31 de ago. de 2021

Pequeno desabafo...


 Eu era adolescente e jovem e me converti.
Comecei a orar, converter-me, estudar a palavra de Deus, frequentar a igreja, estudar a doutrina.
Alguns amigos caminharam nessa direção conosco ou em outros grupos. Outros não tinham tanto tempo assim para se dedicar às coisas de Deus e continuaram na mediocridade...


Os que caminharam junto conosco, mesmo com suas dificuldades imensas, foram se alimentando da palavra de Deus através, não só do que estudavam e rezavam, mas também através do que os outros rezavam e estudavam através da partilha e da convivência mútua.
Uma época de grandes aprendizados e vivências.
Vivemos em grupos de jovens, grupos de oração, legião de Maria, eventos, luais, louvores, retiros, comunidade de aliança e outras ações na Igreja...
Pregávamos sobre conversão genuína, busca sincera de vida de oração, abandono do pecado e anúncio do fim dos tempos.


Infelizmente alguns irmãoszinhos ficaram pra trás e outros até acompanharam de longe e não viveram profundamente o que nós vivíamos, mas 'surfaram' na onda... Quem bom que pelo menos estavam juntos... Mas isso durou pouco tempo...


Logo aprendemos com o Senhor que devíamos mergulhar em águas mais profundas: descobrimos que toda nossa pregação e atividade missionária para tirar os jovens do pecado da droga, prostituição, ateísmo, entre outras coisas, estava quase como enxugar gelo porque havia uma força política impulsionando toda a sociedade a se prostituir, a normalizar o consumo de drogas e investindo pesado nos  profetas do ateísmo que eram ouvidos e respeitados por todas as famílias reunidas na sala de casa: os meios de comunicação, os jornalistas, enfim, a mídia... E ao estudar a fundo a doutrina da Igreja, a palavra do Papa, dos santos, descobrimos que o cristão, principalmente o leigo, não pode se omitir do bom combate no meio secular principalmente social. Que esse pecado é um pecado gravíssimo e mortal.


Começamos a mergulhar em águas mais profundas no estudo do fim dos tempos, descobrimos que havia uma ordem mundial já em atividade oprimindo as nações, os presidentes e os legisladores a aprovarem e patrocinarem o assassinato de crianças, a promiscuidade de todas as formas, tudo objetivando destruir a família cristã.


Descobrimos nas mensagens de Nossa Senhora que a própria Virgem Maria se coloca como combativa, aquela que avança como aurora, terrível  como exército em ordem de batalha, e que em suas mensagens deixa claro a importância do compromisso cristão que nosso Deus espera de seus filhos nestes fim dos tempos.
Mas que pena! Vários irmãozinhos nossos, nesse momento, não andaram mais conosco.
Não conseguiram abandonar os velhos vícios. Não conseguiram abraçar a cruz e se abster das dopaminas emocionais do primeiro amor. O vício em dopamina foi mais forte do que subir nas moradas... Criaram desculpas para si mesmos para justificarem sua covardia. Entraram no estado hipnótico do inimigo, que como um canto de sereia levou Pilatos a lavar as mãos...


Mas como se isso não bastasse, como nossa pregação profética os incomodou muito, começaram a nos atacar nos acusando de pessoas cheias de ira, de radicais, de politiqueiros, interesseiros, etc.... As fofocaiadas sobre nossa vida, nossa índole se espalharam como penas de uma galinha jogada ao vento... Aos moldes das estratégias dos inimigos da religião tentaram nos calar, "queimar nosso filme", um verdadeiro assassinato de reputações. Como os maus, nos cancelaram.
Alguns desfizeram amizades, bloquearam nas redes sociais, outros nos atacaram frontalmente, nos ofenderam e nos restou somente nos afastar para manter nossa sanidade. Outros permaneceram lá, mas calados, só vigiando, e fofocando em grupos à parte...


Veio então os ataques maciços da esquerda ao cristianismo de forma explícita. O que antes era meio oculto, agora estava à luz do dia. Alguns começaram a enxergar, mas a maioria estava ocupada demais na sua 'netflix', joguinhos, ou tentando ganhar mais e mais dinheiro...
Veio os ataques mundiais aos cristão em todo o mundo comprovando tudo que falávamos, mas talvez acharam que fosse coincidência...
Veio crises financeiras, morais, políticas, educacionais, de segurança e de saúde... Protestamos contra as insanidades do sistema corrupto e cruel, mas alguns dos nossos amigos não conseguiam nos seguir indo às ruas para os protestos... debochavam até: 'isso não vai dar em nada'...
Veio o impeachment da Presidanta e o silêncio em alguns e o deboche em outros: 'coincidência', 'ainda assim não vai adiantar nada'...

Se levanta um homem que poderia ser um frescor, um alívio nos ataques satânicos dos políticos a tudo aquilo que era sagrado, apoiamos ele na esperança de pelo menos conter o grande dragão vermelho... Mas estes velhos amigos deram voz a todos os ataques medíocres à vida pessoal de tal candidato, e quando ele foi esfaqueado, lamentaram que não foi morto... Mas eles ainda se achavam os bastiões da moralidade...
O homem ganhou, e cheio de erros e falhas está fazendo alguma coisa. Mas uma coisa eu tenho certeza, tal governo está de certa forma segurando um pouco as garras da ordem mundial dessa nação... Um pouco eu disse...

Mas que pena! Meus amigos ainda dormem! E agora estão ocupados demais com facebook, instagram, messenger, whatsapp... Mídias onde só se é permitido falar o que o pai da mentira deixa.... até tentei dissuadir alguns a irem ao telegram para terem acesso a informações mais fidedignas, mas sem sucesso...


Mas aí vem um furacão mundial: a fraudemia. Que foi abraçada com terror. Meus amigos agora tinham motivos para externarem sua ira, seus vícios sem vergonha, porque agora num estado de caos tudo está justificado. Tiraram nossa liberdade, tiraram nossa saúde, tiraram os medicamentos que poderiam nos salvar, mentiram descaradamente para nós dia e noite, dia e noite.
Mas alguns dos meus amigos ainda pregam a 'paz e amor' da revolução socialista achando que estão pregando o evangelho....


Os mesmos que patrocinaram a fraudemia trouxeram uma solução milagrosa: O bezerro de ouro das vachinas... Uma solução cara (vão chupar nossos impostos), mas que não é garantida a eficácia (se houver efeitos adversos você não tem direito de reclamar), e que ainda assim deverão manter lockdown, máscaras, distanciamento, etc, etc... E pior: que tal vachina deve ser obrigatoriamente tomada por todos... Que??!!!!
A insanidade, burrice, jumentice é tamanha! Não tenho palavras para expressar. Precisaria de um PALAVRÃO para chegar próximo a explicar corretamente a tanta imbecilidade.


Meus amigos nos acusavam de misturar política com religião. Hoje nós continuamos aqui jejuando e orando e eles.... bem, eles são assíduos consumidores do grupo globo e outras filiadas da mídia internacional que  são os portavozes da besta... Muitos já perderam a fé declaradamente, outros nem sabem que não acreditam mais em nada que lhes foi confiado... Após o impedimento das igrejas, com o retorno das missas não vejo mais meus velhos amigos... Onde eles estarão? Será que morreram na fraudemia? Ou morreram muito antes? 


Será que eram amigos mesmo?????????


O que vejo hoje são pessoas e mais pessoas desejando a morte de outros simplesmente porque não querem embarcar nessa insanidade. Nada novo, pois os loucos sempre quiseram matar os lúcidos... A história sempre foi assim, né?


Seguimos aqui tentando unir pessoas de bem que queiram viver o evangelho tal qual e não o simulacro que fizeram dele. Continuamos aqui, mesmo com nossos erros e falhas tentando fazer a vontade de Deus que a cada dia nos corrige, nos ameaça e exorta profeticamente a continuar. Continuamos aqui não só orando, mas fazendo ações práticas: nos reunindo fisicamente, conversando com pessoas, tentando levar o máximo de gente à luz, à verdade e não a um sentimentalismo barato disfarçado de espiritualidade.


Evangelização não se faz dizendo 'Deus te ama'. Evangelização  se faz dando a vida pelo evangelho. O resto é só uma desculpa para si mesmo, para permanecerem em suas vidinhas cômodas, onde criaram uma religião e um deus falso para si que só os elogia e fica amaciando o ego deles, ou seja uma idolatria para si próprios, tudo isso para não cumprir o que o Senhor pediu: 'Quem quiser me seguir renuncie a si mesmo, tome sua cruz e siga-me'.

 

Por conta de tudo isso é que o número de pessoas doentes mentalmente aumentou enormemente. Sem o Deus verdadeiro o homem se esfarela. Não adianta ele criar ídolos para si, o homem não consegue ficar de pé sem Deus. E se tudo o que aconteceu até aqui foi difícil, prepare-se porque tempos muito mais difíceis virão nos próximos dias...


Não somos perfeitos, repito de novo, mas não tenho dúvidas que o caminho que estamos trilhando não fomos nós que inventamos ou quisemos. Não queríamos estar aqui, preferíamos estar no sofá, mas foi o próprio Deus que uma vez nos seduziu e não há como não seguir sua santa voz que chama, chama, chama... Quem tem ouvidos para ouvir, ouça! O tempo é curto.

 

 

 

 

28 de jul. de 2021

Trechos da CARTA ENCÍCLICA MEDIATOR DEI DO SUMO PONTÍFICE PAPA PIO XII SOBRE A SAGRADA LITURGIA





54... A liturgia da época antiga é, sem dúvida, digna de veneração, mas o uso antigo não é, por motivo somente de sua antiguidade, o melhor, seja em si mesmo, seja em relação aos tempos posteriores e às novas condições verificadas. Os ritos litúrgicos mais recentes também são respeitáveis, pois que foram estabelecidos por influxo do Espírito Santo que está com a Igreja até à consumação dos séculos, e são meios dos quais se serve a ínclita esposa de Jesus Cristo para estimular e conseguir a santidade dos homens.


55. É certamente coisa sábia e muito louvável retornar com a inteligência e com a alma às fontes da sagrada liturgia, porque o seu estudo, reportando-se às origens, auxilia não pouco a compreender o significado das festas e a penetrar com maior profundidade e agudeza o sentido das cerimônias, mas não é certamente coisa tão sábia e louvável reduzir tudo e de qualquer modo ao antigo...


56. Como, em verdade, nenhum católico fiel pode rejeitar as fórmulas da doutrina cristã compostas e decretadas com grande vantagem em época mais recente da Igreja, inspirada e dirigida pelo Espírito Santo, para voltar às antigas fórmulas dos primeiros concílios, ou repudiar as leis vigentes para voltar às prescrições das antigas fontes do direito canônico; assim, quando se trata da sagrada liturgia, não estaria animado de zelo reto e inteligente aquele que quisesse voltar aos antigos ritos e usos, recusando as recentes normas introduzidas por disposição da divina Providência e por mudança de circunstâncias.


57. Este modo de pensar e de proceder, com efeito, faz reviver o excessivo e insano arqueologismo suscitado pelo ilegítimo concílio de Pistóia, e se esforça em revigorar os múltiplos erros que foram as bases daquele conciliábulo e os que se lhe seguiram com grande dano das almas, e que a Igreja – guarda vigilante do "depósito da fé" confïado pelo seu divino Fundador – condenou com todo o direito. De fato, deploráveis propósitos e iniciativas tendem a paralisar a ação santificadora com a qual a sagrada liturgia orienta salutarmente ao Pai celeste os filhos de adoção.


58. Tudo, pois, seja feito em indispensável união com a hierarquia eclesiástica. Ninguém se arrogue o direito de ser lei para si mesmo e de impô-la aos outros por sua vontade. Somente o sumo pontífice, na qualidade de sucessor de Pedro, ao qual o divino Redentor confiou o rebanho universal, e juntamente os bispos, que sob a dependência da Sé Apostólica "o Espírito Santo colocou para reger a Igreja de Deus", têm o direito e o dever de governar o povo cristão. Por isso, veneráveis irmãos, toda vez que defendeis a vossa autoridade – oportunamente, ainda que com severidade salutar não somente cumpris o vosso dever, mas defendeis a própria vontade do Fundador da Igreja.


6 de abr. de 2021

A abissal diferença civilizacional entre a pandemia de 1918 e a de 2020/2021

 A Irmã Lúcia narra nas suas Memórias como foi a pandemia de 1918, a pneumônica ou gripe espanhola. A leitura dessa descrição mostra-nos a diferença civilizacional que existe quando vemos a reação do mundo à pandemia de C0V1D-19 ou vírus chinês. Comecemos pelo excerto das Memórias:


«A epidemia (pneumónica, de 1918) atingiu quase toda a gente. A mãe e minha irmã Glória andavam de casa em casa a tratar os doentes. Um dia, o ti Marto foi avisar o meu pai de que não deixasse a mãe nem as filhas andar por casa dos doentes a tratá-los, porque era uma epidemia que contagiava e podíamos, também nós, ficar doentes.


À noite, o pai, ao chegar a casa, proibiu a mãe e as filhas de irem às casas dos doentes para tratá-los. A mãe escutou, em silêncio, tudo o que o pai disse e depois respondeu:


– Olha, tu tens razão. É mesmo assim como tu dizes. Mas, olha lá, como podemos nós deixar morrer aquela gente, sem ter(em) quem lhe(s) chegue um copo de água? O melhor seria que viesses tu comigo e vias como as pessoas estão e se nós podemos deixá-los assim abandonados. E, apontando para uma grande panela que tinha pendurada na corrente da chaminé, sobre o braseiro da lareira, disse:


– Vês esta panela? Está cheia de galinhas. Algumas nem são nossas; trouxe-as de casa dos doentes, que as nossas não chegavam para tudo. Está a ferver, para fazer caldos, e já tenho aí as panelinhas que trouxe das suas casas, para lhos levar. Se tu quisesses vir comigo, ajudavas-me a levar as cestas com as panelas dos caldos e, ao mesmo tempo, vias e resolvíamos como se há de fazer.


O pai aceitou. Encheram as panelas de caldo e lá foram os dois, cada um com duas cestas, uma em cada mão. Daí a pouco, volta o pai com um bebé num bercinho e disse para a minha irmã Glória e para mim:


– Tomai conta deste menino. Os pais estão os dois de cama, com febre, e não podem olhar por ele.

Voltou a sair e, daí a pouco, regressou com mais duas crianças que já andavam, mas ainda não podiam valer-se, e disse:


– Tomai conta de mais estas duas, que não fazem senão chorar, à volta da cama dos pais, e eles estão com febre e não podem atendê-las.


E assim trouxe mais. Não me lembro quantas. No dia seguinte, vieram dizer que também em casa da tia Olímpia, estavam todos de cama com febre. Os meus pais lá foram também tratá-los. Aí, na ocasião, melhoraram todos, mas quatro ficaram sempre com algumas décimas de febre que os foram minando e, um após outro, em poucos anos, morreram quatro: o Francisco, a Jacinta, a Florinda e a Teresa.


Nesses dias, os meus pais não fizeram outra coisa mais que andar de casa em casa, a tratar dos doentes. O pai com o meu irmão Manuel tratavam também dos animais que estavam nos currais a gritar com fome, e tiravam o leite para se dar aos doentes e às crianças. (...) Foi tão grande a necessidade, que meus pais não hesitaram em deixar-me ir focar, algumas noites, em casa de uma viúva que vivia só com um filho que estava tuberculoso no último grau, para que ela pudesse descansar, sabendo que tinha ali uma criança de 11 anos, que chegasse ao filho um copo de água ou uma tigelinha de caldo, ou a chamasse, se ele precisasse de outa coisa. (...) Também advertiram o meu pai de que era temerário deixar-me ir a essa casa porque podia contagiar-me. O pai respondeu:


– Não há de Deus pagar-me com o mal o bem que eu faço por Ele!


E assim aconteceu! A confiança de meu pai não foi confundida, que tenho quase 82 anos e ainda não senti o mínimo de vestígio dessa doença!” (Memórias da Irmã Lúcia V, n.º 3, pp. 19-21)


O que vemos neste magnífico trecho? É muito simples: a Cristandade, isto é, a civilização cristã em ação exprimindo as suas virtudes: a caridade, amar o outro como a si mesmo, a heroicidade, a capacidade de sacrifício, a consciência de que estamos vivos e podemos morrer e de que morrer a fazer o bem é melhor do que viver covardemente encerrado em casa; e ainda, a confiança em Deus.


Um século volvido, temos a polícia a percorrer as estradas e altifalantes avisando: «Fique em casa»; e estamos proibidos «para nosso bem», naturalmente, de sair de casa, de ir trabalhar, de ir ajudar um vizinho, de ir ao hospital ver o nosso pai ou a nossa mãe pela última vez, ou de o ir buscar ao lar, ou de ir um funeral, etc., etc., etc..


Colocadas lado-a-lado, parecem duas civilizações diferentes. E são.


O que aconteceu, pois, entre as duas civilizações? Como chegámos a este ponto de extremo egoísmo e covardia? A resposta é simples: a Cristandade decaiu em Europa. Agora somos uma civilização sem esqueleto, sem dimensão vertical; em duas palavras: sem Deus.


Somos uma civilização que trocou as virtudes objectivas e universais, como as que enunciamos acima, por ‘valores’ subjetivos e individuais. E esta decadência civilizacional é incomparavelmente mais grave do que qualquer pandemia. Melhor dito: esta decadência civilizacional é muitíssimo mais contagiosa do que qualquer variante de C0V1D.


Pedro Sinde in Sol

Fonte: http://senzapagare.blogspot.com/2021/04/a-abissal-diferenca-civilizacional.html

16 de mar. de 2021

Tratamento precoce é a diferença entre quem vai viver e quem vai morrer

 


 Estou reunindo aqui alguns materiais essenciais para entender porque a Ivermectina, um dos medicamentos indicados no tratamento preventivo pode ser o diferencial entre a vida e a morte sobre a C0V1D 19.



Canal no Telegram: 

https://t.me/tratamentoprecocepreventivo



NÃO SE VACINE!!!

ASSISTA PORQUE:

https://rumble.com/vep6l9-umacatstrofe-covid-se-avizinha.html



 

 


"Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da Luz" Rm 13,12
CEFAS, oriundo do nome de São Pedro apóstolo, significa também um Acróstico: Comunhão para Evangelização, Formação e Anúncio do Senhor. É um humilde projeto de evangelização através da internet, buscando levar formação católica doutrinal e espiritual.