28 de abr de 2016

Ícone da Santíssima Trindade - breve explicação inicial


Este ícone pintado por Andrés Rublev é fruto de uma contemplação profunda, recria o ritmo da vida trinitária, sua diversidade única e o movimento de amor que identifica as Pessoas, sem confundi-las. Parece que Rublev respira o ar da eternidade que se encontra nos espaços do coração divino e se transforma, assim, em surpreendente poema de Amor. O ícone da Trindade recorda a oração sacerdotal de Cristo: "Para que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós e o mundo creia que tu me enviaste. Dei-lhes a glória que me deste, para que sejam um, como nós somos um: eu neles e tu em mim, para que sejam perfeitos na unidade e o mundo reconheça que me enviaste e os amaste, como amaste a mim" (Jo 17, 21-23).

O dogma da Santíssima Trindade afirma que são três pessoas e uma só natureza (ou essência). Três pessoas consubstanciais (uma só substância) representam a unidade absoluta e a diversidade absooluta. As três pessoas estão unidas não para confundir, mas para conterem-se mutuamente.

Há um só Deus por que há um só Pai. Segundo esta afirmação dos Padres do Deserto, o Pai é a fonte que presenteia as pessoas do Filho e do Espírito Santo dando aquilo que é Dele, dando o seu amor eterno. Os números ajudam a entender este mistério: um representa a solidão, dois representa a separação entre opostos, três é o número que supera esta separação e reúne a todos. Assim, dentro da Santíssima Trindade temos tanto a unicidade de cada pessoa como a diversidade das pessoas reunidas pelo amor. 

O princípio trinitário é o fundamento inquebrantável que une o pessoal e comunitário, dando um sentindo a tudo. A imagem de Deus Uno e Trino deve ser o único guia de toda existência. A Santíssima Trindade é a imagem condutora de todos os homens, é uma comunidade de amor mútuo, unidade na multiplicidade, unidade de todas pessoas em uma só natureza salva por Cristo.

Nos próximos dias, publicarei uma explicação sobre o desenho, personagens e cores do ícone.

-- Adaptado do original em espanhol

http://tesourosdaigrejacatolica.blogspot.com.br/



27 de abr de 2016

Projeto Segunda Morada ( #ProjetoSegundaMorada )



Irmãos, fui tocado profundamente com dois áudios/vídeos acerca deste maravilhoso Projeto Segunda Morada ( #ProjetoSegundaMorada ) que está sendo promovido pelo Padre Paulo Ricardo.

Baseado na espiritualidade carmelitana nos escritos 'Castelo Interior ou Moradas' de Santa Teresa D'avila. A exigência deste caminho de santidade é grande e importantíssima para nossa plenitude de vida espiritual. Quero através desta postagem estar convidando você a conhecer também.

Devido a isso, devo diminuir um pouco minha presença nas redes sociais para me dedicar mais à meditação/oração.

Abaixo segue os links a respeito do assunto onde você pode ler mais a respeito do assunto. Veja/ouça os dois vídeos/áudios, pois são uma introdução formidável no projeto:

Projeto Segunda Morada

Aula sobre a vida de oração na Segunda Morada

A Segunda Decolagem

Direção Espiritual

Curso Terapia das Doenças Espirituais

Curso Caminho de Perfeição

Resumo sobre o projeto



26 de abr de 2016

Você conhece as 10 dicas para a Santidade deixadas por São Vicente Palotti ??? Então Veja aqui.

São Vicente Palotti

 Dez dicas de Santidade no Caminho Espiritual

1 - Dedicar um tempo para a oração todos os dias.

Temos que orar a Nosso Senhor Jesus Cristo para descobrirmos a sua santíssima vontade.

Na oração, conhecemos melhor a Deus e a nós mesmos. Devemos ser generosos e dedicar 30 ou 15 minutos de oração, contemplação ou meditação.

A oração bem feita ajuda-nos a começarmos o dia dispostos a reavivar a fé e o amor. “Quem reza se salva, quem não reza se condena”. (Santo Afonso Maria de Ligório).

2 - Escolher uma intenção para cada dia.

Oferecer as orações, os esforços e os trabalhos do dia.

Podem ser intenções particulares como por uma pessoa doente, pela conversão dos pecadores ou pela santificação dos que dedicam à salvação das almas.

Quando nos concentramos numa intenção concreta, se torna mais fácil rezar.

3 - Rezar o Terço ou o Rosário todos os dias.

Ao rezarmos o terço ou o rosário todos os dias, confiamos mais diretamente na presença e no auxilio de Nossa Senhora.

Assim no rosário meditamos os principais mistérios de nossa fé.

Os frutos de nossas orações − fortalecimento na prática do bem, abnegação, paz, percepção e distinção entre o que é bom e o que é ruim, o que é verdadeiro e o que é falso − dependem do modo como se reza.

4 - Ler todos os dias um livro de piedade (de preferência escrito por um santo) ou comentários da Sagrada Escritura feitos por um dos santos Padres da Igreja (São João Crisóstomo, Santo Agostinho, São Tomás de Aquino, etc). (Lectio Divina).

A doutrina da Igreja deve ser o alimento principal de nossa vida de oração. Os ensinamentos dos santos é a luz que deve nos guiar na estrada para a felicidade eterna.

Há pessoas que sabem mais de futebol, de novela, de internet do que de Nosso Senhor Jesus Cristo e da sua Igreja.

5 - Conhecer os mandamentos e as promessas que Deus fez ao seu povo.

Todo católico deve saber discorrer sobre os Dez Mandamentos.

Quem conhece e medita os mandamentos e as promessas de Nosso Senhor sabe como discernir a verdade e o erro, e poderá evitar o pecado, com a intenção de agradar a Deus.

6 - A confissão frequente.

O sacramento da Confissão ajuda-nos a manter pura e limpa nossa alma e a não relaxar no nosso combate contra o pecado.

Ajuda-nos a vencer nossos vícios mais enraizados e a formar melhor nossa consciência. Aquele que percebe o valor da confissão, na qual são perdoados nossos pecados, é mais robusto na fé e mais penitente.

7 - Fazer mortificações.

A mortificação é necessária porque ajuda a dominar os instintos humanos que tantas vezes arrastam ao pecado.

Convém observar as ocasiões que se tem durante o dia para fazer alguma renúncia. Todo sacrifício suportado por amor de Deus durante o dia se transforma em salvação para muitas almas.

O jejum é um meio simples e eficaz de por em prática este espírito de penitencia e renúncia por um bem maior. Por exemplo, livrar-se de um defeito ou um vício.

8 - A caridade para com o nosso próximo.

O verdadeiro amor ao próximo nos torna mais semelhante a Nosso Senhor Jesus Cristo. E o bom exemplo é o principal  meio de praticá-lo.

9 - Fazer pequenos atos de humildade.

Toda pessoa tem tendência para a soberba, para exagerar as suas qualidades perante os outros.

A humildade é a virtude que leva a pessoa a não se comparar com os outros e reconhecer, sem cobiça, os autênticos predicados daqueles que a rodeiam, tributando-lhes a atenção e as honras proporcionadas.

10 - Exame de consciência diário.

Através do exame de si próprio é possível o conhecimento daquilo que anima e dá contentamento na prática do bem;

Assim como o conhecimento dos defeitos e dos vícios que impelem à sensualidade, ao amor egoístico (mania de se considerar como centro das atenções).

É importante terminar o exame de consciência com um pequeno ato de contrição pedindo a Deus o seu perdão e sua misericórdia pelas faltas que cometidas ao longo do dia.

Ato de Contrição.

Ó meu Deus, eu vos agradeço todos os favores que me concedestes. Perdoai minhas infidelidades. Tende Piedade de Mim, sou pecador.

Quero fazer todo o esforço de não mais pecar e amar-Vos com um fervor sempre crescente. Essa graça eu Vo-la peço por intermédio de Maria Santíssima, Vossa e nossa Mãe. Amém.

 Máximas a serem meditadas (São Vicente Pallotti)

1. Nosso único fim é a glória de Deus e a salvação da alma.

2. O nosso passo único e definitivo: a morte.

3. O único mal: o pecado.

4. O medo único: o do juízo particular e final.

5. O único tormento: o inferno

6. O único bem: o Paraíso celeste.

7. O único conforto: a divina misericórdia e o patrocínio de Nossa Senhora.

8. O único exemplo: a vida de Nosso Senhor Jesus Cristo.

9. A única contemplação: a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo.

10. O único tesouro: o Sacramento.

11. O único amor: Deus e a Virgem Maria.

12. Ajudar o nosso próximo, nas suas necessidades espirituais e temporais: meio seguro para alcançar a misericórdia.

Fonte: Confraria dos Penitentes de S. João Batista

23 de abr de 2016

Filareto de Moscou

"Senhor, não sei o que hei de te pedir. Tu, porém conheces as minhas necessidades, porque Tu me amas mais do que eu te amo. Concede a mim, teu servo, o que não sei pedir a Ti. Não ouso pedir-Te nem cruzes nem consolações. Apenas fico em vigília diante de Ti. Tu vês o que eu ignoro. Age segundo a Tua misericórdia. Se queres, fere-me e cura-me, prostra-me e levanta-me. Continuarei a adorar a Tua vontade. e permanecerei diante de Ti em silêncio. A Ti eu me entrego inteiramente. Não tenho outro desejo; quero apenas que se cumpra a Tua vontade. Ensina-me a rezar, antes, reza Tu mesmo em mim".

18 de abr de 2016

Sobre a Educação e a Humildade



Texto do livro "Didascalicon" de Hugo de São Vítor, tradução de Rafael Falcón:




Capítulo 13: Humildade

O princípio da educação é a humildade, a
respeito da qual, embora haja muito que
ensinar, três coisas tocam principalmente ao
estudante: primeiro, que não julgue vil
nenhum conhecimento e nenhum escrito;
segundo, que não lhe envergonhe aprender
com ninguém; terceiro que, tendo adquirido
algum conhecimento, não despreze as
outras pessoas.

Muitos são enganados pela vontade de
parecerem sábios antes do tempo. Por isso
irrompem numa altivez inflada , de modo
que começam a simular o que não são, e
envergonhar-­se do que são; e afastam-se
ainda mais da sabedoria, na medida em que
não têm em mente serem sábios, mas assim
se considerarem .

Conheço muitos desse gênero, os quais,
embora lhes falte até a instrução mais
elementar, não se dignam a estar senão
entre os sublimes , e julgam que, para
fazer-­se grandes, basta uma única coisa: ler
os escritos ou ouvir as palavras dos grandes
e sábios . “Eu”, dizem eles, “os vi. Eu fui
aluno deles. Eles costumavam conversar
comigo, muitas vezes. Eles, os sublimes;
eles, os famosos, me conheceram”. Ah, mas
oxalá ninguém me conheça, e eu conheça
todas as coisas !

Vós vos gloriais de ter visto Platão, e não de
tê-­lo entendido . Julgo indigno de vós que
continueis a ouvir-me: eu não sou Platão,
nem de ver Platão tive a graça . Para vós,
basta: bebestes da fonte mesma da filosofia.
Mas quem dera ainda tivésseis sede! O rei,
depois de áureas taças, bebe duma
moringa.

Por que enrubesceis? Ouvistes Platão; que
ouçais também a Crisipo. Diz um
provérbio: “o que tu não sabes, talvez o
saiba Ofelo” . A ninguém foi dado saber
tudo, nem há quem, por sua vez, não tenha
recebido algo especial da natureza.
Portanto, o estudante prudente ouve a todos
de boa vontade, e tudo lê, não desprezando
escrito, nem pessoa, nem ensinamento
algum . Busca em todos, indiferentemente,
o que vê faltar a si mesmo, e não pensa no
que já sabe, mas em tudo o que desconhece.
Daí o dito platônico: prefiro aprender
modestamente o alheio, a impor
despudoradamente o que vem de mim
mesmo. Por que, então, à idéia de aprender,
enrubesces, mas não te envergonhas de
desconhecer? Este pudor é mais virtuoso
que aquele. Ou por que afetas elevações,
quando jazes no fundo? Considera, antes, o
que tuas forças conseguem carregar .

Começa muito bem, quem começa na
ordem certa. Alguns, quando querem dar
um grande salto, caem de cabeça; portanto,
não te apresses demasiadamente. Assim
atingirás com mais rapidez a sabedoria.

Aprende de todos, de bom grado, o que não
sabes; pois a humildade pode fazer comum
a ti o que a natureza fez próprio de cada
pessoa. Serás mais sábio que todos, se de
todos quiseres aprender. Os que recebem de
todos são do que todos mais ricos.

Não tenhas por vil nenhum conhecimento,
pois todo conhecimento é bom. Quanto aos
livros, se tens tempo, não desprezes nenhum
a tal ponto que não o leias . Se não tirares
daí nenhum lucro, nada perdes,
principalmente porque não há livro,
segundo me parece, que não proponha algo
desejável, se for examinado no momento
apropriado e com o método conveniente, e
que não tenha ainda algo de especial, que o
escrutinador diligente da linguagem, não
tendo encontrado em outro lugar, possa
colher, com tanto mais gratidão quanto
maior for sua raridade .

Contudo, nada é bom, se toma o lugar de
algo melhor. Se não podes ler tudo, lê o que
for mais útil; e, ainda que tudo possas ler,
não se deve despender o mesmo esforço em
tudo: lemos algumas coisas para que não
sejamos ignorantes delas; outras, para que
não nos sejam inauditas ­­ porque às vezes
damos valor demais àquilo de que nunca
ouvimos falar, e é mais fácil formar juízo
sobre uma coisa quando se conhece seu
fruto.

Agora consegues enxergar quão necessária
é para ti esta humildade, de não fazer pouco
de qualquer conhecimento, e aprender com
todos de bom grado. Ser-te-­á igualmente
útil que, quando começares a saber algo,
não desprezes os demais. Alguns sofrem
desse ego inflado porque contemplam
demasiadamente seu próprio conhecimento
e, quando lhes parece que são algo, julgam
que outros, aos quais não conhecem, nem
são nem poderiam ser como eles .

Daí também borbotam certos vendedores de
bijuterias que, gloriando-­se não sei de quê,
acusam nossos primeiros Padres de
parvoíce, crendo que a sabedoria nasceu
consigo, e consigo há-de morrer. Declaram
que o modo de falar das Sagradas Escrituras
é tão simples, que a seu respeito não
convém escutar mestres, pois qualquer um
pode penetrar os arcanos da verdade com
seu próprio engenho. Enrugam o nariz e
torcem os lábios para os que estudam as
Escrituras, e não percebem que ofendem a
Deus, cujas palavras possuem, de fato, uma
bela simplicidade em sua expressão, e no
entanto, quando seu sentido é deformado,
proclamam tolices . Não aconselho que se
siga tal proceder.

De fato, o bom estudante deve ser humilde e
manso, alheio a preocupações vazias e
tentações dos prazeres, esforçado e zeloso,
de tal modo que aprenda de bom grado com
todos; nunca presuma de seu próprio
conhecimento; fuja dos autores de doutrina
perversa como se veneno fossem ; aprenda
a investigar um assunto por muito tempo
antes de julgar; não busque parecer culto,
mas sê­-lo; ame os dizeres dos sábios, depois
de entendê­-los , e se esforce para tê­-los
sempre diante dos olhos, como um espelho
de seu próprio rosto; e se porventura alguma
matéria mais difícil fechar-­se à sua
inteligência, não irrompa imediatamente em
críticas, pensando que nada é bom exceto
aquilo que ele mesmo consegue entender .

Esta é a humildade conveniente à educação
dos estudantes."

(recomendo a leitura da fonte do texto que contém riquíssimas notas explicativas no pdf aqui)

11 de abr de 2016

Livro "O senhor do mundo" - O profético livro recomendado pelos papas Francisco e Bento XVI ( e Padre Elias )






Um irmão me atentou para uma importante publicação no site Aleteia sobre o livro em que fala sobre o Governo Mundial e o Anticristo.

Reproduzo aqui um trecho do artigo do site Aleteia:

"Trata-se de uma espécie de novela apocalíptica sombria, que pouca atenção recebeu desde a sua publicação em 1907. Mas ela conta com duas recomendações que qualquer autor de best-seller desejaria: não só a do papa atual, Francisco, mas também a do papa emérito Bento XVI.
O papa Francisco surpreendeu em 2013 e novamente em 2015, quando recomendou a leitura de “O Senhor do Mundo” (“Lord of the World”), de Robert Hugh Benson. Ele o resumiu dizendo que o livro apresenta uma “globalização da uniformidade hegemônica”. O então cardeal Joseph Ratzinger, futuro papa Bento XVI, também tinha chamado a atenção, durante um discurso em Milão no ano de 1992, para o universalismo descrito em “O Senhor do Mundo”."
Para ler o artigo completo clique aqui: http://pt.aleteia.org/2016/04/08/o-diabo-no-governo-mundial-o-profetico-livro-recomendado-pelos-papas-francisco-e-bento-xvi/


Este formidável livro está à venda em português no site da Editora Ecclesiae, onde reproduzo aqui a sinopse e o link para você o adquirir:


"O Mundo Imaginado por Benson - uma hipérbole a partir dos erros que ele então já enxergava - trilha rumo ao autoritarismo de um governo mundial, onde as liberdades individuais são suprimidas a partir de regras de conduta impostas junto com uma nova moralidade criada através de uma religião global. Certamente, Benson jamais imaginou que seu romance chegaria, no início do século XXI, a se tornar tão realista. 
No livro, uma iminente guerra ameaça a paz universal, situação que permite a um jovem desconhecido ganhar popularidade em todo o mundo, e aspirar assenhorear-se dele, sendo cultuado pelo humanismo de uma falsa religião global, onde se exclui e criminaliza toda e qualquer expressão que ainda possa existir de uma espiritualidade verdadeiramente transcendente. É o advento do anticristo, portanto. Mas ainda permanece algo da tradição que construiu o Ocidente: a Igreja Católica, embora em meio a uma crise, apresenta-se como a única resistência frente ao totalitarismo. 
Em poucas palavras, trata-se de uma narrativa apocalíptica, contra a qual só nos resta um consolo e uma atitude: a confiança no triunfo definitivo de Deus, tal qual prometido no Livro de Saão João, e a incolumidade da alma por seu mergulho na Graça do Salvador."

Para adquirir o livro acesse este link: http://ecclesiae.com.br/o-senhor-do-mundo?search=senhor%20do%20mundo


Aproveitando a temática, gostaria de sugerir um segundo livro com um enredo com o mesmo pano de fundo mas com outra história bem diferente. Para quem gosta de ficção e é cristão, estes livros são uma ótima escolha!

Se trata do livro "Padre Elias: Um Apocalipse". Este é da Vide Editorial. Segue abaixo a sinopse e o link para adquirí-lo:


"Em Padre Elias, Michael O’Brien constrói uma vibrante história apocalíptica na qual as condições do mundo moderno, as forças e as debilidades do “sentimento religioso” da contemporaneidade, são exploradas pelo personagem principal, o padre carmelita Elias Schäfer, que sai em uma missão secreta do Vaticano e se emaranha numa série de crises e subterfúgios concernentes ao destino último da Igreja. 
O padre Elias é um convertido do judaísmo, um sobrevivente do holocausto; um homem que já teve muito poder em Israel. Pelos últimos vinte anos ele esteve “enterrado na noite escura do Carmelo”, sobre a montanha do profeta Elias. O Papa e o cardeal Secretário de Estado do Vaticano o convocam da obscuridade e o incumbem de uma missão da mais alta sensibilidade: infiltrar-se nos círculos de íntima convivência de um homem que eles crêem ser o próprio Anticristo. O objetivo: convocar o tal homem ao arrependimento, adiando assim a grande tribulação o tempo suficiente para que se pregasse o evangelho ao mundo inteiro. 
Nesta história, o protagonista atravessa a Europa e o Oriente Médio, move-se pelos altos escalões do poder mundial, conhece santos e pecadores, presidentes, juízes, místicos, jornalistas em pleno embate cultural, padres fiéis e outros, traidores, em conspiração dentro da própria Igreja. Trata-se de uma trama apocalíptica no antigo sentido literário do termo, escrita à luz da Revelação."

Você pode comprar os dois no mesmo site da Editora Ecclesiae: http://ecclesiae.com.br/padre-elias-um-apocalipse?search=padre%20elias



Deus te abençoe!


10 de abr de 2016

Mapa Bibliográfico



Este é o Mapa Bibliográfico do Projeto Quero Estudar Teologia.

Se você ainda não conhece este Projeto QET, clique aqui para conhecer a respeito.



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1.1 Sagrada Escritura



1.1.1 Introdução

1.1.1.1 Dados científicos
1.1.1.2 Dados teológicos
1.1.1.3 Leitura orante

1.1.2 Antigo Testamento (História e texto)

1.1.2.1 Pentateuco
1.1.2.2 Livros Históricos
1.1.2.3 Livros Proféticos
1.1.2.4 Livros Sapienciais

1.1.3 Novo Testamento (História e texto)

1.1.3.1 Evangelhos
1.1.3.2 Atos dos Apóstolos
1.1.3.3 Cartas Paulinas
1.1.3.4 Outras cartas
1.1.3.5 Apocalipse

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1.2 História




1.2.1 Das origens até Cristo

1.2.2 História da Igreja

1.2.2.1 Idade antiga
1.2.2.2 Idade média
1.2.2.3 Idade moderna e contemporânea

1.2.3 América Latina e Brasil


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1.3 Teologia Sistemática




    1.3.1 Teologia Fundamental

    1.3.2 Trindade

    1.3.2.1 Cristologia
    1.3.2.2 Soteriologia
    1.3.2.3 Pneumatologia

    1.3.3 Antropologia

    1.3.4 Eclesiologia

    1.3.4.1 Direito Canônico
    1.3.4.2 Missiologia e Pastoral

    1.3.5 Sacramentos

    1.3.6 Escatologia



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    1.4 Teologia Moral




    1.4.1 Introdução à Moral Católica

    1.4.2 Os 10 Mandamentos

    1.4.3 Teologia do Corpo

    1.4.4 Doutrina Social da Igreja



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    1.5 Espiritualidade


    • Estudo da parte 4 do Catecismo da Igreja Católica a respeito do Pai nosso e a vida de oração do cristão. 


    1.5.1 Pai Nosso

    1.5.2 Teologia Ascética

    1.5.3 Teologia Mística

    1.5.4 Mariologia

    1.5.5 Angeologia

    1.5.6 Hagiografia




    1.5.6.1 Movimentos espirituais

    1.5.6.1.1 Beneditinos
    1.5.6.1.2 Carmelitas
    1.5.6.1.3 Franciscanos




    "Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12