23 de ago de 2016

Hierarquia dos anjos III


A terceira hierarquia é formada pelos Principados, Arcanjos e Anjos. Eles são iluminados, purificados e aperfeiçoados pela segunda hierarquia e têm a função de  executar a obra divina. É por intermédio deles que o mistério divino do amor de Deus chega até nós.

Segundo Pseudo Dionísio, esta hierarquia "preside as hierarquias humanas"(Cap IX)1. E, faz isso por duas vias: ascendente e descendente. "A primeira, produz " de modo ordenado a elevação para Deus, a conversão, a comunhão, a união"1 e a segunda produz "o movimento que provem de Deus que gratifica liberalmente todas as hierarquias e dons e as ilumina"(Cap IX)1

Vejamos separadamente cada uma das três ordens dessa  3ª hierarquia:


1ª Ordem: Principados 

"O nome de Principados significa condutor, com ordem sagrada"3. Por serem os primeiros a conduzir são chamados de príncipes, "conforme a Escritura (Sl 67, 26): "Foram adiante os príncipes; juntamente com os que can­tavam salmos."3

Os Principados estão citados na Bíblia em:
  • Colossenses 1, 16: "Nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as criaturas visíveis e as invisíveis. Tronos, dominações, principados, potestades: tudo foi criado por ele e para ele." 
  • Efésios 1,21: "acima de todo principado, potestade, virtude, dominação e de todo nome que possa haver neste mundo como no futuro." 
  • Colossenses 2,10: "Tendes tudo plenamente nele, que é a cabeça de todo principado e potestade."

2ª Ordem: Arcanjos



Esta ordem chama-se Arcan­jos porque preside só a ordem dos Anjos. Por isso, também são chamados como que "Príncipes dos Anjos"3. Eles anunciam as coisas mais elevadas, "as grandes coisas"3, aquelas que pertencem à salvação de todos.4



Em Tobias 12,15, o Arcanjo Rafael diz que ele é "um dos sete" que assiste "na presença do Senhor." Contudo, a Igreja Católica honra "com culto litúrgico"5 somente a três arcanjos: Gabriel, Miguel e Rafael. Vejamos cada um deles em particular:



Arcanjo Gabriel

Gabri-El "significa "o meu poder é Deus" ou "Poder de Deus ", quase como que a dizer que, no auge da criação, a encarnação é o sinal supremo do Pai onipotente."5 

Ele "anuncia o nascimento do Precursor e o do próprio Jesus."6 Em Lc 1, 11-20, "ensinou ao grande sacerdote Zacarias que o filho que iria ter contra toda a sua esperança, mas pela graça de Deus, seria o profeta da obra divino-humana, através do qual Jesus operaria para bem do mundo e para a sua salvação." e em Lc 1, 26-38, "ensinou à Santíssima Virgem Maria que nela se cumpriria o mistério da Encarnação."(Cap IV).1

O Arcanjo Gabriel também aparece na Bíblia, por duas vezes, no livro de Daniel: Em Dan 8,16 explica a visão de Daniel e em Dan 9,23-27, faz a revelação sobre as setenta semanas de duração do exílio de Jerusalém.

Esse santo Arcanjo deixa a mensagem de que "a Deus nenhuma coisa é impossível" (Lc 1,37) e que Deus ouve as preces dos seus filhos amados: "Apenas havias iniciado a tua oração e uma palavra foi pronunciada; eu venho desvendá-la a ti, porque és um homem de predileção."(Dan 9,23) e "o anjo disse-lhe: Não temas, Zacarias, porque foi ouvida a tua oração: Isabel, tua mulher, dar-te-á um filho, e chamá-lo-ás João." (Lc 1,13).
Na oração da Ave-Maria, temos a saudação do anjo Gabriel, que é "o próprio Deus que, por intermédio de seu anjo, saúda Maria."6


Arcanjo Miguel

"Mica´El' significa:´Quem como Deus?' " e Papa João Paulo II explica o porquê dessa denominação: 
"Lemos no Apocalipse: "Travou-se, então, uma batalha no Céu: Miguel e os seus Anjos pelejavam contra o Dragão e este pelejava também juntamente com seus anjos. Mas não prevaleceram e não houve mais lugar no Céu para eles. O grande Dragão foi precipitado, a antiga serpente, o Diabo, ou Satanás, como lhe chamou, sedutor do mundo inteiro, foi precipitado na terra, juntamente com os seus anjos" (Ap. 12,7´9). O autor sagrado apresenta-nos nesta dramática descrição o fato da queda do primeiro Anjo, que foi seduzido pela ambição de se tornar "como Deus". Daqui a reação do Arcanjo Miguel, cujo nome hebraico "Quem como Deus?"7

E Papa Bento XVI 8 cita duas funções desse Santo Arcanjo:
"Encontramo-lo na Sagrada Escritura sobretudo no Livro de Daniel, na Carta do Apóstolo São Judas Tadeu e no Apocalipse. Deste Arcanjo tornam-se evidentes nestes textos duas funções. Ele defende a causa da unicidade de Deus contra a soberba do dragão, da "serpente antiga", como diz João. (...) A outra função de Miguel, segundo a Escritura, é a de protetor do Povo de Deus (cf. Dn 10, 21; 12, 1)".
Dessa segunda função, João Paulo II nos diz que:
"É um dos príncipes do Céu posto como guarda do povo eleito (cf. Dn. 12,1), de onde virá o Salvador. Ora, o novo povo de Deus é a Igreja. Eis a razão pela qual ela o considera como próprio protetor e defensor em todas as suas lutas pela defesa e a difusão do reino de Deus na terra. É verdade que ´as portas do inferno nada poderão contra ela´, segundo a afirmação do Senhor (Mt. 16,18), mas isto não significa que estamos isentos das provas e das batalhas contra as insídias do maligno. Nesta luta o Arcanjo Miguel está ao lado da Igreja para a defender contra as iniqüidade do século, para ajudar os crentes a resistir ao Demônio que ´anda ao redor, como um leão que ruge, buscando a quem devorar´ (l Pd. 5,8). (...) o apóstolo das gentes põe os cristãos de sobreaviso, quanto às insídias do Demônio e dos seus inúmeros sectários, quando exorta os habitantes de Éfeso a revestirem-se da armadura de Deus para que possam resistir às ciladas do Demônio. Porque nós não temos de lutar contra a carne e o sangue, mas contra os principados e potestades, contra os Dominadores deste mundo tenebroso, contra os Espíritos malignos espalhados pelos ares" (Ef. 6,11´12). A esta luta nos chama a figura do Arcanjo são Miguel, a quem a Igreja, tanto no Oriente como no Ocidente, jamais cessou de tributar um culto especial."7

Arcanjo Rafael

"Rafa-EL" significa: "Deus cura".7  E o Papa Bento XVI 8 nos dá uma magnifica explicação do poder de cura de Rafael, nas passagens do livro de Tobias:
"Do Arcanjo Rafael são referidas no Livro de Tobias duas tarefas emblemáticas de cura. Ele cura a comunhão importunada entre homem e mulher. Cura o seu amor. Afasta os demônios que, sempre de novo, rasgam e destroem o seu amor. Purifica a atmosfera entre os dois e confere-lhes a capacidade de se receberem reciprocamente para sempre. Na narração de Tobias esta cura é referida com imagens legendárias. (...) Em segundo lugar, o Livro de Tobias fala da cura dos olhos cegos. Todos sabemos quanto estamos hoje ameaçados pela cegueira para Deus. Como é grande o perigo de que, perante tudo o que sabemos sobre as coisas materiais e que somos capazes de fazer com elas, nos tornamos cegos para a luz de Deus. Curar esta cegueira mediante a mensagem da fé e o testemunho do amor, é o serviço de Rafael." 
Semelhantemente ao arcanjo Gabriel, as Escrituras mostram que Deus manda anjos em resposta às preces de seus filhos amados: " um santo anjo do Senhor, Rafael, foi enviado para curar Tobit e Sara, cujas preces tinham sido simultaneamente dirigidas ao Senhor."(Tb 3,25).


3ª Ordem: Anjos

"A criatura corpórea é administrada pelos anjos"14. Contudo, quando alguma coisa é feita por algum dos anjos, em relação a alguma criatura corpórea, isso procede de ordem divina. Por isso, se diz que o "anjo é enviado por Deus"14.

"Seguindo o livro de Daniel, podemos dizer que as funções de anjos como embaixadores do Deus vivo abrangem não só a cada um dos homens e aqueles com funções especiais, mas nações inteiras (Dan 10,13-21)"9, nos ensina João Paulo II. 


"A palavra anunciada por intermédio dos anjos era a tal ponto válida, que toda transgressão ou desobediência recebeu o justo castigo"(Hebreus 2,2).

Nas Escrituras, há inúmeras passagens em que estão presentes os anjos. Desde a criação, eles são "postos ao serviço do plano divino da sua realização"10 
e os Salmos mostram o seu valor Sl 34,5; 88,6; 90,11; 102,20),

No Antigo Testamento, eles "protegem Lot (Cf. Gn 19,1), salvam Agar e seu filho (Cf. Gn 21, 17), pelo seu ministério é comunicada a Lei (cf Atos 7,53), são eles que conduzem o povo de Deus (Cf. Ex 23, 20-23), anunciam nascimentos (Cf. Jz 13) e vocações (Cf. Jz 6, 11-24; Is 6, 6) assistem os profetas (Cf. 1 Rs 19, 5) – para não citar senão alguns exemplos".10

"Entre os livros do Novo Testamento, são especialmente os Atos dos Apóstolos que nos dão a conhecer alguns fatos que atestam a solicitude dos anjos pelo homem e pela sua salvação. Assim é quando o Anjo de Deus liberta os Apóstolos da prisão (cf. At. 5,18´20) e antes de tudo Pedro, que estava ameaçado de morte por parte de Herodes (cf. At. 12, 15´10). Ou quando guia a atividade de Pedro a respeito do centurião Cornélio, o primeiro pagão convertido (At. 10,3´8. 12´13), e de modo análogo a atividade do diácono Filipe no caminho de Jerusalém para Gaza (At. 8,26´29)."- nos explica João Paulo II5

O Catecismo da Igreja Católica mostra que os anjos estão presentes durante toda a vida de Jesus. "Da Encarnação à Ascensão, a vida do Verbo Encarnado é rodeada da adoração e serviço dos anjos"10"Eles protegem a infância de Jesus (Cf. Mt 1, 20; 2, 13.19), servem-n'O no deserto (Cf. Mc 1, 13; Mt 4, 11) e confortam-n'O na agonia (Cf. Lc 22, 43) no momento em que por eles poderia ter sido salvo das mãos dos inimigos"10(Cf. Mt 26, 53)  "São ainda os anjos que «evangelizam» (Cf. Lc 2, 10), anunciando a Boa-Nova da Encarnação (Cf. Lc 2, 8-14) e da Ressurreição (Cf. Mc 16, 5-7) de Cristo. E estarão presentes aquando da segunda vinda de Cristo, que anunciam (Cf. Act 1, 10-1)"10.

Jesus "atribui também aos anjos a função de testemunhas no supremo juízo divino sobre a sorte de quem reconheceu ou negou Cristo: "Todo aquele que se declarar por Mim diante dos homens, também o Filho do Homem se declarara por ele diante dos anjos de Deus. Aquele, porém, que Me tiver negado diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus" (Lc. 12,8´9; cf. Ap 3,5). Estas palavras são significativas porque, se os anjos tomam parte no juízo de Deus, estão interessados pela vida do homem. Interesse e participação que parecem receber uma acentuação no discurso escatológico, em que Jesus faz intervir os anjos na Parusia, ou seja, na vinda definitiva de Cristo no fim da história (cf. Mt 24,31; 25,31´41)", observa João Paulo II5.

Além das Escrituras, temos a ação dos anjos descritas em várias aparições, reconhecidas como manifestação da vontade divina, pela Igreja Católica. Um exemplo é o dos anjos das aparições em Fátima, Portugal:

"um jovem dos seus 14 a 15 anos, mais branco que se fora de neve, que o sol tornava transparente como se fora de cristal e duma grande beleza. Ao chegar junto de nós, disse: - Não temais! Sou o Anjo da Paz. Orai comigo. E, ajoelhando em terra, curvou a fronte até ao chão e fez-nos repetir três vezes estas palavras: - Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam. Depois, erguendo-se, disse: - Orai assim. Os Corações de Jesus e de Maria estão atentos à voz das vossas súplicas."11
"De repente, vemos junto de nós a mesma figura ou Anjo, como me parece que era, e diz: - Que fazeis? Orai, orai muito. Os Corações de Jesus e de Maria têm sobre vós desígnios de misericórdia. Oferecei constantemente, ao Altíssimo, orações e sacrifícios.- Como nos havemos de sacrificar? - De tudo que puderdes, oferecei a Deus sacrifício em acto de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e súplica pela conversão dos pecadores. Atraí, assim, sobre a vossa Pátria, a paz. Eu sou o Anjo da sua guarda, o Anjo de Portugal. Sobretudo, aceitai e suportai, com submissão, os sofrimentos que o Senhor vos enviar."11
"Erguemo-nos para ver o que se passava e vemos o Anjo, tendo na mão esquerda um cálix, sobre o qual está suspensa uma Hóstia, da qual caem algumas gotas de Sangue dentro do cálix. O Anjo deixa suspenso no ar o Cálix, ajoelha junto de nós, e faz-nos repetir três vezes: Santíssima Trindade, Padre, Filho, Espírito Santo, (adoro-Vos profundamente e) ofereço-Vos o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E, pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores. Depois levanta-se, toma em suas mãos o cálix e a hóstia. Dá-me a sagrada Hóstia a mim e o Sangue do Cálix divide-o pela Jacinta e o Francisco, dizendo ao mesmo tempo: Tomai e bebei o Corpo e Sangue de Jesus Cristo, horrivelmente ultrajado pelos homens ingratos. Reparai os seus crimes e consolai o vosso Deus. E, prostrando-se de novo em terra, repetiu connosco, outras três vezes, a mesma oração: Santíssima Trindade... etc., e desapareceu."11
"um Anjo com uma espada de fôgo em a mão esquerda; ao centilar, despedia chamas que parecia iam incendiar o mundo; mas apagavam-se com o contacto do brilho que da mão direita expedia Nossa Senhora ao seu encontro: O Anjo apontando com a mão direita para a terra, com voz forte disse: Penitência, Penitência, Penitência!"12 
Finalizando a Hierarquia celeste, posto aqui uma observação importante feita por São Tomás de Aquino:
"é ordem da divina providência, não só quanto aos anjos, mas quanto a todo o universo, que os seres inferiores sejam governados pelos superiores. Mas para a manifestação da graça, que é de ordem mais alta, o princípio agora referido sofre transgressão, por dispensa divina, quanto aos seres corpóreos. Assim, Deus iluminou o cego e ressuscitou Lázaro, imediatamente, sem a ação dos corpos celestes. Mas, também os anjos bons e maus podem exercer influência nos corpos, fora da ação dos corpos celestes, condensando as nuvens em chuvas, ou cousas semelhantes. Nem deve ninguém duvidar que Deus possa imediatamente revelar certas cousas aos homens, sem a mediação dos anjos; bem como os anjos superiores, sem a mediação dos inferiores."13
Na próxima postagem, veremos as missões dos anjos.

Notas:

1.Pseudo Dionísio, Da Hierarquia Celeste, Disponível em: http://www.fatheralexander.org/booklets/portuguese/hier_celeste_s_dinis.htm
2. São Tomás de Aquino, Suma Teológica, Primeira Parte, Tratado sobre a conservação e o governo das coisas, questão 108, artigo 6. Disponível em: http://permanencia.org.br/drupal/node/2049
3. São Tomás de Aquino, Suma Teológica, Primeira Parte, Tratado sobre a conservação e o governo das coisas, questão 108, artigo 5. Disponível em: http://permanencia.org.br/drupal/node/2048
4. São Tomás e Aquino, Compêndio de Teologia. RJ, Presença, 1977. Capítulo CXXVI, página 141
5. Papa João Paulo II, Audiência: "A participação dos anjos na história da salvação" (06 de agosto de 1986). Disponível em: http://w2.vatican.va/content/john-paul-ii/es/audiences/1986/documents/hf_jp-ii_aud_19860806.html
6. Catecismo da Igreja Católica, índice analítico, letra A(anjo), parágrafo 2676. Disponível em: http://catecismo-az.tripod.com/conteudo/a-z/a/anjo.html
7. Papa João Paulo II, discurso  para a população de Monte Sant'Angelo (24 de maio de 1987), como parte da Visita Pastoral à Região de Apúlia (Itália). Disponível em: http://w2.vatican.va/content/john-paul-ii/it/speeches/1987/may/documents/hf_jp-ii_spe_19870524_monte-sant-angelo.html
8. Papa Bento XVI, homilia (29 de setembro de 2007). Disponível em: https://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/homilies/2007/documents/hf_ben-xvi_hom_20070929_episc-ordinations.html
9. Papa João Paulo II, Audiência: "Criador das coisas invisíveis: os anjos" (30 de julho de 1986). Disponível em:http://w2.vatican.va/content/john-paul-ii/es/audiences/1986/documents/hf_jp-ii_aud_19860730.html
10. Catecismo da Igreja Católica, parágrafo 332. Disponível em: http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/p1s2c1_198-421_po.html
11. Santuário de Fátima (página oficial): Ciclo Angélico: aparições do Anjo no ano de 1916. Disponível em:
http://www.fatima.pt/pt/pages/narrativa-das-aparicoes
12. Congregação para a Doutrina da Fé, "A Mensagem de Fátima". Disponível em:http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20000626_message-fatima_po.html
13. São Tomás de Aquino, Suma Teológica, Primeira Parte, Tratado sobre a conservação e o governo das coisas, questão 112, artigo 2. Disponível em: http://permanencia.org.br/drupal/node/2130
14. São Tomás de Aquino, Suma Teológica, Primeira Parte, Tratado sobre a conservação e o governo das coisas, questão 112, artigo 1. Disponível em: http://permanencia.org.br/drupal/node/2129


Autoria: Betania Tavares

Desconheço a autoria das imagens.

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