23 de fev de 2012

Informativo Cléofas - 23/02/2012*

Informativo Cléofas,23 de Fevereiro de 2012- Ano VII- N°207

 

 

 

 

Notícias do Site Cléofas

 

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+Cuba está em um processo irreversível de mudança, diz cardeal

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+ Diante do mal não devemos ficar calados, diz o Papa em mensagem pela Quaresma 2012

+Programa Escola da Fé-16/02/2012


Para Meditar...


A penitência da Quaresma

Desde o início do Cristianismo a Quaresma marcou para os cristãos um tempo de graça, oração, penitência e jejum, com o objetivo de se chegar à conversão. Ela nos faz lembrar as palavras de Jesus: "Se não fizerdes penitência, todos perecereis" (Lc 13,3). Se não deixarmos o pecado, não poderemos ter a vida eterna em Deus; logo, a atividade mais importante é a nossa conversão, renunciar ao pecado.

Nada é pior do que o pecado para a vida do homem, da Igreja e do mundo, ensina a Igreja; por isso Cristo veio, exatamente, "para tirar pecado do mundo" (cf. Jo 1, 29). Ele é o Cordeiro de Deus imolado para isso.
São Paulo insistia: "Em nome de Cristo vos rogamos: reconciliai-vos com Deus!" (2 Cor 5, 20);  "exortamo-vos a que não recebais a graça de Deus em vão. Pois ele diz: Eu te ouvi no tempo favorável e te ajudei no dia da salvação (Is 49,8). Agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação." (2 Cor 6, 1-2).

A Quaresma nos oferece, então, esse "tempo favorável" para se deixar o pecado e voltar para Deus. E para isto fazemos penitência. O seu objetivo não é nos fazer sofrer ou privar de algo que nos agrada, mas ser um meio de purificação de nossa alma. Sabemos o que devemos fazer e como viver para agradar a Deus, mas somos fracos; a penitência é feitar para nos dar forças espirituais na luta contra o pecado.

A melhor Penitência, sem dúvida, é a do Sacramento que tem esse nome. Jesus instituiu a Confissão em sua primeira aparição aos discípulos, no mesmo domingo da Ressurreição (Jo 20,22) dizendo-lhes: "a quem vocês perdoarem os pecados, os pecados estarão perdoados". Não há graça maior do que ser perdoado por Deus, estar livre das misérias da alma e estar em paz com a consciência. Além do Sacramento da Confissão) a Igreja nos oferece outras penitências que nos ajudam a buscar a santidade: sobretudo o que Jesus recomendou no Sermão da Montanha (Mt 6,1-8), "o jejum, a esmola e a oração", que a Igreja chama de "remédios contra o pecado".

Cristo jejuou e rezou durante quarenta dias (um longo tempo) antes de enfrentar as tentações do demônio no deserto e nos ensinou a vencê-lo pela oração e pelo jejum. Da mesma forma a Igreja quer ensinar-nos como vencer as tentações de hoje. Vencemos o pecado praticando a virtude oposta a ele. Assim, para vencer o orgulho, devemos viver a humildade; para vencer a ganância devemos dar esmolas; para vencer a impureza, praticar a castidade; para vencer a gula, jejuar; para vencer a ira, aprender a perdoar; para vencer a inveja, ser bom; para vencer a preguiça, levantar-se e ajudar os outros. Essas são boas penitências para a Quaresma.

Todos os exercícios de piedade e de mortificação têm com objetivo livrar-nos do pecado.  O jejum fortalece o espírito e a vontade para que as paixões desordenadas, (gula, ira, inveja, soberba, ganância. luxúria, preguiça), não dominem a nossa vida e a nossa conduta.
A oração fortalece a alma no combate contra o pecado. Jesus ensinou: "É necessário orar sempre sem jamais deixar de fazê-lo" (Lc 18,1b); "Vigiai e orai para que não entreis em tentação" (Mt 26,41a); "Pedi e se vos dará" (Mt 7,7). E São Paulo recomendou: "Orai sem cessar" (I Ts 5,17).

A Palavra de Deus nos ensina: "É boa a oração acompanhada do jejum e dar esmola vale mais do que juntar tesouros de ouro, porque a esmola livra da morte, e é a que apaga os pecados, e faz encontrar a misericórdia e a vida eterna" (Tb 12, 8-9). "A água apaga o fogo ardente, e a esmola resiste aos pecados" (Eclo 3,33). "Encerra a esmola no seio do pobre, e ela rogará por ti para te livrar de todo o mal" (Eclo 29,15).

Então, cada um deve fazer na Quaresma um "programa" espiritual: fazer o jejum que consegue (cada um é diferente do outro); pode ser parcial ou total. Pode, por exemplo, deixar de ver  a TV, deixar de ir a uma festa, uma diversão, não comer uma comida que gosta ou uma bebida; não dizer uma palavra no momento de raiva ou contrariedade, não falar de si mesmo, dar a vez aos outros na igreja, na fila, no ônibus; ser manso e atencioso  com os outros, perdoar a todos, dormir um pouco menos, rezar mais, ir á Missa durante da semana... Enfim, há mil maneiras de fazer boas penitências que nos ajudam a fortalecer o espírito para que ele não fique sufocado e esmagado pelo corpo e pela matéria.

A penitência não é um fim em si mesma; é um meio de purificação e santificação; por isso deve ser feita com alegria.



Prof. Felipe Aquino


Pergunte e Responderemos

A Virgem Maria e os Santos são oniscientes?


Muitas pessoas me perguntam se Nossa Senhora e os Santos são oniscientes; e como é que eles recebem todos os nossos pedidos de intercessão ao mesmo tempo. Como conseguem isto.

A resposta é fácil de explicar e difícil de entender. Mas vamos lá.

Em primeiro lugar, é preciso dizer que a Igreja católica nunca teve dúvida da real intercessão dos Anjos, dos Santos e da Virgem Maria a nosso favor diante de Deus. Numa das Orações Eucarísticas o sacerdote reza aos santos "que na presença de Deus não cessam de interceder por nós". Desde os primeiros séculos, nas catacumbas, os cristãos celebravam a santa Missa sobre o túmulo dos mártires do império romano, para pedir-lhes a intercessão.

Já no Antigo Testamento encontramos a intercessão dos santos. Em 2Mac15, 11ss, vemos Judas Macabeus narrar algo interessante: "Eis o que vira: Onias [já falecido], que foi sumo sacerdote, homem nobre e bom, modesto em seu aspecto, de caráter ameno, distinto em sua linguagem e exercitado desde menino na prática de todas as virtudes, com as mãos levantadas, orava por todo o povo judeu. Em seguida havia aparecido do mesmo modo um homem com os cabelos todos brancos, de aparência muito venerável, e cercado por uma admirável e magnífica majestade. Então, tomando a palavra, disse-lhe Onias: "Eis o amigo de seus irmãos, aquele que reza muito pelo povo e pela cidade santa, Jeremias, o profeta de Deus". E Jeremias, estendendo a mão, entregou a Judas uma espada de ouro, e, ao dar-lha, disse:Toma esta santa espada que Deus te concede e com a qual esmagarás os inimigos."

São Jerônimo (340-420), doutor da Igreja, disse: "Se os Apóstolos e mártires, enquanto estavam em sua carne mortal, e ainda necessitados de cuidar de si, ainda podiam orar pelos outros, muito mais agora que já receberam a coroa de suas vitórias e triunfos. Moisés, um só homem, alcançou de Deus o perdão para 600 mil homens armados; e Estevão, para seus perseguidores. Serão menos poderosos agora que reinam com Cristo? São Paulo diz que com suas orações salvara a vida de 276 homens, que seguiam com ele no navio [naufrágio na ilha de Malta]. E depois de sua morte, cessará sua boca e não pronunciará uma só palavra em favor daqueles que no mundo, por seu intermédio, creram no Evangelho?" (Adv. Vigil. 6) Santo Hilário de Poitiers (310-367), bispo e doutor da Igreja afirma que: "Aos que fizeram tudo o que tiveram ao seu alcance para permanecer fiéis, não lhes faltará, nem a guarda dos anjos nem a proteção dos santos".
[...]

 


Prof. Felipe Aquino

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Blog do Prof. Felipe Aquino

 

A Sagrada Família hoje

O Papa João Paulo II, na Carta às Famílias, chamou a família de “Santuário da vida” (CF, 11). Santuário quer dizer “lugar sagrado”. É ali que a vida humana surge como que de uma nascente sagrada, e é cultivada e formada. É missão sagrada da família: guardar, revelar e comunicar ao mundo o amor e a vida.

O Concílio Vaticano II já a tinha chamado de “a Igreja doméstica” (LG, 11) na qual Deus reside, é reconhecido, amado, adorado e servido; nele também foi ensinado que: “A salvação da pessoa e da sociedade humana estão intimamente ligadas à condição feliz da comunidade conjugal e familiar” (GS, 47).

Jesus habita com a família cristã. A presença do Senhor nas Bodas de Caná da Galiléia significa que o Senhor “quer estar no meio da família”, ajudando-a a vencer todos os seus desafios; e Nossa Senhora ali o acompanha com a sua materna intercessão.

Desde que Deus desejou criar o homem e a mulher “à sua imagem e semelhança” (Gen 1,26), Ele os quis “em família”. Por isso, a família é uma realidade sagrada. Jesus começou sua missão redentora da humanidade na Família de Nazaré. A primeira realidade humana que Ele quis resgatar foi a família; Ele não teve um pai natural aqui, mas quis ter um pai adotivo, quis ter uma família, e viveu nela trinta anos. Isso é muito significativo. Com a presença d’Ele na família – Ele sagrou todas as famílias.

Conta-nos São Lucas que após o encontro do Senhor no Templo, eles voltaram para Nazaré “e Ele lhes era submisso” (cf. Lc 2,51). A primeira lição que Jesus nos deixou na família é a de que os filhos devem obedecer aos pais, cumprindo bem o Quarto Mandamento da Lei. Assim se expressou o Papa João Paulo II:

“O Filho unigênito, consubstancial ao Pai, ‘Deus de Deus, Luz da Luz’, entrou na história dos homens através da família” (CF, 2).[...]




Prof. Felipe Aquino

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Livro da Semana

VIDA SEXUAL NO CASAMENTO


“Que tipos de carícias são permitidos no relacionamento conjugal? Seria lícito a algum dos cônjuges recusar ao outro o ato conjugal? Quais são os critérios para orientar um casal a respeito do número de filhos? Com perguntas mais ou menos semelhantes a estas e outras tantas, diversos esposos cristãos nos procuram a nós sacerdotes para aconselhar-se a respeito de seu matrimônio, a fim de pautá-lo segundo os desígnios de Deus.

Neste sentido, o leitor tem nas mãos uma obra na qual encontrará uma profunda ressonância da voz da Igreja acerca do amor conjugal. Aliás, este é um dos grandes méritos que o Prof. Felipe Aquino manifesta através da extensa obra que vem publicando ao longo dos últimos anos. O mérito de fazer com que o maravilhoso tesouro da doutrina da Igreja alcance um número bastante considerável de pessoas, muitas das quais não tinham conhecimento algum deste imenso e precioso patrimônio.”

Pe. Demétrio Gomes da Silva



Ficha Técnica
Editora: Cléofas
ISBN: 978-85-88158-60-3
Ano: 2010
Edição: 7
Número de páginas: 144
Idioma: Português (BR)
Acabamento: Brochura
Formato: 14x21 cm

 

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Palestra- Cura e Libertação pela Eucaristia

Palestra- A Fé e a Razão em harmonia

Palestra- A Igreja Mãe e Mestra

Palestra- Como vencer a Depressão?

Coleção Família- Com 9 palestras abordando diversos temas sobre família 2 Cd's-Mp3

Coleção Curso Bíblico- Do Gênesis ao Apocalipse
11 Cd's-Mp3

Coleção Catecismo da Igreja Católica 11 Cd´s-Mp3

 


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O Socorro da Virgem Maria e as suas sete dores 14x21-176 páginas

 

Como fazer a vontade de Deus?
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"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12