30 de mar de 2012

Informativo Cléofas- 30/03/12 *Lançamentos*

Informativo Cléofas,30 de março de 2012.

 

CONHEÇA MAIS UM LANÇAMENTO DO PROF.FELIPE AQUINO:

 

 

O casamento é a instituição mais antiga da humanidade porque Deus quis que o homem e a mulher crescessem a dois e se multiplicassem no seu amor. Mas nem sempre isso é fácil. O pecado original feriu a natureza humana e o ser humano se tornou egoísta, prepotente, orgulhoso, vaidoso, preguiçoso, impertinente, irritado, mal humorado, etc. Tudo isso influi no casamento e separa muitos casais.

Muitos se casam sem se conhecer bem e acabam se estranhando quando vão viver juntos; outros não conhecem as diferenças psicológicas entre o homem e a mulher; para muitos falta o indispensável diálogo, a capacidade de ouvir, entender, compreender, perdoar, ajudar. Em outros há falta de maturidade e virtudes necessárias para assumir as responsabilidades conjugais. Também os problemas sexuais dividem muitos casais, bem como os problemas da educação dos filhos e a monotonia da vida conjugal que aniquila muitos casamentos. Tudo isso, e muito mais, é abordado neste livro do Prof. Felipe Aquino.

 

CONHEÇA TAMBÉM OS CURSOS E PALESTRAS EM CD:

 

 

Coleção Catecismo da Igreja Católica- 11 Cd's

 

Começamos aqui uma série de Programas sobre  o Catecismo da Igreja Católica que o Papa João Paulo II aprovou em 1992 e que é o compêndio de toda a doutrina católica, que todo fiel precisa conhecer.
No discurso  aos Bispos em Santo Domingo, no dia 12/10/92, na VI reunião do CELAM, referindo-se ao Catecismo que acabara de aprovar, o Papa disse:
"Recentemente aprovei o Catecismo da Igreja Católica, que recomendo como o melhor dom que a Igreja pôde fazer aos Bispos e ao povo de Deus. Trata-se de um valioso instrumento para a nova evangelização, onde se compendia toda a doutrina que a Igreja deve ensinar".

Nele encontramos um resumo excelente de toda a doutrina católica. Sabemos que um dos problemas mais graves da nossa Igreja é a falta de conhecimento da doutrina por parte da maioria do nosso povo. Isto deixa-o à mercê das seitas proselitistas.

Ao apresentar o Catecismo para toda a Igreja, através da Constituição Apostólica Fidei Depositum, o Papa ressaltou muitas coisas de grande importância. Sobre o valor doutrinal do texto, afirmou:

"O Catecismo da Igreja Católica, que aprovei no passado dia 25 de julho [1992], e cuja publicação hoje ordeno em virtude da autoridade apostólica, é uma exposição da fé da Igreja e da dourtrina católica, testemunhadas ou iluminadas pela Sagrada Escritura, pela Tradição apostólica, pelo Magistério da Igreja. Vejo-o como uma norma segura para o ensino da fé..."

Com ênfase o Papa pede que todos (Pastores e fiéis) usem assiduamente o Catecismo: "Peço portanto aos Pastores da Igreja e aos fiéis que acolham este Catecismo em espírito de Comunhão, e que o usem assiduamente ao cumprirem a sua missão de anunciar a fé e de convocar para a vida evangélica".

E repete  a sua importância: "Este Catecismo lhes é dado a fim de que sirva como texto de referência, seguro e autêntico, para o ensino da doutrina católica".

"O Catecismo da Igreja Católica, por fim, é oferecido a todo homem que nos pergunte a razão da nossa esperança (cf. 1 Pe 3,15) e queira conhecer aquilo em que a Igreja Católica crê"

Ficha Técnica
Ano: 2011
Número de CD'S: 11
Formato Áudio: MP3
Idioma: Português (BR)

 

 

 

 

Coleção Curso Bíblico Do Gênesis ao Apocalipse-11 Cd's

A Bíblia Sagrada é um presente deixado por Deus para nos sustentar e nos guiar por toda a nossa caminhada neste mundo. É um instrumento muito eficaz para usarmos em prol da nossa própria edificação e da edificação de nossas comunidades. No entanto, muitos de nós ainda temos certa dificuldade para compreender e para nos aprofundar no contexto e na riqueza dos ensinamentos contidos neste Livro Sagrado.

O Catecismo da Igreja Católica nos diz que: “Na Sagrada Escritura, a Igreja encontra incessantemente seu alimento e sua força, pois nela não acolhe somente uma palavra humana, mas o que ela realmente é: a Palavra de Deus. Com efeito, nos Livros Sagrados o Pai que está nos céus vem carinhosamente ao encontro de seus filhos e com eles fala”. (§104)

Por isso, com o intuito de nos ajudar a entender melhor a Palavra de Deus, esta coletânea de pregações do Prof. Felipe Aquino, formam um curso bíblico que vem nos ensinar, do Gênesis ao Apocalipse, a adentrar no contexto bíblico e colher da Bíblia os mais lindos ensinamentos de Deus.

Ficha Técnica
Ano: 2011
Número de CD'S: 11
Formato Áudio: MP3
Idioma: Português (BR)

 

 

 

Coleção Família-

2 Cd's

O casamento, e a família de modo especial, é uma escola de amor, porque a convivência diária obriga a acolher os outros com respeito, diálogo, compreensão, tolerância e paciência. Esse exercício forte de vivência das virtudes faz cada um crescer como pessoa humana. Na família, Deus nos ensina a amar e nos dá a oportunidade de sermos amados.

Nesta coleção são abordados temas, desde a vida conjugal, até aspectos da educação dos filhos, em face dos graves males que atingem os jovens, fruto da desagregação moral e familiar.


HARMONIA CONJUGAL CD1
1-    Introdução
2-    Fidelidade/Casamento
3-    A família e o Casal
4-    Vida Sexual
5-    Educação dos Filhos

 HARMONIA CONJUGAL CD2

1-    Família Santuário da vida
2-    Honrar Pai e Mãe
3-    Como educar os filhos
4-    Harmonia conjugal

 Ficha Técnica
Ano: 2012
Número de CD'S: 2
Formato Áudio: MP3
Idioma: Português (BR)

 

 

 

 

Palestra- Cura e Libertação pela Eucaristia

A Eucaristia deve ser para nós a alma da nossa piedade, o caminho das nossas virtudes e a força para os nossos combates e sacrifícios.
Quando Jesus vem a nós pela Eucaristia; traz consigo à nossa alma os frutos do Paraíso e seus méritos e põe à nossa disposição as suas armas. Recebemos o germe oculto da glória dos santos, o fermento da ressurreição. Recebemos a semente da felicidade eterna que durará para sempre.

O homem que Comunga tem poder; não o poder terrestre, mas o poder de se libertar da pior das cadeias que é a do pecado, domina-se a si mesmo e vence as paixões.

Nesta palestra, o Prof. Felipe Aquino vem ensinar-nos o verdadeiro valor, poder e a força da Eucaristia em nossas vidas.

Ficha Técnica
Ano: 2012
Número de CD'S: 1
Formato Áudio: MP3
Idioma: Português (BR)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Palestra- Como vencer a depressão

A depressão é um mal que se tornou "epidemia nos últimos tempos. É preciso ajudar as pessoas que sofrem a reencontrar o sentido da vida, a beleza de si mesma, a beleza do mundo criado por Deus, e tudo de bom e de belo que ela pode fazer nesta vida, especialmente pelos outros.

Através desta palestra, o Prof. Felipe Aquino vem mostrar-nos que além da necessidade do tratamento médico e psicológico, é preciso o “tratamento” espiritual, uma vez que, sobretudo, é o espírito que está doente. Jesus é o Médico das almas e o Salvador do homem. Ele é a “Luz que vindo a este mundo ilumina todo homem” (Jo 1,9). Ele é “o Caminho, a Verdade e a Vida” que o deprimido precisa seguir.

Ficha Técnica
Ano: 2012
Número de CD'S: 1
Formato Áudio: MP3
Idioma: Português (BR)

 

 

 

Palestra- A Igreja: Mãe e Mestra

A Igreja é a nossa Mãe; é através dela que renascemos para Deus, através do Batismo; por isso, deve ser conhecida, amada, respeitada, obedecida e defendida. Ela é o prolongamento de Cristo em nossa história.

É através dela que Cristo perdoa os nossos pecados. É ela, e, somente ela, que nos dá o Corpo e o Sangue do Senhor na Sagrada Eucaristia, para remédio e sustento de nossas forças. É ela que nos dá o Espírito Santo pela Crisma. É ela que transforma em sacramento e benção a nossa união conjugal. É ela, e somente ela, que nos dá os sacerdotes; é ela que, enfim, nos unge no leito da dor e da morte. É ela que nos levará ao céu; e é por ela que viveremos a eternidade em Deus.

Ficha Técnica
Ano: 2012
Número de CD'S: 1
Formato Áudio: MP3
Idioma: Português (BR)

 

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Um Bispo Exorcista: Dom Andrea Gemma


e 29 de junho de 1992, o novo bispo de Isernia-Venafro, D. Andrea Gemma, saía da Basílica Vaticana, olhando pensativo para a Praça de São Pedro. As palavras de São Mateus, “as portas do inferno não prevalecerão” (Mt 16,18), ecoavam em seu espírito com um atrativo sobrenatural. E lhe inspiravam graves considerações: 1) a ação do demônio não só não diminuiu, mas multiplicou-se; 2) o demônio é consciente de que dispõe de pouco tempo; 3) Nosso Senhor Jesus Cristo deu à Igreja enorme poder contra Satanás; 4) para não ser derrotado, o demônio faz tudo para agir no silêncio; 5) chegou o momento de desmascarar a ação insidiosa de Lúcifer e enfrentá-lo de viseira erguida, com as armas de que a Igreja dispõe. (* – pp. 11-12).
Voltando à sua diocese, a 170 km de Roma, D. Andrea decidiu pôr em prática o mandato divino “expulsai os demônios” (Mc 16,17). Porque, explica ele, para o bispo, exorcizar “não é uma escolha, é obrigação” (p. 21). E cita o exorcista oficial de Roma, Pe. Gabriele Amorth: “Um bispo que não estabelece pelo menos um exorcista na sua diocese não está isento de pecado mortal por grave omissão” (p. 24).
O resultado foi surpreendente. O poder do inferno se lhe revelou em todo o seu horror e em toda a sua extensão. “Quantas vezes — escreve ele —, nos meus colóquios cotidianos, freqüentemente difíceis, com os doentes de todo tipo, esta verdade se punha diante de mim: ‘Por que não nos falaram antes destas coisas? Por que não nos alertaram com uma adequada instrução? Por que não nos preservaram a nós, grei de Cristo, da devastação dos lobos famintos?” (p. 113).
“Se todos os bispos fossem como você, estaríamos completamente vencidos, e imediatamente” (p. 12), gritou-lhe um demônio por meio de uma mulher possessa, acrescentando em uma outra ocasião: “[mas] vocês são poucos” (p. 62).
Em 1992, o prelado publicou a pastoral As portas do inferno não prevalecerão. Nela, alertava: “A ação infestante e obscura de Satanás [...] está, acreditai-me, mais difundida e é mais nefasta do que se possa pensar” (p. 15). Na pastoral, D. Andrea convocou a diocese para “uma luta sem quartel, concertada e eficaz contra o mal e as suas artes” (p. 16). O bispo promoveu orações públicas que congregavam multidões vindas de muito longe. O Maligno se externava visivelmente, e aqueles que sofriam alguma ação diabólica eram levados à sacristia para serem objeto de exorcismos específicos.
O bispo não imaginava que sua pastoral daria a volta ao mundo, sendo traduzida em várias línguas. Cartas, imprensa, pessoas de toda Itália e até do exterior, apelando ao seu socorro porque sentiam alguma ação diabólica ou estavam possessas, lhe mostraram que muitos fiéis estavam esperando algo do gênero.
Nos exorcismos, D. Andrea pôde constatar o enorme poder de Nossa Senhora e da Igreja sobre as potências do abismo: “Se quero ver o demônio realmente furioso, basta jogar-lhe água benta, pronunciando esta minha doce certeza: ‘por fim, o Coração materno de Maria triunfará’. ‘Sim!!!’, me responde, sempre rangendo os dentes. Mas algumas vezes acrescenta um desafio: ‘neste meio tempo, quantos levaremos conosco’…” (p. 63).
D. Andrea interrogou várias vezes os demônios possuidores:
— “Vós, que vexais as vossas vítimas, tirais algum proveito ou alívio disso?
— Não, pelo contrário, nós sofremos um maior agravamento das nossas penas.
— E, então, por que o fazeis?
— Por ódio, por ódio, por ódio” (p. 61).


Fonte: http://www.santual.com.br/index.asp?tip=50M&san=70


Repórter de Cristo - Leia mais: http://reporterdecristo.com/conheca-os-padres-exorcistas-iv-dom-andrea-gemma/ #ixzz1qbDsHjIO

Domingo de Ramos



Evangelho: (Mc 11,1-10)


O Domingo de Ramos é o dia que nos introduz na Semana da Paixão do Senhor. A Liturgia  deste dia   nos oferece dois evangelhos de Marcos; um para a bênção dos ramos e outro para a Liturgia da Palavra. Para nossa meditação, vamos nos ater ao evangelho da bênção dos ramos (Mc 11,1-10) que relata a entrada triunfal de Jesus em Belém.

Ao entrar em Jerusalém, Jesus é aclamado Rei. No entanto, Jesus é um Rei diferente. Ao contrário dos outros reis que andavam em carros de guerra, Jesus é um Rei manso, humilde e pacífico.

Um Rei capaz de lavar os pés de seus súditos, sem perder sua majestade. Jesus faz justiça devolvendo vida ao povo. E o povo o reconhece como seu Rei, seu Salvador. Por isso, estende seus mantos à sua passagem.

Certamente, enquanto o povo gritava Hosana! “Salva-nos!” os poderosos ficaram preocupados e agitados. A presença de Jesus sempre preocupa e é uma ameaça para aqueles que vivem às custas do suor do povo. A simples presença de Jesus já é um bom motivo para sonharmos com a liberdade.

A Campanha da Fraternidade deste ano nos impulsiona a lutar incansavelmente para que a saúde se difunda sobre a terra. O direito à saúde não pode ser negado a ninguém e, muito menos, deve ser privilégio dos mais abastados.

Como sempre, a Campanha da Fraternidade aborda um tema atual e está em sintonia com os planos de Deus. Jesus sempre pregou igualdade, fraternidade, justiça e deixou transparecer sua grande preocupação para com os doentes. Jesus nos convida a segui-lo e por em prática suas Palavras quer ver-nos próximos do doente, do pobre e do marginalizado.

No entanto, as atividades libertadoras realizadas por Jesus, desafiam o poder opressor. A vinda do Rei-pobre exige muito de seus seguidores. Exige uma definição, ou o recusamos ou o aceitamos, não existe meio termo. Esse é o grande desafio para o cristão. Ficar com o verdadeiro ou com o falso. Ficar com o antigo ou aceitar a Nova Aliança.

Para ficar do lado de Jesus é preciso abrir mão do poder e assumir o serviço. É uma decisão difícil, que nos coloca numa posição incômoda. Não é fácil aceitar o convite do Salvador. Sua proposta de mudança é radical. Se trouxermos para os nossos dias, significa abrir mão dos grandes lucros e pensar com mais seriedade nos idosos, doentes, aposentados e desempregados.

O Rei é justo e exige preocupação com os dependentes químicos, com os enfermos e com os preços abusivos dos remédios. São mudanças que exigem desprendimento e renúncia; exigem solidariedade e amor ao próximo.

Paz é muito mais do que ausência de guerra. Por tudo isso, temos que ser fortes e assumir de verdade, para não permitir que se repita a mesma cena de dois mil anos atrás. É bom lembrar que os mesmos que exaltaram Jesus, também o condenaram. Exaltar Jesus é aderir ao seu Projeto.

Aderir ao Cristo significa mudar. Quem não muda e não assume o compromisso batismal, é como aquele que hoje estende o seu manto e grita “Hosanas!” e que, em menos de uma semana depois, se posiciona no meio da multidão para gritar: “Crucifica-o! Crucifica-o!”

Jesus espera ouvir-nos gritando Hosanas e apresentando-o ao mundo! Todos precisam conhecer o Verdadeiro Rei, conhecer a Boa Nova da sua presença entre nós. É hora de reconhecer o Rei na pessoa dos pequenos e sofredores. Jesus nos convoca a fazer parte de seu exército na luta contra os que fazem da morte o seu meio de vida.

O convite está feito. Recusar ou aceitá-lo é uma questão de livre escolha.

28 de mar de 2012

Informativo Cléofas - 28/03/2012

Informativo Cléofas, 28 de Março de 2012- Ano VII- N°212.

 

 

 

 

Notícias do Site Cléofas

 

+CNBB lança subsídio para as Jornadas Diocesanas da Juventude 2012

+Troquei os deuses dos livros pelo Deus vivo

+Da Clausura ao mundo

+Divulgado novo site para a Congregação da Doutrina da Fé

+Pastor cria igreja voltada a homossexuais no RS

+ Beatificação do cardeal Van Thuan pode ocorrer em breve

+ Na maioria dos "crimes de ódio" cometidos na Europa os cristãos foram as vítimas

+ União dos Juristas Católicos é criada em São Paulo

 

O programa Escola da Fé, é exibido toda quinta-feira às 20h40 na TV Canção Nova (Link)


Para Meditar...


As Bem-aventuranças do Político

 

“As Bem-aventuranças do Político”  foram escritas anos atrás pelo Cardeal Francisco Javier Van Thuan. É uma reflexão muito importante para os políticos de todos os paises.

O Cardeal Francisco Javier Van Thuan foi um bispo vietnamita que passou treze anos em uma prisão durante o regime comunista do Vietnam, e que em seguida, libertado, foi nomeado pelo Papa João Paulo II como Presidente do Pontifício Conselho Justiça e Paz. O Cardeal vietnamita “elaborou algumas Bem-aventuranças do Político fundando-se nas Bem-aventuranças do Evangelho”.

“Bem-aventurado o dirigente político que entende seu papel no mundo“. Parece uma definição geral mas assinala ou para que está e qual é sua função. Quer dizer que é um servidor de seus irmãos, de seu país, de seu povo.

“Bem-aventurado o dirigente político que exemplifica pessoalmente a credibilidade“. Não a reclama mas sim com seu exemplo se faz exemplar.

“Bem-aventurado o dirigente político que trabalha pelo bem comum e não por interesses pessoais“.

“Bem-aventurado o dirigente político que é sincero consigo mesmo, com sua fé e com suas promessas eleitorais“.

“Bem-aventurado o dirigente político que trabalha pela unidade e faz de Jesus o apoio de sua defesa“.  O Cardeal Van Thuan estava se referindo, sobretudo aos políticos que se consideram cristãos ou aos cristãos que se introduzem na arena política”.

“Bem-aventurado o dirigente político que trabalha pela mudança profunda, das raízes, nega-se a chamar bom o que é mau e utiliza o Evangelho como guia“.

“Bem-aventurado o dirigente político que escuta ao povo antes, durante e depois da eleições e que sempre escuta a Deus na oração“.

“Bem-aventurado o dirigente político que não tem medo da verdade nem dos meios de comunicação, porque no momento do julgamento responderá só ante Deus, não ante os meios de comunicação”.

Há uma grande diferença entre Política e politicagem; o político é aquele que faz da vida pública uma maneira de “servir ao povo”, de buscar o bem comum; por outro lado, o politiqueiro, é aquele que “se serve do povo”, e usa do poder político que o povo lhe confere para se enriquecer, traficando influências, corrompendo, roubando, subornando e até mesmo ameaçando e promovendo represálias e ameaças contra os que combatem os seus erros.

O político honesto pode ser um santo, um homem de Deus a serviço da nação; o politiqueiro, mal intencionado, é o lado oposto da santidade, e um dia sentará no Tribunal de Cristo, para prestar contas dos seus atos.

 

Prof. Felipe Aquino

 


Pergunte e Responderemos

A Igreja precisa de metais preciosos e vestes solenes ?


O mobiliário e o vestiário do culto sagrado não visam honrar os homens (nem os ministros do culto nem os fiéis) nem impressionar a massa, mas dirigem-se primariamente a Deus. O homem, rei da criação foi incumbido pelo Criador de estabelecer ordem no mundo (cf. Gen 1,28); toca-lhe, portanto o dever de fazer que as criaturas, inanimadas, concorram de seu modo para proclamar a grandeza de Deus; é esta a sua função quando utilizadas na arquitetura, na pintura das igrejas ou na confecção de objetos atinentes à Liturgia sagrada.

Se os templos católicos fossem apenas lugares de reunião do povo fiel ou meras salas de oração e pregação, compreende-se que estivessem destituídos de todo ornamento. Na concepção católica, porém, a Igreja é, antes do mais, a Casa de Deus, onde o Senhor se torna de modo especial presente na Santa Missa e costuma permanecer dia e noite no sacramento da Eucaristia. É a consciência disto que sempre moveu e ainda move os fiéis a consagrarem ao decoro da Casa de Deus o que possuem de melhor, tanto do ponto de vista material como do ponto de vista estético ou artístico.
[...]


*D.Estêvão Bettencourt

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Blog do Prof. Felipe Aquino

 

"Os abortistas não nos representam"

 

 

Renata Gusson Martins, mãe de cinco filhos, participou na Sessão da Subcomissão permanente em defesa da mulher, uma audiência com o para debater as políticas públicas para a saúde da mulheres, presidida pelas Senadoras Angela Portela (PT); Ana Rita (PT); Lídice da Mata (PSB), ocorrida em Brasília no dia 08 de março, Dia Internacional da Mulher. Para a ocasião as senadoras da subcomissão convidaram mulheres financiadas pela Fundação MacArthur para falar sobre a “saúde” da mulher, mas não estenderam o convite às organizações de defesa da vida e de amparo a mulheres grávidas. No entanto, mesmo sem convite, essas iniciativas pró-vida se fizeram presentes em Brasília na audiência, para surpresa geral das senadoras e das feministas convocadas.

Usando da palavra Renata denunciou que as abortistas e feministas financiadas por fundações internacionais como a Rockefeller, Ford e MacArthur, as quais ferindo a soberania do país vêm promovendo o avanço da legislação pró-aborto em Brasilia, simplesmente não representam a mulher brasileira e seus verdadeiros interesses.

O vídeo já foi visto mais de 30 mil vezes em apenas uma semana no Youtube. Foi gravado pela TV Senado (Brasil).

Renata afirmou que causava “muita tristeza” observar naquela data, especial para as mulheres de todo o mundo, que outras mulheres supostamente comprometidas com o bem das brasileiras, ao seguir piamente os manuais das organizações estrangeiras que querem promover o aborto na América Latina, simplesmente “não representam” as mulheres do Brasil, onde mais de 70% da população rechaça o aborto.

“As senhoras não representam a mulher brasileira. É preciso dizer isso!”, reafirmou Renata Gusson, e criticou as senadoras pela má representação que fazem da mulher brasileira, ao comprometer-se com a agenda pró-aborto. Renata falou apenas três minutos, mas deu o seu recado cristão contundente, sem medo, corajosamente. Ela questionou a instrumentalização das senadoras e a de organizações feministas que se dedicam profissionalmente à tarefa de fomentar, junto ao poder legislativo, leis que promovem a legalização do aborto, de maneira especial no contexto da Reforma do Código Penal Brasileiro.

Renata Gusson lembrou sobre a terrível realidade que, uma vez permitido o aborto, a exemplo do que ocorre nos Estados Unidos, a maior parte das clínicas seriam estrategicamente instaladas em regiões de baixa renda e em bairros de moradores predominantemente negros prejudicando estas populações.

“A senhora como secretária de políticas especiais de ações afirmativas sabe que o aborto nos Estados Unidos é legalizado até os nove meses desde 1973. E a maior quantidade de clínicas de aborto se concentram em bairros pobres e negros. Infelizmente esta é uma estrutura, uma engrenagem que se forma simplesmente para aprovar o aborto em um país. Infelizmente secretária, não se tem amor por mulher nenhuma”.  “E quem vai morrer, Secretária?” questionou Renata quem imediatamente respondeu: “50% das crianças abortadas são mulheres. As que vão morrer são as mulheres, e especialmente as crianças negras”.

“Eu queria deixar esta manifestação e pedir que as senhoras representassem as mulheres do Brasil e não representassem interesses estrangeiros, contrários à população brasileira”, concluiu Renata Martins.

Renata fez um verdadeiro desabafo pela grande maioria do público que repudia o aborto.

O vídeo pode ser visto em:

http://www.youtube.com/watch?v=dRD-3ZcoxxY

É lamentável constatar que são especialmente algumas  mulheres que militam na política, que lutam para implantar o aborto livre no Brasil; são algumas deputadas, senadoras e ministras. Será este o papel da mulher? Destruir a vida? Matar o ser humano indefeso, no útero materno? Nada mais oposto à missão da mulher, que é gerar a vida, proteger a vida, cuidar da vida.

Por isso, o grito de Renata, em apenas três  minutos é o grito que estava preso em nossas gargantas, contra um sistema malvado que implanta a passos largos a “cultura da morte”. Deus seja louvado pela Renata, por suas palavras e sua coragem.

Prof. Felipe Aquino

 


Livro da Semana

PARA SER FELIZ


Precisamos ter a coragem de parar diante de nós mesmos e perguntar: Eu sou feliz? Fomos feitos para a paz e para a felicidade; sem isto, podemos mergulhar na tristeza e na depressão. Para ser feliz é preciso ter coragem de vencer-se a si mesmo, sair de si, e buscá-la nos outros. Conheça neste livro a essência da verdadeira felicidade.


Ficha Técnica
Editora: Cléofas
ISBN: 978-85-88158-39-9
Ano: 2009
Edição: 6
Número de páginas: 264
Idioma: Português (BR)
Acabamento: Brochura
Formato: 16x23 cm

 

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Toda sexta-feira às 15h30 na TV Canção Nova

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Acesse o link e ouça o PODCAST da semana:

Os dez Mandamentos

 

 

LANÇAMENTOS

Palestra- Cura e Libertação pela Eucaristia

Palestra- A Fé e a Razão em harmonia

Palestra- A Igreja Mãe e Mestra

Palestra- Como vencer a Depressão?

Coleção Família- Com 9 palestras abordando diversos temas sobre família
2 Cd's-Mp3

Coleção Curso Bíblico- Do Gênesis ao Apocalipse
11 Cd's-Mp3

 

Coleção Catecismo da Igreja Católica
11 Cd´s-Mp3

 


SHOPPING CLÉOFAS

 

Jesus, sinal de contradição
14x21-256 páginas

Vida Sexual no casamento
14x21-144 páginas

Teologia da Libertação
14x21-136 páginas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Editora Cléofas - 2012

 

27 de mar de 2012

Pode um cristão ser fã do MMA*? Afinal, esporte ou apologia à violência?


*  Artes marciais mistas (frequentemente conhecidas sob seu acrônimo em inglês: MMA – mixed martial arts)
***
MMA: A VIOLÊNCIA EXPLÍCITA (A visão de um especialista)
POR ODAIR BORGES*
MMA, UFC, PRIDE e outras siglas são sinônimos de briga de rua travestida de luta.
Nos primórdios do Japão feudal, os vários estilos de lutas eram praticados com objetivo de defesa pessoal de importância vital para o guerreiro Samurai, onde os conceitos de honra, coragem, disciplina e respeito eram a essência na formação integral do homem.
Não é essa a mensagem que atualmente vem sendo disseminada pelos lutadores, instrutores e patrocinadores do MMA, que sem formação e informação acadêmica, pegam carona na bandeira da moda, o que lhes proporciona a evidente exposição midiática, e sem duvida, a pecúnia vindoura.
No Brasil, o esperto cérebro do UFC encontrou clima propício e o espaço estratégico como um grande esquema para disseminar a modalidade onde é notória, em entrevistas tanto de lutadores como entrevistadores, comentaristas e cronistas a ignorância sobre o tema lutas.
Em simples análise técnica, a luta de MMA resume-se na sua maior parte em socos sem conhecimento de boxe.
Como disse nosso grande campeão Eder Jofre “se fossem lutar na regra do boxe não aguentariam um minuto”.
Na luta no solo, alguns praticam Ju Jutsu (JiuJitsu Brasileiro), mas a fragilidade técnica não permite finalizações nas oportunidades.
Há pouco tempo, quando de transmissão direta pela TV, torcedores de uma equipe de futebol, após assistirem em sua sede as lutas de MMA, saíram às ruas e mataram a socos e ponta pés outro torcedor de equipe rival de futebol, levados que foram pela violenta emoção.
É a união perfeita: torcidas de futebol e os fanáticos adeptos do MMA.
Poucos dias antes do inicio do último circo do MMA no Rio de Janeiro, durante entrevista coletiva, torcedores em manifestação grotesca e aos gritos de “Vai morrer! Vai morrer! Vai morrer!”, impediram o lutador americano Chad Mendes, desafiante do Brasileiro José Aldo, de ouvir as perguntas dos jornalistas credenciados.
Observando lutas anteriores de MMA, já vimos “nossos famosos” e também estrangeiros que, de forma rixenta e arrogante, desrespeitam adversários.
É o retorno aos combates sangrentos da antiga Roma, demonstrando a supremacia da nova afirmação da fera sobre o homem, levando jovens praticantes a serem adestrados para demonstrações narcisistas em busca de afirmação, através da agressão física.
Estão na mídia as agressões a professores, invasão de Universidades, alunos armados e brigas de torcidas.
São jovens perdendo suas referências e seus ideais, deixando-se levar por supostos prazeres, poderes e exibições.
A mídia por sua vez, apresenta o programa de lutas ou o “Panes et Circences”, da época dos pervertidos Calígula (12-41 AD) e Cômodus (161-192 AD), como sendo a mais pura e moderna atração contemporânea.
Ao mesmo tempo, o grande público vê nesse teatro de violência a oportunidade para exteriorizar uma perigosa agressividade que transcende o evento esportivo e que muitas vezes sem motivo aparente é transferida para a convivência social.
Podemos até pensar numa mostra de indignação dos que assistem, influenciados que estão, pela destruição de valores que temos presenciado em nosso meio político e social, que nos leva a pensar sobre o que é certo ou errado no comportamento das pessoas.
Em análise acadêmica, fundamentada em pesquisa cientifica, de acordo com a teoria de aprendizagem social, (Bandura e Walters, 1963) reforçam o conceito de agressão imitativa por meio do qual, crianças expostas a uma atividade agressiva de adultos, imitam esse comportamento, especialmente quando o modelo adulto é observado sendo bem sucedido e recompensado. Segundo (Elias e Dunning, 1986) os benefícios econômicos e o prestígio fazem com que se deixe de lado a rivalidade amistosa convertendo-a em rivalidade hostil.
É bem estabelecido na literatura que o reforço influencia fortemente o comportamento futuro. Para (Skinner,1953), atos de violência, emanam de uma variedade de fontes que podem ser:
a) O grupo de referência imediato do atleta: professores, treinadores, companheiros de equipe, amigos e família.
b) A estrutura do esporte principalmente no que diz respeito: ao ambiente de aprendizado e prática, às organizações esportivas, patrocinadores, empresários esportivos, cujo objetivo é apenas o lucro financeiro sem a preocupação educacional.
c) Atitude e fanatismo de fãs e torcedores, a mídia na procura de audiência e a sociedade em geral.
A agressividade como um estereótipo masculino desejável é talvez uma causa arraigada e significativa do reforço positivo que os atletas masculinos recebem para agirem agressivamente.
Quanto a isso os pais têm um importante papel na orientação de valores apropriados no comportamento social de seus filhos.
Assumindo-se que o instinto para o comportamento agressivo do indivíduo é uma constante, cabe portanto ao educador, quando utilizar das lutas como conteúdo programático, explorar os aspectos educativo, filosófico e social, de suma importância no ensino de qualquer modalidade de luta.
Artigo publicado no Jornal Correio Popular, de Campinas.
*Autor: Prof. Ms. Odair Borges
Mestrado em Educação Física pela Universidade de São Paulo.
Professor USP / PUCCAMP.


Fonte: Carmadélio

26 de mar de 2012

Em defesa da vida

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Masturbação: Considerações Pastorais e Psicológicas na superação do vício




Por John F. Harvey, OSFS

Muito já se escreveu sobre masturbação, e alguém pode perguntar porque a necessidade de escrever mais sobre o assunto. Mas há novas maneiras de pensar o problema, bem como a minha própria experiência no contato e ajuda a pessoas que procuram deixar a masturbação, o que me deu vários “insights” sobre a psicologia da masturbação, a partir do estudo do vício em sexo, do qual a masturbação é um grande exemplo.

Fiquei também impressionado com grupos de suporte que levam a sério a questão da masturbação, tais como o “Sexaholics Anonymous (S.A.), Sex and Love Addicts Anonymous (S.L.A.A.), e Courage.

Outra razão para que eu escreva é que muitas pessoas que lutam contra essa fraqueza não recebem o adequado aconselhamento espiritual e moral. Em alguns casos eles são orientados de forma errada, dizem-lhes que a masturbação melhora a “performance” do ato conjugal, ou que faz parte do processo de recuperação de dificuldades sexuais. É bem sabido que o hábito da masturbação atinge pessoas de todas as idades, sendo encontrado entre crianças, adolescentes, adultos, casados, idosos..
Por favor observe que digo “tendência” (mais precisamente, tendência desordenada). Muitas pessoas têm encontrado, de diversas formas, controle sobre essa tendência com um programa espiritual. Outros, entretanto, lutam no escuro, e é para esse grupo que escrevo.
Considerações psicológicas sobre o hábito da masturbação
A masturbação é algumas vezes chamada de “auto-abuso”, ou onanismo, ou ainda em livros seculares, “auto-estimulação”. Quando a estimulação psíquica acontece durante o sono, é conhecida como polução noturna.
O Pe. Benedict Groeschel usa o termo masturbação para referir-se a ações que acontecem no estado de sono ou quase sono, ou a ações de crianças e comportamento sexual pré-adolescentes, reservando o termo “auto-erotismo” para a atividade de adolescentes mais velhos e adultos “que por uma variedade de razões voltam-se a si mesmos e encontram aí um substituto para a vivência real nesse comportamento simbólico e intensamente frustrante”.
No clássico artigo, o Pe. Jos. Farraher, S.J. descreve a masturbação como “a estimulação dos órgãos sexuais externos até um ponto de clímax ou orgasmo pela própria pessoa, através de movimentos com a mão ou outros contatos físicos ou através de estímulos como figuras ou imaginações (masturbação psíquica), ou através de uma combinação de estimulação física e psíquica”. Em um sentido mais amplo, isso inclui a masturbação mútua, na qual as pessoas tocam os genitais um do outro.

Mas talvez a descrição mais incisiva do hábito da masturbação esteja em uma carta de C.S. Lewis, citada por Leanne Payne em “The Broken Image”:
“Para mim o verdadeiro mau da masturbação consiste no fato de que ele pega um apetite que, no uso correto, levaria o indivíduo para fora de si a fim de completar (e corrigir) a própria personalidade na personalidade de outra pessoa (e finalmente nos filhos e até nos netos) e a inverte, fazendo-a voltar-se para a prisão do “si mesmo”, a fim de manter um harém de esposas imaginárias. E esse harém, uma vez admitido, trabalha contra a chance da pessoa um dia sair dele e realmente se unir a uma mulher real. Isso porque esse harém está lá, sempre acessível, sempre subserviente, não exige sacrifícios ou ajustes, e pode ser acompanhado de atrações eróticas e psicológicas que nenhuma mulher real pode trazer”. Essa citação pode ser aplicada também às mulheres. Ela expressa o significado da masturbação como uma fuga pessoal da realidade em direção à prisão da luxúria.

Fatores que contribuem ao hábito da masturbação
A masturbação é um fenômeno complexo. Não iremos compreender porque uma pessoa cai nesse hábito enquanto não conhecermos algo sobre sua história, sobre as causas do problema. Escutando as pessoas logo se vê que a solidão é a principal causa, levando o indivíduo ao isolamento, fantasia, e masturbação. A solidão geralmente vem acompanhada de sentimentos de profunda auto-depreciação e ressentimento. Quando o mundo real é duro e proibitivo, a pessoa se volta para a fantasia, e quando a pessoa perde muito tempo em um mundo de fantasia, torna-se escravo de objetos sexuais (pois essa é a maneira com que ele vê as pessoas, como objetos sexuais).
Daí a pessoa entra no mundo irreal, mas prazeroso, da própria imaginação. Esse é o princípio do vício sexual, tão bem descrito por Patrick Carnes.
O hábito da masturbação se transforma muito frequentemente em vício, ou seja, a pessoa não consegue mais controlar a atividade masturbatória, apesar de grandes esforços nesse sentido. Normalmente falta a essa pessoa um “insight”, ela precisa de terapia em conjunto com uma direção espiritual.
Entretanto, às vezes o hábito da masturbação é temporário e circunstancial.
Lidando com a masturbação a partir do ponto de vista religioso
Ao nível pastoral não tem sentido nem serve para nada especular o quão responsável foi o viciado em masturbação pelo seu passado. É melhor ajudá-lo a preparar um programa espiritual.
A maneira mais errada de lidar com a questão é pensar que os adolescentes vão parar de se masturbar quando crescerem. Muitos não deixam.
Outro mito é dizer que quem pratica a masturbação tem menor chance de ter relações reais com outra pessoa de outro sexo ou do mesmo sexo. Isso pode ser verdade em algumas circunstâncias, mas a masturbação pode levar a agir com outras pessoas. Em alguns casos a masturbação já foi até recomendada como meio de aliviar as tensões do corpo, como uma forma de “terapia sexual”. Outros terapeutas usam a masturbação como um modo (alegam) terapêutico de reviver experiências sexuais traumáticas da infância (esse tipo de tratamento não é mais usado por terapeutas de prestígio). A masturbação mútua tem sido usada por homossexuais como forma de “sexo seguro”.
Outros conselheiros minimizam o problema, não dão conselho algum, a não ser “não se preocupe com isso”. De fato muitos consideram a masturbação um “não-assunto”, ou talvez um problema puramente psicológico. E por aí vai.

Parece, entretanto, que a atitude correta é tratar a masturbação habitual e compulsiva como um problema aberto à soluções, desde que a pessoa siga um projeto espiritual. Ele deve assumir a responsabilidade pelo seu futuro. À medida que vai se tornando mais livre da desordem, ele também se torna mais responsável. Isso vai se tornando mais claro, e posso mostrar algumas situações típicas.
Adolescentes.
É fato que adolescentes têm sido bombardeados com estímulos sexuais pela mídia, e os pais muitas vezes falham em dar orientações morais. Por isso não é surpresa alguma que os adolescentes não saibam nada sobre a moralidade da masturbação. Muitos já se envolvem e se tornam viciados na prática antes mesmo de se conscientizarem plenamente que ela é moralmente errada. Eu uso o termo “plenamente” porque, apesar de toda a lavagem cerebral de nossa cultura, muitos jovens sentem que a masturbação é errada.

Ao mesmo tempo eles se sentem incapazes de controlar um hábito já existente, e em sua vergonha e culpa escondem-se e fogem de discutir o assunto com conselheiros. Incertos sobre si mesmos, confusos acerca dos valores propostos pela cultura, e algumas vezes pela própria família, esses jovens facilmente se refugiam no mundo da fantasia do prazer sexual.
Muitas vezes temerosos de relacionamentos reais com pessoas do outro sexo, eles mergulham no mundo da fantasia da masturbação. Adicione-se a isso o caos moral e os conselhos errados sobre masturbação em aulas e “especialistas” e você pode compreender porque nossos jovens sequer mencionam no confessionário a masturbação como um problema moral.
Precisamos fornecer direcionamento espiritual adequado aos jovens, reconhecendo seu desejo de ser casto, e dando-lhes conselhos específicos no assunto.
Talvez falhemos em perceber a quantidade de culpa presente em jovens com o hábito da masturbação. Eles percebem que há algo errado no que fazem, apesar de lhes falarem para “não se preocupar com isso”, ou “você não pode fazer nada”, ou “quando você crescer isso passa”. Eles precisam de orientação, mas não a receberão enquanto não forem informados sobre a moralidade da masturbação, e os fatores psicológicos que muitas vezes os impedem de exercer o livre-arbítrio. A minha opinião (e a de outros confessores) é que muitos adolescentes não comparecem à Santa Comunhão aos domingos por sentirem que não conseguem superar o hábito.
Já com relação aos jovens adultos, o mito diria que esse hábito é para passar nessa idade. Mas com o casamento acontecendo cada vez mais tarde (depois dos 25 anos), com noivados durando anos a fio, e com o constante estímulo da mídia e da propaganda, não é surpresa que muitos homens e mulheres da masturbação, algumas vezes masturbação mútua.
Outras pessoas solteiras vivem na fantasia quando não estão trabalhando. Sem namorar com ninguém por uma variedade de razões, incertos sobre o que fazer da vida, e sem compromisso com esposa e filhos, frequentemente eles buscam refúgio em várias formas de fantasia, como revistas eróticas, etc. Estão muito ocupados com vários compromissos, e muito solitários. Sua tendência a se masturbar muitas vezes extrapola para um intercurso genital quando surge a oportunidade. Em outras palavras, seu ídolo é o sexo.
É muito difícil chegar a esse grupo, que muitas vezes só vem à Igreja na Páscoa e no Natal, para agradar a família. Talvez quando chegarem aos 30 anos e perceberem que há mais na vida do que só sexo, aí então venham buscar auxílio espiritual. Aqui a atividade sexual não é tanto o problema, mas um sintoma de uma profunda fuga do que é espiritual.
Quanto aos adultos mais maduros, é minha experiência que quando cristãos atingem os 30 anos sem ter escolhido uma vocação na vida, tal como casamento, vida religiosa, sacerdotal, ou uma vida de solteiro servindo a Cristo no mundo, eles começam a se perguntar pelo sentido da vida pessoal. Ainda assim, os desejos sexuais permanecem fortes como antes, e talvez mais intensos, e a pessoa pode gastar mais tempo da fantasia, levando à masturbação freqüente.
Isso, por sua vez, produz fortes sentimentos de vergonha e culpa. Se a pessoa não procura orientação espiritual para o problema, ou se quando procura não encontra nenhuma ajuda, ela vai continuar levando esse peso para a terceira idade.
Algumas diretivas espirituais
Acredito que as seguintes diretivas são úteis:
(1) Ajude a pessoa a refletir sobre o sentido da vida, suas esperanças, suas conquistas, seus desapontamentos, suas frustrações, sua solidão. Tente descobrir o que consome a pessoa, já que a masturbação geralmente é um sintoma da inquietude da alma, e precisamos atacar as causas do problema primeiro.
(2) Se possível, procure construir com a pessoa um projeto espiritual de vida.
(3) Conscientize a pessoa que a maioria dos seres humanos têm a tendência de fugir para mundos prazerosos de fantasia quando a realidade se torna dura e difícil, e a masturbação geralmente surge a partir da fantasia sexual. A estratégia espiritual é aprender como trazer a pessoa de volta da fantasia para a realidade tão cedo quanto possível, assim que se percebe que a fantasia sexual está envolvendo a pessoa.
A oração ajuda muito, assim como começar a fazer algo de externo e físico, como por exemplo caminhar, fazer algum trabalho doméstico, e daí por diante. Já aconteceu de você se encontrar em uma fantasia de raiva, de inveja ou sexual, e o telefone tocar, e quando você vai atender a fantasia desvanece? A questão é se manter na realidade.

(4) Além de compartilhar o problema com um diretor espiritual, tente encontrar um grupo de suporte com o “Sexaholics Anonymous (S.A.)”. Cultivar amizades reais com pessoas reais reduz significativamente o poder da fantasia sexual, e dá à pessoa um sentido de valor pessoal.
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Trecho do artigo “The Pastoral Problem of Masturbation”, de John F. Harvey, OSFS. Disponível no site Courage.net

Fonte: carmadélio

25 de mar de 2012

9 motivos para não tomar refrigerante

Fonte: http://revoada.net/9-motivos-para-nao-tomar-refrigerante/#.T2uhp22Aaio.facebook


Refrigerante, de todas as maneiras, não faz bem. Além de não ter valor nutricional, engorda, leva à obesidade, causa diabetes e muitos outros problemas de saúde, que você pode nem saber que existem. Confira os males gerados pelo refrigerante e pense duas vezes antes de abrir aquela garrafa gaseificada:
1 – Refrigerante causa envelhecimento rápido
Qualquer refrigerante de cola (seja regular ou diet) contém fosfato, um ácido que dá a bebida seu sabor típico, fazendo-a também durar mais na prateleira. O mesmo ácido fosfórico está presente em outros alimentos (carne, leite e nozes), mas vem em quantidades muito maiores no refrigerante.
Esse excesso pode levar a problemas cardíacos e renais, perda muscular e osteoporose, e até provocar envelhecimento acelerado. Um estudo de 2010 descobriu que ratos de laboratório que tomavam refrigerante morreram cinco semanas mais cedo do que ratos com dietas com níveis normais de fosfato.
2 – Refrigerante pode causar câncer
O Centro de Ciência para o Interesse Público pediu à Administração de Alimentos e Drogas americana que proibisse o corante artificial caramelo usado para fazer a Coca-Cola, a Pepsi e outros refrigerantes marrons. Isso porque dois elementos desse corante, 2-metilimidazole e 4-metilimidazol, são conhecidos por causar câncer em animais. Aparentemente, 16 microgramas por pessoa por dia de 4-metilimidazol já é o suficiente para representar uma ameaça de câncer. Qualquer refrigerante marrom contêm 200 microgramas por 570 ml.
3 – Refrigerante torna os dentes podres
Dentistas americanos nomearam uma condição com a marca de um refrigerante (“Mountain Dew”), porque todas as crianças que o bebem demais a tem: elas acabam com a boca cheia de cáries causadas por níveis muito altos de açúcar. Não é difícil de imaginar…
4 – Refrigerante pode causar problemas neurológicos
O óleo vegetal bromado, ou BVO, na sigla em inglês, é um elemento encontrado em refrigerantes para manter seu aroma. É também um produto químico industrial usado como retardador de chamas em plásticos. Só isso já diz muito.
Encontrado em refrigerantes e bebidas esportivas baseados em citros, o produto químico pode causar distúrbios de memória e perda nervosa quando consumido em grandes quantidades. Os pesquisadores também suspeitam que o químico se acumula na gordura do corpo, podendo causar problemas de comportamento, infertilidade e lesões nos músculos do coração ao longo do tempo.
5 – Refrigerantes vêm em latas tóxicas
A bebida em si não é a única que causa problemas. Quase todas as latas de alumínio de refrigerante usam uma resina chamada bisfenol A (BPA) para impedir os ácidos do refrigerante de reagir com o metal. Essa resina pode influenciar os hormônios e já foi associada à infertilidade, à obesidade e a algumas formas de câncer.
Atualmente, a Pepsi e a Coca-Cola estão engajadas em uma batalha para ver qual vai poder desenvolver uma garrafa de plástico 100% baseada em plantas, considerada “sem BPA”. Mas nenhuma delas está disposta a retirar a mesma substância das suas latas de alumínio.
6 – Refrigerante causa poluição da água
Refrigerantes diet ou light não possuem açúcar, mas possuem adoçantes artificiais, que por acaso não quebram em nossos corpos, e nem no tratamento de águas residuais. Sendo assim, essas substâncias acabam entrando nos cursos de água das cidades.
Em 2009, cientistas testaram amostras de água tratada, de rios e de lagos na Suíça e descobriram níveis de acessulfame K, sucralose e sacarina em todas as amostras (que são substâncias usadas em refrigerantes diet). Um teste parecido nos EUA também revelou a presença de sucralose nas estações de abastecimento de água.
Os pesquisadores não sabem o que esses níveis dessas substâncias podem fazer com as pessoas, mas estudos anteriores haviam concluído que a sucralose em rios e lagos interfere com os hábitos de alimentação de alguns organismos.
7 – Refrigerante diet pode viciar
Apesar de não ser tão viciante quanto nicotina, por exemplo, o refrigerante diet é claramente viciante (pergunte a quem o toma até no café da manhã). Os cientistas suspeitam que os adoçantes artificiais que ele contém podem tornar algumas pessoas psicologicamente – e até mesmo fisicamente – dependentes.
Os adoçantes artificiais dos refrigerantes diet, como o aspartame, podem manter as pessoas bebendo constantemente porque esses açúcares falsificados não satisfazem tanto quanto o açúcar real. A cafeína também pode ser um dos elementos do refri que causa vício, embora não explique porque os bebedores não preferem café, por exemplo, que contém muito mais da substância.
Também há razões psicológicas. Beber muito refrigerante sem calorias não parece ter uma desvantagem imediata (o ganho de peso) que impede as pessoas de exagerar. Outro caso comum é o que os psicólogos chamam de “troca de vício”, que é mudar um vício ou um comportamento compulsivo por outro (não vou fumar, mas vou tomar refrigerante). O refri é substituto para muitos problemas. Também, para quem está tentando perder (ou evitar ganhar) peso, a doçura do refrigerante diet se torna um conforto para lembrar o gosto do açúcar.
Da mesma forma, as pessoas podem ficar viciadas em refrigerante diet porque o associam com uma determinada atividade ou comportamento. É o mesmo que sempre tomar um refri quando vai para aula. Você sente o desejo antes mesmo de chegar na escola. Quase ninguém admite, mas muitos sofrem até de sintomas de abstinência quando ficam longe do refrigerante.
8 – Refrigerante pode prejudicar o esperma
Um estudo holandês mostrou que a contagem de esperma em homens que bebem mais refrigerante de cola é, em média, 30% mais baixa do que nos que não tomam, o que aumenta o risco deles ficarem estéreis.
Não há certeza sobre qual substância no refrigerante é responsável pelo fenômeno. Mas homens que tomam mais de um litro de coca por dia têm uma contagem de apenas 35 milhões de espermatozoides por litro de sêmen.
Como a qualidade e estilo de vida estão relacionados ao consumo de refrigerante, ainda não se sabe se é a dieta toda ou a quantidade de bebida de cola que afeta a qualidade do sêmen. Ainda assim, é um bom motivo para parar de tomar refrigerante.
9 – Refrigerante pode causar paralisia
Há evidências de que o consumo excessivo de refrigerantes de cola pode levar a hipocalemia, uma doença onde o nível de potássio cai, causando um efeito adverso nas funções vitais dos músculos.
Os sintomas podem variar de fraqueza a paralisia profunda. E pessoas que consomem de dois a nove litros de cola por dia têm maiores chances de adquirir a doença. Os ingredientes presentes no refrigerante que a causam são: glicose, frutose e cafeína.
Suspender o consumo de cola e tomar suplementos de potássio cura a condição, mas a doença deixa as pessoas mais suscetíveis a potenciais complicações fatais, como batimento cardíaco irregular.
Os médicos acreditam que as bebidas de cola devem estar na lista de drogas e substâncias que podem causar doenças. Também acreditam que a indústria de refrigerantes deve promover o uso moderado de seus produtos e incentivar a prática de atividades físicas. Entendeu o recado?

"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12