31 de jan de 2012

Informativo Cléofas- 31/01/12 *Lançamentos*

Informativo Cléofas, 31 de janeiro de 2012.

 

 

 

CONHEÇA OS CURSOS E PALESTRAS EM CD DO PROF. FELIPE AQUINO:

 

Coleção Catecismo da Igreja Católica- 11 Cd's

Começamos aqui uma série de Programas sobre  o Catecismo da Igreja Católica que o Papa João Paulo II aprovou em 1992 e que é o compêndio de toda a doutrina católica, que todo fiel precisa conhecer.
No discurso  aos Bispos em Santo Domingo, no dia 12/10/92, na VI reunião do CELAM, referindo-se ao Catecismo que acabara de aprovar, o Papa disse:
"Recentemente aprovei o Catecismo da Igreja Católica, que recomendo como o melhor dom que a Igreja pôde fazer aos Bispos e ao povo de Deus. Trata-se de um valioso instrumento para a nova evangelização, onde se compendia toda a doutrina que a Igreja deve ensinar".

Nele encontramos um resumo excelente de toda a doutrina católica. Sabemos que um dos problemas mais graves da nossa Igreja é a falta de conhecimento da doutrina por parte da maioria do nosso povo. Isto deixa-o à mercê das seitas proselitistas.

Ao apresentar o Catecismo para toda a Igreja, através da Constituição Apostólica Fidei Depositum, o Papa ressaltou muitas coisas de grande importância. Sobre o valor doutrinal do texto, afirmou:

"O Catecismo da Igreja Católica, que aprovei no passado dia 25 de julho [1992], e cuja publicação hoje ordeno em virtude da autoridade apostólica, é uma exposição da fé da Igreja e da dourtrina católica, testemunhadas ou iluminadas pela Sagrada Escritura, pela Tradição apostólica, pelo Magistério da Igreja. Vejo-o como uma norma segura para o ensino da fé..."

Com ênfase o Papa pede que todos (Pastores e fiéis) usem assiduamente o Catecismo: "Peço portanto aos Pastores da Igreja e aos fiéis que acolham este Catecismo em espírito de Comunhão, e que o usem assiduamente ao cumprirem a sua missão de anunciar a fé e de convocar para a vida evangélica".

E repete  a sua importância: "Este Catecismo lhes é dado a fim de que sirva como texto de referência, seguro e autêntico, para o ensino da doutrina católica".

"O Catecismo da Igreja Católica, por fim, é oferecido a todo homem que nos pergunte a razão da nossa esperança (cf. 1 Pe 3,15) e queira conhecer aquilo em que a Igreja Católica crê"

Ficha Técnica
Ano: 2011
Número de CD'S: 11
Formato Áudio: MP3
Idioma: Português (BR)

Coleção Curso Bíblico Do Gênesis ao Apocalipse-11 Cd's

A Bíblia Sagrada é um presente deixado por Deus para nos sustentar e nos guiar por toda a nossa caminhada neste mundo. É um instrumento muito eficaz para usarmos em prol da nossa própria edificação e da edificação de nossas comunidades. No entanto, muitos de nós ainda temos certa dificuldade para compreender e para nos aprofundar no contexto e na riqueza dos ensinamentos contidos neste Livro Sagrado.

O Catecismo da Igreja Católica nos diz que: “Na Sagrada Escritura, a Igreja encontra incessantemente seu alimento e sua força, pois nela não acolhe somente uma palavra humana, mas o que ela realmente é: a Palavra de Deus. Com efeito, nos Livros Sagrados o Pai que está nos céus vem carinhosamente ao encontro de seus filhos e com eles fala”. (§104)

Por isso, com o intuito de nos ajudar a entender melhor a Palavra de Deus, esta coletânea de pregações do Prof. Felipe Aquino, formam um curso bíblico que vem nos ensinar, do Gênesis ao Apocalipse, a adentrar no contexto bíblico e colher da Bíblia os mais lindos ensinamentos de Deus.

Ficha Técnica
Ano: 2011
Número de CD'S: 11
Formato Áudio: MP3
Idioma: Português (BR)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Coleção Família-

2 Cd's

O casamento, e a família de modo especial, é uma escola de amor, porque a convivência diária obriga a acolher os outros com respeito, diálogo, compreensão, tolerância e paciência. Esse exercício forte de vivência das virtudes faz cada um crescer como pessoa humana. Na família, Deus nos ensina a amar e nos dá a oportunidade de sermos amados.

Nesta coleção são abordados temas, desde a vida conjugal, até aspectos da educação dos filhos, em face dos graves males que atingem os jovens, fruto da desagregação moral e familiar.

HARMONIA CONJUGAL CD1
1-    Introdução
2-    Fidelidade/Casamento
3-    A família e o Casal
4-    Vida Sexual
5-    Educação dos Filhos

 HARMONIA CONJUGAL CD2

1-    Família Santuário da vida
2-    Honrar Pai e Mãe
3-    Como educar os filhos
4-    Harmonia conjugal

 Ficha Técnica
Ano: 2012
Número de CD'S: 2
Formato Áudio: MP3
Idioma: Português (BR)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Palestra- Cura e Libertação pela Eucaristia

A Eucaristia deve ser para nós a alma da nossa piedade, o caminho das nossas virtudes e a força para os nossos combates e sacrifícios.
Quando Jesus vem a nós pela Eucaristia; traz consigo à nossa alma os frutos do Paraíso e seus méritos e põe à nossa disposição as suas armas. Recebemos o germe oculto da glória dos santos, o fermento da ressurreição. Recebemos a semente da felicidade eterna que durará para sempre.

O homem que Comunga tem poder; não o poder terrestre, mas o poder de se libertar da pior das cadeias que é a do pecado, domina-se a si mesmo e vence as paixões.

Nesta palestra, o Prof. Felipe Aquino vem ensinar-nos o verdadeiro valor, poder e a força da Eucaristia em nossas vidas.

Ficha Técnica
Ano: 2012
Número de CD'S: 1
Formato Áudio: MP3
Idioma: Português (BR)

 

 

Palestra- Como vencer a depressão

A depressão é um mal que se tornou "epidemia nos últimos tempos. É preciso ajudar as pessoas que sofrem a reencontrar o sentido da vida, a beleza de si mesma, a beleza do mundo criado por Deus, e tudo de bom e de belo que ela pode fazer nesta vida, especialmente pelos outros.

Através desta palestra, o Prof. Felipe Aquino vem mostrar-nos que além da necessidade do tratamento médico e psicológico, é preciso o “tratamento” espiritual, uma vez que, sobretudo, é o espírito que está doente. Jesus é o Médico das almas e o Salvador do homem. Ele é a “Luz que vindo a este mundo ilumina todo homem” (Jo 1,9). Ele é “o Caminho, a Verdade e a Vida” que o deprimido precisa seguir.

Ficha Técnica
Ano: 2012
Número de CD'S: 1
Formato Áudio: MP3
Idioma: Português (BR)

 

 

 

Palestra- A Igreja: Mãe e Mestra

A Igreja é a nossa Mãe; é através dela que renascemos para Deus, através do Batismo; por isso, deve ser conhecida, amada, respeitada, obedecida e defendida. Ela é o prolongamento de Cristo em nossa história.

É através dela que Cristo perdoa os nossos pecados. É ela, e, somente ela, que nos dá o Corpo e o Sangue do Senhor na Sagrada Eucaristia, para remédio e sustento de nossas forças. É ela que nos dá o Espírito Santo pela Crisma. É ela que transforma em sacramento e benção a nossa união conjugal. É ela, e somente ela, que nos dá os sacerdotes; é ela que, enfim, nos unge no leito da dor e da morte. É ela que nos levará ao céu; e é por ela que viveremos a eternidade em Deus.

Ficha Técnica
Ano: 2012
Número de CD'S: 1
Formato Áudio: MP3
Idioma: Português (BR)

 

 

 

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Editora Cléofas - 2012

 

28 de jan de 2012

Estamos no Fim dos Tempos!!!


Antes de ouvirem a entrevista abaixo quero esclarecer algumas coisas:

A entrevista abaixo foi feita na rádio Eldorado ao sr. Arnaldo Haas, um dos membros do movimento "Salvai Almas" que tem trazido grandes polêmicas por ter marcado algumas datas com relação ao Fim dos Tempos.

Pessoalmente eu sou contra a marcação de datas, pois esta é a orientação da Igreja já há tempos: O Concílio Regional de Milão em 1365 assim alertava: 
"Não apregoem como coisas certas a época da vinda do anticristo e a data do juízo final, já que pelos lábios do Senhor foi dito: 'Não toca a vós ter conhecimento dos tempos e momentos' (At 1,7). Nem ousem, a partir das Escrituras Sagradas, procurar adivinhar o futuro e indicar determinado dia para determinado acontecimento. Também não afirmem temerariamente ter-lhes sido isso revelado por Deus".
Também o 5º Concílio Universal do Latrão, em 1516, assim decretava:
"Mandamos a todos os que estão, ou futuramente estarão, incumbidos da pregação, que de modo nenhum presumam afirmar ou apregoar determinada época para os males vindouros, para a vinda do Anticristo ou para o dia do juízo (...) Cada um deve, segundo o preceito divino, pregar o Evangelho a toda criatura, aprender a detestar o vício (pecado), recomendar e ensinar a prática das virtudes, a paz e o amor mútuo, tão recomendado pelo Nosso Redentor." 
 As Escrituras nos ensinam o seguinte sobre as profecias:

1º = Não devemos temer as profecias (quem as teme são os pagãos):
"Não imiteis os procedimentos dos pagãos, não temais os sinais celestes, como temem os pagãos..." Jeremias 10,2
2º = Devemos examinar as profecias e reter o que for bom:
"Não extinguais o Espírito. Não desprezeis as profecias. Examinai tudo: abraçai o que é bom." 1Tessalonicenses 5,19-21
3º = Para prova de que a profecia veio da parte de Deus, ela terá que se cumprir:
"Talvez perguntes em teu coração: 'Como vamos saber se tal palavra não é uma palavra de Iahweh? Se o profeta fala em nome de Iahweh, mas a palavra não se cumpre, não se realiza, trata-se então de uma palavra que Iahweh não disse. Tal profeta falou com presunção. Não o temas!" Deuteronômio 18,21-22 

Mas o mais importante é sabermos que estamos realmente no fim dos tempos, independentemente das datas. O catecismo nos diz:
"Estamos já na «última hora» (1 Jo 2, 18). «Já chegou pois, a nós, a plenitude dos tempos, a renovação do mundo já está irrevogavelmente adquirida e, de certo modo, encontra-se já realmente antecipada neste tempo: com efeito, ainda aqui na Terra, a Igreja está aureolada de uma verdadeira, embora imperfeita, santidade». O Reino de Cristo manifesta já a sua presença pelos sinais miraculosos que acompanham o seu anúncio pela Igreja." (670)
"A partir da ascensão, a vinda de Cristo na glória está iminente, mesmo que não nos «pertença saber os tempos ou os momentos que o Pai determinou com a sua autoridade» (Act 1, 7). Este advento escatológico pode realizar-se a qualquer momento, ainda que esteja «retido», ele e a provação final que o há-de preceder." (673)
E é indispensável que eu e você esteja preparado para esse dia que pode acontecer a qualquer momento. Preparando-nos com uma vida de conversão, santidade, penitência, amor. Devemos renunciar a este mundo que passa, pois "... não sabeis que o amor do mundo é abominado por Deus? Todo aquele que quer ser amigo do mundo, constitui-se inimigo de Deus" Tiago 4,4

É hora urgente de nos voltarmos à Confissão, Eucaristia frequente, Adoração e Vida de Oração sincera com o Senhor, nosso amado amigo.

Segue abaixo a entrevista. Ouça com discernimento. Vem, Espírito Santo!

PARTE 1



PARTE 2



PARTE 3





26 de jan de 2012

Informativo Cléofas - 26/01/2012

Informativo Cléofas, 26 de janeiro de 2012- ano VII- Número 204

 

 

 

 

Notícias do Site Cléofas

 

+Bento XVI propõe que as redes sociais sejam espaços de silêncio e reflexão

+A evangelização: uma vocação universal e cada vez mais urgente

+Capelão católico do Cruzeiro Costa Concórdia fala sobre seu drama pessoal

+Imagem resgatada do navio Costa Concórdia é de Nossa Senhora de Fátima

+O casamento indissolúvel como escolha livre

+ Governo Obama obrigará empresas a financiar anticoncepção para os seus empregados

+ O Papa pede mais rigor com as nulidades matrimoniais

+ Médicos sem Fronteiras realizam abortos em países onde este é ilegal

+ Cidadãos pedem retirada de foto blasfema de Cristo nu com crucifixo sobre genitais

 

 


Para Meditar...


Aceitar-se para ser Feliz

Cada um de nós é um ser em construção; todos temos defeitos e qualidades, e os nossos limites não podem fazer com que deixemos de nos amar e valorizar. É uma grande sabedoria saber aceitar-se a si mesmo; quem não se aceita é porque carrega um refinado e escondido orgulho; e isto não deixa você ver o seu valor. Todos nós nascermos com a capacidade de vencer e de ser feliz.  Quem não se aceita acaba se tornando rancoroso contra si mesmo, contra os outros, contra a vida e até contra Deus… e isto o leva à revolta, à  auto-piedade e à depressão.        

Pare de sonhar, pegue o material que você tem e comece a construir a sua casa, do jeito que for possível. É melhor você morar num casebre do que ficar ao relento sonhando com um castelo. Ninguém é perfeito; por isso, todos precisam se aceitar.  Não estou dizendo para você negar os seus limites; isto seria perigoso, pois não os elimina. Olhe-os com coragem, de frente, sem exagerá-los nem diminuí-los, e mude o que for possível. O que não pode ser mudado, aceite e ofereça a Deus. Você não é menos amado por Ele por causa dos seus limites. A partir desta aceitação, toda a sua pobreza pode começar a se transformar em imensa riqueza. Comece agora a ver as suas qualidades; você as tem. Ser humilde é reconhecer a verdade sobre si mesmo.         

Aceite-se também diante dos outros; não se sinta pequeno ou invejoso porque o seu colega tira notas melhores do que você, ou porque ele se destaca e você não. Não deixe a inveja aninhar-se no seu coração; lance-a fora, é um veneno. Seja o que você é diante dos outros; não finja ser outra pessoa, e não fique paralisado diante dele por um complexo de inferioridade.   A melhor maneira de impressionar alguém é ser autêntico e espontâneo diante dele. A personalidade é para o homem o que o perfume é para a flor, o que a luz e calor são para  o sol. Uma engrenagem pequena não é menos importante do que uma engrenagem grande num jogo de engrenagens. Um tijolinho que falte em uma construção deixa um buraco na casa. Cada um é importante neste mundo de Deus.(...)

 

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Pergunte e Responderemos


Qual o significado da Cruz de Malta?


Trata-se de uma cruz de uma ordem de cavalaria. Sua origem pode, talvez, remontar Rogério da Sicília (1090 dC), que reconquistou para os cristãos este território localizado no mar Mediterrâneo e que estava nas mãos dos islâmicos desde 870 dC; o território foi, mais tarde, em 1530, cedido por Carlos Magno à ordem dos Cavaleiros de São João de Jerusalém, que adotou o nome de Cavaleiros de Malta e passou a usar a cruz de malta como insígnia.


Prof. Felipe Aquino

 

 

 


Blog do Prof. Felipe Aquino

 

300 anos do Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem

 

Neste ano de 2012, o TRATADO DA VERDADEIRA DEVOÇÃO À SANTÍSSIMA VIRGEM, escrito por São Luís Maria Grignion de Montfort, completa 300 ANOS, o que nos impõe uma séria reflexão sobre a pessoa e a missão da Santíssima Virgem junto à Igreja de Deus e a cada fiel em particular, bem como sobre a importância estratégica da TOTAL CONSAGRAÇÃO ensinada neste Tratado pelo Santo de Montfort.

Devemos considerar que no ano em que alguém ou alguma obra celebram um jubileu, se dá uma maior importância ao que se está celebrando. No caso da comemoração dos 300 ANOS do TRATADO DA VERDADEIRA DEVOÇÃO temos grandes e profundas razões para dar uma mais significativa importância à celebração do jubileu deste que é o escrito mariano mais lido, difundido e estudado de todos os tempos, uma vez que o inimigo infernal fez de tudo para que este livro não aparecesse, chegando mesmo a escondê-lo por 130 anos (T.V.D. 114). De fato, o TRATADO escrito por São Luís em 1712 desapareceu, sendo reencontrado apenas em 1842, em uma das casas de congregação que o Santo fundou na França. O ódio do demônio a este Tratado sobre Nossa Senhora, se justifica se considerarmos que aí se ensina a esmagar a cabeça desta serpente diabólica, uma vez que conduz a alma confiante a entregar-se a MARIA para com Ela aprender a amar a JESUS de verdade, cumprindo seus mandamentos, fazendo tudo quanto Ele mandou.

A nossa salvação ou condenação dependerá de fazermos ou não em nossa vida a vontade de DEUS. No Tratado se ensina justamente a se fazer esta entrega a NOSSA SENHORA – e por meio dela a JESUS – para com Ela aprendermos a fazer bem a vontade de Deus. São Luís, no Tratado, chama os Escravos por Amor de “calcanhar de Nossa Senhora”, afirmando que o calcanhar é a parte mais humilhada do corpo, por estar abaixo de todos os outros membros, mas que ao mesmo tempo é a parte que sustenta todo o peso do corpo e que é com este calcanhar que ela esmagará a cabeça da serpente, pois nos ensinará a rejeitar as obras do mal e a fazer sempre a vontade de Deus.

São Luís ensina ainda, que JESUS reinará no mundo, ou seja, nos corações e que este reinado de JESUS se dará por meio de MARIA, ou seja, JESUS confiou a Ela a missão de conduzir a Igreja a uma mais perfeita realização da vontade de DEUS neste mundo, e a maneira pela qual se estabelecerá o Reinado de Maria é pela difusão e prática da Verdadeira Devoção ensinada no Tradado escrito por São Luís de Montfort.(...)

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Livro da Semana

VIDA SEXUAL NO CASAMENTO


“Que tipos de carícias são permitidos no relacionamento conjugal? Seria lícito a algum dos cônjuges recusar ao outro o ato conjugal? Quais são os critérios para orientar um casal a respeito do número de filhos? Com perguntas mais ou menos semelhantes a estas e outras tantas, diversos esposos cristãos nos procuram a nós sacerdotes para aconselhar-se a respeito de seu matrimônio, a fim de pautá-lo segundo os desígnios de Deus.

Neste sentido, o leitor tem nas mãos uma obra na qual encontrará uma profunda ressonância da voz da Igreja acerca do amor conjugal. Aliás, este é um dos grandes méritos que o Prof. Felipe Aquino manifesta através da extensa obra que vem publicando ao longo dos últimos anos. O mérito de fazer com que o maravilhoso tesouro da doutrina da Igreja alcance um número bastante considerável de pessoas, muitas das quais não tinham conhecimento algum deste imenso e precioso patrimônio.”

Pe. Demétrio Gomes da Silva
Niterói, 01 de novembro de 2009



Ficha Técnica
Editora: Cléofas
ISBN: 978-85-88158-60-3
Ano: 2010
Edição: 7
Número de páginas: 144
Idioma: Português (BR)
Acabamento: Brochura
Formato: 14x21 cm

 


 

COMUNICADO IMPORTANTE!

Gostaríamos de informá-lo que já estamos em novo endereço. Estamos atendendo na Rua Olavo Bilac, 545 - Bairro da Cruz- Lorena/SP - CEP:12606-545- Caixa Postal 100.

 


Você já conhece os podcasts do Prof. Felipe Aquino?

Acesse o link: http://www.cleofas.com.br/conteudo.aspx?cat=122&m=pod

e ouça!


Série sobre “História da Igreja” com Prof. Felipe Aquino

 

“Auxiliar aos fiéis cristãos católicos a conhecer as riquezas históricas da Santa Igreja”. Este é o motivo pelo qual professor Felipe Aquino iniciou a série “História da Igreja” em seu programa “Palavras de Fé“.

Nesta série, você é convidado a conhecer fatos e situações de grande importância na vida da Igreja Católica, desde o momento em que a história da humanidade se divide em antes e depois de Cristo – passando pela Igreja Primitiva e pela Idade Média – até os dias de hoje.

Os Concílios, as grandes Heresias e a Santa Inquisição são alguns dos temas abordados neste programa, em vídeos curtos, com linguagem simples e de fácil entendimento. Siga a listagem abaixo e acompanhe, vídeo a vídeo, a série “História da Igreja”.

Temos uma tabela com todas as aulas disponíveis até o momento, iniciando no ano 0 e, cronologicamente, até os dias atuais.

Acesse: http://blog.cancaonova.com/webtvcn/2012/01/historia_igreja/

Fonte:WEBTV

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

LANÇAMENTOS

Palestra- Cura e Libertação pela Eucaristia

Palestra- A Fé e a Razão em harmonia

Palestra- A Igreja Mãe e Mestra

Palestra- Como vencer a Depressão?

Coleção Família- Com 9 palestras abordando diversos temas sobre família
2 Cd's-Mp3

Coleção Curso Bíblico- Do Gênesis ao Apocalipse
11 Cd's-Mp3

 

O Brilho da Castidade 14x21-208 páginas

 

 

 

 


SHOPPING CLÉOFAS

 

A Intercessão e o culto dos santos
14x21-144 páginas

O que são as Indulgências?
14x21-136 páginas

 

Os Anjos
14x21-160 páginas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Editora Cléofas - 2012

 

20 de jan de 2012

Ninguém nasce catequista

Aqueles que são chamados a esse serviço tornam-se bons catequistas através da prática, da reflexão, da formação adequada, da conscientização de sua importância como educadores da fé. O catequista exerce um verdadeiro ministério, isto é, um serviço. Segundo o documento Catechesi Tradendae (A Catequese Hoje) a "atividade catequética é uma tarefa verdadeiramente primordial na missão da Igreja". O catequista não age sozinho, mas em comunhão com a Igreja, com o grupo de catequistas. O grupo de catequistas expressa o caráter comunitário da tarefa catequética. E com o grupo que ele revê suas ações, planeja, aprofunda os conteúdos, reza e reflete. O catequista necessita das seguintes qualidades: Ser uma pessoa com equilíbrio psicológico; Ter capacidade de diálogo, criatividade e iniciativa, saber trabalhar em equipe; Ser perseverante, pontual e responsável; Ser participativo, engajado nas atividades da paróquia, da comunidade e ter espírito de serviço; Ter vida de oração, leitura e meditação diária da Palavra de Deus; Ter espírito crítico e discernimento diante da realidade; Ser capaz de respeitar a individualidade de cada pessoa. Isso não significa que exista uma pessoa que tenha todas essas qualidades, mas que devemos procurar desenvolvê-las no nosso dia-a-dia.

19 de jan de 2012

Ser comunidade orante e "encarnada"

O diálogo da fé não acontece sem um clima de oração. Falamos da evangelização como primeira condição de uma pastoral vocacional e, essa imensa tarefa, assumida pelas comunidades, grupos e organizações de Igreja, não será verdadeira sem a vida em oração.

Uma Igreja orante é uma Igreja em constante diálogo com Deus, condição para captar a presença do Espírito de Deus na Igreja e no mundo. Aliás o próprio Jesus nos mandou que rezássemos pedindo operários para a messe.

"Vendo as multidões, Jesus teve compaixão, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor. Então Jesus disse aos seus discípulos: A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos/ Por isso, peçam ao dono da colheita que mande trabalhadores para a colheita." (Mt 9, 36-38)

Por isso uma Igreja orante é ao mesmo tempo uma Igreja encarnada, que, sem reclamar privilégios, vive no mundo e na sociedade a sua missão profética, denunciando as injustiças e anunciando a utopia evangélica.

A Igreja, onde as vocações podem brotar, é aquela que escuta o clamor do povo, que vive em processo permanente de renovação e que reza pelas vocações.

Fonte: http://www.catequisar.com.br/

18 de jan de 2012

Informativo Cléofas - 18/01/2012*

Informativo Cléofas, 18 de janeiro de 2012 - Ano VII - Número 203

Notícias do Site Cléofas

+No Paquistão... é sempre culpa das mulheres

+ Logo oficial da JMJ Rio2013 será lançada no dia 1º de fevereiro

+ Mães terão que ver seus bebês antes de fazer um aborto no Texas

+Sexto bispo ex-anglicano se integra à Igreja Católica sob a Constituição "Anglicanorum Coetibus"

+Jornal denuncia que agência Reuters mentiu sobre discurso do Papa e o "matrimônio" gay

+ Exposição revela os Arquivos Secretos do Vaticano

+ Pio XII salvou um grupo de 500 judeus, revela estudo

+ Casamento gay: Jean Wyllys associa Bento XVI ao nazismo e o chama de genocida

 

 

O programa Escola da Fé, é exibido toda quinta-feira às 20h40 na TV Canção Nova (Link)


Para Meditar...

Porque as crianças e os inocentes sofrem?

 

Muitos perguntam por que as crianças, tão inocentes, sofrem e se Deus não estaria sendo injusto por permitir isso.

Deus não pode ser injusto, senão não seria Deus. As crianças e os inocentes sofrem porque participam da dignidade humana e compartilham a sorte da humanidade. Não é preciso inventar teorias complicadas para explicar o sofrimento; nem mesmo culpar a Deus pelo erro que é nosso.

O Todo-poderoso não interfere no sofrimento da criança, fazendo milagres para impedir o mal a todo instante, a fim de não destruir a ordem natural que Ele mesmo criou. O Senhor não quis fazer o homem e o mundo como um teatro de marionetes, teleguiado por Ele, não. Ele lhe impôs leis que regulam a vida e a natureza.

Em consequência do pecado, o sofrimento e a morte fazem parte da história de todos os homens, inocentes ou pecadores. Muitas vezes, um inocente morre por causa de um pecador. Os acidentes das estradas comprovam isso todos os dias; e ninguém pode culpar ao Senhor por isso, mas sim, aos verdadeiros culpados, que são os maus.

São Paulo ensina que “o salário do pecado é a morte” (cf. Rm 6,23); e esta pode atingir a todos, inocentes e culpados, porque a humanidade é solidária; é unida. Cada pecado atinge todos os homens; assim como cada ato bom também os atinge.

A fé ensina que Deus Pai, pelo sofrimento redentor de Jesus Cristo, resgatará todo sofrimento da criança inocente e fará cada uma ressuscitar um dia com Cristo. (...)

 

 

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Pergunte e Responderemos

Que casamentos podem ser considerados nulos? (PARTE 1)

 

A Cruz dos Recasados:

Em síntese: O presente artigo considera os impedimentos que tor­nam nulo o casamento e mostram como devem proceder as pessoas que julgam ter contraído um casamento nulo. A Igreja não anula um casa­mento validamente contraído e carnalmente consumado, mas pode de­clarar nulo o matrimônio que haja sido contraído com impedimento dirimente (anulante).

O Pe. Vitor Gropelli publicou um livro intitulado "A Cruz dos Recasados"1, em que aborda a situação das pessoas que, infelizes no seu casamento, vivem sós ou se unem a outrem sem a bênção de Deus. A obra é muito oportuna, pois oferece uma palavra de reconforto a tais pessoas e abre-lhes perspectivas geralmente pouco conhecidas. Com efeito; um casamento fracassado pode ter sido nulo em sua origem mes­ma, porque contraído com algum impedimento dirimente (anulante). Quan­do alguém julga que seu matrimônio se enquadra em algum dos casos de impedimento dirimente, pode procurar o tribunal eclesiástico e pedir a investigação da validade ou não de tal matrimônio.

Visto que o assunto é de grande atualidade, vão, a seguir, transcri­tas as páginas dos capítulos V e VI da obra atinente a problemática.

 

QUANDO O MATRIMÔNIO É NULO?(...)

*Artigo de D.Estevão Bettencourt

 

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Blog do Prof. Felipe Aquino

Os Ensinamentos de São Paulo

O mais miserável dos cristãos é aquele que não evangeliza sua família

Quero meditar com você um pouco daquilo que o apóstolo Paulo deixou como ensinamento para nós cristãos. As treze cartas dele são a base para a teologia católica. Nas duas cartas que ele escreveu para São Tito e São Timóteo, que eram bispos, deu todas as direções de como deveria ser a Igreja. Essas direções são seguidas até hoje pela Igreja.

Um ponto muito importante é sobre a evangelização. O apóstolo dos gentios diz que pregar o Evangelho, para ele, não é motivo de glória, mas, sim, uma missão que lhe é imposta. “Ai de mim se não evangelizar”, afirma.

Paulo tinha como lema evangelizar; o resto para ele não tinha importância. Nós também devemos pensar assim! Evangelizar não significa que devemos obrigar todos a serem bons cristãos, mas devemos anunciar; não impor, mas propor. O mais miserável dos cristãos é aquele que não evangeliza sua família. Os jovens, hoje, não sabem quase nada de religião. Antigamente, os catequistas eram os pais, lamentavelmente, a família está sumindo. Muitas crianças não sabem nem quem é Jesus e muitos pais vivem como se Deus não existisse.

A primeira evangelização tem que ser da criança, pois ela é mais fácil de ser evangelizada. Mas, para isso, é preciso que a mãe e o pai a evangelize. Se eu tivesse um medalha de ouro, a daria para um bom catequista que evangeliza as crianças e fala de Deus para elas(...).

 

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Livro da Semana

"SEDE SANTOS!..."

Somos todos chamados por Deus à santidade.

Mas não basta dizer isto às pessoas; é preciso indicar-lhes o caminho para atingi-la.

Neste livro você encontrará os meios de santificação que Cristo nos deixou através da Igreja, e que formaram muitos santos e santas.

“A santidade é a plenitude da vida. Ela é a força mais poderosa para levar a Cristo, os corações dos homens”. (João Paulo II)

“Procurai a paz com todos e ao mesmo tempo a santidade, sem a qual ninguém pode ver o Senhor.” (Heb 12,14)

“Sede santos, porque Eu Sou Santo!” (Lev 11,15)


Ficha Técnica
ISBN: 978-85-88158-62-7
Ano: 2010
Edição: 6
Número de páginas: 168
Idioma: Português BR
Acabamento: Brochura
Formato: 16×23 cm

 


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Ser COMUNIDADE (de comunhão e participação, co-responsável)

O Concilio fala de uma Igreja-comunidade convocada pela Trindade, "povo reunido na unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo" (LG 4)

Somente esta visão de Igreja contribui para que todos os seus membros vivam em estado de vocação e de missão, sentindo-se escolhidos pelo Pai, chamados pelo Filho e enviados pelo Espírito pata o serviço ao Reino. 


Só uma Igreja imagem da Trindade, "unidade dos fiéis que constituem um só corpo em Cristo" (LG 3) na igual dignidade e na variedade de funções (LG 32) que abre espaço para a comunhão e participação, pode tornar-se o espaço adequado para o surgimento e desenvolvimento das vocações e seu engajamento na missão evangelizadora.

Os primeiros cristãos entenderam muito bem o que Jesus queria da sua Igreja. No livro dos Atos dos Apóstolos, vamos encontrar o primeiro retrato da Igreja:

"Eram perseverantes em ouvir o ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, no partir o pão e nas orações. Em todos eles havia temor, por causa dos numerosos prodígios e sinais que os apóstolos realizavam. Todos os que abraçaram a fé eram unidos e colocavam em comum todas as coisas, vendiam suas propriedades e seus bens e repartiam o dinheiro entre todos, conforme a necessidade de cada um., e cada dia o Senhor acrescentava à comunidade outras pessoas que iam aceitando a salvação" (At 2, 42-47).

Uma Igreja que queira animar sua Pastoral Vocacional deve colocar como meta constante a intensificação da vida comunitária, da participação e da co-responsabilidade:

- na base (grupos de reflexão e ação),
- nas estruturas (conselhos, equipes de coordenação),
- na coordenação (planos pastorais, prioridades).

Fonte: http://www.catequisar.com.br/

17 de jan de 2012

Vocação da Igreja

Para falar da vocação da Igreja precisamos, em primeiro lugar, entender o que é Igreja e qual é a sua missão.

A Igreja é mistério de comunhão trinitária. O supremo modelo e princípio deste mistério é a unidade na Trindade das pessoas de um só Deus Pai e Filho no Espírito Santo.

O Vaticano II apresenta a Igreja como "Povo de Deus", assembléia dos chamados, dos convocados. A ideia Povo de Deus recorda que a Igreja é uma realidade histórica, fruto da livre iniciativa de Deus e da livre resposta dos seres humanos. Essa expressão indica a Igreja em sua totalidade, ou seja, naquilo que é comum a todos os seus membros. Pela graça do Batismo nos tornamos filhos e filhas de Deus, membros da comunidade de fé- Igreja. O Batismo é, portanto, uma verdadeira vocação: a vocação de ser cristão, Isto é, ser cristão é ser seguidor de Jesus Cristo.

"Não há, pois, em Cristo e na Igreja, nenhuma desigualdade em vista de raça ou nação, condição social ou sexo (...) porque todos vós sois um em Cristo Jesus". (Gl 3,28). Faz parte desta condição comum - dado pela fé, esperança e caridade e pelos sacramentos do Batismo, da Crisma e da Eucaristia - a participação de todo o Povo de Deus nas funções profética, sacerdotal e real de Cristo (cf. n° 71).

A noção de Povo de Deus exprime então a profunda unidade, a comum dignidade e a fundamental habilitação de todos os membros da Igreja à participação carismática e ministerial. Esta é a condição cristã que é comum a todos os membros da Igreja.

Um exemplo ajuda. Não basta ter um carro, último modelo, com as funções mais sofisticadas, se suas peças não estão colocadas no lugar certo, instaladas e ajustadas devidamente. Com certeza não funcionará. Pode ser um simples fusível, uma válvula, um distribuidor elétrico, um ejetor de combustível... cada peça é importante, imprescindível na sua função. Nenhum deles pode substituir o outro. O carro é as peças no seu lugar. Cada peça em seu lugar é o carro.

A Vocação da Igreja acontece na medida que cada membro dela assume sua vocação na Igreja. Cada vocação na Igreja transfigura o rosto vocacional da Igreja.

Fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/materia/especial/vocacao/09.htm 

16 de jan de 2012

Ser comunidade para ser Igreja

O que é ser Igreja? Nós ouvimos essa palavra em quase todos os nossos ambientes. Muitos usam esse nome para descrever um belo edifício construído em um determinado lugar. Outros usam o termo para falar de uma organização religiosa. É de fundamental importância saber o que significa o termo Igreja. Origina-se do grego e do latim, e significa assembleia.

Não é apenas uma construção com blocos e cimento, mas um edifício construído com pedras vivas: “Também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo". (1 Pedro 2:5)

Esse edifício é chamado a atingir uma finalidade, isto é, ser santo, viver em comunhão e oferecer sacrifícios agradáveis a Deus. "Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular; na qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor, no qual também vós juntamente estais sendo edificados para habitação de Deus no Espírito". (Efésios 2:19-22)

Portanto, a Igreja é um corpo, nela não há separação, se existe divisão é porque ainda não aprendemos a ser Igreja. O corpo é formado por vários membros, a Igreja é formada e representada por muitas pessoas e a esse conjunto de pessoas chamamos de comunidade. Seremos Igreja quando formos comunidade chamada a sair e anunciar a Palavra. Isso se faz com humildade e com a intenção de agradar a Deus.

O Papa Bento XVI tem insistido em uma nova evangelização cujo foco central é a pessoa de Jesus Cristo, caminho, verdade e vida. É isso que a Igreja deseja realizar com a ajuda de seus batizados. Os desafios de hoje são imensos no campo da evangelização, mas a nossa esperança é maior ainda e, por isso, podemos sonhar com uma sociedade que expressa uma fé madura, levando-a a um comprometimento com Igreja. Mas tudo depende de nossas ações. A Igreja é o nosso próprio retrato.

Sejamos uma grande comunidade, para sermos a Igreja de Jesus Cristo.

Pe. Toninho

14 de jan de 2012

Santos de carne e osso

O verdadeiro santo foge das condecorações e elogios
Fonte: Canção Nova

Há muitos santos modernos agindo em nome de Deus e vivendo uma caridade séria, não fingida, sem caricatura e sem teatralidade. Não parecem santos, mas o são. Guardaram-se para seu Criador, aceitam Jesus, vivem para sua família, para o grande amor de suas vidas, são fiéis à verdade, aos amigos, à palavra dada, e ao seu batismo.

Não têm nem cara nem trejeitos de santos, mas estabeleceram um projeto de vida e o constroem tijolo por tijolo, ato por ato, coerência por coerência. Muitas pessoas nem percebem que eles são santos, porque são gente de carne e osso como nós. Mas uma análise do que fazem pelos outros, da sua humildade, da sua fé e da sua serenidade aponta para mais um dos santos que Jesus formou.

Diferente é o santo fingido. Ele decidiu que gostaria de ser visto como santo pela projeção social, como no tempo de Jeremias, 650 anos antes de Jesus e no tempo do próprio Jesus, quando posar de santo e de profeta dava lucro e angariava louvores e primeiros lugares. Então muita gente fingia jejuar e orar ostentado uma santidade que não tinha. E havia os que garantiam que Deus falava com eles e que eles sabiam levar a Deus [aos demais]. Ganhavam seu sustento com sua cara de santos. Isaías, Jeremias, Jesus e os apóstolos alertaram sobre eles.

Mas como muita gente adora uma novela e não dispensa um teatro, sempre haverá quem despreze o santo sereno que não dá espetáculo e corra atrás do que grita, chora, esperneia, garante visões, revelações quentíssimas, curas e milagres em local dia e hora marcados. Trocam a verdade, a simplicidade e a honestidade do santo que não faz marketing pelo "pseudossanto" que dá espetáculo, cura dramaticamente, entrevista o demônio ao microfone e transforma a fé em espetáculo.

Até que ponto isso é válido? Que santidade é essa em que não só a mão esquerda sabe o que faz a direita como também câmeras e microfones veiculam aquilo para todo o mundo? O mesmo Jesus que disse para anunciar a verdade por sobre os telhados e que nossa luz brilhasse, teve o cuidado de mandar que orássemos de portas trancadas e que não fizéssemos alarde da nossa caridade e dos nossos carismas. Ele mesmo pedia que os beneficiados por Ele não espalhassem a notícia.

Jesus, que é santo de verdade e nunca fingia poder ou santidade, e que nos pediu que seguíssemos Seu exemplo a ponto de, elogiados e incensados, dizermos que não fizemos mais do que nossa obrigação e que não buscássemos os primeiros lugares, este mesmo Jesus concordaria com o que se vê na mídia religiosa de hoje?

Uma coisa é ser santo sem caricatura, sem cabeça torta, sem chorar orando e dando murros no chão, sem dramaticidade televisiva, com atos de justiça que só Deus vê porque aquele cristão não divulga o bem que faz. Outra coisa é buscar os holofotes e desabridamente, sem nenhum escrúpulo, chamar a atenção para si mesmo, para sua obra e garantir que Deus quer que ele ou ela apareçam para Sua maior honra e glória. Pior ainda: ganhar dinheiro grosso em cima dessa exibição de santidade. Cristo condenou e criticou os fariseus que assim agiam.

Santo que é santo não finge que o é. É discreto. Faz o que deve fazer e foge do incenso, das condecorações e dos elogios. Há santos de verdade ao nosso redor e há caricaturas de santos vendendo e ostentando uma fé que aponta mais para si mesmos do que para Jesus, cujo nome usam com estardalhaço.

Você que crê na Bíblia terá que escolher a quem seguir. Aos que dão a entender que são os novos santos ou os que nada dizem; simplesmente vivem a Palavra e a praticam.

Se você é dos que dizem que ainda não estão convertidos, mas que estão se convertendo, merecerá mais crédito do que os que garantem que Jesus os salvou e que eles sabem o caminho. Em termos de fé quem segue procurando está mais perto do que aquele que diz ter achado e agora aponta para si mesmo como exemplo do que Deus faz por um pecador. Eu prefiro o santo que aponta para os outros convertidos e santos e não fala nada sobre si mesmo, exceto que precisa de preces para ser mais de Cristo.

Desconfiemos de santos que gostam de medalhas, condecorações, incensos e elogios. Apostemos em que só os aceita por obediência.

Pe. José Fernandes de Oliveira - Pe. Zezinho, scj

"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12