26,28-27,4

Sábado, 27 de outubro de 2012.

Reuniões todos os Sábados, iniciando às 18hs com a Celebração da Palavra. Igreja Santa Rita de Cássia - Rua Polivalente - Bairro Itapebussu - Vila da Samarco - Guarapari/ES.

Fazemos parte de uma geração que ama e serve ao Senhor, com as ferramentas que temos em mãos... a obra é D'Ele, pra Ele e por Ele! Dizemos somente: "Eis-nos aqui..."


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13 de out de 2012

O Evangelho como me foi revelado (Maria Valtorta)




Jesus fez ainda muitas outras coisas. Se fossem escritas uma por uma, penso que nem o mundo inteiro poderia conter os livros que se deveriam escrever (João 21, 25)
            Um dos objetivos deste blog é a evangelização por meio da divulgação de revelações feitas a místicos da Igreja, com destaque para Maria Valtorta, cuja obra principal apresentamos brevemente abaixo.
            A principal obra de Maria Valtorta – L'Evangelo come mi è stato rivelato  é publicada em diversos idiomas pelo Centro Editoriale Valtortiano, dentre os quais o português (O Evangelho como me foi revelado).
Não obstante sua grandiosidade, trata-se de publicação ainda pouco conhecida no Brasil. Cheguei ao seu conhecimento por meio do Pe. José Antonio Fortea, exorcista espanhol, o qual, em palestra proferida em Fortaleza em setembro/2006, recomendou aquela que, para ele, fora a obra mais importante para a sua formação sacerdotal.
O Evangelho como me foi revelado é composto de 10 volumes. As revelações iniciais (volume 1) dizem respeito às vidas de S. Joaquim e Sta. Ana e à Conceição Imaculada de Maria. O 10o e último volume se inicia com a agonia de Jesus no horto, contempla toda a Via Crucis, a perdição de Judas Iscariotes, a Ressurreição de Jesus, o Pentecostes, os primórdios da Igreja, a assunção de Nossa Senhora – a “Arca que contém a Palavra Divina” – ao Céu. Em todos os volumes, além da minuciosa descrição dos fatos, há comentários de Jesus e, por vezes, de Nossa Senhora, de notável profundidade teológica. Muitos desses comentários são dirigidos ao tempo presente.
Como na obra (edição em português) não existe prefácio, reproduzo, abaixo, algumas informações sobre Maria Valtorta extraídas há algum tempo do sítio oficial do Centro Editoriale Valtortiano (lamentavelmente, hoje, referido sítio não mais contempla versão para o idioma português):
          Sobre Maria Valtorta  (http://www.mariavaltorta.com/?set_lang=pt)
          MARIA VALTORTA nasceu em Caserta, Itália, no dia 14/03/1897. Criou e formou-se em várias cidades do norte (Faenza, Milão, Voghera) mostrando um caráter forte, ressaltados à capacidade humana e a extraordinários dotes espirituais. Durante a 1ª guerra mundial foi enfermeira “samaritana” no Hospital Militar de Florença. Em 1924 estabelecia-se com os pais em Viareggio, onde aplicou-se na Paróquia como delegada da cultura para os jovens de Ação Católica. A sua verdadeira missão, aquela de escritora mística, amadureceu e desdobrou-se nos anos centrais da sua longa enfermidade, que a obrigou a estar de cama desde 1934 até à sua morte, ocorrida em Viareggio no dia 12/10/1961. Em 1943, enferma há nove anos, Maria Valtorta aderiu a um pedido do confessor e escreveu a sua Autobiografia. Revelando o seu talento de escritora, preencheu, em um lance, sete cadernos para narrar sem reticências a própria vida, humana até à passionalidade, ascética até ao heroísmo. Logo em seguida dava início a uma produção literária prodigiosa. A maior obra de Maria Valtorta, publicada em 10 volumes, é O Evangelho como me foi revelado. Estando sentada no leito, Maria Valtorta escrevia de seu punho em cadernos comuns, de um lance, sem preparar esquemas nem corrigir.
          O Evangelho como me foi revelado narra o nascimento e a infância da Virgem Maria e do seu filho Jesus, os três anos da vida pública de Jesus (que constituem a parte mais ampla), a sua paixão, morte, ressurreição e ascensão, os primórdios da Igreja e a assunção de Maria. Literariamente elevada, a obra descreve passagens, ambientes, pessoas, eventos, com a vivacidade de uma representação; apresenta caracteres e situações com habilidade introspectiva; expõe alegrias e dramas com o sentimento de quem participa realmente; informa sobre características ambientais, costumes, ritos, culturas, com particulares irrepreensíveis. Através da narração da vida terrena do Redentor, especialmente com os discursos e os diálogos, a obra ilustra toda a doutrina do cristianismo segundo a ortodoxia católica. “Dons naturais e dons místicos harmoniosamente unidos – assim escreveu o venerável Gabriele M. Allegra, ilustre apreciador da obra valtortiana – explicam esta obra-prima da literatura religiosa italiana e talvez, deveria dizer, da literatura cristã mundial”.
            E a Igreja, qual o seu posicionamento em relação à publicação em tela?
            A primeira manifestação – creio – vem do Papa Pio XII, o qual, numa audiência particular, afirmou o seguinte: “Publique este trabalho como está... Quem o ler compreenderá.” (Osservatore Romano, 26/02/1948).
            Desde então, a importância da obra vem sendo reconhecida formalmente pela Igreja. Bispos indianos concederam quatro Imprimaturs para a tradução malaiala (uma das línguas faladas na parte ocidental da Índia). A obra teve ainda a aprovação do então Arcebispo de Suva, capital de Fiji, George H. Pearce, além do pleno aval do Bispo canadense Roman Danylak.
Quanto ao Vaticano, este, depois de análise feita pela Congregação para a Doutrina da Fé – à época (início dos anos 90) sob a liderança do Cardeal Joseph Ratzinger –, autorizou a leitura e a distribuição da obra.
             Segundo o Monsenhor Ugo Latanzi, Diácono da Faculdade de Teologia da Universidade Pontifical Laterana, “a autora... não poderia ter escrito tais materiais abundantes... sem estar sob influência do poder sobrenatural”.
            O Pe. Oscar Pilloni (paroquia@gospamira.com.br), que representa o Centro Editoriale Valtortiano no Brasil, faz o seguinte comentário sobre a publicação em evidência:
          É impressionante “ouvir” as pregações de Jesus praticamente “ao vivo”, ver a descrição física e psicológica d’Ele, dos Apóstolos, de Madalena, de Pilatos, etc. Às vezes Jesus comenta algum acontecimento dando explicações teológicas maravilhosas. Toda a obra é perfeitamente em sintonia com a Teologia Cristã.
          Maria Valtorta nunca saiu da Itália, mesmo assim as suas descrições perfeitas permitiram reconstruir o mapa exato da Palestina, em alguns casos de aparentes erros geográficos os achados arqueológicos surgidos depois deram razão à versão de Valtorta.
          O Relato VALTORTIANO resolveu também enigmas bíblicos e até problemas relativos ao Santo Sudário. Como por exemplo o braço de Jesus mais cumprido de 4 cm e a posição dos furos da mão e do pulso.
         Poderíamos continuar longamente elogiando esta obra, sabemos que “gostar das coisas de Deus é Graça” para isso entregamos estes livros, oferecidos agora também ao Brasil, à oração de todos para que o Espírito Santo os leve aos corações escolhidos por Ele.
            Na internet há relatos de que o Santo Padre Pio e Madre Theresa de Calcutá recomendavam a leitura da obra.
            A recomendação para a leitura de “O Evangelho como me foi revelado” ganha ainda mais força diante da crise de apostasia pela qual passa o mundo contemporâneo. Nesse sentido, aliás, vejamos os motivos para as revelações em tela, feitas por Nosso Senhor Jesus Cristo a Maria Valtorta, conforme trecho objeto do décimo volume, abaixo reproduzido:
[...] Eu me reservei o trabalho de fazer isso neste século no qual a Humanidade se precipita rumo ao abismo das trevas e do horror, e podeis vós evitar que Eu o faça? Podeis, por acaso, dizer que não há necessidade disso, vós que tendes um espírito tão nublado, tão surdo, enlanguescido, diante das luzes, das vozes e dos convites do Alto? (VALTORTA, Maria. O Evangelho como me foi revelado. Isola del Liri - Itália: Centro Editoriale Valtortiano, 2002, v. 10, p. 507). 
            A firme convicção na grande riqueza espiritual contida nas revelações feitas a Maria Valtorta é uma das motivações que nos levou a criar este blog, um veículo por meio do qual poderemos compartilhar dessas maravilhas – e de outras – recomendando, desde já, a leitura da obra original.
            Fiquem com Deus.



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Fonte: 
http://evangelismopresente.blogspot.com.br/2011/03/o-evangelho-como-me-foi-revelado-maria.html

12 de out de 2012

Salve, salve a Padroeira do Brasil: Nossa Senhora da Conceição Aparecida



Com muita alegria nós, brasileiros, lembramos e celebramos solenemente o dia da Protetora da Igreja e das famílias brasileiras: Nossa Senhora da Conceição Aparecida. 


A história de Nossa Senhora da Conceição Aparecida tem seu início pelos meados de 1717, quando chegou a notícia de que o Conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, Governador da Província de São Paulo e Minas Gerais, iria passar pela Vila de Guaratinguetá, a caminho de Vila Rica, hoje cidade de Ouro Preto (MG). 


Convocados pela Câmara de Guaratinguetá, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves saíram à procura de peixes no Rio Paraíba. Desceram o rio e nada conseguiram. 


Depois de muitas tentativas sem sucesso, chegaram ao Porto Itaguaçu, onde lançaram as redes e apanharam uma imagem sem a cabeça, logo após, lançaram as redes outra vez e apanharam a cabeça, em seguida lançaram novamente as redes e desta vez abundantes peixes encheram a rede. 


A imagem ficou com Filipe, durante anos, até que presenteou seu filho, o qual usando de amor à Virgem fez um oratório simples, onde passou a se reunir com os familiares e vizinhos, para receber todos os sábados as graças do Senhor por Maria. A fama dos poderes extraordinários de Nossa Senhora foi se espalhando pelas regiões do Brasil. 


Por volta de 1734, o Vigário de Guaratinguetá construiu uma Capela no alto do Morro dos Coqueiros, aberta à visitação pública em 26 de julho de 1745. Mas o número de fiéis aumentava e, em 1834, foi iniciada a construção de uma igreja maior (atual Basílica Velha).


No ano de 1894, chegou a Aparecida um grupo de padres e irmãos da Congregação dos Missionários Redentoristas, para trabalhar no atendimento aos romeiros que acorriam aos pés da Virgem Maria para rezar com a Senhora "Aparecida" das águas. 


O Papa Pio X em 1904 deu ordem para coroar a imagem de modo solene. No dia 29 de abril de 1908, a igreja recebeu o título de Basílica Menor. Grande acontecimento, e até central para a nossa devoção à Virgem, foi quando em 1929 o Papa Pio XI declarou Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil, com estes objetivos: o bem espiritual do povo e o aumento cada vez maior de devotos à Imaculada Mãe de Deus. 


Em 1967, completando-se 250 anos da devoção, o Papa Paulo VI ofereceu ao Santuário de Aparecida a Rosa de Ouro, reconhecendo a importância do Santuário e estimulando o culto à Mãe de Deus. 


Com o passar do tempo, a devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi crescendo e o número de romeiros foi aumentando cada vez mais. A primeira Basílica tornou-se pequena. Era necessária a construção de outro templo, bem maior, que pudesse acomodar tantos romeiros. Por iniciativa dos missionários Redentoristas e dos Senhores Bispos, teve início, em 11 de novembro de 1955, a construção de uma outra igreja, a atual Basílica Nova. Em 1980, ainda em construção, foi consagrada pelo Papa João Paulo ll e recebeu o título de Basílica Menor. Em 1984, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) declarou oficialmente a Basílica de Aparecida Santuário Nacional, sendo o "maior Santuário Mariano do mundo".


Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós!


25 de set de 2012

Abra este convite!!!


Para você que iniciou a Quaresma de São Miguel no dia 15 de agosto, participe conosco neste sábado, dia 29 de setembro (Festa de São Miguel), da Missa e fim destes 40 dias de oração fervorosa. O convite é extensivo a todos, inclusive aos que não fizeram a quaresma p/que venham conhecer essa devoção a São Miguel Arcanjo difundida através dos discípulos de São Francisco, que o imitavam neste ato de fé e recebiam graças. E até hoje, temos esse belíssimo costume de consagrar nossas vidas a São Miguel.

A Missa será às 18hs, na Comunidade Santa Rita de Cássia, Itapebussu, Guarapari-ES e será celebrada pelo nosso Pároco Padre Tiago Roney.

Deus os abençoe!

23 de set de 2012

Hoje é dia de São Pio de Pietrelcina


Este digníssimo seguidor de S. Francisco de Assis nasceu no dia 25 de maio de 1887 em Pietrelcina (Itália). Seu nome verdadeiro era Francesco Forgione. 

Ainda criança era muito assíduo com as coisas de Deus, tendo uma inigualável admiração por Nossa Senhora e o seu Filho Jesus, os quais via constantemente devido à grande familiaridade. Ainda pequenino havia se tornado amigo do seu Anjo da Guarda, a quem recorria muitas vezes para auxiliá-lo no seu trajeto nos caminhos do Evangelho. 

Conta a história que ele recomendava muitas vezes as pessoas a recorrerem ao seu Anjo da Guarda estreitando assim a intimidade dos fiéis para com aquele que viria a ser o primeiro sacerdote da história da Igreja a receber os estigmas do Cristo do Calvário.

Com quinze anos de idade entrou no Noviciado da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos em Morcone, adotando o nome de "Frei Pio" e foi ordenado sacerdote em 10 de agosto de 1910 na Arquidiocese de Benevento. 

Após a ordenação, Padre Pio precisou ficar com sua família até 1916, por motivos de saúde e, em setembro desse mesmo ano, foi enviado para o convento de São Giovanni Rotondo, onde permaneceu até o dia de sua morte.

Abrasado pelo amor de Deus, marcado pelo sofrimento e profundamente imerso nas realidades sobrenaturais, Padre Pio recebeu os estigmas, sinais da Paixão de Jesus Cristo, em seu próprio corpo. 

Entregando-se inteiramente ao Ministério da Confissão, buscava por meio desse sacramento aliviar os sofrimentos atrozes do coração de seus fiéis e libertá-los das garras do demônio, conhecido por ele como "barba azul". 

Torturado, tentado e testado muitas vezes pelo maligno, esse grande santo sabia muito da sua astúcia no afã de desviar os filhos de Deus do caminho da fé. Percebendo que não somente deveria aliviar o sofrimento espiritual, recebeu de Deus a inspiração de construir um grande hospital, conhecido como "Casa Alívio do Sofrimento", que se tornou uma referência em toda a Europa. A fundação deste hospital se deu a 5 de maio de 1956.

Devido aos horrores provocados pela Segunda Guerra Mundial, Padre Pio cria os grupos de oração, verdadeiras células catalisadoras do amor e da paz de Deus, para serem instrumentos dessas virtudes no mundo que sofria e angustiava-se no vale tenebroso de lágrimas e sofrimentos.

Na ocasião do aniversário de 50 anos dos grupos de oração, Padre Pio celebrou uma Missa nesta intenção. Essa Celebração Eucarística foi o caminho para o seu Calvário definitivo, na qual entregaria a alma e o corpo ao seu grande Amor: Nosso Senhor Jesus Cristo; e a última vez em que os seus filhos espirituais veriam a quem tanto amavam. 

Era madrugada do dia 23 de setembro de 1968, no seu quarto conventual com o terço entre os dedos repetindo o nome de Jesus e Maria, descansa em paz aquele que tinha abraçado a Cruz de Cristo, fazendo desta a ponte de ligação entre a terra e o céu. 

Foi beatificado no dia 2 de maio de 1999 pelo Papa João Paulo II e canonizado no dia 16 de junho de 2002 também pelo saudoso Pontífice.

Padre Pio dizia: "Ficarei na porta do Paraíso até o último dos meus filhos entrar!"



São Pio de Pietrelcina, rogai por nós!

22 de set de 2012

Festividades em honra a São Francisco de Assis

COMUNIDADE SÃO FRANCISCO DE ASSIS


FESTIVIDADES, PARTICIPEM CONOSCO!!!!!


Dia 04/10- Bênção dos animais às 19Hs e em seguida Missa com Padre Tiago.


05/10: Missa com Padre Kelder.


06/10: Missa com Padre Márcio e show com a BANDA TRONUS.


07/10: Missa com Padre Tiago e show com a BANDA KYRIOS.


CONTAMOS COM A SUA PRESENÇA!!!!!


PAZ E BEM!

8 de set de 2012

SE NA INTERNET NÃO HOUVER LUGAR PARA CRISTO, NÃO HAVERÁ LUGAR PARA O HOMEM



Trabalho midiático de um bispo

Por Thácio Siqueira
BRASILIA, quinta-feira, 06 de setembro de 2012 (ZENIT.org) – “Sem dúvida, a Internet constitui um novo «foro», entendido no antigo sentido romano do lugar público”, dizia João Paulo II na mensagem para a 36º Dia Mundial das Comunicação no ano 2002.
O seu potencial para a pregação do evangelho é imenso. “Especialmente numa cultura desprovida de fundamentos, a vida cristã exige a instrução e a catequese permanentes e este é, talvez, o campo em que a Internet pode oferecer uma ajuda excelente”, continuava o Papa na mesma mensagem.
ZENIT entrevistou Dom Henrique Soares da Costa, Bispo Titular de Acufida e Auxiliar de Aracaju que, desde o seu tempo de sacerdote, tem se interessado em evangelizar por meio da Internet. Dom Henrique criou uma página (www.domhenrique.com.br) e um blog (http://costa_hs.blog.uol.com.br) com diversos conteúdos de evangelização continuando, até mesmo depois de bispo, a dar seguimento a esse apostolado.
Publicamos a entrevista na íntegra:
****
ZENIT: Pode um bispo evangelizar utilizando os meios de comunicação?
Dom Henrique: Não somente pode, como também deve, pois é parte integrante do seu munus de pregar o Evangelho. O mundo da internet, as redes sociais são daqueles novos areópagos a que se referia o Bem-aventurado João Paulo II. É imperativo utilizar todos os meios para anunciar o Cristo Jesus. A internet é um universo incrível, cheio de possibilidades; como as realidades deste mundo, é um ambiente ambíguo. Aí se pode plantar o trigo ou o joio. Plantemos Jesus, com entusiasmo e competência, oportuna e inoportunamente!
ZENIT: O senhor começou como padre. Por quê?
Dom Henrique: No meu ministério sacerdotal preguei muitos retiros e ministrei vários cursos e palestras sobre teologia. As pessoas me incentivavam, pressionavam mesmo a disponiblizar meus escritos e artigos - já escrevia para alguns jornais - na Internet. Assim nasceu o site, depois o blog, depois o twitter e, finalmente, a página no Facebook. Posso dizer que todo esse trabalho nasceu da vida, da dinâmica do meu ministério. Não foi algo premeditado. Evito ao máximo utilizar esses meios para comunicações pessoais. É Cristo quem interessa, é Ele que deve ser anunciado, feito conhecido e amado; é Ele a luz que ilumina toda pessoa que vem a este mundo!
ZENIT: Passar a mensagem de Cristo pela Internet não é algo muito complicado?
Dom Henrique: Não é esta a minha experiência. Muito do material que coloco ali é fruto da minha oração, do meu estudo, da minha Lectio Divina. Encontro aí um modo fantástico de partilhar a fé com meus irmãos e com todoas as pessoas de boa vontade. Não me coloco na Internet primeiramente como Bispo, mas simplesmente como homem e cristão, cheio de perguntas e de esperança em Cristo Jesus nosso Senhor. Em suma, para mim, a Internet é um modo de partilhar minha fé. Para mim, é muito significativa a percepção do Santo Padre Bento XVI de que a fé é uma alegria a ser partilhada, comunicada de modo quase que despretencioso, por atração, por contágio. Pensando bem, é aquilo que já experimentava São Paulo quando exclamava: "Ai de mim se não evangelizar!" Não se trata de uma propaganda, mas de um amor, de uma certeza a partilhar com outro, pois o amor é contagiante, é difusivo.
ZENIT: O senhor grava vídeos e posta no seu site. Os fiéis ouvem a sua voz? Qual a temática dos seus vídeos?
Dom Henrique: Gravo poucos vídeos. Na verdade são produzidos para um programa local de TV no qual comento trechos das Escrituras. Comunico-me mais pela escrita. Sobre o que escrevo? Sobre o que me vem no coração: a vida, as perguntas que nos angustiam, a questão de Deus, a relação entre fé e razão, entre ciência e religião, a admiração e contentamento diante de um texto da Escritura, de um escrito dos Santos Padres, exponho temas da nossa fé católica, emito opinião sobre temas discutidos na sociedade... Procuro ser simples, espontâneo, sincero. Como já disse, coloco-me antes como pessoa, como cristão, de coração aberto; certamente, com a consciência de minha responsabilidade como Bispo da santa Igreja, que deve testemunhar a fé para os irmãos e estimulá-los no seguimento de Cristo. Pergunta-me se os fieis escutam. As pessoas escutam - não só os fieis! E, por incrível que pareça, é grande o número de jovens e de sacerdotes e seminaristas!
 ZENIT: Quem acessa o seu site nota que a qualidade do conteúdo do mesmo é muito boa. Como é que conseguiu isso?
Dom Henrique: Tenho um coração contemplativo. Gosto de rezar, de pensar diante do Senhor as perguntas da vida. Partilho estas coisas com franqueza e sinceridade, sem a preocupação de agradar. Sinceramente, nunca me preocupo se olham ou não o que escrevo nem me detenho muito no que acham. Simplesmente escrevo e deixo que leiam ou não leiam, como quiserem. Escrevo porque sinto a necessidade de partilhar as riquezas da fé cristã, a alegria imensa e indizível de ter Jesus como Senhor, Mestre e Sentido! Como não falar Dele! Ele é tão belo!
 ZENIT: Um bispo, um sacerdote, pode se aventurar no mundo da Internet para transmitir a fé? Quais são as vantagens de evangelizar pela Internet?
Dom Henrique: Claro que sim. Somente é necessário cuidado para não ocupar espaço na Internet com trivialidades. Espera-se de um ministro do Evangelho que Cristo seja sempre o centro e a forja da sua identidade e da sua ação. Entristece-me muito a tendência de alguns de atrairem para si próprios a atenção. É Cristo o centro, é Cristo o astro! É Cristo o grande dom que o  ministro do Evangelho tem para dar ao mundo! Se faz isto, a internet é um excelente instrumento para levar Jesus a ambientes e situações que dificilmente seriam atingidas de outro modo. Uma coisa que constato com admiração é como as pessoas sentem necessidade de ter um contato pessoal com os ministros da Igreja; não um contato burocrático, mas realmente de aconselhamento, de orientação e afeto pastoral. A Internet permite isso! É grande o número de jovens, de sacerdotes, de casados que me pedem ajuda através das redes sociais!
ZENIT: Como está dividido o site? Quais serviços oferece para os fiéis?
Dom Henrique: Meu site necessita ser remodelado. Trabalho sozinho e, depois de Bispo, o tempo e a agenda ficaram muito exíguos! Atualmente, do ponto de vista técnico, o site não tem oferecido muito. Tem, sim, conteúdo: textos de teologia, de estudo bíblico, reflexões, artigos sobre temas variados, mini-cursos. Atualizo mais o blog e a página no Facebook, que são mais dinâmicos e não exigem textos tão elaborados. Mas, meu intento é ir disponibilizando o melhor do blog no site, pois aí o material pode ser consultado de modo mais sistemático e perene.

"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12
CEFAS, oriundo do nome de São Pedro apóstolo, significa também um Acróstico: Comunhão para Evangelização, Formação e Anúncio do Senhor. É um humilde projeto de evangelização através da internet, buscando levar formação católica doutrinal e espiritual.