18 de jan de 2012

Informativo Cléofas - 18/01/2012*

Informativo Cléofas, 18 de janeiro de 2012 - Ano VII - Número 203

Notícias do Site Cléofas

+No Paquistão... é sempre culpa das mulheres

+ Logo oficial da JMJ Rio2013 será lançada no dia 1º de fevereiro

+ Mães terão que ver seus bebês antes de fazer um aborto no Texas

+Sexto bispo ex-anglicano se integra à Igreja Católica sob a Constituição "Anglicanorum Coetibus"

+Jornal denuncia que agência Reuters mentiu sobre discurso do Papa e o "matrimônio" gay

+ Exposição revela os Arquivos Secretos do Vaticano

+ Pio XII salvou um grupo de 500 judeus, revela estudo

+ Casamento gay: Jean Wyllys associa Bento XVI ao nazismo e o chama de genocida

 

 

O programa Escola da Fé, é exibido toda quinta-feira às 20h40 na TV Canção Nova (Link)


Para Meditar...

Porque as crianças e os inocentes sofrem?

 

Muitos perguntam por que as crianças, tão inocentes, sofrem e se Deus não estaria sendo injusto por permitir isso.

Deus não pode ser injusto, senão não seria Deus. As crianças e os inocentes sofrem porque participam da dignidade humana e compartilham a sorte da humanidade. Não é preciso inventar teorias complicadas para explicar o sofrimento; nem mesmo culpar a Deus pelo erro que é nosso.

O Todo-poderoso não interfere no sofrimento da criança, fazendo milagres para impedir o mal a todo instante, a fim de não destruir a ordem natural que Ele mesmo criou. O Senhor não quis fazer o homem e o mundo como um teatro de marionetes, teleguiado por Ele, não. Ele lhe impôs leis que regulam a vida e a natureza.

Em consequência do pecado, o sofrimento e a morte fazem parte da história de todos os homens, inocentes ou pecadores. Muitas vezes, um inocente morre por causa de um pecador. Os acidentes das estradas comprovam isso todos os dias; e ninguém pode culpar ao Senhor por isso, mas sim, aos verdadeiros culpados, que são os maus.

São Paulo ensina que “o salário do pecado é a morte” (cf. Rm 6,23); e esta pode atingir a todos, inocentes e culpados, porque a humanidade é solidária; é unida. Cada pecado atinge todos os homens; assim como cada ato bom também os atinge.

A fé ensina que Deus Pai, pelo sofrimento redentor de Jesus Cristo, resgatará todo sofrimento da criança inocente e fará cada uma ressuscitar um dia com Cristo. (...)

 

 

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Pergunte e Responderemos

Que casamentos podem ser considerados nulos? (PARTE 1)

 

A Cruz dos Recasados:

Em síntese: O presente artigo considera os impedimentos que tor­nam nulo o casamento e mostram como devem proceder as pessoas que julgam ter contraído um casamento nulo. A Igreja não anula um casa­mento validamente contraído e carnalmente consumado, mas pode de­clarar nulo o matrimônio que haja sido contraído com impedimento dirimente (anulante).

O Pe. Vitor Gropelli publicou um livro intitulado "A Cruz dos Recasados"1, em que aborda a situação das pessoas que, infelizes no seu casamento, vivem sós ou se unem a outrem sem a bênção de Deus. A obra é muito oportuna, pois oferece uma palavra de reconforto a tais pessoas e abre-lhes perspectivas geralmente pouco conhecidas. Com efeito; um casamento fracassado pode ter sido nulo em sua origem mes­ma, porque contraído com algum impedimento dirimente (anulante). Quan­do alguém julga que seu matrimônio se enquadra em algum dos casos de impedimento dirimente, pode procurar o tribunal eclesiástico e pedir a investigação da validade ou não de tal matrimônio.

Visto que o assunto é de grande atualidade, vão, a seguir, transcri­tas as páginas dos capítulos V e VI da obra atinente a problemática.

 

QUANDO O MATRIMÔNIO É NULO?(...)

*Artigo de D.Estevão Bettencourt

 

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Blog do Prof. Felipe Aquino

Os Ensinamentos de São Paulo

O mais miserável dos cristãos é aquele que não evangeliza sua família

Quero meditar com você um pouco daquilo que o apóstolo Paulo deixou como ensinamento para nós cristãos. As treze cartas dele são a base para a teologia católica. Nas duas cartas que ele escreveu para São Tito e São Timóteo, que eram bispos, deu todas as direções de como deveria ser a Igreja. Essas direções são seguidas até hoje pela Igreja.

Um ponto muito importante é sobre a evangelização. O apóstolo dos gentios diz que pregar o Evangelho, para ele, não é motivo de glória, mas, sim, uma missão que lhe é imposta. “Ai de mim se não evangelizar”, afirma.

Paulo tinha como lema evangelizar; o resto para ele não tinha importância. Nós também devemos pensar assim! Evangelizar não significa que devemos obrigar todos a serem bons cristãos, mas devemos anunciar; não impor, mas propor. O mais miserável dos cristãos é aquele que não evangeliza sua família. Os jovens, hoje, não sabem quase nada de religião. Antigamente, os catequistas eram os pais, lamentavelmente, a família está sumindo. Muitas crianças não sabem nem quem é Jesus e muitos pais vivem como se Deus não existisse.

A primeira evangelização tem que ser da criança, pois ela é mais fácil de ser evangelizada. Mas, para isso, é preciso que a mãe e o pai a evangelize. Se eu tivesse um medalha de ouro, a daria para um bom catequista que evangeliza as crianças e fala de Deus para elas(...).

 

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Livro da Semana

"SEDE SANTOS!..."

Somos todos chamados por Deus à santidade.

Mas não basta dizer isto às pessoas; é preciso indicar-lhes o caminho para atingi-la.

Neste livro você encontrará os meios de santificação que Cristo nos deixou através da Igreja, e que formaram muitos santos e santas.

“A santidade é a plenitude da vida. Ela é a força mais poderosa para levar a Cristo, os corações dos homens”. (João Paulo II)

“Procurai a paz com todos e ao mesmo tempo a santidade, sem a qual ninguém pode ver o Senhor.” (Heb 12,14)

“Sede santos, porque Eu Sou Santo!” (Lev 11,15)


Ficha Técnica
ISBN: 978-85-88158-62-7
Ano: 2010
Edição: 6
Número de páginas: 168
Idioma: Português BR
Acabamento: Brochura
Formato: 16×23 cm

 


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"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12
CEFAS, oriundo do nome de São Pedro apóstolo, significa também um Acróstico: Comunhão para Evangelização, Formação e Anúncio do Senhor. É um humilde projeto de evangelização através da internet, buscando levar formação católica doutrinal e espiritual.